"Então o SENHOR me respondeu, e disse: Escreve a visão e torna bem legível sobre tábuas,
para que a possa ler quem passa correndo". Habacuque 2:2

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#56 Incredulos



Leitura: Mateus 13:53-58
Vídeo: http://www.youtube.com/watch?v=OezZC7VxNVU
Áudio: http://www.stories.org.br/3minutos/56_Incredulos.mp3

Jesus retorna à sua cidade, Nazaré, e passa a ensinar na sinagoga, o lugar onde os judeus se reuniam para ler as Escrituras. As pessoas ficam impressionadas, mas não de uma forma positiva. Ao invés de reconhecerem quem ele realmente é, duvidam dele. Ser rejeitado estava se tornando um hábito para Jesus.

"Não é este o filho do carpinteiro? Sua mãe não é Maria e seus irmãos Tiago, José, Simão e Judas? E por acaso suas irmãs não vivem entre nós? Então de onde ele tirou todas essas coisas?"

Certamente a reação seria diferente se ele fosse filho de um senador, sua mãe tivesse sangue azul e seus irmãos e irmãs fossem capa de revista. Ou então se ele próprio pudesse apresentar um currículo acadêmico. Mas não, ali estava um homem comum de uma família comum. E se a sua própria família não acreditava nele, por que seus conterrâneos deveriam acreditar?

Existe aí também o elemento ciúme ou inveja. Os fariseus já o haviam rechaçado por este motivo. Não é de se estranhar que seus conterrâneos se sintam inferiorizados diante de alguém que vinha recebendo uma certa aclamação popular em outras cidades.

Existe uma historinha que fala do encontro da cobra com o vaga-lume. Percebendo que estava prestes a ser engolido pela cobra, o vaga-lume reclamou:

"Dona cobra, por que a senhora pretende me engolir se eu nem mesmo sou comestível?"

"Porque você brilha",
respondeu a cobra.

É o caso aqui. Diante do fulgor de Jesus, de sua sabedoria, dos milagres que tinha feito, as pessoas são obrigadas a se decidir, a tomar uma posição. Além disso a verdadeira luz tinha vindo ao mundo, e sempre que você acende uma luz a sujeira fica evidente. A menos que você já tenha crido em Jesus e agora o tenha como seu Senhor, você se sentirá incomodado com a simples menção de seu nome.

Os que viveram com ele por tantos anos decidem ignorar todas as evidências e considerá-lo apenas um excêntrico. Jesus não faz muitos milagres ali por causa da incredulidade deles e afirma que um profeta não é reconhecido em sua própria terra e em sua própria casa. Sua família o considera louco, seus amigos e vizinhos decidem ignorá-lo, o clero o odeia. E você, o que vai fazer com Jesus?

Pilatos sentiu-se incomodado quando precisou tomar uma decisão. Perguntou o que devia fazer com ele depois de não ter visto nele crime algum. O povo deu a sentença: "Crucifica-o!". Pilatos ouviu o que o povo disse. E você, dá ouvidos a quem? Família, amigos, pesquisas de opinião pública? Ou a simples menção do nome de Jesus incomoda? Herodes vai experimentar essa sensação nos próximos 3 minutos.
As ideias aqui não são originalmente minhas, mas são fruto do que tenho aprendido da Palavra de Deus fora dos sistemas denominacionais com irmãos congregados ao nome do Senhor e também com autores de outras épocas que congregavam assim, como J. G. Bellett, C. H. Brown, J. N. Darby, E. Dennett, W. W. Fereday, J. L. Harris, W. Kelly, C. H. Mackintosh, A. Miller, F. G. Patterson, A. J. Pollock, H. L. Rossier, H. Smith, C. Stanley, W. Trotter, G. V. Wigram e muitos outros. Uma lista completa em inglês você encontra neste link.

Para baixar os vídeos:

http://www.mediafire.com/?50ddj2c90jjjs É permitido gravar, copiar e distribuir gratuitamente.