"Então o SENHOR me respondeu, e disse: Escreve a visão e torna bem legível sobre tábuas,
para que a possa ler quem passa correndo". Habacuque 2:2

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Uma mensagem urgente



http://youtu.be/QBe6fmotQck

Quando comecei a publicar os vídeos de "O Evangelho em 3 Minutos" no Youtube, também em formato texto neste blog e também em formato áudio no "3 Minutos Podcast" queria evitar que o material pudesse ser utilizado indevidamente por pregadores inescrupulosos como forma de ganhar dinheiro em suas igrejas e programas de rádio e TV. Por isso pedi que fosse usado apenas em blogs pessoais ou cópias de distribuição gratuita.

Cinco anos depois percebo que os inescrupulosos não respeitaram as restrições e elas penalizaram apenas as pessoas de boas intenções. Também recebi testemunhos de pessoas que se converteram por meio das mensagens ouvidas em lugares onde não deveriam ter sido publicadas, como igrejas, rádios e TVs, e até compradas de camelôs.

Por isso decidi liberar para que cada um utilize o material segundo sua consciência para com Deus, desde que não altere o conteúdo e mantenha a referência ao autor. Os vídeos produzidos até aqui continuarão trazendo o texto de proibição mas podem ser utilizados livremente. Alterá-los significaria tirá-los do Youtube e de outros lugares e publicá-los novamente, o que daria um trabalho enorme. Mas os novos não trarão restrições.

www.youtube.com/mp3minutos
www.3minutos.net
www.3minutospodcast.blogspot.com


(Mario Persona é palestrante e consultor de comunicação, marketing e desenvolvimento profissional (www.mariopersona.com.br). Não possui formação ou título eclesiástico e nem está ligado a alguma denominação religiosa, estando congregado desde 1981 somente ao Nome do Senhor Jesus. Esta mensagem originalmente não contém propaganda. Alguns sistemas de envio de email ou RSS costumam adicionar mensagens publicitárias que podem não expressar a opinião do autor.)

#538 Parabola do Pai prodigo



Leitura: Lucas 15:11-32

As três parábolas que abrem o capítulo 15 do Evangelho de Lucas mostram respectivamente o papel do Filho, do Espírito Santo e do Pai na salvação de uma alma. Mas a terceira parábola, a do filho pródigo, é a que mais toca nossos sentimentos por apresentar não uma ovelha ou moeda, mas o pecador de carne e ossos colhendo o fruto amargo de sua rebelião. Esta é a mensagem mais óbvia passada pela parábola, a de que devemos nos arrepender e voltar para a casa do Pai. Mas existe outra mensagem menos óbvia que só percebemos quando analisamos o contexto.

Perceba que o Senhor não conta estas parábolas para os publicanos e pecadores, mas para os religiosos fariseus. Se na primeira parábola eles eram as noventa e nove ovelhas que não se achavam perdidas, nesta eles são representados pelo filho mais velho, o “bom rapaz” da história. O que temos nesta parábola são dois perdidos. Um por ser mau, baladeiro e gastador; outro por ser bom, caseiro e controlado. Independente de seu modo de vida, todo ser humano é um pecador perdido.

Talvez você pergunte a razão do título desta mensagem ser “O Pai pródigo” e não “O filho pródigo”. Se considerarmos que “pródigo” significa “gastador”, podemos dizer que o pai da parábola é bem mais pródigo que o filho rebelde. Por quê? Preste atenção no que ele faz: “Um homem tinha dois filhos. O mais novo disse ao seu pai: ‘Pai, quero a minha parte da herança’. Assim, ele repartiu sua propriedade entre eles.” (Lc 15:11-12). Ao entregar ao filho pródigo a sua parte da herança ele automaticamente fica sem nada, pois o que restou pertence ao outro filho. O próprio pai declara isso ao filho mais velho: “Tudo o que tenho é seu.” (Lc 15:31).

Agora pense no que fez Deus, “aquele que não poupou a seu próprio Filho, mas o entregou por todos nós.” (Rm 8:32). “Porque Deus tanto amou o mundo que deu o seu Filho Unigênito, para que todo o que nele crer não pereça, mas tenha a vida eterna.” (Jo 3:16). O filho pródigo “desperdiçou os seus bens” (Lc 15:13). E Deus, com que gastou o seu maior tesouro, o seu Filho amado? Com pecadores como eu e você; com ladrões, prostitutas e corruptos da pior espécie. Será possível encontrar alguém tão pródigo e “mão aberta” quanto Deus?

Nos próximos 3 minutos vamos acompanhar as desventuras do filho pródigo em seu caminho de volta à casa do pai.

(Mario Persona é palestrante e consultor de comunicação, marketing e desenvolvimento profissional (www.mariopersona.com.br). Não possui formação ou título eclesiástico e nem está ligado a alguma denominação religiosa, estando congregado desde 1981 somente ao Nome do Senhor Jesus. Esta mensagem originalmente não contém propaganda. Alguns sistemas de envio de email ou RSS costumam adicionar mensagens publicitárias que podem não expressar a opinião do autor.)

#537 Uma moeda nas trevas



Leitura: Lucas 15:8-10

Depois da parábola da ovelha perdida o Senhor conta outra que também termina em alegria. Ele diz: “Ou, qual é a mulher que, possuindo dez dracmas e, perdendo uma delas, não acende uma candeia, varre a casa e procura atentamente, até encontrá-la? E quando a encontra, reúne suas amigas e vizinhas e diz: ‘Alegrem-se comigo, pois encontrei minha moeda perdida’. Eu lhes digo que, da mesma forma, há alegria na presença dos anjos de Deus por um pecador que se arrepende” (Lc 15:8-10).

Se antes a perdida era uma ovelha rebelde e capaz de caminhar aonde não devia, agora é uma moeda, um objeto inanimado como o pecador morto e incapaz. Se, por um lado, somos tão incapazes quanto uma moeda de sairmos da perdição causada pelo pecado herdado de Adão, por outro usamos dessa natureza para pecar, entregando nossos corpos à "escravidão à impureza e à maldade que leva à maldade" como "escravos do pecado" (Rm 6:19-20). Andamos praticando pecados como a ovelha desgarrada porque somos pecadores como a moeda perdida.

O trabalho do Pastor foi ir pessoalmente até a ovelha em sua condição perdida e carregá-la nos ombros de volta à sua casa. Jesus desceu da glória dos céus, assumiu a forma humana e foi às últimas consequências para salvar a ovelha perdida. "Embora sendo Deus, não considerou que o ser igual a Deus era algo a que devia apegar-se; mas esvaziou-se a si mesmo, vindo a ser servo, tornando-se semelhante aos homens. E, sendo encontrado em forma humana, humilhou-se a si mesmo e foi obediente até à morte, e morte de cruz!" (Fp 2:6-8).

Se no Pastor vemos o Filho de Deus carregando o peso da salvação de sua ovelha, na mulher vemos os sentimentos do Espírito Santo empenhado na busca daquilo que não quer perder. Para encontrar sua moeda ela acende uma luz, e é pela ação do Espírito que "a luz do evangelho da glória de Cristo, que é a imagem de Deus" (2 Co 4:4) revela ao pecador sua condição de perdido e necessitado. Mas a história não ficaria completa se o Senhor contasse apenas estas duas parábolas que falam do papel do Filho de Deus e do Espírito Santo na salvação do pecador. Falta ainda uma terceira Pessoa da Trindade, o Pai, feliz por avistar ao longe o filho perdido que caminha de volta ao lar.

É o que iremos ver nos próximos 3 minutos na parábola do filho pródigo. Ou será que deveríamos chamá-la de “Parábola do Pai pródigo”?

(Mario Persona é palestrante e consultor de comunicação, marketing e desenvolvimento profissional (www.mariopersona.com.br). Não possui formação ou título eclesiástico e nem está ligado a alguma denominação religiosa, estando congregado desde 1981 somente ao Nome do Senhor Jesus. Esta mensagem originalmente não contém propaganda. Alguns sistemas de envio de email ou RSS costumam adicionar mensagens publicitárias que podem não expressar a opinião do autor.)

#536 Retocado ou perdoado?



Leitura: Lucas 15:4-7

A parábola da ovelha perdida termina dizendo que “haverá mais alegria no céu por um pecador que se arrepende do que por noventa e nove justos que não precisam arrepender-se” (Lc 15:7). Não que os “noventa e nove justos” não tenham de quê se arrepender, pois em Romanos 3:10 diz que “não há nenhum justo, nem um sequer”. Eles acham que não precisam. Sua religião de regras ajuda a aplacar suas consciências, como acontece com qualquer religião que dê aos seus membros uma lista de regras.

Em religiões assim as pessoas adotam um mesmo vocabulário, modo de vestir, corte de cabelo e outros costumes como uma “lei” a ser seguida para se obter a salvação. A conversão pregada ali é de uma mudança apenas exterior, de um modo de vida para outro, algo que até um ateu é capaz de fazer se seguir à risca os "Doze Passos" dos "Alcoólicos Anônimos". Não são novas criaturas, apenas velhas criaturas religiosas e retocadas.

Quando pessoas de religiões assim conseguem cumprir todas as regras sentem-se justas e corretas como os fariseus, e passam a apontar o dedo para quem não pertence à sua religião e não anda segundo as mesmas regras. Quanto maior o número de ‘ímpios’ para os quais puderem apontar o dedo, maior será o sentimento de satisfação e justiça própria.

Em lugares assim as ovelhas não são alimentadas pela Palavra do bom Pastor, mas alimentam-se umas às outras com os chamados ‘testemunhos’. Como ‘quem conta um conto aumenta um ponto’, muitos desses testemunhos são exagerados para impressionar. “Tal pessoa conta detalhadamente suas visões, e sua mente carnal a torna orgulhosa” (Cl 2:18). É desses que Paulo escreveu, ao dizer que “não suportarão a sã doutrina; pelo contrário, sentindo coceira nos ouvidos, segundo os seus próprios desejos juntarão mestres para si mesmos. Eles se recusarão a dar ouvidos à verdade, voltando-se para as fábulas” (2 Tm 4:3-4).

Enquanto isso, os pecadores que reconhecem seu estado arruinado e clamam por perdão são socorridos e transportados pelo Pastor na jornada rumo ao céu.  Eles estão cientes de que em si mesmos não existe qualquer fidelidade ou perseverança que os faça chegar lá, mas é Cristo quem “os manterá firmes até o fim, de modo que... serão irrepreensíveis no dia de nosso Senhor Jesus Cristo” (1 Co 1:8). Em que classe de pessoas você está: na dos religiosos retocados ou dos pecadores perdoados?

(Mario Persona é palestrante e consultor de comunicação, marketing e desenvolvimento profissional (www.mariopersona.com.br). Não possui formação ou título eclesiástico e nem está ligado a alguma denominação religiosa, estando congregado desde 1981 somente ao Nome do Senhor Jesus. Esta mensagem originalmente não contém propaganda. Alguns sistemas de envio de email ou RSS costumam adicionar mensagens publicitárias que podem não expressar a opinião do autor.)

#535 Nos ombros do Pastor



Leitura: Lucas 15:4-7

João, em seu Evangelho, revela uma mudança radical no modo de Deus tratar com Israel. Ali Jesus diz: “Aquele que entra pela porta [do aprisco] é o pastor das ovelhas. O porteiro abre-lhe a porta, e as ovelhas ouvem a sua voz. Ele chama as suas ovelhas pelo nome e as leva para fora. Depois de conduzir para fora todas as suas ovelhas, vai adiante delas, e estas o seguem, porque conhecem a sua voz” (Jo 10:2-4).

As ovelhas de Israel estavam protegidas por um aprisco, “sob a custódia da lei, nela encerrados, até que a fé que haveria de vir fosse revelada”  (Gl 3:23). Jesus era o único Pastor credenciado a entrar, chamar as ovelhas e sair seguido por elas. A partir daí as ovelhas não seriam mais mantidas juntas pelos muros do aprisco legal, mas o Pastor seria o imã que as atrairia para si, mantendo-as em um só rebanho e sob um só Pastor, não mais em um aprisco.

Neste capítulo 15 de Lucas o Senhor conta uma parábola: “Qual de vocês que, possuindo cem ovelhas, e perdendo uma, não deixa as noventa e nove no deserto e vai atrás da ovelha perdida, até encontrá-la? E quando a encontra, coloca-a alegremente sobre os ombros e vai para casa. Ao chegar, reúne seus amigos e vizinhos e diz: ‘Alegrem-se comigo, pois encontrei minha ovelha perdida’. Eu lhes digo que, da mesma forma, haverá mais alegria no céu por um pecador que se arrepende do que por noventa e nove justos que não precisam arrepender-se” (Lc 15:4-7).

As noventa e nove ovelhas representam Israel por meio dos fariseus que aqui criticam Jesus. Elas não são deixadas no aprisco, mas em um lugar deserto, longe dos cuidados e da proteção do Pastor. Enquanto isso ele sai em busca do pecador, a ovelha perdida que está balindo desesperadamente por socorro. Ao encontrá-la o Pastor se alegra duas vezes: uma quando a coloca sobre os ombros e outra ao chegar à sua casa e convocar seus amigos para se alegrarem com ele.

Repare que do momento em que a ovelha perdida é encontrada até chegar ao lar do Pastor ela não pisa o chão. Ao longo do caminho é transportada sobre os fortes ombros do Pastor. Ainda que ela experimente os rigores do sol, do vento e da chuva, nada poderá fazê-la cair, pois é o Pastor quem a mantém segura. Se você já creu em Jesus como seu Salvador, quem é que está neste momento conduzindo você ao lar celestial? Suas próprias pernas? Pense nisto da próxima vez em que lhe vierem dúvidas se chegará ou não ao seu destino; se poderá ou não perder sua salvação.

(Mario Persona é palestrante e consultor de comunicação, marketing e desenvolvimento profissional (www.mariopersona.com.br). Não possui formação ou título eclesiástico e nem está ligado a alguma denominação religiosa, estando congregado desde 1981 somente ao Nome do Senhor Jesus. Esta mensagem originalmente não contém propaganda. Alguns sistemas de envio de email ou RSS costumam adicionar mensagens publicitárias que podem não expressar a opinião do autor.)
As ideias aqui não são originalmente minhas, mas são fruto do que tenho aprendido da Palavra de Deus fora dos sistemas denominacionais com irmãos congregados ao nome do Senhor e também com autores de outras épocas que congregavam assim, como J. G. Bellett, C. H. Brown, J. N. Darby, E. Dennett, W. W. Fereday, J. L. Harris, W. Kelly, C. H. Mackintosh, A. Miller, F. G. Patterson, A. J. Pollock, H. L. Rossier, H. Smith, C. Stanley, W. Trotter, G. V. Wigram e muitos outros. Uma lista completa em inglês você encontra neste link.

Para baixar os vídeos:

http://www.mediafire.com/?50ddj2c90jjjs É permitido gravar, copiar e distribuir gratuitamente.