"Então o SENHOR me respondeu, e disse: Escreve a visão e torna bem legível sobre tábuas,
para que a possa ler quem passa correndo". Habacuque 2:2

Pesquisar este blog

#63 Fariseus e saduceus



Leitura: Mateus 16:5-12
Vídeo: http://www.youtube.com/watch?v=GyAsu3lNaMM
Áudio: http://www.stories.org.br/3minutos/63_Fariseus_e_saduceus.mp3

Jesus chega ao outro lado do mar da Galiléia, e os discípulos estão preocupados por terem se esquecido de levar pão. Jesus diz para tomarem cuidado com o fermento dos fariseus e saduceus, e eles pensam que está falando de pão.

Ele repreende a falta de fé dos discípulos, recordando as duas vezes em que multiplicou os pães. Eles tinham visto cinco pães alimentarem cinco mil homens, e sete pães alimentarem quatro mil, fora as mulheres e crianças. Na aritmética de Deus, menos alimenta mais. Mas o assunto aqui não é o fermento do pão, mas o ensino dos fariseus e saduceus.

Os fariseus eram extremamente religiosos e legalistas. O capítulo 12 do evangelho de Lucas diz que o fermento dos fariseus é a hipocrisia. Pessoas que coam mosquitos costumam engolir camelos e tentar parecer que estão de jejum. Os fariseus eram sepulcros caiados, bonitos por fora mas podres por dentro.

Os saduceus eram racionais. Negavam a existência de anjos e espíritos, a imortalidade da alma e a ressurreição do corpo, além do castigo eterno. Eram os céticos da época e hoje seriam muito bem vindos nas universidades e até em alguns cursos de teologia. Todavia ambos eram religiosos e pregavam a obediência aos mandamentos de Deus. Onde está o problema então?

Nos evangelhos você vai sempre encontrar exemplos de duas pessoas, coisas ou situações antagônicas representando salvos e perdidos. Nos exemplos e parábolas de Jesus não é o bom que vai para o céu e o mau para o inferno do ponto de vista moral. É o contrário.

Você encontra o fariseu e o publicado, o primeiro religioso e o segundo corrupto, no entanto é o segundo que é justificado. Tem o filho pródigo e rebelde que é justificado, e seu irmão que nunca saiu de casa que não é. Há pouco vimos a incredulidade dos religiosos judeus, herdeiros das promessas de Deus, e fé da mulher descendente dos cananitas, que aceita ser comparada aos cães e é abençoada por Jesus.

Dá para perceber um padrão? Jesus veio salvar pecadores, não pessoas boas. Fariseus e saduceus acreditavam que podemos merecer alguma coisa de Deus se agirmos corretamente. No livro de Romanos o apóstolo Paulo fala que Deus justifica o ímpio, não o bom. Quando você tenta fazer algo para merecer a salvação, faz de Deus seu devedor, como se dissesse: "Ok, eu fiz minha parte, agora o Senhor faça a sua". Você não ousaria pensar assim se conhecesse o que realmente somos aos olhos de Deus e quem é Jesus. Mas isso nós vamos descobrir nos próximos 3 minutos.

#62 O sinal de Jonas



Leitura: Mateus 16:1-4
Vídeo: http://www.youtube.com/watch?v=vTI6f9hsxHU
Áudio: http://www.stories.org.br/3minutos/62_O_sinal_de_Jonas.mp3

Os incrédulos fariseus e saduceus pedem a Jesus um sinal do céu. Fariseus e saduceus eram duas seitas dos judeus que não concordavam entre si, mas que se uniram contra Jesus. Um sinal do céu? Se você já leu os evangelhos ou acompanhou esta série até aqui irá concordar que só faltava o céu cair na cabeça deles.

Aqueles que sabiam interpretar o aspecto do céu para fazer a previsão do tempo, eram incapazes de interpretar os sinais dos tempos para identificar aquele que veio do céu.

Todos os sinais de que precisavam estavam diante deles e podiam ser conferidos pelos livros dos profetas que previram a vinda de Cristo. Eles assistiam um replay ao contrário. Todos nós gostaríamos de viajar ao passado para conhecer algum personagem dos livros de história. Ali era o contrário. Por séculos os judeus leram sobre o Messias nos livros dos profetas e agora se recusavam a crer no próprio, bem ali na frente deles.

Sinais e milagres não são suficientes para mudar um coração endurecido. Quando você não quer crer, não existe argumento que o faça mudar de idéia. Não é uma questão de evidência, é uma questão de vontade.

Havia mais uma profecia do Antigo Testamento que estava para se cumprir, e aqueles mesmos religiosos teriam parte ativa nela quando entregassem o seu Messias à morte. Era o que Jesus chamava de sinal de Jonas, que foi engolido por um grande peixe e saiu vivo de suas entranhas. Ele seria engolido pela morte e ressuscitaria no terceiro dia.

Mas nem todos eram como aqueles religiosos. Se por um lado você encontra a incredulidade e oposição dos religiosos judeus, por outro você encontra pessoas que aguardavam pelo Messias e viram em Jesus a concretização de suas expectativas.

Alguns viram isso tão logo tiveram o menino Jesus em seus braços. Outros foram comparar sua vida e milagres com o que tinha sido escrito pelos profetas do Antigo Testamento e creram nele. É provável que alguém, ao ver aquele homem ensangüentado pregado numa cruz como um animal sacrificado, tenha se lembrado do que dissera João Batista, o precursor do Messias: "Eis o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo".

Aquilo que, para as pessoas daquele tempo, era a concretização dos oráculos de Deus, para você agora é história. Mas crer continua sendo uma questão de vontade. Você acredita em tanta notícia ruim que vê nos jornais e na TV e não vai crer nas boas novas de que Cristo morreu e ressuscitou para salvar você? Ser incrédulo não significa não ter religião. Há muitas religiões que levam as pessoas à incredulidade por alimentarem seus fiéis com fermento. É o que você vai ver nos próximos 3 minutos.

#61 Migalhas



Leitura: Mateus 15:21-28
Vídeo: http://www.youtube.com/watch?v=E_4MQG67Ww8
Áudio: http://www.stories.org.br/3minutos/61_Migalhas.mp3

Depois de seu encontro com os fariseus, que eram judeus genuínos e tinham direito às promessas de Deus feitas no Antigo Testamento, Jesus sai das terras de Israel e vai para a região de Tiro e Sidom. Uma mulher cananéia aparece gritando: "Senhor, Filho de Davi, tem misericórdia de mim!". Ela pede que ele cure sua filha.

Filho de Davi era o título que indicava a conexão de Jesus com Israel. Uma cananéia não podia chamá-lo assim, querendo parecer israelita. Um estrangeiro não pode pleitear direitos que são exclusivos dos cidadãos.

Os discípulos querem livrar-se dela, mas Jesus tem outros planos. Primeiro ele explica que foi enviado às ovelhas perdidas de Israel, não aos gentios, que não faziam parte da aliança de Deus com os judeus. Mesmo assim a mulher suplica, deixando de lado o título "Filho de Davi", e diz simplesmente "Senhor, ajuda-me!".

Jesus quer ver até onde a mulher está disposta a abrir mão de tudo para salvar sua filha. Por que você acha que ele saiu de sua terra se não fosse para ajudar um estrangeiro? Ele diz que não é certo tirar o pão dos filhos para lançá-lo aos cachorrinhos. Os judeus consideravam os não judeus como cães impuros.

Deus prova a nossa fé para ver o quanto de confiança própria ainda resta em nós. A mulher aceita ser colocada no mesmo nível dos cães, mas alega que até os cachorrinhos comem das migalhas que caem da mesa dos seus donos.

Pronto, Jesus fica satisfeito e diz a ela: "Mulher, grande é a sua fé! Seja conforme você deseja". Imediatamente sua filha é curada.

Não há salvação sem humilhação. Você não será salvo enquanto achar que merece ou tem algum direito. Não tem. Deus quer salvar porque ele quer, não porque você exige ou faz algo para merecer. É por isso que se chama graça, que é um favor imerecido. O empecilho à salvação não é o seu pecado; é a sua justiça própria.

Se a salvação é de graça isso é só porque Cristo morreu para pagar pelos seus pecados na cruz e ressuscitou. Enquanto você se achar mais do que um simples vira-lata não saberá o que é graça. Eu sei, isso é péssimo para o ego, mas é também do ego que Jesus quer libertar você.

Agora Jesus volta à terra de Israel e reencontra os religiosos que se acham justos e confiam em si mesmos. Nos próximos 3 minutos.

#60 Tradicao



Leitura: Mateus 15:1-20
Vídeo: http://www.youtube.com/watch?v=ro_oJKrKQZg
Áudio: http://www.stories.org.br/3minutos/60_Tradicao.mp3

O ditado diz que depois do temporal vem a bonança. Aqui não. Depois do temporal do capítulo 14 do evangelho de Mateus vem outro tsunami de hipocrisia dos religiosos fariseus do capitulo 15. Jesus fala agora de dois enganadores: a tradição e o coração.

O Antigo Testamento ensinava que os judeus deviam praticar rituais de purificação, caso fossem contaminados pelo contato com um corpo morto ou um alimento impuro, por exemplo. Ninguém podia adorar a Deus sem se purificar . Mas os judeus acabaram criando extensões desses rituais, acrescentando uma série de rituais que Deus jamais ordenara.

O ritual de lavar as mãos antes de comer era um deles e acabou virando tradição e ganhando status de Palavra de Deus. Hoje existem cristãos que seguem as tradições de cristãos do passado e dão a elas mais importância do que à Palavra de Deus. Vale para esses a mesma repreensão que Jesus faz aos judeus.

Por mais higiênica que fosse a tradição, pois os judeus não usavam talheres para comer, era errado transformá-la em mandamento de Deus. Jesus responde que quem segue as tradições de homens anula a verdadeira Palavra de Deus. É um hipócrita, que adora só da boca para fora, enquanto seu coração continua longe de Deus.

Jesus explica aos fariseus que não é o que entra pela boca que contamina o homem, mas o que sai dela, o que vem do coração, que é a origem dos maus pensamentos, imoralidades, calúnias... São essas coisas que tornam o homem espiritualmente impuro, e não o comer sem o ritual de lavar as mãos.

Se a religião que você segue é baseada na tradição, é provável que esteja sendo enganado como eu fui. Quando comecei a verificar na Bíblia o que dizem as religiões descobri que a religião na qual fui criado tinha transformado os dez mandamentos dados a Moisés em nove. Para a conta bater dividiram o último mandamento em dois, e era essa a versão que aparecia sob o título "Os Dez Mandamentos" no catecismo que eu lia quando criança.

Outra coisa: nunca siga o seu coração. A Bíblia diz que o coração é a coisa mais enganosa e corrupta que existe. É, eu sei que a música diz "Follow your heart" e os escritores de auto-ajuda mandam você crer em si mesmo. Tradição e coração são como os fariseus: guias cegos. Você quer mesmo seguir essas coisas? Meu conselho: Siga o exemplo da mulher dos próximos 3 minutos.

#59 O temporal



Leitura: Mateus 14:22-33
Vídeo: http://www.youtube.com/watch?v=gCT9Wd__D-0
Áudio: http://www.stories.org.br/3minutos/59_O_temporal.mp3

Na última parte do capítulo 14 do evangelho de Mateus Jesus insiste com seus discípulos para que sigam de barco até o outro lado do mar da Galiléia. A noite vem e uma tempestade atinge o barco. Enquanto isso Jesus está sobre um monte orando sozinho.

Os discípulos lutam contra as ondas sem saber que Jesus está atento e preocupado com eles. Por isso vai ao encontro deles caminhando sobre o mar revolto.

Aquele que tinha alimentado uma multidão nem precisaria descer do monte para dar um jeito na tempestade. Mas Jesus quer assegurar aos seus que ele sabe o que estão passando e que tem o vento sob o seu comando e as ondas sob os seus pés.

Os discípulos o vêem e gritam. Pensam ser um fantasma. Ficam mais apavorados com ele do que com a tempestade, e é esse o medo de muita gente: encontrar-se com Jesus. As pessoas temem porque têm culpa no cartório, mas acaso não é ele o mesmo que veio aqui pagar por nossas culpas e limpar nosso nome no cartório de Deus? O que você deve temer, isto sim, é continuar longe de Jesus.

Ao se reconhecer um pecador culpado, que merece a condenação e é incapaz de saldar sua dívida para com Deus, você já começa a descer do barco da confiança própria. O próximo passo é crer que só em Jesus há salvação; que a morte dele é o cumprimento da sentença que você deveria receber. Mas não vai mais.

Ao crer em Jesus, os seus pecados são perdoados, sua culpa eliminada e seu crédito aos olhos de Deus recuperado. Deus deposita em sua conta aquilo que vê em Cristo. Você é justificado.

Pedro é ousado e diz a Jesus: "Se é você mesmo, então me manda ir ao seu encontro". Jesus responde: "Venha". Se Jesus diz a você para ir ao encontro dele é porque ele cuida de tudo para que isso aconteça. Assim como era impossível a Pedro andar sobre as águas sem Jesus, é impossível você ir a ele se não for pelo poder que emana dele próprio.

É impossível ser cristão sem Cristo. É impossível ir a Deus se não for através de Jesus. Sim, as ondas das circunstâncias podem nos fazer tirar os olhos de Jesus, mas sempre há uma mão estendida quando gritamos, como Pedro fez, "Senhor, me salva!". Pedro continua no mar agitado, mas agora a sua mão está segura na mão de Jesus.

Quando voltam ao barco a tempestade desaparece. Os discípulos adoram a Jesus. Você alguma vez pensou em adorar a Jesus, como Deus? É o que ele é.

A próxima tempestade é a do legalismo religioso. Nos próximos 3 minutos.

#58 A multiplicacao dos paes



Leitura: Mateus 14:12-21
Vídeo: http://www.youtube.com/watch?v=6tVPgcguP3w
Áudio: http://www.stories.org.br/3minutos/58_A_multiplicacao_dos_paes.mp3

No capítulo 14 do evangelho de Mateus os discípulos de João Batista estão tristes com sua morte e vão contar a Jesus. É a melhor coisa que podemos fazer quando estamos tristes. Há quem diga que Deus não existe ou não se importa conosco, caso contrário não haveria tanto sofrimento. Jesus é Deus, e se Deus não se importasse não teria vindo aqui aprender o que é sofrer.

Jesus vai para um lugar deserto e a multidão o segue. Os discípulos percebem que é tarde e não há como alimentar tanta gente. Sugerem que Jesus mande as pessoas embora, mas ele manda que as pessoas fiquem e que os discípulos as alimentem. Agora tudo o que os discípulos têm para alimentar a multidão são cinco pães, dois peixes... e Jesus!

Eles podem contar com o mesmo que durante 40 anos alimentou os israelitas liderados por Moisés no deserto. Eram 600 mil homens, fora mulheres e crianças. Agora são apenas 5 mil homens; umas 10 ou 15 mil pessoas contando mulheres e crianças.

Depois de dar graças, Jesus passa a distribuir os pães e os peixes aos discípulos que os repassam à multidão. No final ficam doze cestos cheios de pedaços de pães e a certeza de que Deus se importa com nossas necessidades. Sempre.

No livro de Romanos há uma pergunta sem resposta: "Aquele que não poupou a seu próprio Filho, mas o entregou por todos nós, como não nos dará juntamente com ele, e de graça, todas as coisas?" Certamente dará, mas à sua maneira.

Neste episódio Jesus atende a uma necessidade momentânea. A multidão não sai carregando uma cesta básica ou um vale-refeição para o resto do mês. Deus cuida de nós na medida de nossas necessidades, para que a vida do cristão neste mundo seja de fé em fé, passo a passo.

O tempo dele também é diferente. Em outro episódio Jesus parou para conversar com uma mulher que viveu 12 anos doente, ao invés de correr para salvar uma menina prestes a morrer. Um médico teria deixado a mulher para mais tarde e dado prioridade à menina. Para Jesus tanto fazia curar a menina na hora ou ressuscitá-la depois.

Na agenda de Jesus as prioridades são eternas. E na sua agenda eterna a prioridade é Jesus? Se não for, cancele imediatamente todos os seus compromissos e anote este que a Bíblia sugere: "Agora é o tempo favorável, agora é o dia da salvação".

Você já sabe a quem recorrer na hora da tristeza e da necessidade. Nos próximos 3 minutos vamos aprender o que fazer quando vem o temporal.

#57 Consciencia



Leitura: Mateus 14:1-11
Vídeo: http://www.youtube.com/watch?v=PTitvUjq6_0
Áudio: http://www.stories.org.br/3minutos/57_Consciencia.mp3

O capítulo 14 do evangelho de Mateus começa com o rei Herodes inquieto por ouvir falar de Jesus. Este Herodes é filho do outro rei Herodes que queria matar Jesus quando criança. Ele tinha mandado encarcerar João Batista porque este o acusava de viver em adultério com Herodias, mulher de seu irmão.

A princípio Herodes não queria matar João por temer que o povo se rebelasse. Mas durante uma festa ele ficou tão encantado com a dança da filha de Herodias que prometeu dar a ela o que pedisse. Por sugestão da mãe ela pediu a cabeça de João Batista numa bandeja, e foi atendida.

Agora Herodes acha que Jesus é João Batista ressuscitado que voltou para atormentá-lo. Sua consciência está inquieta. Ele já tinha mandado prender o profeta para livrar-se da consciência que volta e meia era acionada por suas acusações de adultério. Agora o remorso de ter assassinado João o persegue.

Porém é mais um remorso de pavor do que do tipo que leva ao arrependimento. Se Herodes vivesse hoje provavelmente procuraria um médico para tratar desse sentimento de culpa, ao invés de reconhecer e confessar seu pecado a Deus.

Deus nos deu a consciência e ela é útil, porém ela também pode nos enganar, já que foi corrompida pelo pecado junto nosso corpo, nossa inteligência, nossa vontade etc. Não dá para confiar nela. Ela é como um despertador, que nos ajuda a acordar, mas que pode ser desligado se quisermos continuar dormindo. Hitler é o caso típico de alguém que desliga esse despertador.

Em suas cartas o apóstolo Paulo fala de uma "boa consciência", de uma "consciência pura", de uma "consciência fraca", de uma "consciência cauterizada", de uma "consciência contaminada" e de uma "má consciência". Como saber qual a condição de sua consciência e se ela está correta ou apenas pregando uma peça em você? Conferindo pela Bíblia, a Palavra de Deus.

Paulo escreveu a Timóteo: "Toda a Escritura é inspirada por Deus e útil para o ensino, para a repreensão, para a correção e para a instrução na justiça, para que o homem de Deus seja apto e plenamente preparado para toda boa obra".

Quando Herodes ouviu falar de Jesus, ficou inquieto e preocupado. Quando uma pessoa que já encontrou a salvação em Jesus ouve falar dele fica feliz. O incrédulo tem aversão a Jesus. O crente tem aversão ao pecado. Como você se sente ao ouvir falar de Jesus? Se algo aflige você, por que não conta a Jesus? Os discípulos de João Batista, entristecidos com sua morte, foram contar a Jesus. Nos próximos 3 minutos.

#56 Incredulos



Leitura: Mateus 13:53-58
Vídeo: http://www.youtube.com/watch?v=OezZC7VxNVU
Áudio: http://www.stories.org.br/3minutos/56_Incredulos.mp3

Jesus retorna à sua cidade, Nazaré, e passa a ensinar na sinagoga, o lugar onde os judeus se reuniam para ler as Escrituras. As pessoas ficam impressionadas, mas não de uma forma positiva. Ao invés de reconhecerem quem ele realmente é, duvidam dele. Ser rejeitado estava se tornando um hábito para Jesus.

"Não é este o filho do carpinteiro? Sua mãe não é Maria e seus irmãos Tiago, José, Simão e Judas? E por acaso suas irmãs não vivem entre nós? Então de onde ele tirou todas essas coisas?"

Certamente a reação seria diferente se ele fosse filho de um senador, sua mãe tivesse sangue azul e seus irmãos e irmãs fossem capa de revista. Ou então se ele próprio pudesse apresentar um currículo acadêmico. Mas não, ali estava um homem comum de uma família comum. E se a sua própria família não acreditava nele, por que seus conterrâneos deveriam acreditar?

Existe aí também o elemento ciúme ou inveja. Os fariseus já o haviam rechaçado por este motivo. Não é de se estranhar que seus conterrâneos se sintam inferiorizados diante de alguém que vinha recebendo uma certa aclamação popular em outras cidades.

Existe uma historinha que fala do encontro da cobra com o vaga-lume. Percebendo que estava prestes a ser engolido pela cobra, o vaga-lume reclamou:

"Dona cobra, por que a senhora pretende me engolir se eu nem mesmo sou comestível?"

"Porque você brilha",
respondeu a cobra.

É o caso aqui. Diante do fulgor de Jesus, de sua sabedoria, dos milagres que tinha feito, as pessoas são obrigadas a se decidir, a tomar uma posição. Além disso a verdadeira luz tinha vindo ao mundo, e sempre que você acende uma luz a sujeira fica evidente. A menos que você já tenha crido em Jesus e agora o tenha como seu Senhor, você se sentirá incomodado com a simples menção de seu nome.

Os que viveram com ele por tantos anos decidem ignorar todas as evidências e considerá-lo apenas um excêntrico. Jesus não faz muitos milagres ali por causa da incredulidade deles e afirma que um profeta não é reconhecido em sua própria terra e em sua própria casa. Sua família o considera louco, seus amigos e vizinhos decidem ignorá-lo, o clero o odeia. E você, o que vai fazer com Jesus?

Pilatos sentiu-se incomodado quando precisou tomar uma decisão. Perguntou o que devia fazer com ele depois de não ter visto nele crime algum. O povo deu a sentença: "Crucifica-o!". Pilatos ouviu o que o povo disse. E você, dá ouvidos a quem? Família, amigos, pesquisas de opinião pública? Ou a simples menção do nome de Jesus incomoda? Herodes vai experimentar essa sensação nos próximos 3 minutos.

#55 Coisas novas e velhas



Leitura: Mateus 13:51-52
Vídeo: http://www.youtube.com/watch?v=ApkRho5OKek
Áudio: http://www.stories.org.br/3minutos/55_Coisas_novas_e_velhas.mp3

Ao terminar sua série de parábolas, Jesus mostra aos discípulos que estava trazendo coisas totalmente novas, coisas que judeu algum poderia entender, a menos que entendesse que o Antigo Testamento eram coisas velhas e se deixasse instruir nessas coisas novas que Jesus mostrava. Algumas são tão bizarras para os judeus que são consideradas blasfêmia.

Por exemplo, em Hebreus diz que o cristão tem ousadia para entrar no Santo dos Santos pelo sangue de Jesus. O Santo dos Santos era o lugar mais interior do templo, onde somente o sumo sacerdote podia entrar uma vez por ano levando uma vasilha com o sangue de um animal sacrificado. Para um judeu é um absurdo dizer que alguém que não seja um sacerdote possa entrar no Santo dos Santos.

É impossível entender isso se você conhecer apenas as coisas velhas do Antigo Testamento e não as coisas novas, reveladas com a vinda, morte e ressurreição de Jesus. Não há como entender o Velho Testamento sem o Novo.

Por exemplo, quando o Antigo Testamento fala de templo, está falando de um edifício de pedras construído em Jerusalém. Quando Jesus falou de destruir o templo, fazia referência ao seu corpo físico. Quando os apóstolos falam de templo em suas cartas, é do corpo de Cristo, a igreja, e também do corpo do cristão individualmente que estão falando.

Se o Santo dos Santos representava a presença de Deus no antigo templo, agora é realmente o lugar da presença de Deus no céu. O Antigo Testamento é um livro de sombras e figuras que apontam para Jesus e para as coisas que você encontra no Novo Testamento.

Quando João Batista declarou de Jesus "este é o cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo", estava revelando a realidade daquilo que os judeus conheceram por figuras no Antigo Testamento, quando animais inocentes eram sacrificados como substitutos das pessoas pecavam. Agora o cordeiro definitivo tinha chegado.

Lição de casa: procure ler o Antigo Testamento tentando descobrir Jesus em figura nas suas páginas. Ao ler uma passagem pergunte: onde está Jesus? Quer um exemplo? No livro de Gênesis Adão foi colocado em um sono profundo, seu lado aberto e uma costela tirada para criar Eva. Jesus foi colocado no sono da morte, teve o seu lado aberto pela lança de um soldado para possibilitar a formação da igreja, também chamada de noiva de Cristo.

É claro que você precisará de um olhar de fé para enxergar essas coisas, ou acabará como as pessoas que veremos nos próximos 3 minutos.

#54 Peixes



Leitura: Mateus 13:47-50
Vídeo: http://www.youtube.com/watch?v=7LYKJxUuI50
Áudio: http://www.stories.org.br/3minutos/54_Peixes.mp3

Chegamos à última parábola do capítulo 13 de Mateus. Aqui uma rede é lançada ao mar e apanha todo tipo de peixe. Os pescadores, identificados como sendo os anjos, fazem a separação dos peixes bons e ruins antes de lançar estes últimos na fornalha.

Quando diz que há peixes bons e ruins, isso não tem a ver com as coisas que os peixes fizeram, com suas boas ações e más ações. Por acaso você conhece algum peixe ruim no sentido de malvado, ou um peixe bom no sentido de honesto? Peixes são o que são.

Não são pessoas boas que vão para o céu, mas pecadores perdoados e purificados graças ao sacrifício de Cristo na cruz. Deus transforma pecadores em salvos, como se transformasse peixes ruins em bons dando eles uma nova natureza. Digamos que antes de crer em Jesus você fosse uma sardinha podre e fedida, e agora é um salmão vivo e vibrante. A idéia é essa.

Esta parábola também mostra que no reino dos céus há falsos e verdadeiros convivendo lado a lado. Portanto não confie em tudo o que traz o nome de cristão, evangélico, católico, bíblico etc. Produtos piratas podem ser idênticos ao original.

Existe um ponto positivo em tudo isso. Não há muitos falsos budistas, muçulmanos ou hinduístas por aí. Mas falsos cristãos existem às pencas. Por que será? O grande falsificador, o diabo, não perde o seu tempo falsificando aquilo que, por natureza, já exalta o homem e seus esforços.

Deixe-me explicar. Todas as religiões são iguais neste sentido: dão ao próprio homem e aos seus esforços o mérito de sua salvação. O evangelho diz que tudo vem de Deus, que você é salvo por graça e não por suas boas ações, sua conduta etc.

Agora você vai dizer que é uma posição exclusivista e politicamente incorreta afirmar que o cristianismo é a única fé verdadeira. Sim, eu sei. Não há como evitar. Não importa que religião você professe, ou até mesmo se não professa nenhuma ou acha todas elas boas, ao adotar qualquer posição você exclui as outras. Assim como dois corpos não podem ocupar uma mesma posição no espaço, qualquer posição é excludente.

Ao se indignar contra a minha posição você me exclui. Até mesmo quem acredita que todas as religiões estão certas adota uma posição que exclui os que pensam o contrário. E, o que é pior, quem acha que todas as religiões são verdadeiras coloca-se na posição de conhecedor de todas as religiões, o que nenhum dos exclusivistas ousaria fazer, por não ser lá muito humilde.

A questão é simples: se Jesus disse "eu sou o caminho, a verdade e a vida, ninguém vem ao Pai senão por mim", ou ele é o único caminho, o que exclui todos os outros caminhos, ou ele mentiu. Vejo você nos próximos 3 minutos.

#53 A perola



Leitura: Mateus 13:45-46
Vídeo: http://www.youtube.com/watch?v=2uLxAwhBz9c
Áudio: http://www.stories.org.br/3minutos/53_A_perola.mp3

À semelhança da parábola do tesouro escondido, a da pérola de grande valor é breve, porém igualmente significativa. Trata-se de um negociante que encontra uma pérola caríssima e decide vender tudo para ficar com ela. Precisa dizer quem é o negociante?

Mais uma vez você irá encontrar pessoas invertendo a interpretação e aplicando a figura do negociante ao pecador que encontra as boas novas do evangelho e abre mão de tudo para ficar com Jesus. Ok, vamos supor que seja assim analisando alguns que tiveram um encontro com Jesus nos próprios evangelhos.

Há um cego de nascença que abriu mão de sua cegueira, um leproso que abriu mão de sua lepra e até um ladrão condenado que abriu mão dos cravos que o pregavam a uma cruz. Não me parece que ser cego, leproso e condenado à morte seja exatamente o que consideramos um negociante bem sucedido, não é mesmo?

Agora imagine alguém que, sendo Deus, não fez disso uma limitação para esvaziar-se, se tornar um servo e assumir a semelhança dos homens, suas criaturas. Imagine Deus descendo à forma humana humilhando-se a ponto de ser submisso até à morte, e morte de cruz! Imaginou? Então você acaba de entender quem é esse negociante que abriu mão de tudo para ficar com a pérola de grande valor.

Agora vamos à pérola. Primeiro, ela não faz coisa alguma. Apenas o fato de ela existir é suficiente para fazer dela o objeto de desejo desse homem. Afinal, a parábola diz que ele procura pérolas preciosas, e não haveria esperança para nós se a iniciativa não tivesse sido dele. A recíproca não é verdadeira. No livro de Romanos diz que não há um que procure a Deus.

Assim como a pérola é o resultado do ferimento causado por um grão de areia que penetra na ostra, a igreja, ou o conjunto dos salvos por Cristo, é uma conseqüência de sua morte na cruz, de seu lado ferido pela lança do soldado romano, pelo seu sangue derramado para nos purificar de nossos pecados.

A pérola foi tirada das profundezas escuras do mar. A igreja, e quando digo igreja quero dizer as pessoas salvas por Cristo, foi tirada do mais profundo abismo do pecado e da morte para ser chamada de pura e preciosa por Deus. Assim como a pérola é perfeita, assim Deus enxerga o conjunto dos que foram salvos por Jesus.

Porém, se a pérola é a manifestação perfeita daquilo que é valor para Deus, os peixes da próxima parábola voltam a nos lembrar da mistura que existe no caráter exterior do reino dos céus. Nele o que cai na rede é peixe, mas nem sempre é peixe bom. Nos próximos 3 minutos.

#52 O tesouro



Leitura: Mateus 13:44
Vídeo: http://www.youtube.com/watch?v=_WvgTZQWWb4
Áudio: http://www.stories.org.br/3minutos/52_O_tesouro.mp3

Na parábola anterior a mulher introduz fermento na massa. Será coincidência encontrarmos em Apocalipse a figura de uma mulher a corromper e negociar almas? Creio que não. O apóstolo João diz ter ficado surpreso quando a viu. Talvez esperasse ver a noiva, a igreja, como a que veria mais à frente, mas o que viu foi a meretriz, Babilônia.

Aqui o reino dos céus é comparado a um tesouro escondido em um campo. Se você já aprendeu que o campo é uma figura do mundo, quem poder ser esse que vende tudo para ficar com o tesouro? O mesmo que saiu a semear a semente no campo nas duas primeiras parábolas: Jesus.

Outros interpretam de outras maneiras. Alguns dizem que o tesouro é o evangelho, outros que o tesouro é Cristo, dando a entender em ambos os casos que somos nós que vendemos tudo para ficar com esse tesouro. Mas será que você realmente acredita ter algo para dar a fim de ter Jesus.

E se eu não tenho nada, se sou um miserável pecador perdido, o que vou vender para poder desfrutar de Jesus? Em Isaías 55 Deus convida a todos os que não tem dinheiro algum, e em Efésios 2 diz que somos salvos pela graça e por meio da fé, não por alguma coisa vinda de nós.

Na história de minha salvação eu só sei de um que abriu mão de tudo para me salvar. Só conheço um que a Bíblia diz que, sendo rico, se fez pobre. Só um que chegou a ponto de dar a própria vida por mim. Só um que, com a sua morte, comprou também o campo inteiro, como faz o homem da parábola. E o campo é o mundo.

Você não fica arrepiado só de pensar que Jesus enxerga você como um tesouro pelo qual valeria a pena morrer? O que ele pode ter visto em você para considerá-lo assim?

Quando alguém ama, não ama pelo que a outra pessoa tem, mas pelo que ela é. E você e eu, apesar de criados por Deus, fomos arruinados pelo pecado, aprisionados por um tirano e destinados à morte. Jesus achou que valia a pena abrir mão de tudo para nos ter para si. Só ele podia nos amar tanto assim.

Enquanto espera pelos próximos 3 minutos, que tal abrir sua Bíblia no livro de Cantares, ou Cântico de Cânticos, para conhecer um pouco mais desse amor? Depois volte aqui para a próxima parábola desta série: a pérola de grande valor.

#51 O fermento



Leitura: Mateus 13:33
Vídeo: http://www.youtube.com/watch?v=S-wUDk_YREk
Áudio: http://www.stories.org.br/3minutos/51_O_fermento.mp3

Depois de apontar que o crescimento da cristandade trouxe para seus ramos as mesmas aves que arrebatam a verdadeira semente que o semeador semeou, a parábola seguinte também fala de crescimento, ou mais precisamente da origem desse crescimento.

Antes que você acredite no que dizem alguns teólogos, que o fermento nesta parábola é o evangelho que faz o cristianismo crescer no mundo, faça uma busca pela palavra "fermento" em www.bibliaonline.com.br. Em toda a Bíblia o fermento aparece como má doutrina ou má conduta. Nunca é algo positivo.

Na parábola da semente de mostarda o reino dos céus é grande e influenciado pelas aves que vêm de fora. Nesta parábola a massa é corrompida pelo fermento que vem de dentro. No capítulo 20 de Atos o apóstolo Paulo adverte os cristãos de Éfeso que o rebanho seria assolado por lobos, de fora para dentro, e que do meio deles surgiriam homens distorcendo a Palavra de Deus e gerando destruição de dentro para fora.

A massa é a matéria prima para fazer pão, que é um alimento e figura da Palavra de Deus. Alguns falam aquilo que está de acordo com a Palavra de Deus. Outros falam qualquer coisa que faça a massa crescer, visando apenas aumentar o número de seguidores, eleitores ou público pagante. Isso não passa de fermento.

Vivemos hoje em meio a muita mistura de coisas genuínas e falsas, por isso é preciso muito cuidado. Dos quatro tipos de solo que receberam a boa semente, apenas um era fértil. Que solo é o seu?

Do campo plantado, apenas parte era formado por trigo verdadeiro, o resto era joio, uma erva daninha plantada pelo diabo. Cristãos falsos e verdadeiros crescerão juntos até que uns sejam recolhidos em feixes e os outros incinerados. Que tipo de planta é você?

A grande árvore que cresceu de uma pequena semente abriga em seus ramos as mesmas aves malignas que arrebatam a semente. O fermento do mal contamina a massa de dentro para fora, dando a ela um crescimento artificial. Você é daqueles que seguem números e seguem a opinião pública?

No mercado você encontra mais produtos falsos do que verdadeiros. Antes de comprar é preciso verificar sua origem e qualidade. Verifique se o cristianismo que estão lhe oferecendo não é pirata; veja se o crescimento não é apenas o resultado de um fungo, como os gases que fazem crescer a massa.

Enquanto pensa nisso, vamos à próxima parábola, a do tesouro escondido. Nos próximos 3 minutos.

#50 A semente de mostarda



Leitura: Mateus 13:31-32
Vídeo: http://www.youtube.com/watch?v=ZbZaWr25t8k
Áudio: http://www.stories.org.br/3minutos/50_A_semente_de_mostarda.mp3

Nas duas outras parábolas ficou claro que o semeador é Jesus e que o seu campo é o mundo. O significado da semente variava: na primeira era a Palavra de Deus e na outra eram as pessoas. Agora a semente é de mostarda e a ênfase é colocada na planta que ela produz.

O reino dos céus começou tão pequeno quanto a menor de todas as sementes. Quem imaginaria que as crenças de um punhado de jovens de classe média liderados por um carpinteiro seriam adotadas por mais de um terço da população da Terra? Hoje mais de 2 bilhões de pessoas se dizem cristãs.

Aquela minúscula semente virou uma árvore grande o suficiente para as aves virem morar nela. Você já sabe quem é o semeador, o que é o campo, a semente e a árvore. E as aves? Quando quiser saber o significado de algo na Bíblia, pergunte à Bíblia.

No primeiro livro da Bíblia, Gênesis, você encontra uma serpente no jardim do Éden iludindo Adão e Eva. No último, Apocalipse, você lê sobre "o dragão, a antiga serpente, que é o diabo, Satanás". Assim fica fácil saber quem é quem.

As aves fazem ninhos na grande árvore da cristandade que começou com uma pequenina semente. Na primeira parábola as aves arrebataram as sementes que caíram à beira do caminho. Jesus explicou que é o Maligno quem arranca as sementes do coração à beira do caminho. E no capítulo 18 de Apocalipse, ao falar de Babilônia, uma alegoria usada para a noiva infiel de Cristo, diz que ela se tornou habitação de demônios, antro de todo espírito imundo e de toda ave impura e detestável.

Juntando tudo, o reino dos céus começou com a Palavra de Deus lançada nos corações, porém nem todos eram férteis para ela germinar. Os frutos genuínos do trabalho do semeador foram plantados neste mundo, mas o diabo, o concorrente, semeou uma imitação daninha do verdadeiro trigo, a qual será deixada até o trigo genuíno ser recolhido em feixes. O falso será queimado.

Enquanto isso, o conjunto de falsos e genuínos crescerá como uma grande árvore que começou pequena, e ela abrigará também Satanás e seus agentes. Portanto você não precisa ir às religiões pagãs para encontrar o diabo. Se der uma olhada na cristandade professa você irá encontrá-lo confortavelmente aninhado em seus ramos.

O que surpreende no grão de mostarda é o crescimento da árvore. E na parábola a seguir Jesus vai falar justamente daquilo que faz crescer: o fermento. Nos próximos 3 minutos vamos ver o que o fermento fez em 2 mil anos.

#49 Trigo e joio



Leitura: Mateus 13:24-30; 37-43
Vídeo: http://www.youtube.com/watch?v=hzMYbapLUAw
Áudio: http://www.stories.org.br/3minutos/49_Trigo_e_joio.mp3

O mesmo semeador - Jesus - volta a semear. Na outra parábola a semente é uma só, a Palavra de Deus, mas os solos são diferentes e dão resultados tanto falsos como verdadeiros.

Agora o semeador semeia uma semente que revela ser trigo, e o inimigo planta uma erva daninha muito parecida com o trigo. Estamos falando daqueles que são verdadeiros e falsos na esfera do reino dos céus.

O reino dos céus não é a igreja, mas a esfera dos que professam crer em Jesus, sejam eles genuínos ou não. A igreja não existia quando Jesus contou esta parábola, e só seria formada após sua morte e ressurreição. Leia o capítulo 2 de Atos para entender.

No campo, que é o mundo, há falsos e verdadeiros, mas na igreja, que é o corpo de Cristo, o conjunto dos que foram salvos por ele, todos são genuínos. Quando falo "igreja" não estou falando das organizações ou denominações que os homens chamam de "igrejas". Nelas são as próprias pessoas que se tornam membros. No corpo de Cristo é ele próprio quem acrescenta os membros.

Se você aprendeu teoria dos conjuntos vai entender que a igreja é um subconjunto de um conjunto maior chamado cristandade, a esfera dos cristãos professos, sejam eles joio ou trigo.

O semeador da parábola semeia a boa semente no mundo. O inimigo vem e semeia o joio, a erva daninha, aqueles que apenas professam ser servos no reino dos céus. O inimigo é, obviamente, o diabo, e ele espalha os falsos cristãos pelo mundo numa tentativa de corromper os verdadeiros.

Não há como arrancar o joio. Os verdadeiros cristãos vão continuar espalhados por aí, misturados com os falsos, até chegar a hora em que Deus providenciará essa colheita seletiva. Isso não é tarefa para os homens fazerem.

Falar de semeador, de joio e de trigo numa sociedade predominantemente urbana como a nossa pode não fazer muito sentido. Mas você vai entender a gravidade da coisa se eu recontar a história assim:

"Era uma vez um fabricante que lançou um produto de grife. Veio o concorrente e entulhou o mercado com uma cópia barata e pirata".

Agora você entendeu que o falso não presta, mas é tão parecido com o verdadeiro que é impossível tirá-lo do mercado sem correr o risco de destruir o verdadeiro. É melhor deixar o fabricante decidir quando e como irá recolher os produtos piratas para incinerá-los.

Enquanto isso, vamos falar de outra semente, nos próximos 3 minutos.

#48 O semeador



Leitura: Mateus 13:18-23
Vídeo: http://www.youtube.com/watch?v=ApQsDBQcQNc
Áudio: http://www.stories.org.br/3minutos/48_O_semeador.mp3

A primeira parábola do capítulo 13 de Mateus fala do semeador que é Jesus, da semente que é a sua Palavra e dos diferentes tipos de solo, ou as pessoas que entram em contato com ela. Qual destes solos é você?

A primeira semente cai à beira do caminho, um solo continuamente compactado pelas pessoas. Se você se considera o cidadão comum, que é influenciado por estatísticas e guiado pela opinião pública, este solo é você.

É o solo humanista, que adora o homem em lugar de seu Criador. A Palavra de Deus não encontra lugar nesse tipo de solo e logo a semente é arrebatada pelas aves, que aqui representam Satanás.

A próxima semente cai em solo pedregoso, com terra suficiente para germinar, mas não para criar raízes. Logo é queimada pelo sol. Este é o que recebe a Palavra com empolgação, sem convicção de pecado, como se fosse mais uma técnica de auto-ajuda. Qualquer tribulação ou perseguição põe fim à festa.

Jesus nunca prometeu uma vida fácil, e basta ver a vida que ele ou seus discípulos levavam para entender que cristianismo não é ser curado de todas as doenças, andar de carro importado ou ser o candidato mais votado nas próximas eleições.

A semente que cai entre espinhos não pode crescer por estar sufocada pelas preocupações e pelo engano das riquezas. Se você decidiu ir a Jesus para resolver seus problemas, tirar a empresa da falência e aparecer na próxima lista de milionários, com tantos espinhos agarrando você eu duvido que consiga sair do lugar nas coisas de Deus.

Das 4 sementes uma cai em solo fértil, germina, cresce e produz à razão de 10 mil, 6 mil e 3 mil por cento. Apesar dos resultados serem diferentes de pessoa para pessoa, Deus providencia para que todos dêem fruto, até o mais incógnito de seus filhos. Lembre-se de que para cada cristão que tenha causado um grande impacto neste mundo existe um anônimo que o encaminhou a Jesus.

Três coisas impedem que a semente dê fruto: o diabo, que a arrebata da beira do caminho; a carne, desanimada e enfraquecida pelas tribulações; e o mundo, com suas atrações que nos agarram como espinhos. Que tipo de solo o evangelho irá encontrar em você?

Enquanto você pensa nisso, ouça a parábola do joio e do trigo. Nos próximos 3 minutos.

#47 Parabolas



Leitura: Mateus 13:1-17
Vídeo: http://www.youtube.com/watch?v=fMAsnISUpTw
Áudio: http://www.stories.org.br/3minutos/47_Parabolas.mp3

Nos últimos 3 minutos vimos uma mudança radical no ministério de Jesus. Ao ser rejeitado pelos judeus, ele estabelece as novas bases do seu relacionamento com as pessoas.

Não seriam mais levados em conta os laços naturais, como os que tinha com sua mãe e irmãos, e nem os laços nacionais, com seu povo de Israel. O que agora importava eram os laços de obediência daqueles que se convertiam em discípulos de Jesus.

Jesus sai de casa - e o significado é este mesmo - para falar às multidões em geral e aos discípulos em particular. Por isso fala em parábolas.

Parábolas são histórias com um ensino agregado. Jesus ensina que tudo o que dissesse por parábolas seria entendido completamente por seus discípulos, mas apenas parcialmente pela multidão.

A multidão representa quem vai atrás de Jesus por curiosidade ou em busca de cura, sustento e bens materiais, que ouve as palavras de Jesus sem entender o que ele diz. Para os discípulos ele reserva um encontro privativo, separado da multidão, para explicar a sua vontade.

O que a multidão pode entender de Jesus é superficial, aquilo que você encontra nas revistas, nos filmes de Hollywood ou nos escritores e pregadores que falam o que o povo gosta de ouvir. O que Jesus realmente quer dizer, os mistérios do Reino dos céus, você só descobre quando tem um encontro pessoal com ele.

Quem tem isso recebe muito mais. Quem não tem, até o conhecimento superficial que tem lhe será tirado. A pior coisa que pode acontecer a alguém é chegar a esse estado de ouvir sem entender e ver sem perceber.

A parábola do semeador é a primeira de sete que dão uma visão do caráter do reino dos céus. O reino dos céus não é a igreja, mas a esfera na qual esse reino é reconhecido, tanto externamente, por aqueles que são súditos apenas da boca para fora, como realmente, por aqueles que se convertem a Jesus e reconhecem o seu senhorio.

O reino previsto no Antigo Testamento e anunciado por João Batista entra agora em uma fase mais efetiva. Rejeitado, morto e ressuscitado, o Rei está hoje ausente e você encontra duas classes de pessoas vivendo na esfera de influência desse Reino: aqueles que apenas professam ser cristãos e aqueles que realmente se converteram a Cristo. Em que classe você está?

Enquanto você decide, vamos ver o que acontece com as sementes que o semeador sai a semear. Nos próximos 3 minutos.

#46 A familia de Jesus



Leitura: Mateus 12:46-50; Marcos 3:31-35; Lucas 8:19-21
Vídeo: http://www.youtube.com/watch?v=a70U8L6Yz2Q
Áudio: http://www.stories.org.br/3minutos/46_A_familia_de_Jesus.mp3

Os religiosos judeus duvidam de Jesus pedindo a ele um sinal. Mas não era só deles que vinha a rejeição. Seus próprios irmãos não criam nele. O evangelho de Marcos 3:21 mostra que, enquanto Jesus conversava com os fariseus, seus irmãos estavam a caminho para falar com ele, pois achavam que ele havia enlouquecido. Alguém o avisa de que sua mãe e seus irmãos estão lá fora querendo falar com ele.

"Quem é minha mãe?", pergunta ele. "E quem são meus irmãos?" Então ele aponta para seus discípulos e diz: "Aqui estão minha mãe e meus irmãos! Pois quem faz a vontade de meu Pai que está nos céus, este é meu irmão, irmã e mãe".

O incidente é emblemático e marca uma virada no ministério de Jesus em relação a Israel. Sua mãe e seus irmãos representam sua ligação natural com seu povo, para o qual ele vinha até aqui dirigindo quase que exclusivamente seu ministério. Os fariseus o acusam de ser movido pelo espírito de Satanás. Sua família acha que enlouqueceu. No evangelho de João diz: "Veio para o que era seu, mas os seus não o receberam".

Deste ponto em diante há um rompimento com Israel em seu ministério. A continuação do versículo no evangelho de João diz: "...mas a todos os que o receberam, aos que creram no seu nome, deu-lhes o poder de se tornarem filhos de Deus". De agora em diante o relacionamento com Deus não está limitado a uma nação, mas é estendido a todo aquele que faz a vontade do Pai.

Esta passagem também esclarece dois pontos importantes: primeiro, a mãe de Jesus não tinha um acesso privilegiado a ele, como alguns querem crer. Segundo, Jesus tinha irmãos e irmãs, filhos de Maria e José.

Você se lembra de quando Jesus disse "Vinde e mim"? Pois então entenda, de uma vez por todas, que não precisamos de Maria ou qualquer outro intermediário para irmos a ele. Basta aceitarmos seu convite de amor e não ficar acorrentado a dogmas e tradições que as religiões tentam nos impor para nos manter afastados de Jesus e nos fazer depender de um clero para termos um relacionamento com Deus.

Depois disso Jesus sai de casa e se assenta na praia para falar às multidões. O que ele diz você vai ver nos próximos 3 minutos.

#45 Sinais



Leitura: Mateus 12:38-45; Lucas 11:29-32
Vídeo: http://www.youtube.com/watch?v=0PuZmLsUzRU
Áudio: http://www.stories.org.br/3minutos/45_Sinais.mp3

Depois de todos os milagres que tinham visto os fariseus têm a audácia de pedir que Jesus faça mais um para eles crêem. Deus não se agrada de quem pede um sinal para poder crer. A fé não vem de ver, mas de ouvir a Palavra de Deus. A fé é a certeza das coisas que não se vêem. Quando você confia em alguém, basta a palavra dessa pessoa.

Quando Tomé reconheceu que estava diante de Jesus ressuscitado, ele disse a Tomé: "Porque você me viu, você creu? Felizes os que creram sem ver". Séculos de sinais e milagres operados por Deus entre o povo de Israel não serviram para mudar o coração de um povo incrédulo. Jesus os chama de geração má e adúltera, porque não queriam reconhecer seu Messias e eram infiéis a Deus.

Ele diz que único sinal que precisavam já tinha sido dado: Jonas saindo vivo do ventre do grande peixe, uma alusão à morte e ressurreição de Jesus que estava para ocorrer. Jonas tinha sido lançado no mar da morte para que os outros tripulantes do barco fossem salvos e passou três dias e três noites no ventre do grande peixe. Jesus seria lançado na morte para nos salvar e ficaria três dias e três noites no ventre da terra antes de ressuscitar.

Os habitantes de Nínive haviam crido na pregação de Jonas, e ali estava alguém maior do que Jonas. A rainha de Sabá viajou quilômetros para ouvir a sabedoria de Salomão, e ali estava quem era maior do que Salomão. Um pouco antes Jesus havia dito que ele era maior do que o Templo, e se você continuar lendo a Bíblia verá que ele é o maior do que toda a Criação de Deus; aliás, ele é aquele por meio de quem e para quem todas as coisas foram criadas.

E agora, o que você pretende fazer com Jesus? Crer nele ou esperar algum sinal? Jesus compara os judeus a uma casa vazia e arrumada, só esperando por um morador. Ao se recusarem em receber ao único que podia legitimamente morar naquela casa eles ficavam vulneráveis a serem invadidos por sete espíritos de erro e engano.

Você já abriu a porta para Jesus ou pretende esperar por outro morador? Talvez você diga que já tem uma religião que recebeu por tradição de sua mãe. Mas não estou falando aqui de uma religião, mas de uma pessoa, Jesus, o Filho de Deus, o Salvador. E como fica a tradição que recebemos de nossos pais? Jesus ainda falava com o povo quando lhe avisaram que sua mãe e irmãos haviam chegado. Vamos ver o que acontece nos próximos 3 minutos.

#44 Raca de viboras



Leitura: Mateus 12:33-37
Vídeo: http://www.youtube.com/watch?v=S4nDGvUAFy8
Áudio: http://www.stories.org.br/3minutos/44_Raca_de_viboras.mp3

Apesar de testemunharem tudo o que Jesus vinha fazendo de bom, como expulsar demônios, curar enfermos e ressuscitar mortos, os fariseus pecavam contra o Espírito Santo ao atribuir tudo aquilo ao poder de Satanás. Consideravam o próprio Jesus um possesso.

As palavras deles apenas expressavam que aquilo que existe no coração do homem: inimizade contra Deus. Onde foi que isso começou? No jardim do Éden, quando o homem quis fazer a sua vontade. Onde continua essa inimizade? No meu coração e no seu, sempre que queremos fazer nossa própria vontade e não a vontade de Deus. Ao perder a aprovação de Deus lá no Éden, agora buscamos desesperadamente por aprovação de Deus e dos homens com base em nossas próprias obras, comportamento, religião etc.

Jesus os chama os fariseus de raça de víboras. Assim como eles somos todos fruto do mesmo engano de Satanás travestido de serpente. Nossa boca é a expressão do que trazemos no coração. Se você crê em Jesus, se traz a Palavra de Deus no coração, irá exaltá-lo, falar dele. Se não, irá falar de si, se gloriar, blasfemar, zombar de Jesus e negar a eficácia de sua obra na cruz para nos salvar.

O resultado de uma conversão real é manifesto primeiro nas suas palavras. Você pode dizer, em alto e bom som, que Jesus é seu Salvador e Senhor? Você crê em seu coração que ele recebeu o castigo por seus pecados e morreu em seu lugar? Sua boca é a prova disso; sua vida também.

Todos nós sabemos que palavras são poderosas. Elas corrompem, criam inimigos e geram destruição. O que pensar de palavras que são capazes de corromper sua alma, confirmar sua inimizade contra Deus e determinarem sua própria sentença de condenação? A Bíblia diz que toda língua confessará que Jesus é Senhor. O problema é que nem todos estarão no mesmo lugar quando reconhecerem isso.

Quando falar de Jesus, lembre-se de que está valendo aquilo que os policiais dizem nos filmes na hora da prisão: "Tudo o que você disser poderá ser usado contra você". O que fazer então? Quer uma sugestão? Comece por estas: "Senhor, tem misericórdia de mim, me salva!" Foi a Palavra de Deus que revelou Jesus a você. São suas palavras que revelam se você realmente crê.

Para os fariseus não bastava ter Jesus na frente deles. Eles queriam ver algum sinal. Nos próximos 3 minutos.

#43 O pecado sem perdao



Leitura: Mateus 12:24-32; Lucas 11:14-26; Marcos 3:22-30
Vídeo: http://www.youtube.com/watch?v=CSRzxrjPaYA
Áudio: http://www.stories.org.br/3minutos/43_Pecado_sem_perdao.mp3

Nos últimos 3 minutos ficou claro o contraste entre a religião do homem e a compaixão de Deus. Agora os fariseus adotam uma posição de oposição declarada a Jesus. Eles afirmam que Jesus estava possesso de demônio e que era pelo poder de Belzebu, o príncipe dos demônios, que expulsava os demônios.

Jesus apela para a lógica. Uma casa dividida contra si mesma não dura muito. Se Satanás expulsa Satanás, está lutando contra si mesmo. E se a idéia dos fariseus estivesse correta, o mesmo eles teriam de dizer dos exorcistas que havia entre eles. Na tentativa de negar o poder de Jesus, eles acabavam incriminando a si próprios.

O que Jesus estava fazendo era parte de um processo que incluía enrar na casa do valente Satanás, amarrá-lo e então saquear os seus bens. Primeiro Jesus demonstrava o seu poder sobre Satanás invadindo a própria esfera de sua atuação, este mundo, e limitando seus movimentos. Depois, na cruz, iria desferir o golpe mortal: esmagar a cabeça da serpente, como tinha sido prometido no Éden. Aí passaria a saquear sua casa, libertando-nos do poder das trevas para a sua maravilhosa luz.

Ao atribuir o poder de Jesus a Satanás, e não ao Espírito de Deus, os fariseus incorriam no pecado para o qual não há perdão. Aquele pecado sem perdão era cometido na presença do próprio Filho de Deus enquanto estava aqui.

Isso é diferente de colocar em dúvida as artimanhas do picareta que abriu uma igreja ali na esquina para enganar o povo em troca de dinheiro. O próprio Jesus previu que haveria pessoas assim, que expulsariam demônios em seu nome, porém nada tinham a ver com ele.

Hoje Deus está pronto a perdoar a quem pecar, maldizer e até blasfemar, desde que essa pessoa creia em Jesus como seu Salvador. Se você vive angustiado por achar que cometeu um pecado sem perdão, de onde pensa que vem esse sentimento de angústia. Do próprio Espírito Santo, que ainda não desistiu de você.

O pecado sem perdão hoje é resistir ao Espírito Santo de Deus, quando este procura convencer alguém do pecado e da justiça. O pecado sem perdão hoje é morrer na incredulidade.

Ao rejeitarem a Jesus, os fariseus escolhiam de que lado estavam. E você, já escolheu de que lado está? Negar a operação do Espírito de Deus em Jesus era apenas o começo das muitas obras más daqueles religiosos fariseus, aos quais Jesus chamará de raça de víboras nos próximos 3 minutos.
As ideias aqui não são originalmente minhas, mas são fruto do que tenho aprendido da Palavra de Deus fora dos sistemas denominacionais com irmãos congregados ao nome do Senhor e também com autores de outras épocas que congregavam assim, como J. G. Bellett, C. H. Brown, J. N. Darby, E. Dennett, W. W. Fereday, J. L. Harris, W. Kelly, C. H. Mackintosh, A. Miller, F. G. Patterson, A. J. Pollock, H. L. Rossier, H. Smith, C. Stanley, W. Trotter, G. V. Wigram e muitos outros. Uma lista completa em inglês você encontra neste link.

Para baixar os vídeos:

http://www.mediafire.com/?50ddj2c90jjjs É permitido gravar, copiar e distribuir gratuitamente.