"Então o SENHOR me respondeu, e disse: Escreve a visão e torna bem legível sobre tábuas,
para que a possa ler quem passa correndo". Habacuque 2:2

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#516 Tres estagios



Leitura: Lucas 14:15
Vídeo: http://youtu.be/RTDhK0VXn-s

As passagens que falam genericamente de ressurreição usam a expressão “ressurreição dos mortos”, mas a ressurreição de Cristo e dos salvos é tratada como “ressurreição dentre os mortos”. Isto é para indicar que Jesus foi tirado de entre os que estavam mortos. A mesma expressão “dentre os mortos” é usada também para a ressurreição dos salvos por Cristo, pois os corpos dos demais permanecerão na morte até o juízo final. Por isso Paulo escreve em Filipenses 3:11 que aguardava “a ressurreição dentre os mortos”.

A ressurreição dos salvos é chamada de “primeira ressurreição” em Apocalipse 20:5, “ressurreição da vida” em João 5:29 e “ressurreição dos justos” em Lucas 14:14. Mas ela acontece em pelo menos três estágios: Primeiro Cristo, que é “as primícias”, cuja ressurreição revela o que acontecerá também com os que crerem nele. Hoje existe apenas um Homem de carne e ossos no céu, porém depois da ressurreição dos mortos em Cristo e a transformação dos vivos no arrebatamento da igreja, todos os crentes que morreram hoje estão em espírito no céu receberão seus corpos à semelhança do que aconteceu com Jesus.

Então o céu será habitado por milhões de seres humanos em corpos de carne e ossos, porém diferentes deste corpo natural, pois poderão viver na eternidade, quando o tempo deixar de existir. Mas serão corpos tangíveis, e não espíritos, como Jesus explicou depois de ressuscitar: “Vejam as minhas mãos e os meus pés. Sou eu mesmo! Toquem-me e vejam; um espírito não tem carne nem ossos, como vocês estão vendo que eu tenho” (Lc 24:39). Ele surgiu em um aposento com as portas fechadas e comeu peixe com os discípulos.

A ressurreição de Jesus é a primeira fase da primeira ressurreição; a ressurreição dos que morreram em Cristo e a transformação dos vivos no arrebatamento é a segunda fase. A terceira fase seria a ressurreição dos mártires da grande tribulação que virá após o arrebatamento da igreja. Alguns acreditam que os santos do Antigo Testamento ressuscitarão nesta fase, porém eu creio que eles estejam entre os “mortos em Cristo” (1 Ts 4:16) ressuscitados no arrebatamento. Poderá haver ainda mais uma ressurreição ou transformação dos corpos no final do milênio, pois devemos nos lembrar de que a terra no reinado de Cristo será habitada por pessoas vivas em corpos naturais e que ainda haverá morte. Sugiro a leitura das passagens que falam da primeira, segunda e terceira fases da primeira ressurreição em 1 Coríntios 15, 1 Tessalonicenses 4:15-18 e Apocalipse 14:13.

Nos próximos 3 minutos veremos a segunda ressurreição, mas espero sinceramente que você não esteja entre os que participarão dela.

(Mario Persona é palestrante e consultor de comunicação, marketing e desenvolvimento profissional (www.mariopersona.com.br). Não possui formação ou título eclesiástico e nem está ligado a alguma denominação religiosa, estando congregado desde 1981 somente ao Nome do Senhor Jesus. Esta mensagem originalmente não contém propaganda. Alguns sistemas de envio de email ou RSS costumam adicionar mensagens publicitárias que podem não expressar a opinião do autor.)

#515 Duas ressurreicoes



Leitura: Lucas 14:15
Vídeo: http://youtu.be/M2aNR48d9o0

Ao falar da atitude que caracteriza um salvo por Cristo, que é a de dar sem esperar receber algo em troca, Jesus complementa dizendo que “a sua recompensa virá na ressurreição dos justos” (Lc 14:14). Muitos ficam confusos com esta passagem e mais ainda com a de João 5:28-29, que diz: “Está chegando a hora em que todos os que estiverem nos túmulos ouvirão a sua voz e sairão; os que fizeram o bem ressuscitarão para a vida, e os que fizeram o mal ressuscitarão para serem condenados”. Afinal, a salvação é por graça ou por mérito para quem faz o bem?

“Vocês são salvos pela graça, por meio da fé, e isto não vem de vocês, é dom de Deus”, diz Paulo em Efésios 2:8. Quando uma afirmação assim esbarra em outra que parece contradizê-la, devemos nos lembrar de que não existem contradições na Palavra de Deus. Então o que significaria a expressão “os que fizeram o bem ressuscitarão para a vida”? Simples. Uma pessoa salva por graça fica capacitada por Deus a fazer o bem, e assim é identificada. Ela receberá uma recompensa ou galardão pelo bem que Deus a capacitou fazer quando ressuscitar para a vida eterna. As demais pessoas também ressuscitarão, mas para serem condenadas.

Apesar de ambas as ressurreições aparecerem juntas neste versículo, isto não significa que ocorrerão simultaneamente. A Bíblia ainda fala de um terceiro tipo de ressurreição, a de pessoas como Lázaro que ressuscitaram em seus velhos corpos e depois morreram outra vez. Não era uma ressurreição permanente e só acontecia com quem já era convertido antes de morrer. Deus não iria ressuscitar um incrédulo para dar a impressão de que existiria uma segunda chance de se converter após a morte. Até hoje Jesus é o único que ressuscitou em um corpo glorioso como o que os salvos terão. É o que vemos em 1 Coríntios 15:

“Cristo ressuscitou dentre os mortos, sendo as primícias [ou o primeiro] dentre aqueles que dormiram. Visto que a morte veio por meio de um só homem, também a ressurreição dos mortos veio por meio de um só homem. Pois da mesma forma como em Adão todos morrem, em Cristo todos serão vivificados. Mas cada um por sua vez: Cristo, o primeiro; depois, quando ele vier, os que lhe pertencem. Então virá o fim, quando ele entregar o Reino a Deus, o Pai, depois de ter destruído todo domínio, autoridade e poder” (1 Co 15:20-23).

Portanto existem duas ressurreições -- a dos salvos e a dos pedidos -- mas a primeira ocorrerá em diferentes estágios, como veremos nos próximos 3 minutos.

(Mario Persona é palestrante e consultor de comunicação, marketing e desenvolvimento profissional (www.mariopersona.com.br). Não possui formação ou título eclesiástico e nem está ligado a alguma denominação religiosa, estando congregado desde 1981 somente ao Nome do Senhor Jesus. Esta mensagem originalmente não contém propaganda. Alguns sistemas de envio de email ou RSS costumam adicionar mensagens publicitárias que podem não expressar a opinião do autor.)

#514 Graca produz graca



Leitura: Lucas 14:12-15
Vídeo: http://youtu.be/Ojf0SKZQSNg

Nos últimos 3 minutos, Jesus falou dos convidados que exaltavam a si mesmos buscando os melhores lugares. Agora o recado é para o anfitrião: “Quando você der um banquete ou jantar, não convide seus amigos, irmãos ou parentes, nem seus vizinhos ricos; se o fizer, eles poderão também, por sua vez, convidá-lo, e assim você será recompensado” (Lc 14:12). Ao entregar o seu Filho à morte por pecadores, Deus não esperava encontrar merecedores. Ele não convidaria os melhores do mundo, os mais inteligentes, os mais versados na Bíblia ou os ganhadores do Prêmio Nobel para fazerem parte de sua família. Em 1 Coríntios, Paulo descreve como são os que Deus escolhe:

“Irmãos, pensem no que vocês eram quando foram chamados. Poucos eram sábios segundo os padrões humanos; poucos eram poderosos; poucos eram de nobre nascimento. Mas Deus escolheu as coisas loucas do mundo para envergonhar os sábios, e escolheu as coisas fracas do mundo para envergonhar as fortes. Ele escolheu as coisas insignificantes do mundo, as desprezadas e as que nada são, para reduzir a nada as que são, para que ninguém se vanglorie diante dele... para que, como está escrito: ‘Quem se gloriar, glorie-se no Senhor’” (1 Co 1:26-31).

Nesta vida tudo é conseguido com esforço, trabalho e estudos, menos a salvação eterna que você só pode receber por graça, não por mérito. A razão é que toda a glória deve ser exclusivamente de Deus. Ele é o anfitrião que convida a todos para cearem em sua casa, mas nem todos querem. Mais adiante neste capítulo 14 de Lucas o Senhor irá falar do homem rico que obriga “os pobres, os aleijados, os cegos e os mancos” (Lc 14:21) a participarem de sua ceia, pois se dependesse deles não iriam querer. O significado do termo “graça” é “favor imerecido”, e não existe outro meio de você ser salvo a menos que aceite o convite de Deus para crer em Cristo, que morreu em seu lugar para que você pudesse ser salvo.

Jesus instrui o anfitrião com estas palavras, mostrando assim o comportamento que espera de quem foi salvo por graça: agir também em graça sem esperar por recompensa. Ele diz: “Quando você der um banquete, convide os pobres, os aleijados, os mancos, e os cegos. Feliz será você, porque estes não têm como retribuir. A sua recompensa virá na ressurreição dos justos” (Lc 14:13-14). Os chamados “justos” aqui não recebem esta designação por algo que tenham feito, mas por terem sido justificados por Deus. Eles participarão da “ressurreição da vida” (Jo 5:29), e é de ressurreição que falaremos nos próximos 3 minutos.

(Mario Persona é palestrante e consultor de comunicação, marketing e desenvolvimento profissional (www.mariopersona.com.br). Não possui formação ou título eclesiástico e nem está ligado a alguma denominação religiosa, estando congregado desde 1981 somente ao Nome do Senhor Jesus. Esta mensagem originalmente não contém propaganda. Alguns sistemas de envio de email ou RSS costumam adicionar mensagens publicitárias que podem não expressar a opinião do autor.)

#513 Humilhados exaltados



Leitura: Lucas 14:7-11
Vídeo: http://youtu.be/zSsaAMLyLMM

Ainda na casa do fariseu, Jesus observa como os convidados escolhem os lugares de honra à mesa, e conta uma parábola: “Quando alguém o convidar para um banquete de casamento, não ocupe o lugar de honra, pois pode ser que tenha sido convidado alguém de maior honra do que você. Se for assim, aquele que convidou os dois virá e lhe dirá: ‘Dê o lugar a este’. Então, humilhado, você precisará ocupar o lugar menos importante. Mas quando você for convidado, ocupe o lugar menos importante, de forma que, quando vier aquele que o convidou, diga-lhe: ‘Amigo, passe para um lugar mais importante’. Então você será honrado na presença de todos os convidados. Pois todo o que se exalta será humilhado, e o que se humilha será exaltado” (Lc 14:7-11).

A exaltação própria é uma forma de hipocrisia, por você achar que é mais importante do que é na realidade. Jesus denuncia a hipocrisia dos fariseus, que queriam parecer justos, quando não passavam de “sepulcros caiados: bonitos por fora, mas por dentro cheios de ossos e de todo tipo de imundície” (Mt 23:27). Se você achar que é bom o suficiente para merecer o céu ainda não entendeu que “Cristo Jesus veio ao mundo para salvar os pecadores”, e não os bons (1 Tm 1:15). Se você se considera pecador, há esperança para você. Caso se considere melhor que um marginal, o mais provável é que ele seja salvo e você não.

O pecado de Satanás foi a auto exaltação. Antes de enganar Eva, mentindo que ela seria “como Deus” (Gn 3:5), ele já tinha enganado a si mesmo, ao dizer: “Subirei aos céus; erguerei o meu trono acima das estrelas de Deus; eu me assentarei no monte da assembleia, no ponto mais elevado do monte santo. Subirei mais alto que as mais altas nuvens; serei como o Altíssimo” (Is 14:13-14). Imagine um ser criado querer ficar acima de seu Criador! A resposta de Deus foi: “Às profundezas do Sheol você será levado, irá ao fundo do abismo!” (Is 14:15).

Por causa do pecado todos somos hipócritas e mentirosos por natureza, sempre buscando a exaltação própria à custa de outros e por necessidade de autoafirmação. Quando alguém se torna religioso, como os fariseus que nesta passagem, corre o risco de ser identificado com a lista das características dos religiosos nos últimos dias da cristandade em 2 Timóteo 3:1-5. Ela termina com “aparência de piedade”. Você pode enganar muita gente querendo parecer fiel e santo, mas não vai enganar a Deus que tudo vê. É por isso que “todo o que se exalta será humilhado, e o que se humilha será exaltado” (Lc 14:11). Na primeira turma está Satanás. Na última, os verdadeiros crentes.

Aqui Jesus falou dos convidados. Nos próximos 3 minutos ele fala do anfitrião.

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#512 Cura, exaltacao e recompensa



Leitura: Lucas 14:1-14
Vídeo: http://youtu.be/rVo-FH-fWqg

O capítulo 14 de Lucas começa com o convite de um fariseu para Jesus comer em sua casa. Na sequência vemos três coisas que caracterizam alguém que se aproxima de Jesus na condição que Deus espera do pecador: cura, exaltação e recompensa. Estas três coisas estão representadas na cura de um homem hidrópico, na exaltação do que se coloca em último lugar e na recompensa dos que sabem que “há maior felicidade em dar do que em receber” (At 20:35).

Tão logo Jesus entra na casa do fariseu duas coisas ficam evidentes. Ali está um homem hidrópico, isto é, que sofre de inchaço no corpo, uma figura perfeita do pecador inchado de pecados e incapaz de curar-se a si mesmo. Jesus conhece os pensamentos dos fariseus e doutores da lei que estão ali e lança uma pergunta desafiadora: “É permitido ou não curar no sábado?” (Lc 14:3). Eles obviamente acham que curar no sábado é uma transgressão da Lei e no capítulo anterior o dirigente da sinagoga havia declarado isto. Porém agora até mesmo os juízes de Israel ficam em silêncio. Aqueles homens que sabiam a Lei de cor e salteado não podem apontar uma passagem sequer em que a guarda da lei anule a misericórdia e graça de Deus.

Jesus cura o homem e ainda revela o que há no coração daqueles que exigem que você guarde a Lei para ser salvo. Anote aí para nunca mais se esquecer: Todo religioso legalista é um hipócrita. Ele vai dizer o que você deve fazer enquanto ele mesmo só finge que faz. Jesus já havia mostrado isso quando falou dos fariseus no Evangelho de Mateus, dizendo que eles “não praticam o que pregam”, pois “atam fardos pesados e os colocam sobre os ombros dos homens, mas eles mesmos não estão dispostos a levantar um só dedo para movê-los. Tudo o que fazem é para serem vistos pelos homens” (Mt 23:3-5).

Depois de curar e ordenar que o homem saísse dali, Jesus vira-se para os fariseus e faz outra pergunta que eles também não ousam responder, pois a resposta denunciaria a hipocrisia deles: “Se um de vocês tiver um filho ou um boi, e este cair num poço no dia de sábado, não irá tirá-lo imediatamente?” (Lc 14:5). No capítulo anterior, após curar a mulher encurvada e ser repreendido pelo chefe da sinagoga, Jesus revelou a hipocrisia deles com uma pergunta semelhante: “Hipócritas! Cada um de vocês não desamarra no sábado o seu boi ou jumento do estábulo e o leva dali para dar-lhe água?” (Lc 13:15). Naquele caso era o cuidado com as necessidades, agora é o cuidado com a vida. O legalismo sempre irá querer impedir a graça de Deus de salvar o pecador.

Nos próximos 3 minutos veja o que Cristo pensa da exaltação própria.

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#511 Não me verao mais...



Leitura: Lucas 13:34-35
Vídeo: http://youtu.be/bmNfgDGG9Js

Muitos questionam a divindade de Jesus, apesar de a Bíblia afirmar isso em muitos lugares. Mas existem passagens que dão a entender que Jesus é Divino, porém de forma indireta. É o caso do primeiro versículo da carta aos Gálatas, no qual Paulo apresenta suas credenciais dizendo que foi “enviado, não da parte de homens... mas por Jesus Cristo e por Deus Pai” (Gl 1:1). O leitor atento irá perceber que ele fala de duas categorias: a dos que são meramente humanos e outra, na qual estão “Jesus Cristo e... Deus Pai”.

Nos dois últimos versículos de Lucas 13 também é possível perceber a divindade e a eternidade de Jesus, quando ele diz: “Jerusalém, Jerusalém, você, que mata os profetas e apedrejas os que lhe são enviados! Quantas vezes eu quis reunir os seus filhos, como a galinha reúne os seus pintinhos debaixo das suas asas, mas vocês não quiseram!” (Lc 13:34). Como poderia Jesus ter tentado reunir o povo de Israel sob suas asas se ele tinha apenas trinta anos de idade e seu ministério público só três anos? A resposta é que ele fez isto ao longo da história de Israel, pois Jesus é o mesmo Jeová que encontramos no Antigo Testamento.

A parábola dos lavradores maus, contada por Jesus em Mateus 21, vai se tornando realidade. Nela o dono da vinha envia seus servos para buscar seus frutos, porém “a um espancaram, a outro mataram e apedrejaram o terceiro”, fazendo o mesmo com os que vieram depois. “Por último, enviou-lhes seu filho, dizendo: ‘A meu filho respeitarão’. Mas quando os lavradores viram o filho, disseram uns aos outros: ‘Este é o herdeiro. Venham, vamos matá-lo e tomar a sua herança’. Assim eles o agarraram, lançaram-no para fora da vinha e o mataram” (Mt 21:35-39).

Em nosso capítulo está chegando a hora de cumprir-se a última parte da parábola: “O Reino de Deus será tirado de vocês e será dado a um povo que dê os frutos do Reino” (Mt 21:43). “O Reino de Deus será tirado de vocês” equivale às palavras “Eis que a casa de vocês ficará deserta” do último versículo de Lucas 13. A casa dos judeus realmente está deserta até hoje e o judaísmo é uma religião apenas de formas e rituais, porém sem Deus. O Reino seria dado a outros e é esta a situação atual. Porém, o que muitos cristãos não percebem é que Deus voltaria a tratar com os judeus no futuro e que um remanescente de judeus fiéis receberia a Cristo quando ele viesse estabelecer seu reino visível na terra. É disto que Jesus fala aqui: “Eu lhes digo que vocês não me verão mais até que digam: ‘Bendito o que vem em nome do Senhor’” (Lc 13:35).

Nos próximos 3 minutos Jesus cura, exalta e recompensa.

(Mario Persona é palestrante e consultor de comunicação, marketing e desenvolvimento profissional (www.mariopersona.com.br). Não possui formação ou título eclesiástico e nem está ligado a alguma denominação religiosa, estando congregado desde 1981 somente ao Nome do Senhor Jesus. Esta mensagem originalmente não contém propaganda. Alguns sistemas de envio de email ou RSS costumam adicionar mensagens publicitárias que podem não expressar a opinião do autor.)

#510 A hipocrisia dos fariseus



Leitura: Lucas 13:31-33
Vídeo: http://youtu.be/u-Q48BpthIQ

No versículo 31 deste capítulo 13 de Lucas vemos os fariseus preocupados com a segurança de Jesus. Eles se aproximam dele e avisam: “Saia e vá embora daqui, pois Herodes quer matá-lo” (Lc 13:31). O que os fariseus provavelmente queriam era que Jesus se escondesse e parasse de criticá-los em público. Herodes talvez quisesse o mesmo, pois temia que Jesus fosse a ressurreição de João Batista, ao qual havia mandado decapitar. Tirá-lo de circulação poderia resolver o problema do rei e dos religiosos judeus sem precisar matá-lo, já que isto geraria um protesto da multidão que o seguia.

Por natureza, todo ser humano deseja o mesmo: livrar-se de Jesus. Alguns tentam se livrar dele combatendo tudo que tenha qualquer ligação com o cristianismo. É o caso de países islâmicos avessos ao evangelho. Outros tentam ser indiferentes, mas não conseguem calar suas consciências quando colocam a cabeça no travesseiro. Mas existe ainda um terceiro tipo, que é o mais ladino e perigoso, e é esta a posição tanto de Herodes quanto dos fariseus neste momento. Eles adotam a estratégia: “Se não puder lutar contra seu inimigo, junte-se a ele”.

Hoje muitos fazem isso. Apesar de não terem qualquer simpatia por Jesus, fingem que são seus aliados para atingir seus interesses mesquinhos. São aqueles que vestem um manto de cristianismo apenas quando convém. Você já deve ter ouvido falar de políticos ateus que, depois de eleitos, dizem “Graças a Deus” e passam a cortejar os que se dizem cristãos. Herodes, que nem judeu era e sim usurpador do trono, capacho dos romanos e inimigo do povo de Deus aparece aqui numa conveniente aliança com os religiosos judeus contra Jesus.

Mas Jesus conhece a hipocrisia deles e manda um recado a Herodes: “Vão dizer àquela raposa: ‘Expulsarei demônios e curarei o povo hoje e amanhã, e no terceiro dia estarei pronto’. Mas, preciso prosseguir hoje, amanhã e depois de amanhã, pois certamente nenhum profeta deve morrer fora de Jerusalém!” (Lc 13:32-33). Nenhum religioso ou governante iria interferir naquilo que já estava determinado por Deus. Jesus não fala de três dias literais, mas de um testemunho completo, o que é sempre representado por dois ou três. Ele completaria o tempo do seu testemunho à nação incrédula de Israel, morreria e ressuscitaria conforme estava determinado. Jerusalém acrescentaria à sua lista de profetas assassinados o nome do próprio Messias e Rei de Israel.

Em função dessa rejeição, nos próximos 3 minutos Jesus lamenta o destino de Jerusalém.

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#509 Primeiros e ultimos



Leitura: Lucas 13:25-30
Vídeo: http://youtu.be/OUXbRIxrdh4

Após falar da persistência necessária para se entrar no Reino que os judeus tanto esperavam, Jesus continua em forma de parábola: “Quando o dono da casa se levantar e fechar a porta, vocês ficarão do lado de fora, batendo e pedindo: ‘Senhor, abre-nos a porta... comemos e bebemos contigo, e ensinaste em nossas ruas’. Mas ele responderá: ‘Não os conheço, nem sei de onde são vocês. Afastem-se de mim, todos vocês, que praticam o mal!’ Ali haverá choro e ranger de dentes, quando vocês virem Abraão, Isaque e Jacó e todos os profetas no Reino de Deus, mas vocês excluídos. Pessoas virão do oriente e do ocidente, do norte e do sul, e ocuparão os seus lugares à mesa no Reino de Deus” (Lc 13:25-29).

Jesus fala de um evento na terra, não no céu. A referência aos quatro pontos cardeais não faria sentido no céu. A igreja, que nos evangelhos era um mistério a ser revelado mais tarde a Paulo, não aparece nestas parábolas. Mas em seu testemunho exterior a cristandade representa hoje o Reino, onde o joio e o trigo caminham lado a lado. Após o arrebatamento da igreja restarão aqui judeus e gentios, alguns dos quais se converterão e serão introduzidos vivos no Reino de mil anos após passarem por grande tribulação. Mas os que hoje escutam o evangelho da graça e não creem ficarão na terra após o arrebatamento, sem uma segunda chance de conversão. Só quem nunca escutou poderá se converter.

O mundo está cheio de cristãos que praticam sua religião, participam da ceia comendo do pão e bebendo do cálice, e escutam os pregadores da Palavra que falam em nome de Jesus. São estes que irão argumentar: “Comemos e bebemos contigo, e ensinaste em nossas ruas” (Lc 13:26). Porém o Senhor não os reconhecerá. Eles são o joio, que é muito semelhante ao trigo, mas cujas folhas não acompanham o sol, como o trigo faz. Participar de cerimônias cristãs não faz de você um cristão. Comer do pão e beber do cálice não é garantia de que sua comunhão seja com Cristo. A característica dos falsos discípulos é que eles praticam o mal, já que a religião não dá uma vida nova para se viver para Deus.

Mas quem são os “últimos que serão primeiros, e primeiros que serão últimos” (Lc 13:30)? Os primeiros a receberem os oráculos de Deus foram os judeus, porém seu legalismo os privou de apreciar a graça imerecida. Já os gentios que se converterem durante os tempos de tribulação que precedem o estabelecimento do Reino na terra, serão os primeiros a apreciar a gratuidade da salvação sem as amarras do legalismo e do cerimonial judeu.

Nos próximos 3 minutos Jesus continua sua jornada para Jerusalém, onde deve morrer.

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#508 Contexto



Leitura: Lucas 13:22-24
Vídeo: http://youtu.be/DtqtI61FkV0

Você já começou a conversar com alguém e depois descobriu que falavam de assuntos diferentes? Isto ocorre por usarmos palavras com significados diferentes para diferentes pessoas. Se você pedir uma receita à cozinheira, ela pensará em comida, mas se pedir ao médico ele pensará em medicamento. Se o macaco de seu carro tiver problemas, não peça a opinião de seu amigo veterinário. Vá direto a um mecânico ou loja de autopeças. Portanto, ao ler a Bíblia, procure saber o contexto para não entender errado o que está sendo falado.

A primeira edição da Bíblia em inglês, publicada em 1535 por iniciativa do Rei Tiago da Inglaterra, ou “King James”, trazia um prefácio de Miles Coverdale que dizia: “Será de grande auxílio para entenderes as Escrituras se atentares, não apenas para o que é dito ou escrito, mas de quem e para quem, com que palavras, em que época, onde, com que intenção, em quais circunstâncias, e considerando o que vem antes e o que vem depois”.

Este cuidado deve ser aplicado na pergunta que o homem faz a Jesus: “Senhor, serão poucos os salvos?”. Para os judeus, “salvação” costumava representar a libertação das mãos dos inimigos para habitar em paz na terra prometida sob o reino do Messias. Você não encontra no Antigo Testamento o conceito celestial de salvação. A esperança de Israel era na terra, não no céu, e para o cristão os exemplos de salvação do Antigo Testamento servem como sombras e figuras das coisas celestiais, pois a esperança da igreja é celestial, não terrena.

Portanto, a pergunta deste judeu pode muito bem ser traduzida assim: “Senhor, serão poucos os que sobreviverão para entrar no Reino?”. Jesus diz: “Esforcem-se para entrar pela porta estreita, porque eu lhes digo que muitos tentarão entrar e não conseguirão” (Lc 13:24). Considerando que o Reino em seu estado atual é uma mistura de joio e trigo, apenas os esforçados conseguem suportar a oposição. Para estes a porta é estreita por causa das dificuldades, mas volto a dizer que a resposta de Jesus não está se referindo à salvação da alma e à entrada no céu.

Se você entender que para um judeu é isto que significa “salvação”, entenderá também que muitos erram ao interpretar como salvação eterna passagens como Mateus 24, que diz que “aquele que perseverar até o fim será salvo” (Mt 24:13). O trecho fala claramente de sobrevivência, de estar vivo por ocasião do estabelecimento do Reino do Messias na terra. Por isso naquele capítulo é explicado que “se aqueles dias não fossem abreviados, ninguém sobreviveria”, ou “seria salvo”, como dizem outras versões (Mt 13:22).

Nos próximos 3 minutos Jesus fala do estabelecimento do Reino.

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#507 A massa fermentada



Leitura: Lucas 13:20-21
Vídeo: http://youtu.be/rtBeCADrM0k

Mais uma vez Jesus faz uma previsão negativa a respeito do crescimento anormal do testemunho de Deus, hoje representado pela cristandade. Agora é a vez de você passar uma borracha no que aprendeu dos teólogos e líderes religiosos sobre o significado da massa fermentada. Jesus volta a fazer uma pergunta seguida da resposta na forma de uma figura: “A que compararei o Reino de Deus? É como o fermento que uma mulher misturou com uma grande quantidade de farinha, e toda a massa ficou fermentada” (Lc 13:20-21).

Assim como aconteceu com a semente de mostarda, que cresceu além do normal até virar uma aberração, a massa também representa um crescimento da cristandade no mundo, porém causado por fermento. Tente encontrar na Bíblia um significado positivo para “fermento” e você não achará. Desde sua primeira menção no livro de Êxodo, até a última na carta de Paulo aos Gálatas, o fermento sempre tem conotação negativa.

Em Êxodo 12:15 Deus ordenava: “No primeiro dia tirem de casa o fermento, porque quem comer qualquer coisa fermentada, do primeiro ao sétimo dia, será eliminado de Israel”. Ao falar da má doutrina que contamina, Paulo escreveu em Gálatas 5:9: “Um pouco de fermento leveda toda a massa”, usando a mesma expressão de 1 Coríntios 5 ao tratar do pecado moral e do “fermento da maldade e da perversidade” (1 Co 5:8). Nos evangelhos o Senhor alertou os discípulos: “Cuidado com o fermento dos fariseus e dos saduceus” e eles “entenderam que não estava lhes dizendo que tomassem cuidado com o fermento de pão, mas com o ensino dos fariseus e dos saduceus” (Mt 16:6-12).

Considerando que o crescimento na igreja se dá pelo ensino da Palavra, e que o fermento é comparado à má doutrina, como interpretar o papel da mulher na parábola? Entendendo os limites que Deus coloca ao ministério das mulheres. Em 1 Coríntios 14, a ordem para que as mulheres permaneçam caladas nas igrejas é chamada de “mandamento do Senhor” (1 Co 14:33-37). Em 1 Timóteo, Paulo explica a razão: “Não permito que a mulher ensine, nem que tenha autoridade sobre o homem. Esteja, porém, em silêncio. Porque primeiro foi formado Adão, e depois Eva. E Adão não foi enganado, mas sim a mulher” (1 Tm 2:11-14).

Deus diz que a mulher é suscetível ao engano e por isso não deve ensinar. Além disso, no Éden, Deus colocou inimizade entre a serpente e a mulher, o que a transformou no alvo predileto do diabo. Outra pista para entendermos o que significa a mulher que introduz fermento na massa é o costume católico e protestante de dizer que “a igreja ensina”, quando a igreja, por ser a noiva, jamais deveria ensinar. A igreja aprende; quem ensina são os dons dados à igreja. Antes de você me chamar de machista ou avesso às mulheres é melhor conferir se é isso mesmo que a Bíblia diz. Se for, o melhor a fazer é se submeter ao ensino do Espírito Santo de Deus.


(Mario Persona é palestrante e consultor de comunicação, marketing e desenvolvimento profissional (www.mariopersona.com.br). Não possui formação ou título eclesiástico e nem está ligado a alguma denominação religiosa, estando congregado desde 1981 somente ao Nome do Senhor Jesus. Esta mensagem originalmente não contém propaganda. Alguns sistemas de envio de email ou RSS costumam adicionar mensagens publicitárias que podem não expressar a opinião do autor.)

#506 A arvore mutante



Leitura: Lucas 13:18-19
Vídeo: http://youtu.be/2Qq5AoXhL6I

Primeiro Jesus compara o seu Reino a uma hortaliça: “É como um grão de mostarda que um homem semeou em sua horta. Ele cresceu e se tornou uma árvore, e as aves do céu fizeram ninhos em seus ramos” (Lc 13:18-19). Se quiser entender a Bíblia você deve buscar as respostas na própria Bíblia, e é o que vamos fazer aqui para entender o significado da árvore e das aves em seus ramos.

Se você aprendeu que a semente de mostarda transformada em árvore é uma figura positiva do avanço do evangelho no mundo, é melhor passar uma borracha nessa ideia. Alguns acrescentam que os pássaros aninhados seriam os líderes religiosos instalados nos diferentes ramos da cristandade para promover o crescimento da igreja. Apesar de uma explicação assim ser tão conveniente e confortável para eles quanto os ninhos, eles deveriam se envergonhar de aplicar a si mesmos uma posição que o Senhor rejeitou. Ele disse: “As aves do céu têm seus ninhos, mas o Filho do homem não tem onde repousar a cabeça” (Lc 9:58).

Para começar, um pé de mostarda cresce no máximo até um metro e vinte. Ninguém chamaria isso de árvore e é improvável que pássaros façam ninhos em seus ramos. Portanto Jesus está falando de uma mutação, um crescimento anormal do Reino na terra. Na Bíblia a árvore é uma figura da humanidade, que tem raízes na terra e não no céu. No capítulo 4 de seu livro o profeta Daniel compara a grande árvore do sonho de Nabucodonosor ao próprio rei, cujos domínios se estenderiam por toda a terra. Mas aquela árvore seria derrubada, pois seu crescimento anormal não vinha de Deus, e sim do homem.

Na Bíblia encontramos também o significado das aves do céu. Na Parábola do Semeador Jesus diz que as “aves” que comem as sementes caídas à beira do caminho representam Satanás. Apocalipse 18:2 diz que Babilônia “se tornou habitação de demônios e antro de todo espírito imundo, antro de toda ave impura e detestável”. Você já sabe que Babilônia é a futura cristandade apóstata, aquela que deveria se apresentar como noiva de Cristo, mas surpreende o apóstolo João ao surgir na visão como uma meretriz.

Portanto Jesus está dizendo que, nas mãos dos homens, o Reino teria um crescimento anormal. A história da cristandade mostra que os ramos dessa árvore sempre serviram para aninhar “toda ave impura e detestável”. A árvore não é uma imagem positiva do crescimento do evangelho, e sim do futuro sombrio do testemunho de Deus na terra. Este se tornaria uma aberração nas mãos dos homens e abrigaria líderes da pior espécie. Paulo os chama de “falsos apóstolos, obreiros enganosos, fingindo-se apóstolos de Cristo” e acrescenta que “o próprio Satanás se disfarça de anjo de luz. Portanto, não é surpresa que os seus servos finjam que são servos da justiça” (2 Co 11:14-15).

E a massa fermentada? Nos próximos 3 minutos você verá que terá de passar uma borracha também no que aprendeu sobre isto.

(Mario Persona é palestrante e consultor de comunicação, marketing e desenvolvimento profissional (www.mariopersona.com.br). Não possui formação ou título eclesiástico e nem está ligado a alguma denominação religiosa, estando congregado desde 1981 somente ao Nome do Senhor Jesus. Esta mensagem originalmente não contém propaganda. Alguns sistemas de envio de email ou RSS costumam adicionar mensagens publicitárias que podem não expressar a opinião do autor.)

#505 O Reino



Leitura: Lucas 13:18-21
Vídeo: http://youtu.be/NZiy6JMPPzc

Na história da humanidade você encontra muitos exemplos de reinos e governos que são organizados antes mesmo de assumirem o poder. Geralmente algum partido de oposição ao governo vigente começa a se articular e a decidir quem assumirá cada posição na nova ordem de coisas. Às vezes até mesmo uma nova constituição é redigida para quando o novo governo assumir o controle. Algo semelhante ocorre com o reino de Deus. Ele já existe, mas não está no poder.

É importante entender que “reino de Deus” não é sinônimo de céu ou salvação eterna. O reino é a esfera de governo de um Rei sobre seus súditos, sejam eles submissos ou não. Jesus veio ao mundo para reinar, porém foi rejeitado. Portanto o reino de Deus já estava no mundo funcionando nos bastidores, pois o Rei tinha seguidores em campanha divulgando suas propostas de governo e convidando as pessoas a se filiarem ao reino. Ao mesmo tempo Jesus dava provas de que seu reino era real, ao revelar o seu poder e de como seria a vida na terra quando estivesse no trono. A cura da mulher encurvada era uma dessas provas.

Se você entender isto entenderá a passagem de Hebreus 6 que diz que “para aqueles que uma vez foram iluminados, provaram o dom celestial, tornaram-se participantes do Espírito Santo, experimentaram a bondade da palavra de Deus e os poderes da era que há de vir [ou seja, do Reino], e caíram, é impossível que sejam reconduzidos ao arrependimento” (Hb 6:4-6). Essas pessoas são as mesmas que tiveram um contato direto com Jesus e não foram salvas porque não creram de verdade. Estavam no reino, porém eram contrárias ao Rei.

Elas foram expostas à luz da presença de Cristo, sentiram um gostinho do dom celestial e foram participantes do Espírito Santo ao serem influenciadas por ele. O Espírito é quem convence o pecador do pecado, da justiça e do juízo vindouro, como explica João 16:8, tentando levá-lo a Cristo. Ele também santifica o pecador colocando-o numa posição de privilégio, como a do incrédulo casado com uma mulher crente em 1 Coríntios 7:14. Os “poderes da era que há de vir” são os que Jesus manifestava ao curar doentes e alimentar multidões. Muitos dos que beberam do vinho nas bodas de Caná e comeram do pão que Jesus multiplicou estariam mais tarde cuspindo nele e gritando: “Crucifica-o! Crucifica-o!”.

Para mostrar que na ausência do Rei o Reino iria se deteriorar nas mãos dos homens, Jesus faz uma pergunta e a responde na forma de dois exemplos: “Com que se parece o Reino de Deus? Com que o compararei? É como um grão de mostarda que um homem semeou em sua horta. Ele cresceu e se tornou uma árvore, e as aves do céu fizeram ninhos em seus ramos... É como o fermento que uma mulher misturou com uma grande quantidade de farinha, e toda a massa ficou fermentada” (Lc 13:18-21). Nos próximos 3 minutos você ficará surpreso ao descobrir como as religiões invertem o significado destes exemplos.

(Mario Persona é palestrante e consultor de comunicação, marketing e desenvolvimento profissional (www.mariopersona.com.br). Não possui formação ou título eclesiástico e nem está ligado a alguma denominação religiosa, estando congregado desde 1981 somente ao Nome do Senhor Jesus. Esta mensagem originalmente não contém propaganda. Alguns sistemas de envio de email ou RSS costumam adicionar mensagens publicitárias que podem não expressar a opinião do autor.)
As ideias aqui não são originalmente minhas, mas são fruto do que tenho aprendido da Palavra de Deus fora dos sistemas denominacionais com irmãos congregados ao nome do Senhor e também com autores de outras épocas que congregavam assim, como J. G. Bellett, C. H. Brown, J. N. Darby, E. Dennett, W. W. Fereday, J. L. Harris, W. Kelly, C. H. Mackintosh, A. Miller, F. G. Patterson, A. J. Pollock, H. L. Rossier, H. Smith, C. Stanley, W. Trotter, G. V. Wigram e muitos outros. Uma lista completa em inglês você encontra neste link.

Para baixar os vídeos:

http://www.mediafire.com/?50ddj2c90jjjs É permitido gravar, copiar e distribuir gratuitamente.