"Então o SENHOR me respondeu, e disse: Escreve a visão e torna bem legível sobre tábuas,
para que a possa ler quem passa correndo". Habacuque 2:2

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#243 O caminho



Leitura: João 14:4-6
Vídeo:http://www.youtube.com/watch?v=NyHy0RnjZXM

Há dois mil anos o Império Romano dominava todo o Oriente Médio e parte da Europa, Ásia e Norte da África. Os romanos construíram uma rede de estradas que permitiam que suas tropas se deslocassem rapidamente para qualquer ponto do Império. Se alguém perguntasse como ir a Roma, a resposta seria: "Não se preocupe, escolha qualquer caminho porque todos caminhos levam a Roma". Mas e se alguém quisesse ir para o céu, será que podia escolher qualquer caminho?

Pouco antes de sua morte e ressurreição, Jesus diz aos discípulos: "Vós sabeis para onde vou, e conheceis o caminho". Tomé não entende. "Senhor, nós não sabemos para onde vais; e como podemos saber o caminho?" Bem, hoje sabemos para onde Jesus foi depois de morrer e ressuscitar: ele foi para o céu. Portanto a primeira parte da dúvida de Tomé já foi resolvida. Falta resolver a segunda parte, que ainda é a dúvida de muitas pessoas: Qual é o caminho para o céu?

Assim como fizeram com Roma, os homens inventaram muitas estradas para o céu. Algumas são esburacadas, pois há quem pense que você só chega lá sofrendo muito aqui. Outras só têm o traçado -- caberá a você as boas obras que pavimentarão sua estrada. Há o caminho da reencarnação, mas nele você sempre volta ao ponto de partida, às vezes com um carro pior, se não dirigiu direito. Existem ainda os caminhos cheios de pedágios, para sustentar os pregadores que os criaram.

Será que me esqueci de algum caminho criado pelo homem? Com certeza. Eles são tantos que eu não conseguiria contar, mas nenhum deles garante o destino. Quer uma dica? Quando você é convidado para ir à casa de alguém, quem é a pessoa mais confiável para lhe indicar o caminho? Quem mora lá. Então vamos perguntar a Jesus qual é o caminho para o céu. Ele responde: "Eu sou o caminho, e a verdade e a vida; ninguém vem ao Pai, senão por mim".

Simples e direto. O caminho não é uma religião, não é uma igreja, não é uma filosofia, não é uma doutrina, não é o sofrimento, não são as boas obras, não é a guarda da Lei de Moisés, não são as ordenanças como o batismo ou a ceia do Senhor, e nem tampouco dízimos, ofertas ou contribuições. O caminho é uma Pessoa; o caminho é Jesus. Se você está em Jesus, você está no caminho, e o único acesso a este caminho é pela fé em Jesus e na única obra que foi necessária para pavimentar essa estrada: a morte e ressurreição do Filho de Deus.

Antes que alguém pergunte que mal há tomar algum outro caminho, Jesus responde: "Ninguém vem ao Pai, senão por mim". Se você considerar a resposta de Jesus pouco democrática para alguém moderno e esclarecido como você, fique à vontade. Escolha qualquer caminho que preferir ou achar mais adequado ao seu estilo. Você certamente chegará em Roma.

Nos próximos 3 minutos Jesus revela o Pai.

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#242 O que voce espera?



Leitura: João 14:3
Vídeo: http://www.youtube.com/watch?v=mQs509eZ25Y

Depois de Jesus garantir aos seus discípulos que não deviam viver temerosos, pois ele iria preparar um aposento para eles no céu, ele revela o que deveriam esperar: "E quando eu for, e vos preparar lugar, virei outra vez, e vos levarei para mim mesmo, para que onde eu estiver estejais vós também". Portanto, se você já creu em Jesus, é por ele que deve esperar, e não pelo anticristo ou por alguma catástrofe mundial.

Sua promessa de nos levar para estar com ele é o arrebatamento da Igreja -- é diferente da "vinda de Cristo" para julgar o mundo, salvar Israel e iniciar o seu reino de mil anos. No arrebatamento Jesus vem para tirar os salvos do mundo; em sua vinda ele vem com os salvos arrebatados 7 anos antes. O arrebatamento é num "piscar de olhos", ou seja, rápido demais para ser visto; em sua vinda todo olho o verá.

No arrebatamento ele vem libertar a Igreja; na sua vinda vem libertar Israel. No arrebatamento do seu povo celestial o encontro ocorre nos ares, entre nuvens; em sua vinda para Israel, o seu povo terreno, ele coloca os pés na terra, no Monte das Oliveiras. No arrebatamento é o próprio Jesus quem reúne os seus; em sua vinda ele envia os anjos para reunirem os eleitos de Israel.

No arrebatamento ele tira os crentes do mundo e deixa os ímpios; em sua vinda ele tira os ímpios do mundo para serem julgados e deixa aqui os que se converteram depois do arrebatamento, para participarem do seu reino de mil anos. No arrebatamento ele vem para libertar os seus da ira vindoura; em sua vinda ele vem derramar sua ira. No arrebatamento ele vem como Noivo para buscar sua noiva, a Igreja; em sua vinda, ele vem como o Filho do Homem para julgar os que o rejeitaram.

No arrebatamento ele vem como a "Estrela da Manhã", que desponta pouco antes de raiar o dia, quando mundo ainda está em trevas; em sua vinda, ele vem como o "Sol de Justiça", que é o próprio raiar do dia. No arrebatamento ele vem de surpresa, sem aviso; sua vinda, porém, é precedida de muitos sinais, guerras e catástrofes.

Muitos cristãos hoje vivem na expectativa da vinda do anticristo e da grande tribulação, quando estes eventos somente ocorrerão depois do arrebatamento e antes da vinda de Cristo para reinar. Não havia nada que precisasse acontecer para Jesus cumprir sua promessa de nos levar para si. O próprio Paulo já esperava pelo arrebatamento em seus dias, e se incluía nele ao dizer "nós, os que ficarmos vivos, seremos arrebatados... para encontrar o Senhor nos ares".

E você, está esperando por Jesus ou pelos acontecimentos que antecederão sua vinda para Israel? Seria muito estranho sermos arrebatados neste exato momento pelo Senhor Jesus e você ser pego de surpresa, por achar que o anticristo iria chegar primeiro.

Nos próximos 3 minutos Jesus revela o caminho para o céu.

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#241 Uma reserva assegurada



Leitura: João 14:1-2
Vídeo: http://www.youtube.com/watch?v=d4SETLyC0Cw

Jesus revela a maravilhosa perspectiva que têm todos os que creem nele como Salvador. Enquanto a religião do homem coloca pesados fardos sobre seus seguidores e nunca lhes dá a certeza de coisa alguma, o evangelho indica claramente que a salvação vem pela fé em Jesus. Por isso, antes de falar do futuro eterno e seguro para os que creem nele, Jesus começa falando de fé:

"Não se turbe o vosso coração; credes em Deus, crede também em mim. Na casa de meu Pai há muitas moradas; se não fosse assim, eu vo-lo teria dito. Vou preparar-vos lugar".

Primeiro Jesus afirma que, se você crê nele pode viver tranquilo e confiante, sem medo de ter uma surpresa desagradável quando partir desta vida. Por isso preste muita atenção: Se você escutou um evangelho condicional, você não escutou o evangelho, cujo significado é "boas novas" ou "boa notícia".

O que é um evangelho condicional? É aquele que coloca condições para você ser salvo. É um evangelho que diz que o sacrifício de Cristo não foi suficiente para salvar você, e portanto não basta crer em Jesus e em sua obra na cruz. É um evangelho cheio de "Se isso..." e "Se aquilo...", tipo "se você perseverar", "se você for à igreja", "se você der o dízimo", "se você fizer isso...", "se você fizer aquilo...".

Oras, como alguém poderia chamar algo assim de "boa notícia"? Se eu sei que sou um pecador perdido -- que sou zero à esquerda aos olhos de Deus -- como esperar que eu faça alguma coisa para ser salvo? Como você poderia ter a certeza de todos os seus pecados pagos e do perdão completo de Deus, se no momento de sua conversão você recebesse uma lista de coisas que ainda estariam faltando fazer? Como Jesus poderia ter morrido gritando "ESTÁ CONSUMADO" ou "ESTÁ TERMINADO" se ainda restasse alguma coisa para você terminar?

Veja a ordem das coisas na passagem que citei: primeiro, não se perturbe o seu coração, simplesmente creia em Deus e em Jesus. Segundo, Jesus já foi preparar um aposento para você na casa do Pai no céu. E ele nos dá certeza disso ao afirmar: "Se não fosse assim, eu vo-lo teria dito". Bendita provisão! Jesus passou pela morte e ressurreição para preparar um lugar para você no céu!

Se o céu fosse um hotel cinco estrelas, a sua fé em Jesus seria a sua reserva, o sangue derramado na cruz a sua chave para entrar lá, e o Espírito Santo, que você recebeu no momento em que creu, a confirmação da reserva. O que falta agora? Aguardar o traslado até lá e fazer o check-in. Mas que traslado é esse? Posso lhe adiantar que será via aérea, mas vamos deixar isso para os próximos 3 minutos.

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#240 Autoconfianca



Leitura: João 13:36-38
Vídeo: http://www.youtube.com/watch?v=lXg-Rn9TRDU

No final do capítulo 13 do evangelho de João vemos Jesus jogar um balde de água fria na autoconfiança de Pedro, que dizia ser capaz de fazer e acontecer para permanecer ao lado de Jesus. Confiar em si mesmo é dar rédea solta ao pecado, que é a independência de Deus.

Após revelar aos seus discípulos que iria partir e que eles não poderiam segui-lo naquele momento, Pedro retruca: "Por que não posso seguir-te agora? Por ti darei a minha vida." Pobre Pedro, voluntarioso como uma mula. A resposta de Jesus revela a estupidez dessa demonstração de autoconfiança: "Tu darás a vida por mim? Na verdade, na verdade te digo que não cantará o galo enquanto não me tiveres negado três vezes".

Deus nos criou para sermos dependentes dele. Adão podia ter vivido para sempre, com um Deus pronto a suprir todas as suas necessidades. Mesmo assim ele quis ser "como Deus"; quis ser dono do seu próprio nariz, independente de seu Criador. O pecado de Adão, esse princípio de independência, autoconfiança e insubordinação, está arraigado na alma de todo ser humano, inclusive eu e você.

A sabedoria humana diz: "Confie em si mesmo". Mas Deus diz: "Maldito o homem que confia no homem, e faz da carne o seu braço" Jr 17:5. Seus amigos aconselham: "Siga o seu coração", mas Deus alerta: "Enganoso é o coração, mais do que todas as coisas, e perverso" Jr 17:9. Deus desdenha do desejo de independência daqueles que querem ser donos do próprio nariz: "Não sejais como o cavalo, nem como a mula, que não têm entendimento, cuja boca precisa de cabresto e freio" Sl 32:9. No mesmo Salmo Deus diz que deseja ensinar a você o caminho que deve trilhar, e bastará um olhar dele para você entender.

Enquanto isso, a religião do homem continuará insistindo que você deve fazer mundos e fundos para Deus, quando é ele quem deseja fazer tudo por você. Ou melhor, quem já fez o mais difícil: entregar seu Filho para morrer pelos pecados que você cometeu. O instinto de Pedro de querer fazer sua autoconfiança parecer devoção, não passa de uma tentativa de satisfazer o próprio ego, como fez o rei Saul no Antigo Testamento.

Ao invés de destruir completamente o rebanho que tinha sido capturado do inimigo, conforme Deus tinha ordenado, Saul alegou que havia poupado o melhor do rebanho para oferecer de sacrifício a Deus. A resposta que recebeu de Deus, através do profeta Samuel, foi:

"Tem porventura o Senhor tanto prazer em holocaustos e sacrifícios, como em que se obedeça à palavra do Senhor? Eis que o obedecer é melhor do que o sacrificar; e o atender melhor é do que a gordura de carneiros. Porque a rebelião é como o pecado de feitiçaria, e a obstinação é como iniquidade e idolatria" 1 Sm 15:22.

Nos próximos 3 minutos Jesus revela a bendita esperança dos que já se converteram.

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#239 Amor



Leitura: João 13:35
Vídeo: http://www.youtube.com/watch?v=wU4CMEgEDp4

O amor é tão antigo quanto o próprio Deus -- é eterno, sempre existiu e sempre existirá. O amor faz parte da essência de Deus. O apóstolo João afirma em sua primeira carta que "Deus é amor". Mas como o amor podia existir antes de todas as coisas? Como Deus podia amar quando ainda não existia alguém para ser amado?

É aí que entra a Trindade, uma palavra usada para explicar que Deus é um, porém em três pessoas: Pai, Filho e Espírito Santo. Esse um só Deus em três Pessoas pode ser claramente visto desde o livro de Gênesis. Ali Deus é chamado de Elohim, palavra hebraica plural, e ao criar Adão, Deus fala no plural: "Façamos o homem".

Em João 17, Jesus, o Filho, diz ao Pai: "Me amaste antes da fundação do mundo". Esse amor já era exercitado no seio da Trindade quando não existia nem tempo, nem matéria. Na Bíblia você encontra expressões como "o Pai mesmo vos ama", "Cristo amou a igreja" e "o amor de Deus está derramado em nossos corações pelo Espírito Santo que nos foi dado".

Além disso, por ser onisciente e onipresente no tempo e no espaço, Deus pode amar você antes de você existir. Se você perguntar quando foi que Deus começou a amar você, a resposta correta é "nunca". Ele nunca começou a amar, porque sempre amou. Por não existir uma palavra para expressar a magnitude desse amor, João diz que "Deus amou o mundo de tal maneira". O mundo são as pessoas, e a expressão "de tal maneira" é usada por ser impossível quantificar esse amor.

Portanto, a menos que você creia em Jesus como seu Salvador, jamais irá entender o real significado de um amor que não tem começo e nem fim, porque é eterno. A primeira carta de João diz que nós amamos a Deus "porque ele nos amou primeiro". Como você pode dizer que ama a Deus se ainda não experimentou esse amor crendo em Jesus?

Ao falar desse amor, João diz que "o amor é de Deus, e qualquer que ama é nascido de Deus e conhece a Deus". Isto equivale dizer que se você ainda não nasceu de novo -- de Deus -- só poderá amar com as diferentes formas de amor natural, como o de mãe, o fraterno ou o erótico. Jamais saberá o que é amar com o amor que é derramado pelo Espírito Santo nos corações daqueles nos quais ele habita.

E João vai além, ao escrever que "aquele que não ama [com esse amor de Deus] não conhece a Deus". Quando você nasce de novo e é salvo por Jesus, passa a desfrutar dos benefícios desse amor, como por exemplo, a segurança eterna. Mas digamos que mesmo depois de convertido você ainda teme ser condenado. A Bíblia diz que "no amor não há temor, antes o perfeito amor lança fora o temor; porque o temor tem consigo a pena, e o que teme não é perfeito em amor".

Nos próximos 3 minutos Jesus joga um balde de água fria na autoconfiança de Pedro.

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#238 Identidade de discipulo



Leitura: João 13:31-35
Vídeo: http://www.youtube.com/watch?v=A4BADSxkAM0

O clima na sala muda com a saída de Judas. Aos que ficam Jesus os chama de "filhinhos" e lhes revela o que ocorre nos bastidores: "Agora é glorificado o Filho do Homem, e Deus é glorificado nele". Jesus é o Filho do Homem por ser Deus em humanidade, e "glorificado" significa alguém grandemente honrado. O desejo de Deus para Jesus é visto aqui como já realizado e agora os discípulos sabem disso.

Quando decidiu destruir Sodoma, o Senhor ponderou consigo mesmo: "Ocultarei eu a Abraão o que faço?". Não, ele não ocultaria os seus planos de alguém com quem desfrutava de comunhão. Ter comunhão significa ter coisas em comum. A passagem em Gênesis 17 mostra que Deus não apenas revela a Abraão o que pretende fazer, como escuta com atenção quando este intercede pelos moradores de Sodoma.

Abraão consegue do Senhor a promessa de não destruir a cidade se nela encontrar 50 justos. Em seguida, com um sentimento de amor para com os habitantes de Sodoma, Abraão continua intercedendo:

"Se... de cinquenta justos faltarem cinco?". "Não a destruirei, se eu achar ali quarenta e cinco", responde o Senhor. Abraão insiste: "Quarenta?" "Não o farei por amor dos quarenta". "Trinta?" "Não o farei se achar ali trinta". "Vinte?" "Não a destruirei por amor dos vinte". "Dez?" "Não a destruirei por amor dos dez". Abraão parou no dez, mas eu fico pensando se Deus teria mesmo destruído Sodoma caso Abraão intercedesse até a possibilidade de existir ali apenas um justo.

Depois de salvo pela fé em Jesus e em seu sacrifício na cruz, o crente é deixado aqui para ocupar o lugar que Jesus ocupou, ou seja, ser um testemunho de Deus em um mundo corrompido pelo pecado, e interceder pela salvação de seus habitantes. Esta é a "carteira de identidade" de um verdadeiro discípulo de Jesus: o amor pelas pessoas.

O verdadeiro cristão ama porque Deus o amou primeiro. Ele quer que outros pecadores sejam salvos, porque ele próprio, um pecador, foi alcançado pela misericórdia de Deus. O amor é uma consequência da salvação recebida, não o contrário. As religiões humanas colocam o amor como condição para se receber a salvação. A caridade do homem religioso pode parecer piedade, mas é interesseira. Ele ama o próximo porque acredita que isso irá contar pontos em sua salvação.

A Lei dada a Moisés dizia "amarás ao teu próximo como a ti mesmo". Jesus, porém, diz aos que já são salvos: "Amai a vossos inimigos, bendizei os que vos maldizem, fazei bem aos que vos odeiam, e orai pelos que vos maltratam e vos perseguem". Para quê? Para ser salvo? Não, mas por já ter sido salvo e não ter sido tratado por Deus com o rigor que merecia. Ao crer em Jesus você recebe o que não merecia: a salvação. E fica livre de receber o que merecia: a condenação eterna.

Se você acha que amor é aquilo que você vê nos filmes e romances, é melhor ficar atento ao que irá aprender nos próximos 3 minutos.

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As ideias aqui não são originalmente minhas, mas são fruto do que tenho aprendido da Palavra de Deus fora dos sistemas denominacionais com irmãos congregados ao nome do Senhor e também com autores de outras épocas que congregavam assim, como J. G. Bellett, C. H. Brown, J. N. Darby, E. Dennett, W. W. Fereday, J. L. Harris, W. Kelly, C. H. Mackintosh, A. Miller, F. G. Patterson, A. J. Pollock, H. L. Rossier, H. Smith, C. Stanley, W. Trotter, G. V. Wigram e muitos outros. Uma lista completa em inglês você encontra neste link.

Para baixar os vídeos:

http://www.mediafire.com/?50ddj2c90jjjs É permitido gravar, copiar e distribuir gratuitamente.