"Então o SENHOR me respondeu, e disse: Escreve a visão e torna bem legível sobre tábuas,
para que a possa ler quem passa correndo". Habacuque 2:2

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#267 Voce tem um advogado?



Leitura: João 17:1
Vídeo: http://youtu.be/rwkeelRDGi8

Se você já creu em Jesus como seu Salvador -- se já recebeu de Deus o perdão de seus pecados ao reconhecer que Jesus o substituiu no juízo -- agora existem dois no céu falando de você o tempo todo. Eles são incansáveis na tarefa de comentar com Deus tudo a seu respeito. Eles são Jesus e Satanás.

Se você ainda não se converteu a Cristo, não precisa se preocupar com Satanás. Ele não vai gastar saliva falando mal de alguém que ele ainda mantém em suas garras. Mas neste caso você também não terá um advogado, Jesus, intercedendo por você diante do Pai. No céu Jesus fala bem dos que salvou. Satanás fala mal.

Em Apocalipse 12:10 Satanás é chamado de "acusador dos nossos irmãos, que os acusa diante do nosso Deus, dia e noite". Nos primeiros capítulos do livro de Jó o diabo aparece no céu acusando Jó. Foi também nas regiões celestiais que o diabo lutou com o arcanjo Miguel para saber onde Deus escondera o corpo de Moisés. Talvez o diabo quisesse transformar os ossos do patriarca de Israel em objeto de idolatria e sua sepultura em local de peregrinações (Jd 1:9). O diabo costuma entreter as pessoas religiosas com qualquer coisa que não seja o próprio Jesus.

Mas enquanto Satanás acusa os salvos diante de Deus, Jesus intercede por eles. A oração que Jesus faz neste capítulo 17 de João é um protótipo da intercessão que ele está fazendo neste exato momento no céu. Veja que ele não fala uma palavra sequer contrária aos seus discípulos. Hoje, no céu, ele fala bem de mim para o Pai, sem mencionar minhas falhas e tropeços. Como acontece neste capítulo, no céu Cristo não intercede para que eu receba honras mundanas ou bens materiais, mas roga para que eu seja mantido separado do mundo. A prosperidade que ele quer para mim é espiritual, a única que dura uma eternidade.

Nesta passagem do evangelho ele começa sua intercessão enquanto ainda está no mundo, dizendo que é chegada a hora de morrer, mas logo pensa nos discípulos. Diante da perspectiva de uma morte horrível e do juízo de Deus que cairia sobre si, é neles que Jesus está pensando. Isso é amor verdadeiro; o amor que não procura seus próprios interesses, mas os da pessoa amada.

Jesus roga ao Pai para que o glorifique na morte, e isso inclui ser ressuscitado e assentado à destra da majestade nas alturas. Ninguém poderia tirar sua vida; ele a daria espontaneamente e, apesar de ter o poder de reavê-la, ele não usaria desse poder: deixaria isso a critério do Pai. Em João 10:18 ele diz, a respeito de sua vida: "Ninguém a tira de mim, mas eu a dou por minha espontânea vontade. Tenho autoridade para dá-la e para retomá-la. Esta ordem recebi de meu Pai".

Após pedir ao Pai que o glorifique, ele roga pela oportunidade de glorificar o Pai por sua morte e ressurreição. Como Jesus iria fazer isso? Veja nos próximos 3 minutos.

(Esta mensagem originalmente não contém propaganda. Alguns sistemas de envio de email ou RSS costumam adicionar mensagens publicitárias que podem não expressar a opinião do autor.)
As ideias aqui não são originalmente minhas, mas são fruto do que tenho aprendido da Palavra de Deus fora dos sistemas denominacionais com irmãos congregados ao nome do Senhor e também com autores de outras épocas que congregavam assim, como J. G. Bellett, C. H. Brown, J. N. Darby, E. Dennett, W. W. Fereday, J. L. Harris, W. Kelly, C. H. Mackintosh, A. Miller, F. G. Patterson, A. J. Pollock, H. L. Rossier, H. Smith, C. Stanley, W. Trotter, G. V. Wigram e muitos outros. Uma lista completa em inglês você encontra neste link.

Para baixar os vídeos:

http://www.mediafire.com/?50ddj2c90jjjs É permitido gravar, copiar e distribuir gratuitamente.