"Então o SENHOR me respondeu, e disse: Escreve a visão e torna bem legível sobre tábuas,
para que a possa ler quem passa correndo". Habacuque 2:2

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#542 O administrador corrupto



Leitura: Lucas 16:1-9

Jesus conta a parábola de um homem rico que decide demitir seu administrador. Ao receber o aviso prévio ele se preocupa, pois já não tem idade para fazer trabalho braçal e teria vergonha de mendigar. Então planeja um esquema: chama cada devedor de seu patrão e reduz a dívida para poderem quitá-la. Ele “perguntou ao primeiro: ‘Quanto você deve ao meu senhor? ’ ‘Cem potes de azeite’, respondeu ele. O administrador lhe disse: ‘Tome a sua conta, sente-se depressa e escreva cinquenta’. A seguir perguntou ao segundo: ‘E você, quanto deve? ’ ‘Cem tonéis de trigo’... Ele lhe disse: ‘Tome a sua conta e escreva oitenta’.” (Lc 16:5-7).

Jesus diz que o homem rico elogiou o administrador desonesto, não sua desonestidade, mas sua prudência. Você só entenderá a parábola se ler a conclusão: “Pois os filhos deste mundo são mais astutos no trato entre si do que os filhos da luz.” (Lc 16:16). Por que Jesus diz que os “filhos deste mundo”, isto é, os incrédulos, são mais espertos do que os “filhos da luz” ou crentes? Porque aproveitam o tempo presente para garantir amigos no futuro, como fez o administrador. A lição aqui não é ser desonesto, mas ser prudente e investir no futuro. Por isso Jesus diz: “Usem a riqueza deste mundo ímpio” -- ou “riquezas da injustiça” -- “para ganhar amigos, de forma que, quando ela acabar, estes os recebam nas moradas eternas.” (Lc 16:9).

A “riqueza deste mundo ímpio” é o dinheiro. O cristão deve ser sábio investindo nas coisas que permanecem. O administrador desonesto negociou com dinheiro que não era dele para garantir resultados futuros. Os cristãos também negociam com riqueza que não é deles, mas de Deus, para “ganhar amigos, de forma que, quando ela acabar, estes os recebam nas moradas eternas” (Lc 16:9). A pergunta é: Quantos “amigos” eu e você iremos encontrar na glória? Quantos nós ajudamos a terem suas dívidas perdoadas por Deus para garantirem seu lugar nas “moradas eternas”? E quanto das “riquezas da injustiça”, isto é, do dinheiro que Deus nos dá, nós investimos neste trabalho de “ganhar amigos”?

Nosso tempo aqui na terra é breve, mas os recursos que Deus nos dá para fazer sua obra são infinitos. A questão é saber se somos confiáveis para administrar esses recursos, ao contrário de muitos que passaram por aqui e falharam. Como veremos nos próximos 3 minutos.

(Mario Persona é palestrante e consultor de comunicação, marketing e desenvolvimento profissional (www.mariopersona.com.br). Não possui formação ou título eclesiástico e nem está ligado a alguma denominação religiosa, estando congregado desde 1981 somente ao Nome do Senhor Jesus. Esta mensagem originalmente não contém propaganda. Alguns sistemas de envio de email ou RSS costumam adicionar mensagens publicitárias que podem não expressar a opinião do autor.)
As ideias aqui não são originalmente minhas, mas são fruto do que tenho aprendido da Palavra de Deus fora dos sistemas denominacionais com irmãos congregados ao nome do Senhor e também com autores de outras épocas que congregavam assim, como J. G. Bellett, C. H. Brown, J. N. Darby, E. Dennett, W. W. Fereday, J. L. Harris, W. Kelly, C. H. Mackintosh, A. Miller, F. G. Patterson, A. J. Pollock, H. L. Rossier, H. Smith, C. Stanley, W. Trotter, G. V. Wigram e muitos outros. Uma lista completa em inglês você encontra neste link.

Para baixar os vídeos:

http://www.mediafire.com/?50ddj2c90jjjs É permitido gravar, copiar e distribuir gratuitamente.