"Então o SENHOR me respondeu, e disse: Escreve a visão e torna bem legível sobre tábuas,
para que a possa ler quem passa correndo". Habacuque 2:2

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#587 Sacrificio vivo



Leitura: Lucas 19:12-26

Na parábola deste capítulo vimos dois servos úteis e um inútil e ignorante do caráter de seu senhor. Os dois primeiros foram recompensados por sua iniciativa, enquanto o terceiro foi censurado por sua apatia. Sua desculpa se baseou no que ele pensava de seu senhor. Será que você está entre os que têm a mesma opinião a respeito de Deus? Você o considera um Deus severo, que tira o que não deu e colhe o que não plantou? Esta é a opinião daqueles que acusam Deus de querer privá-los dos prazeres desta vida.

Se tal atitude já é reprovável nos incrédulos, que ignoram que Deus “faz raiar o seu sol sobre maus e bons e derrama chuva sobre justos e injustos” (Mt 5:45), quanto mais nos que dizem crer em Jesus. Nós, os que cremos no Salvador, fomos “lavados... santificados... justificados no nome do Senhor Jesus Cristo e no Espírito de nosso Deus” (1 Co 6:11), e estamos prontos a ocupar um lugar no céu. Se somos deixados na terra é “para fazermos boas obras, as quais Deus preparou de antemão para que nós as praticássemos” (Ef 2:10), e não para vivermos “como os gentios, que vivem na futilidade dos seus pensamentos” (Ef 4:17).

Talvez você alegue ser incapaz de fazer algo para Deus, mas será que não pode orar e interceder pelos que fazem? Talvez sua desculpa seja falta de dinheiro, esquecendo-se da pobre mulher que tinha apenas duas moedas e foi elogiada pelo Senhor por sua liberalidade. Ainda que não tenha coisa alguma, você ainda tem a si mesmo para oferecer. Na carta aos Romanos Paulo exorta os cristãos a oferecerem o próprio corpo “em sacrifício vivo, santo e agradável a Deus”, chamando a isto de “culto racional” (Rm 12:1).

Quando Jesus entregou-se a Deus como sacrifício por mim e por você aquilo significou sua morte. Mas quando um crente é convidado a sacrificar-se para Deus isto significa entregar-se vivo -- seu corpo, seu trabalho, sua adoração e seus bens. Mas nosso sacrifício não é para remover pecados, pois Deus proveu o sacrifício perfeito, Cristo, “oferecido em sacrifício uma única vez, para tirar os pecados de muitos” (Hb 9:28).

Além dos dois servos úteis e do inútil, existe na parábola uma outra classe de pessoas, das quais o Rei declara: “Aqueles inimigos meus, que não queriam que eu reinasse sobre eles, tragam-nos aqui e matem-nos na minha frente!” (Lc 19:27). Esses representam os judeus que não querem se sujeitar a Cristo, algo que até um jumento xucro se dispõe a fazer nos próximos 3 minutos.

(Mario Persona é palestrante e consultor de comunicação, marketing e desenvolvimento profissional (www.mariopersona.com.br). Não possui formação ou título eclesiástico e nem está ligado a alguma denominação religiosa, estando congregado desde 1981 somente ao Nome do Senhor Jesus. Esta mensagem originalmente não contém propaganda. Alguns sistemas de envio de email ou RSS costumam adicionar mensagens publicitárias que podem não expressar a opinião do autor.)
As ideias aqui não são originalmente minhas, mas são fruto do que tenho aprendido da Palavra de Deus fora dos sistemas denominacionais com irmãos congregados ao nome do Senhor e também com autores de outras épocas que congregavam assim, como J. G. Bellett, C. H. Brown, J. N. Darby, E. Dennett, W. W. Fereday, J. L. Harris, W. Kelly, C. H. Mackintosh, A. Miller, F. G. Patterson, A. J. Pollock, H. L. Rossier, H. Smith, C. Stanley, W. Trotter, G. V. Wigram e muitos outros. Uma lista completa em inglês você encontra neste link.

Para baixar os vídeos:

http://www.mediafire.com/?50ddj2c90jjjs É permitido gravar, copiar e distribuir gratuitamente.