"Então o SENHOR me respondeu, e disse: Escreve a visão e torna bem legível sobre tábuas,
para que a possa ler quem passa correndo". Habacuque 2:2

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#208 Crer sem ver



Leitura: João 11
Vídeo: http://www.youtube.com/watch?v=FEldeXZnmOE

Jesus não cura Lázaro porque tinha outra coisa em mente, muito maior e melhor. As curas e milagres que Jesus e seus apóstolos faziam tinham um objetivo bem definido para cada pessoa, momento e lugar. Ora serviam para provar a fé de pessoas como Marta e Maria, ora para demonstrar a incredulidade de pessoas como os fariseus.

Em Atos 19 diz que "Deus pelas mãos de Paulo fazia milagres extraordinários, de sorte que lenços e aventais eram levados do seu corpo aos enfermos, e as doenças os deixavam e saíam deles os espíritos malignos". Aqueles sinais serviam para mostrar que a mensagem de Paulo vinha de Deus. Porém as boas novas do evangelho não são de curas e milagres, mas de salvação eterna para todo o que crê em Jesus, que morreu por nossos pecados e ressuscitou para nossa justificação.

Os próprios apóstolos ficavam doentes e usavam remédios. Paulo tinha "um espinho na carne", algum tipo de enfermidade ou limitação. Por três vezes ele pediu ao Senhor que o livrasse. Sabe qual foi a resposta? "A minha graça te basta, porque o meu poder se aperfeiçoa na fraqueza". Por que Paulo não curava a si mesmo? Por que deixou Trófimo doente em Mileto? Por que receitou a Timóteo um remédio caseiro para seu estômago? Por que não dar a ele um lenço milagroso?

Provavelmente Deus queria ensinar algo a eles, ou a nós, sobre o seu modo de agir. Paulo, Trófimo e Timóteo não precisavam de provas de que Jesus era o Salvador. Quem crê, anda por fé, não por vista. Tomé, que gostava de ver para crer, ouviu de Jesus que mais bem aventurados seriam os que viriam a crer sem ver.

Não sei por que tanta gente tem essa fixação por curas e sinais. Acaso Jesus não é suficiente? Lembre-se de que ele não confiava naqueles que o seguiam por causa dos sinais. Se você ficar doente, ore. Se for da vontade de Deus, ele irá curá-lo, diretamente ou por meio dos médicos e medicamentos. Se isso não acontecer, Deus certamente tem um propósito para você ou para as pessoas ao seu redor.

A diferença entre um pagão idólatra e um cristão verdadeiramente nascido de novo é que o primeiro só acredita que Deus está ao seu lado quando tudo vai bem. O verdadeiro crente, porém, se regozija também na falta de saúde, dinheiro, prosperidade, liberdade etc. O apóstolo Paulo escreveu: "Sei estar abatido e sei também ter abundância; em toda a maneira e em todas as coisas, estou instruído, tanto a ter fartura como a ter fome, tanto a ter abundância como a padecer necessidade. Posso todas as coisas naquele que me fortalece". Fp 4:13

Se Paulo podia todas as coisas, você também pode, inclusive aceitar a vontade de Deus para você, seja ela qual for. Nos próximos 3 minutos Jesus mostra a Marta e a Maria que a vontade de Deus é sempre a melhor.

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#207 O homem que nao foi curado



Leitura: João 11
Vídeo: http://www.youtube.com/watch?v=Y2KoKzLtJ3o

O capítulo 11 do evangelho de João é conhecido como o capítulo em que Jesus ressuscita Lázaro. Mas pode também ser visto como a história do homem que Jesus não curou. Aqui Jesus sabe que um de seus melhores amigos está doente, mas não faz nada para curá-lo.

Quando Marta e Maria, irmãs de Lázaro, mandam avisá-lo de que Lázaro está enfermo, Jesus apenas comenta: "Esta enfermidade não é para a morte, mas para glória de Deus, para que o Filho de Deus seja glorificado por ela". Então, ele fica ainda dois dias onde está, sem demonstrar qualquer urgência.

Se você acha normal essa atitude, imagine ligar para o Pronto Socorro pedindo uma ambulância para um familiar doente e ouvir o médico dizer: "Estarei aí em alguns dias. Não se preocupe porque esta enfermidade não é para a morte, mas para o progresso da medicina, pois trará grande prestígio à minha carreira".

Você ficaria decepcionado, como ficam Marta e Maria quando Jesus chega atrasado ao enterro de Lázaro, após uma viagem que durou dois dias, mais os dois dias que permaneceu no lugar onde estava. Ambas fazem o mesmo comentário: "Senhor, se tu estivesses aqui, meu irmão não teria morrido".

A questão é que Jesus não é médico. Se ele tivesse vindo para curar doentes, teria curado toda a população do planeta com a mesma facilidade que ressuscitou Lázaro. Mas ele é o Filho de Deus que veio ao mundo com a missão específica de morrer para salvar pecadores.

Para entender a diferença, vou usar um exemplo bem tosco. Imagine um moribundo sendo consumido por uma doença incurável. O médico avisa que é capaz curá-lo para sempre, dando a ele saúde perpétua, porém que não irá fazê-lo imediatamente, mas em um dia futuro. Enquanto isso, apenas para demonstrar que tem capacidade, o médico faz sua dor de dente desaparecer como num passe de mágica.

Este exemplo dá uma ideia da diferença entre um benefício passageiro nesta vida e a salvação eterna que Jesus oferece. Os milagres e curas que Jesus e seus discípulos faziam eram para demonstrar suas credenciais de Messias. Era como se abrisse uma fresta no tempo e dissesse aos judeus: "Vejam como será quando eu reinar".

Quando João Batista mandou perguntar se ele era o Messias ou se deviam aguardar outro, Jesus respondeu: "Os cegos veem, os coxos andam; os leprosos são purificados, e os surdos ouvem; os mortos são ressuscitados, e aos pobres é anunciado o evangelho" Mt 11:5. Aquelas credenciais provavam que o Messias havia chegado.

Nos próximos 3 minutos vamos entender melhor o papel das curas e milagres no ministério de Jesus e de seus discípulos.

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#206 Seguros eternamente



Leitura: João 10:22-42
Vídeo: http://www.youtube.com/watch?v=w7zx6iW_s9Q

Repare no versículo 22 deste capítulo 10 de João: "E em Jerusalém havia a Festa da Dedicação, e era inverno". Uma cena de inverno é bem apropriada para descrever a frieza com que o Messias está sendo tratado pelo seu próprio povo.

Mais à frente, no capítulo 13 deste mesmo evangelho, encontramos Jesus dando um bocado de pão molhado em vinho para Judas, antes da última ceia com seus apóstolos. Ali diz: "E, tendo Judas tomado o bocado, saiu logo. E era já noite." É inverno quando os judeus rejeitam o Messias. Quando o entregarem à morte, será noite.

Os judeus voltam a questioná-lo no Templo em Jerusalém: "Se tu és o Cristo, dize-nos claramente. Jesus respondeu-lhes: Eu vo-lo digo, mas não credes. As obras que faço em nome de meu Pai, estas dão testemunho de mim. Entretanto, não credes, porque não sois das minhas ovelhas".

O verdadeiro Pastor continua explicando: "As minhas ovelhas ouvem a minha voz, e eu conheço-as, e elas me seguem; e dou-lhes a vida eterna, e nunca hão de perecer, e ninguém as arrebatará das minhas mãos. Meu Pai, que mas deu, é maior do que todos; e ninguém pode arrebatá-las das mãos de meu Pai. Eu e o Pai somos um. Os judeus pegaram, então, outra vez, em pedras para o apedrejarem".

Veja quantas coisas há nestas palavras: as ovelhas sabem discernir a voz do Pastor, ele as conhece uma a uma, elas recebem dele a vida eterna, nunca irão perecer, ninguém pode tirá-las das mãos de Jesus que as recebeu do Pai, ninguém pode arrancá-las das mãos do Pai, e Jesus e o Pai são um.

Aqui diz que, vida eterna, nós recebemos de Jesus; nós não a temos de nós mesmos. Não se trata apenas de uma vida que não termina; por ser eterna, é também uma vida que não tem começo. É a vida de Jesus, o Filho Eterno de Deus. Esta é a garantia interna de que, ao crermos em Jesus, recebemos em nós uma vida que nunca mais perderemos, caso contrário ela não seria eterna.

Então vem a dupla garantia contra as ameaças externas: Ninguém pode arrebatar uma ovelha, nem das mãos de Jesus, nem das mãos do Pai. Foi o Pai quem as deu ao filho e nenhuma delas se perderá. "Quem tem o Filho, tem a vida; quem não tem o Filho de Deus, não tem a vida". 1 Jo 5:12

As ovelhas que o lobo arrebata no versículo 12 são as que não têm a Jesus como Pastor. Lá ele alerta: "O mercenário, que não é pastor, de quem não são as ovelhas, vê vir o lobo, e deixa as ovelhas, e foge; e o lobo as arrebata e dispersa".

Nos próximos 3 minutos Jesus não cura um doente. Ele espera o doente morrer para visitá-lo.

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#205 O poder de dar a vida



Leitura: João 10:16-21
Vídeo: http://www.youtube.com/watch?v=-0jAeCL1WV8

Fazendo uma retrospectiva dos eventos deste capítulo, o verdadeiro Pastor, Jesus, entra no aprisco pela porta e chama suas ovelhas para que saiam dali. Elas ouvem a sua voz e o seguem. Então ele diz que o bom Pastor dá a sua vida pelas ovelhas.

No versículo 16 ele revela: "Ainda tenho outras ovelhas que não são deste aprisco; também me convém agregar estas, e elas ouvirão a minha voz, e haverá um rebanho e um Pastor". Jesus fala dos gentios que seriam beneficiados por sua morte. Já não se trata de um aprisco, mas de um rebanho. Um aprisco precisa de cercas, muros e porteiras para manter as ovelhas juntas. Um rebanho só precisa do Pastor.

A morte de Jesus mudaria tudo. O aprisco de Israel seria deixado de lado e Deus estenderia sua graça em salvar qualquer um, judeu ou gentio. Até a razão do amor do Pai pelo Filho é revelada aqui: "Por isso, o Pai me ama, porque dou a minha vida para tornar a tomá-la".

Com sua morte Jesus glorificou a Deus em todos os aspectos. Mesmo que ninguém fosse salvo, ele ainda teria glorificado a Deus por ser o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo, solucionando a questão do pecado que manchou a Criação. Mas Jesus é também o Salvador de pecadores, por salvar individualmente todo aquele que o Pai lhe deu para que cresse nele e na suficiência de sua morte substitutiva.

Há uma outra verdade revelada aqui que põe por terra toda a especulação dos que tentam desvendar a causa da morte de Jesus. Uns falam em asfixia, outros em colapso resultante dos flagelos, e há quem pense ter sido a lança do soldado romano, mas ela foi fincada num corpo já morto. O próprio Jesus explica a causa de sua morte:

"Dou a minha vida para tornar a tomá-la. Ninguém ma tira de mim, mas eu de mim mesmo a dou; tenho poder para a dar e poder para tornar a tomá-la. Esse mandamento recebi de meu Pai."

Nenhum ser humano tem o poder de dar a vida. Você pode decidir morrer para salvar um amigo, mas haverá uma causa externa da morte. Nem mesmo um suicida é capaz de dar sua vida. Ele mata a si mesmo. Jesus fala do verbo morrer na primeira pessoa do singular, do ato de encerrar a vida e entregar o espírito sem uma causa externa. Ele recebeu esse poder para cumprir uma ordem dada pelo Pai.

Lucas descreve como ele fez isso na cruz: "E, clamando Jesus com grande voz, disse: Pai, nas tuas mãos entrego o meu espírito. E, havendo dito isso, expirou". Lc 23:46 As afirmações de Jesus eram tão radicais que alguns judeus dizem que ele está endemoninhado.

Nos próximos 3 minutos encontramos Jesus num cenário típico de inverno.

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#204 Os falsos pastores



Leitura: João 10:1-15
Vídeo: http://www.youtube.com/watch?v=ZZgJrVRmcQw

Nos três Salmos das últimas três mensagens vimos o verdadeiro Pastor, que morreu, ressuscitou e voltará. Neste capítulo 10 do evangelho de João, Jesus é o legítimo pastor, que entra pela porta do aprisco.

Os fariseus, que resistem a ele, são chamados de ladrões e salteadores. Seu intento é manter o rebanho preso e explorá-lo para benefício próprio. Quando alguém decide seguir a Jesus, como fez o cego depois de curado, esse é expulso e perseguido pelos falsos pastores.

Ao contrário do Pastor verdadeiro, que vai à frente das ovelhas e é espontaneamente seguido por elas, os falsos pastores tocam suas ovelhas, como se costuma fazer com o gado. Eles as sobrecarregam com fardos de regras que eles próprios não seriam capazes de levar.

Suas ovelhas não os seguem pela gratidão de terem sido salvas e libertas de seus pecados, mas pelo medo de serem castigadas, como acontecia com os pais do cego que foi curado. Não são pessoas atraídas pela voz do verdadeiro Pastor, mas aprisionadas pelo terror das ameaças feitas pelos falsos guias.

Uma ovelha de Jesus sabe que o seu Pastor não a levará por um caminho que ele próprio já não tenha percorrido. Sua sensação não é de aprisionamento, mas de liberdade. Afinal, Jesus promete: "se alguém entrar por mim, salvar-se-á, e entrará, e sairá, e achará pastagens... eu vim para que tenham vida e a tenham com abundância".

Uma ovelha de Jesus não se torna ovelha por segui-lo. Ela o segue por ser ovelha, uma natureza que recebeu ao nascer de novo. Deus dá a ela a capacidade de discernir a voz do verdadeiro Pastor e fugir do falso. As ovelhas de Jesus "o seguem, porque conhecem a sua voz. Mas, de modo nenhum, seguirão o estranho; antes, fugirão dele, porque não conhecem a voz dos estranhos".

A diferença entre Jesus e os falsos pastores, é que Jesus, sendo rico, se fez pobre por amor de suas ovelhas. Ele deu tudo por elas, inclusive a própria vida, sem pedir nada em troca. Os falsos pastores, por sua vez, sendo pobres, querem ficar ricos às custas das ovelhas. Por isso, neste capítulo, são chamados de mercenários.

O dicionário define mercenário como alguém que faz as coisas interessado apenas no dinheiro. No capítulo 3 de 2 Timóteo encontramos a condição da cristandade nos últimos dias, isto é, hoje. Ali vemos homens amantes de si mesmos e avarentos, fazendo o papel de Janes e Jambres, os magos de Faraó que imitavam os milagres que Deus fazia através de Moisés. Avarento significa obcecado por dinheiro.

Nos próximos 3 minutos Jesus dá algo que ninguém poderia tirar dele. E o faz de livre e espontânea vontade.

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#203 O Pastor reina



Leitura: João 10; Salmo 24
Vídeo: http://www.youtube.com/watch?v=PPyvd3GiV84

Depois de nos ocuparmos com o "bom Pastor" do Salmo 22, que dá a vida por suas ovelhas, e com o "grande Pastor" do Salmo 23, que apascenta suas ovelhas, chegamos ao Salmo 24. Aqui o "supremo Pastor" estabelece o seu reino neste mundo. O mesmo que morreu e ressuscitou, é o que voltará para tomar posse daquilo que é seu.

Quando Cristo voltar ele reinará por mil anos neste mundo sobre o seu povo terrenal, Israel. Então, a Igreja, o povo celestial que está sendo reunido num só corpo neste período da graça, voltará com Cristo para reinar com ele sobre o mundo.

O Salmo diz que a terra é dele, pois ele a fez. No primeiro capítulo de João, referindo-se a Jesus, o evangelista escreve: "Todas as coisas foram feitas por ele, e sem ele nada do que foi feito se fez". O mesmo que fez o mundo e assumiu a forma humana para morrer numa cruz e ressuscitar, neste Salmo é chamado de Rei da Glória.

Você só irá entender a Bíblia quando perceber que ela é uma única história - a história de Jesus - apresentado em seus muitos aspectos por diferentes personagens e episódios. Ele aparece como Criador em Gênesis, quando Elohim, palavra hebraica plural, declara: "Façamos o homem à nossa imagem, conforme a nossa semelhança".

Ele aparece também representado em cada sacrifício de animais que eram mortos por causa do pecado do homem, começando pelo que foi morto para cobrir a nudez de Adão e Eva. À medida que você avança na leitura da Bíblia, as figuras vão se tornando mais nítidas, quando os profetas passam a anunciar sua vinda na forma humana.

No capítulo 7 de seu livro, escrito 700 anos antes da vinda de Cristo, Isaías profetizou que uma virgem daria à luz um filho. No capítulo 9 do mesmo livro, o profeta dá detalhes de quem seria aquele menino: "Porque um menino nos nasceu, um filho se nos deu; e o principado está sobre os seus ombros; e o seu nome será Maravilhoso Conselheiro, Deus Forte, Pai da Eternidade, Príncipe da Paz".

Ele é humano, e ao mesmo tempo divino. Traz sobre os seus ombros o governo. Jesus é o Rei da glória deste Salmo. Ele é maravilhoso conselheiro, pois onisciente, conhece todas as coisas. É Deus forte, porque é onipotente. É Pai da eternidade, a origem de tudo. Finalmente, é Príncipe da paz. Jesus é Deus.

Mas a encarnação continuará sendo um mistério maior que nossa capacidade de compreensão. Você só pode aceitar e desfrutar de seus benefícios pela fé. Nos próximos 3 minutos voltaremos a nos ocupar com Jesus em sua humanidade no capítulo 10 do evangelho de João.

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As ideias aqui não são originalmente minhas, mas são fruto do que tenho aprendido da Palavra de Deus fora dos sistemas denominacionais com irmãos congregados ao nome do Senhor e também com autores de outras épocas que congregavam assim, como J. G. Bellett, C. H. Brown, J. N. Darby, E. Dennett, W. W. Fereday, J. L. Harris, W. Kelly, C. H. Mackintosh, A. Miller, F. G. Patterson, A. J. Pollock, H. L. Rossier, H. Smith, C. Stanley, W. Trotter, G. V. Wigram e muitos outros. Uma lista completa em inglês você encontra neste link.

Para baixar os vídeos:

http://www.mediafire.com/?50ddj2c90jjjs É permitido gravar, copiar e distribuir gratuitamente.