"Então o SENHOR me respondeu, e disse: Escreve a visão e torna bem legível sobre tábuas,
para que a possa ler quem passa correndo". Habacuque 2:2

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#7 Pescadores de homens



Leitura: Evangelho de Mateus 4:18-25; Marcos 1:16-20; Lucas 5:1-11; João 1:35-42
Video: http://www.youtube.com/watch?v=nZN9Ez-qDYk

Na Galiléia Jesus reencontra os irmãos Simão e André. Da primeira vez que se encontraram na Judéia os dois eram discípulos de João Batista e ouviram João dizer que Jesus era o Cordeiro de Deus. Naquela ocasião os dois seguiram a Jesus e Simão ganhou um novo nome, Pedro. Isso está no primeiro capítulo do evangelho de João.

Daquela vez eles foram convidados para conhecer onde Jesus morava. Era um chamado para a salvação, o mesmo que Jesus faz a cada pessoa que tem o primeiro contato com ele. "Você quer saber onde eu moro? Então venha comigo" é mais ou menos o que ele diz a cada coração. É um convite para o céu.

No reencontro na Galiléia, que é descrito por Mateus, os dois são chamados para o serviço. A ordem é sempre esta: primeiro você recebe o convite para ser salvo, depois para servir. Primeiro a fé, depois as obras; primeiro o perdão dos pecados, depois o fruto da fé; primeiro o céu, depois a terra.

Simão e André eram pescadores e Jesus os chamou para serem pescadores de homens. Tudo o que eles precisavam fazer era seguir a Jesus.

A capacitação e o poder para transformá-los em pescadores de homens viria de Deus, não de uma faculdade de teologia ou algo assim. Não seria uma pesca com redes. As redes eles deixaram para trás. Não era para saírem por aí aprisionando pessoas, mas libertando. Andar com Jesus faria deles iscas vivas. Eles deviam levar o sabor e a fragrância de Jesus por onde quer que fossem.

O pescador vai onde o peixe está, corre riscos e não faz barulho para não chamar a atenção para si. É de Jesus, perdão e salvação que o pescador de homens fala, não de religião, costumes ou prosperidade. O tema do pescador de homens é Jesus, o mais próximo que Deus chegou do ser humano. E as boas novas não são uma lista de tarefas, mas a notícia de que Jesus morreu e ressuscitou para salvar e justificar o pecador.

Neste capítulo 4 do evangelho de Mateus mais dois pescadores são chamados para se tornarem pescadores de homens: Tiago e João. Eles imediatamente deixam o barco e seu pai, Zebedeu, e seguem a Jesus. Imediatamente! Jesus tem prioridade.

Muitos empreendedores, políticos e artistas daquela época tiveram seus nomes apagados pela poeira dos séculos. Os nomes dos pescadores Pedro, André, João e Tiago só permanecem porque tiveram um encontro com Jesus e foram chamados a anunciar as boas novas da salvação, que é o que significa a palavra "evangelho". Esse encontro tem conseqüências eternas.

Você já foi pescado? Você já foi chamado?

#6 Pessoa ou religião?



Leitura: Evangelho de Mateus 4:12-17; Marcos 1:14,15; Lucas 4:14,15
Video: http://www.youtube.com/watch?v=EbjBvnKm2Xs

Ao ficar sabendo que João Batista tinha sido preso, Jesus voltou para a Galiléia, a região onde tinha sido criado. Ali ele adotou Cafarnaum como a base para o seu ministério e foi ali que fez a maior parte dos sinais e milagres.

Cafarnaum ficava às margens do Mar da Galiléia, que na verdade é um lago de água doce com uns de 20 quilômetros de comprimento por 10 de largura. Quando os evangelhos falam de barcos e mar, é a esse lago que estão se referindo, e quando falam de peixes, provavelmente eram tilápias.

O profeta Isaías previu que o Messias habitaria nessa região e que na Galiléia dos gentios o povo que vivia nas trevas veria uma grande luz. Após João Batista, o precursor da Luz que veio ao mundo, ter sido rejeitado e preso pelos judeus, Jesus, acabou indo para uma região habitada principalmente por não judeus ou gentios. A região mais globalizada da Palestina, por onde passava a estrada do Egito à Babilônia, uma rota comercial internacional.

Embora tivesse vindo para os judeus, a fama do rejeitado Rei de Israel se espalhou por toda a Síria. Aquilo era o embrião da mais internacional de todas as crenças, a fé cristã. As pessoas tentam acrescentar uma porção de penduricalhos culturais e regionais à fé cristã, mas o fato é que, em sua essência, ela está concentrada numa pessoa, Jesus, e não numa religião, cultura ou costume.

Boa parte do que você vê por aí, como clero, templos, imagens, vestes e utensílios especiais não passa de uma grande bobagem que nada tem a ver com Jesus. São coisas que a cristandade emprestou do judaísmo e de religiões pagãs, na tentativa de tornar a fé cristã identificável por coisas visíveis.

Oras, quando algo fica visível, já não precisa de fé, não é mesmo? Se você crê em Jesus você crê em uma pessoa, no próprio Deus, que não está sujeito a países, épocas e culturas porque é eterno. A fé cristã se baseia num fato: o Filho de Deus veio ao mundo, morreu por nossos pecados e ressuscitou ao terceiro dia. É a fé num Jesus vivo, no céu.

A única parte visível da fé cristã na terra é o corpo de Cristo, a igreja. Não estou falando de uma construção de pedras ou tijolos, estou falando daquilo que a Bíblia diz ser igreja, o corpo formado por todos os que crêem em Jesus, que nasceram de novo e foram salvos por ele.

Se a sua fé é numa "igreja", no sentido de organização religiosa, ou em qualquer coisa que não seja a própria pessoa de Jesus, você está perdendo seu tempo. Se for numa religião, idem. Religião é a idéia de se fazer algo para nos religar a Deus. Mas fazer o que, se o que precisava ser feito Jesus já fez?

As últimas palavras de Buda foram "Continuem se esforçando". As últimas palavras de Jesus foram "Está consumado".

Afinal, em que você crê, numa pessoa viva ou numa religião morta.

#5 As respostas



Leitura: Evangelho de Mateus 4:1-11; Marcos 1:12,13; Lucas 4:1-13
Vídeos: http://www.youtube.com/watch?v=DeGS7Q7syic

Antes de iniciar seu ministério Jesus precisava passar por um teste, e foi o Espírito Santo que o levou ao deserto para ser testado. Enquanto Deus o testava, Satanás o tentava.

Era importante que Ele estivesse acima de qualquer suspeita, que provasse estar moralmente apto para sua missão. O primeiro Adão, o homem natural, o homem da terra, não passou no teste. E Jesus, o último Adão, o homem do céu, o precursor de uma nova linhagem espiritual. Passaria ele no teste?

O primeiro Adão sucumbiu diante do fruto proibido, mesmo sem ficar 40 dias em jejum, como Jesus ficou. O fruto era necessário para alimentar o corpo. Jesus não estava diante de um fruto, mas de um desafio do Diabo: "Já que você é o Filho de Deus, por que não transforma as pedras em pães?"

A resposta de Jesus veio da Palavra de Deus: "Nem só de pão viverá o homem, mas de toda palavra que sai da boca de Deus".

Aí o Diabo o transportou a Jerusalém e o colocou no topo do templo: "Já que você é o Filho de Deus... então pule, pois está escrito que os anjos irão segurá-lo".

O Diabo usou a própria Palavra de Deus, o Salmo 91. Era a oportunidade de Jesus dar um salto espetacular e ao mesmo tempo provar que os anjos estavam ao seu dispor. Pelo menos uns 60 mil anjos ou doze legiões voariam imediatamente para segurá-lo.

Da primeira vez a tentação visava satisfazer o corpo, igual ao fruto oferecido a Adão. Agora o Diabo tentava despertar em Jesus um sentimento de soberba. O fruto do Éden era bom para dar entendimento a Adão e despertar o sentimento que em outra parte da Bíblia é chamado de "soberba da vida".

No caso de Jesus, a resposta outra vez veio da Palavra de Deus: "Não tentarás o Senhor teu Deus". Embora sendo Deus, na sua condição humana Jesus precisou aprender obediência, como um filho. Passou também nesse teste.

O fruto do Éden era agradável à vista, enchia os olhos. Nesta nova versão da tentação Satanás transporta Jesus a uma alta montanha para que seus olhos se encham com todos os reinos do mundo e a glória deles. Todos eles estavam nas mãos do Diabo, o usurpador. Jesus podia ficar com tudo, literalmente de mão beijada, contanto que adorasse a Satanás. Pela terceira vez a resposta veio da Palavra de Deus, o único que deve ser adorado.

De onde vem as minhas respostas; onde você procura as suas?

#4 Bem acompanhado



Leitura: Evangelho de Mateus 3:13-17; Marcos 1:9-11; Lucas 3:21,22
Video: http://www.youtube.com/watch?v=QSzVhDqoGUY

Jesus caminhou quase cem quilômetros, da Galiléia ao Jordão, só para ser batizado por João Batista. Ele devia considerar o batismo algo muito importante.

Mas aí surgiu um problema. Até ali João estava dizendo às pessoas que se arrependessem de seus pecados e fossem batizadas. E agora, o que fazer com Jesus? Como poderia João, um pecador, batizar o Filho de Deus sem pecado? Ele ia se arrepender de quê?

De nada. Ele, que não tinha de que se arrepender, estava disposto a ir lado a lado com aquelas pessoas que tinham muito de que se arrepender. Você provavelmente nunca se esqueceu de alguma situação grave em sua vida quando alguém se dispôs a ir junto com você, a ficar do seu lado. Entendeu?

Ele estava pronto a passar junto com o pecador por aquilo que simbolizava a morte. Três anos depois Ele teria de enfrentar sozinho o mar profundo do juízo de Deus e suas ondas de terror. Mas Ele não ficaria na sepultura. Deus O ressuscitaria, para que você não viesse a passar pelo juízo. Se você crer.

Quando Jesus explicou a João que fazendo assim estaria cumprindo toda a justiça, João consentiu em batizar Jesus.

É aí que temos uma das cenas mais sublimes de toda a Bíblia. Ao sair da água, os céus se abriram e o Espírito Santo de Deus desceu sobre Jesus na forma de uma pomba. Em seguida a voz do Pai ecoou nos céus:

"Este é meu Filho amado, em quem me agrado".

Aqui os céticos entram em longas discussões para tentar negar um único Deus em três Pessoas: Pai, Filho e Espírito Santo. Eles argumentam que essa Trindade não faz sentido. É claro que não faz. Se a essência de Deus, a natureza de Deus, fizesse sentido para a mente humana tão finita, Ele não seria Deus.

A voz é de Deus Pai, a pomba é a forma adotada ali por Deus, o Espírito Santo, e Deus, Jesus, o Filho estava ali. Entende agora porque lá no livro de Gênesis você encontra Deus dizendo "façamos o homem à nossa imagem e semelhança"? É por isso.

Mas a questão mais importante aqui é esta: Será que Deus pode dizer que se agrada de mim, que se agrada de você? Ele Se agradou com Seu Filho, Jesus, o único homem perfeito que andou neste mundo. E eu e você, como é que ficamos?

Bem, nós vamos precisar estar em Jesus se quisermos ser do agrado de Deus. Há lugares onde você não entra se não estiver muito bem acompanhado. O céu é assim.

#3 O precursor do Rei



Leitura: Evangelho de Mateus 3:1-12; Marcos 1:2-8; Lucas 3:1-18
Vídeo: http://www.youtube.com/watch?v=JqZVNCidYr0

Você se daria ao trabalho de ir até um deserto para ouvir um homem vestido em um manto de pelos de camelo? E se soubesse que ele se alimentava de gafanhotos e mel, interessaria?

João Batista não era nem um pouco atraente ou diplomático, mas foi justamente um homem assim que Deus escolheu para anunciar a chegada de um reino que não era da terra, mas do céu, e de seu rei, Jesus.

Nada de soldados uniformizados tocando trombetas douradas como nos contos de fadas, mas um João com aparência de louco foi o escolhido para anunciar uma mensagem nada agradável:

“Arrependam-se, pois o Reino dos céus está próximo”

Quem dava ouvidos a João e se arrependia era batizado por ele no rio Jordão. Quem não dava...

Bem, algumas pessoas foram lá só por curiosidade e ouviram o que não queriam. João chamou aqueles cidadãos distintos da sociedade judaica de "raça de víboras". Eles eram os fariseus e saduceus.

Os fariseus professavam grande devoção à lei de Moisés e eram cheios de justiça própria. É claro que havia fariseus sinceros, que se esforçavam para levar uma vida correta, mas sinceridade não salva ninguém de seus pecados. Se você conhece alguém que acha que sua vida correta irá salvá-lo, então já sabe como eram os fariseus.

Os outros alvos das broncas de João eram os saduceus, que duvidavam da ressurreição, não acreditavam na existência de anjos, na imortalidade da alma e no castigo eterno. Quem são eles hoje? Os racionais, os céticos, os que colocam sua confiança na ciência, na lógica e na razão.

Ambos acreditavam que por serem descendentes de Abraão isso lhes dava alguma vantagem. Mas Deus não tem netos, a responsabilidade e o novo nascimento são questões individuais.

João avisava que a prova de uma conversão genuína estava no fruto: quem realmente crê na Palavra de Deus é nascido de novo e isso fica evidente em sua vida. Quem não desse fruto - João alertava - seria cortado, como se corta uma árvore, e lançado no fogo. João não media as palavras.

Enquanto ele batizava os arrependidos nas águas do Jordão, avisava que aquele Jesus que ele anunciava batizaria uns com o Espírito Santo, mas outros com fogo; recolheria uns ao celeiro de Deus como trigo precioso, e queimaria outros como palha imprestável.

Quem é você: o religioso fariseu ou o cético saduceu. Espero que seja o pecador arrependido.

#2 De mal a pior



Leitura: Evangelho de Mateus 2:1-22
Vídeo: http://www.youtube.com/watch?v=h5pjZelBzZg

Quando Jesus nasceu, alguns homens sábios do Oriente chegaram em Jerusalém perguntando pelo Rei de Israel que tinha nascido.

Quando o rei Herodes e os moradores de Jerusalém souberam disso ficaram preocupados. Você também ficaria se corresse o risco de passar o governo a outro.

E o governo de sua vida, você passaria a Jesus? Ou faria qualquer coisa para evitar isso? Herodes decidiu que precisava eliminar Jesus.

Aqueles sábios chegaram a Belém com presentes para o menino: ouro, incenso e mirra, uma erva amarga tirada de uma árvore cheia de espinhos.

Apesar de Sua perfeição áurea e fragrância divina, Jesus estava destinado a amargar uma morte infame. Pregado num madeiro como um criminoso qualquer.

Depois de encontrarem Jesus, os sábios voltaram por outro caminho. Ninguém volta pelo mesmo caminho depois de um encontro assim. E ninguém tem um encontro assim se não escutar a voz dAquele que disse: "Eu sou o caminho".

Ao saber que Herodes pretendia matar o menino, José fugiu para o Egito levando Jesus e Maria, e só voltou depois da morte de Herodes, indo morar em Nazaré.

Jesus acabou ficando conhecido como nazareno, numa época quando as pessoas costumavam dizer que de Nazaré não vinha coisa alguma que prestasse.

Dá para entender isso? Deus vem ao mundo em um curral, passa suas primeiras noites em um cocho de alimentar gado, vai viver como refugiado no exílio e acaba indo morar numa cidadezinha desprezível de pessoas de quinta categoria.

Sabe o que é? Só quem passou por tudo isso pode entender quem está passando por tudo isso. Tristeza, desprezo, perseguição, você conhece essas coisas, não? Pode ter certeza de que Jesus não veio aqui a passeio. Ele começou mal e terminou pior.

Agora, tente adivinhar a troco de quê ou por quem Ele fez tudo isso. Você sabe a resposta.

#1 Só pode ser verdade



Leitura: Evangelho de Mateus 1:1-25; Lucas 2:1-7; 3:23-38
Vídeo: http://www.youtube.com/watch?v=ZnsRvdovBvY

Qual judeu, de sã consciência, incluiria na genealogia de Jesus duas prostitutas? Mateus fez isso no primeiro capítulo de seu evangelho. Tamar e Raabe eram prostitutas.

E tem mais, tem Jeconias, um rei amaldiçoado pelo profeta Jeremias; tem Rute, uma moabita, povo inimigo de Israel; tem o rei Salomão, que teve mil mulheres, grande parte delas de povos inimigos, e mergulhou na mesma idolatria desses povos. Quem foi Salomão? Era filho de Bate-Seba, a mulher com quem Davi cometeu adultério e cujo marido mandou para a morte. O interessante é que o nome dela não aparece na genealogia, mas sim o de seu marido traído!

E se você analisar a vida de cada um da lista de ancestrais de Jesus vai chegar à conclusão de que não salva um. Ou então vai perceber que Deus queria mandar um recado; queria dizer que eram justamente pecadores assim que Ele ia salvar.

A chave para entender isso está no que o anjo disse a José em um sonho, depois que ele descobriu que sua noiva, Maria, estava grávida e o filho não era dele.

O anjo disse: Ela dará à luz um filho e você o chamará de Jesus, porque Ele salvará o seu povo dos seus pecados.

Aquele Ser que a virgem trazia no ventre tinha sido gerado pelo Espírito Santo e seria chamado de "Deus conosco". Deus estava a ponto de experimentar o que era nascer, viver e morrer como homem. Deus estava a ponto de sentir na própria pele o que eu e você sentimos. Quer maior empatia do que isso?

Ah, eu quase me esqueci. Mateus, o autor do evangelho, era um judeu traidor da pátria. Ele coletava impostos para César, o invasor romano. Seria algo como um judeu trabalhando para Hitler durante a segunda guerra.

Sabe de uma coisa. Essa história é tão incrível que só pode ser verdade. Eu creio nela e eu creio nEle, em Jesus, o Salvador. Eu preciso crer, eu sou tão pecador quanto Mateus e essa gente toda. E você?
As ideias aqui não são originalmente minhas, mas são fruto do que tenho aprendido da Palavra de Deus fora dos sistemas denominacionais com irmãos congregados ao nome do Senhor e também com autores de outras épocas que congregavam assim, como J. G. Bellett, C. H. Brown, J. N. Darby, E. Dennett, W. W. Fereday, J. L. Harris, W. Kelly, C. H. Mackintosh, A. Miller, F. G. Patterson, A. J. Pollock, H. L. Rossier, H. Smith, C. Stanley, W. Trotter, G. V. Wigram e muitos outros. Uma lista completa em inglês você encontra neste link.

Para baixar os vídeos:

http://www.mediafire.com/?50ddj2c90jjjs É permitido gravar, copiar e distribuir gratuitamente.