"Então o SENHOR me respondeu, e disse: Escreve a visão e torna bem legível sobre tábuas,
para que a possa ler quem passa correndo". Habacuque 2:2

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Novo Livro "O Evangelho em 3 Minutos".

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(Mario Persona é palestrante e consultor de comunicação, marketing e desenvolvimento profissional (www.mariopersona.com.br). Não possui formação ou título eclesiástico e nem está ligado a alguma denominação religiosa, estando congregado desde 1981 somente ao Nome do Senhor Jesus. Esta mensagem originalmente não contém propaganda. Alguns sistemas de envio de email ou RSS costumam adicionar mensagens publicitárias que podem não expressar a opinião do autor.)

#662 A assinatura de Deus


Leitura: Marcos1:1-13

O Evangelho de João apresenta Jesus em sua divindade, e Marcos em seu caráter de Servo. Todavia Deus não poderia deixar de imprimir sua assinatura também neste evangelho para mostrar que, por detrás de “seu Filho em semelhança da carne do pecado” (Rm 8:3) existia toda a glória e majestade do Deus Criador. Isto se torna mais importante quando muitos que se dizem cristãos são instrumentos do “anticristo: aquele que nega o Pai e o Filho” (1 Jo 2:22). João se referia à unidade divina entre o Pai e o Filho, como Jesus atestou ao dizer: “Eu e o Pai somos um” (Jo 10:20).

O apóstolo continua seu alerta: “Amados, não creiam em qualquer espírito, mas examinem os espíritos para ver se eles procedem de Deus, porque muitos falsos profetas têm saído pelo mundo... Todo espírito que confessa que Jesus Cristo veio em carne procede de Deus...” (1 Jo 4:1-3). Aqui não fala de confessar que Jesus Cristo nasceu em carne, como um ser humano qualquer, mas que “veio em carne”, pois já existia na eternidade antes de vir ao mundo. E João termina sua carta afirmando que “Jesus Cristo... é o verdadeiro Deus e a vida eterna” (1 Jo 5:20).

Mas onde estaria essa assinatura de Deus no Evangelho de Marcos? No primeiro capítulo, onde há sete testemunhos acerca de Jesus. Sabemos que na Bíblia o número sete é o número de Deus e representa a perfeição. Primeiro, é o próprio Marcos quem testemunha que “Jesus Cristo” é “o Filho de Deus” (vers. 1). Depois o testemunho vem dos profetas referindo-se a Jesus como o Jeová do Antigo Testamento (vers. 2-3). Em terceiro lugar vem o testemunho de João Batista, que diz: Ele é “mais poderoso do que eu”. O quarto testemunho vem do Pai no versículo 11, que diz: “Tu és o meu Filho amado; em ti me agrado”.

Nos versículos 12 e 13 encontramos os últimos três testemunhos. O quinto é providenciado pelo Espírito Santo para mostrar que Jesus era sem pecado e impermeável à tentação. Ele “o impeliu para o deserto. Ali esteve quarenta dias, sendo tentado por Satanás”. O sexto testemunho é dado pela Criação, sobre a qual o Filho de Deus tem o domínio, pois “estava com os animais selvagens” e estes nenhum dano lhe causaram. O sétimo nós vemos quando “os anjos o serviam”, e o leitor da Bíblia saberá que isto tem a ver com Hebreus 1:6-8, que diz: “Quando Deus introduz o Primogênito no mundo, diz: ‘Todos os anjos de Deus o adorem’.. e a respeito do Filho, diz: ‘O teu trono, ó Deus, subsiste para todo o sempre; cetro de equidade é o cetro do teu Reino’”.

(Mario Persona é palestrante e consultor de comunicação, marketing e desenvolvimento profissional (www.mariopersona.com.br). Não possui formação ou título eclesiástico e nem está ligado a alguma denominação religiosa, estando congregado desde 1981 somente ao Nome do Senhor Jesus. Esta mensagem originalmente não contém propaganda. Alguns sistemas de envio de email ou RSS costumam adicionar mensagens publicitárias que podem não expressar a opinião do autor.)

#661 Jeova' busca por uma esposa


Leitura: Marcos1:1-8

Este encontro de Deus com o que restou de seu povo foi marcado por João Batista num deserto, que mostrava condição de seus corações, e exigia deles confissão de pecados e arrependimento. Mas eles rejeitariam seu Messias e Israel viria a experimentar “um endurecimento em parte, até que chegasse a plenitude dos gentios. E assim todo o Israel será salvo, como está escrito: ‘Virá de Sião o redentor que desviará de Jacó a impiedade. E esta é a minha aliança com eles quando eu remover os seus pecados” (Rm 11:25-27).

Este “endurecimento em parte” já dura mais de dois mil anos, período no qual Deus passou a tratar com seu povo celestial, a Igreja. Num futuro próximo, depois que a Igreja for tirada da terra no arrebatamento, “todo o Israel será salvo”. Então se dará o verdadeiro encontro no deserto, aqui prefigurado por este de João Batista, quando ficarão claras as intenções de amor e ternura que Deus sempre teve para com Israel, ao ponto de chamar seu povo de “esposa”. Oséias descreve assim:

“Portanto, agora vou atraí-la; vou levá-la para o deserto e vou falar-lhe com carinho. Ali devolverei a ela as suas vinhas, e farei do vale de Açor uma porta de esperança. Ali ela me responderá como nos dias de sua infância, como no dia em que saiu do Egito. ‘Naquele dia’, declara o Senhor, ‘você me chamará ‘meu marido’; não me chamará mais ‘meu senhor’. Tirarei dos seus lábios os nomes dos baalins; seus nomes não serão mais invocados. Naquele dia farei em favor deles um acordo com os animais do campo, com as aves do céu e com os animais que rastejam pelo chão. Arco, espada e guerra, eu os abolirei da terra, para que todos possam viver em paz. Eu me casarei com você para sempre; eu me casarei com você com justiça e retidão, com amor e compaixão. Eu me casarei com você com fidelidade, e você reconhecerá o Senhor.  ‘Naquele dia eu responderei’, declara o Senhor. ‘Responderei aos céus, e eles responderão à terra; e a terra responderá ao cereal, ao vinho e ao azeite, e eles responderão a Jezreel. Eu a plantarei para mim mesmo na terra; tratarei com amor aquela que chamei ‘Não amada’. Direi àquele chamado ‘Não-meu-povo’: Você é meu povo; e ele dirá: ‘Tu és o meu Deus’.” (Os 2:14-23).

Enquanto isso não acontece, existe uma janela de oportunidade para todo aquele que reconhece o deserto em que está sua alma e vai a Jesus arrependido de seus pecados, clamando por salvação. Será você um deles?

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#660 Um encontro no deserto


Leitura: Marcos1:1-8

Jesus “veio para o que era seu” (Jo 1:11), isto é, o povo de Israel. Estes que “desde a criação do mundo” (Mt 25:34) haviam sido destinados a herdar um Reino que jamais teria fim, eram agora agraciados com a visita do próprio Rei, ainda que no caráter de Servo. Séculos de história haviam se passado até este momento para provar a incapacidade do homem de atender às santas demandas de Deus e demonstrar a paciência daquele que ainda estava disposto a dar mais uma chance a Israel. “A Lei foi dada por intermédio de Moisés; a graça e a verdade vieram por intermédio de Jesus Cristo.” (Jo 1:17).

Mas neste ponto só restam na terra prometida duas tribos, das doze originais: Judá e Benjamim, ou “judeus”, como a Bíblia as chama aqui. Séculos antes as dez outras tribos haviam sido dispersas entre os próprios povos pagãos dos quais tinha adotado a idolatria. Mesmo assim Deus pretendia restaurá-las um dia para que fossem um povo só, começando pelos judeus. Todavia a soberba era a marca registrada dos judeus, que acabariam por rejeitar este de quem João Batista dizia: “Depois de mim vem alguém mais poderoso do que eu, tanto que não sou digno nem de encurvar-me e desamarrar as correias das suas sandálias” (Mc 1:7).

“Assim surgiu João [Batista], batizando no deserto e pregando um batismo de arrependimento para o perdão dos pecados” (Mc 1:4). Batismo não era algo estranho ao povo terreno de Deus. Eles se lembravam de Moisés, e de como este havia sido lançado nas águas da morte por sua mãe para ser salvo das garras de Faraó. Também não podiam se esquecer de que seus “antepassados estiveram sob a nuvem e todos passaram pelo mar. Em Moisés, todos eles foram batizados na nuvem e no mar”. (1 Co 10:1). Mesmo não sendo um batismo cristão o que João Batista ministrava, era também uma figura de morte, sem o que seria impossível Deus reiniciar o relacionamento com seu povo.

Deus vinha agora ao encontro do que restou de seu povo original, ao qual havia sido prometida uma gama de bênçãos terrestres jamais dadas a qualquer outro povo. Mas esse encontro não foi marcado num palácio real, em meio ao luxo e à riqueza, mas no deserto, uma clara figura do estado em que eles se encontravam aos olhos de Deus, depois de séculos de rebelião e desprezo contra Jeová. Por isso aquele era necessariamente um batismo de arrependimento para que eles, “confessando os seus pecados, fossem batizados por [João] no rio Jordão” (Mc 1:5).

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#659 Jesus Jeova'


Leitura: Marcos1:1-8

Além de não trazer uma genealogia, como é normal no caso de um servo, tudo no Evangelho de Marcos aponta para aquele que “embora sendo Deus, não considerou que o ser igual a Deus era algo a que devia apegar-se; mas esvaziou-se a si mesmo, vindo a ser servo, tornando-se semelhante aos homens.” (Fp 3:6-7). Aqui não existe um relato detalhado do nascimento de Jesus e nem da homenagem prestada pelos sábios do Oriente. É um Evangelho breve e sem grandes diálogos, que é o que se espera de um Servo que mais faz do que fala. Por isso você encontra aqui mais ações do que ensinos. Um versículo resume o espírito deste Evangelho: “O próprio Filho do Homem não veio para ser servido, mas para servir e dar a sua vida em resgate por muitos”. (Mc 10:45).

O autor deste Evangelho é também um exemplo de como Deus escolhe o mais improvável servo para ser útil aos seus propósitos. Quem escreve é o mesmo João Marcos mencionado em Atos 12:12, que falhou em sua carreira de discípulo ao se tornar o pomo de discórdia entre Barnabé e Paulo no incidente de Atos 15:36-40. Mas Deus, em sua infinita graça e misericórdia, nos mostra um Marcos restaurado em 2 Timóteo 4:11, quando Paulo escreve a Timóteo a seu respeito, dizendo: “Traga Marcos com você, porque ele me é útil para o ministério.” Um servo contrito foi quem Deus escolheu para ser o autor do Evangelho do Servo sofredor.

Mas, enquanto olhamos para Jesus como Servo neste Evangelho, somos surpreendidos pelas profecias que Marcos utiliza para apresentar a missão de João Batista: “Enviarei à tua frente o meu mensageiro; ele preparará o teu caminho — voz do que clama no deserto: Preparem o caminho para o Senhor, façam veredas retas para ele”. (Mc 1:2-3). As citações são de Malaquias 3:1 e Isaías 40:3, e dizem explicitamente que a missão do mensageiro João Batista seria a de preparar “o caminho de Jeová”.

Portanto, ao acompanhar o humilde Jesus neste Evangelho tenha em mente que ele é o mesmo Jeová, cuja vinda Isaías previu com estas palavras: “Assim diz Jeová, o Rei de Israel, o seu Redentor, o Jeová dos Exércitos: Eu sou o primeiro e eu sou o último; além de mim não há Deus.” (Is 44:6). Jesus, que é Redentor e Rei, mais tarde diria a João em Apocalipse 1:17: “Não tenha medo. Eu sou o primeiro e o último”. E Paulo, em seu ‘evangelho explicado’, que é a carta aos Romanos, usaria a mesma expressão do profeta Joel para falar de Jesus: “Todo aquele que invocar o nome do Jeová será salvo” (Jl 2:32; Rm 10:13).

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#658 De paraquedas


Leitura: Marcos1:1-8

Nesta série “O Evangelho em 3 Minutos” deixei para comentar Marcos, mas ele foi o primeiro evangelho em minha vida, caindo literalmente do céu de paraquedas. Eu tinha onze anos quando um avião despejou centenas de pequenos paraquedas de papel de seda sobre a cidade, cada um com um evangelho pendurado. Na correria da garotada só consegui pegar um: O Evangelho de Marcos. Li, reli e guardei, sem imaginar que anos mais tarde aquela semente brotaria e eu me tornaria nova criação.

A expressão ‘cair de paraquedas’ tem o sentido de algo inesperado, e é assim que este Evangelho de Marcos começa, sem rodeios e indo direto ao assunto: “Princípio do evangelho de Jesus Cristo, o Filho de Deus.” (Mc 1:1). Enquanto Mateus apresenta o Rei de Israel, Lucas o Homem perfeito, e João o Verbo Divino, Marcos mostra o Servo, que ocupa uma posição de humildade e serviço. Servos não têm genealogia, como tem o Jesus dos evangelhos de Mateus e Lucas, e nem se espera que sua história comece na eternidade e termine no infinito, como no Evangelho de João.

A cena muda para João Batista, o mensageiro enviado a preparar o caminho do Messias. João não chega nem perto do que se espera de um Mestre de Cerimônias com a missão de anunciar uma celebridade. Ele “vestia roupas feitas de pelos de camelo, usava um cinto de couro e comia gafanhotos e mel silvestre. E esta era a sua mensagem: ‘Depois de mim vem alguém mais poderoso do que eu, tanto que não sou digno nem de curvar-me e desamarrar as correias das suas sandálias. Eu os batizo com água, mas ele os batizará com o Espírito Santo’”. (Mc 1:6-8).

Mais tarde Jesus diria de João: “O que vocês foram ver no deserto?... Um homem vestido de roupas finas? Ora, os que vestem roupas esplêndidas e se entregam ao luxo estão nos palácios. Afinal, o que foram ver? Um profeta? Sim, eu lhes digo, e mais que profeta. Este é aquele a respeito de quem está escrito: ‘Enviarei o meu mensageiro à tua frente; ele preparará o teu caminho diante de ti’”. (Lc 7:24-27). Esta é também a pergunta que faço a você: O que deseja ver em Jesus?


Se você busca por um talismã que traga prosperidade, sorte no amor e saúde, pode esquecer. Mas se você busca pelo “Servo... transpassado por causa das nossas transgressões, e esmagado por causa de nossas iniquidades... que derramou sua vida até à morte... e carregou o pecado de muitos” (Isaías 53), então este Evangelho é para você.


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#657 Alegria, alegria!


Leitura: Lucas24:49-53

Jesus encerra sua despedida com a promessa de enviar o Espírito Santo, que só poderia vir morar nos crentes após ele ser glorificado nas alturas. Para isso eles deviam permanecer em Jerusalém, a mesma cidade onde ele tinha sido rejeitado, morto e ressuscitado, e de onde o evangelho da graça sairia levando “o arrependimento para perdão de pecados a todas as nações” (Lc 24:47). Ali também o Espírito Santo pousaria na Igreja que estava para ser formada. Jesus diz: “Eu lhes envio a promessa de meu Pai; mas fiquem na cidade até serem revestidos do poder do alto” (Lc 24:49).

Depois disso ele leva os discípulos a Betânia, a aldeia que era o lugar preferido do Senhor. Ali ele encontrava repouso na casa de Lázaro, era servido por Marta e desfrutava da total atenção de Maria assentada aos seus pés (Jo 12:1-3). Não poderia existir um lugar mais apropriado para ser a última parada de nosso Senhor na terra. Dali ele não só voltaria aos céus, mas subiria abençoando os seus. “Tendo-os levado até as proximidades de Betânia, Jesus levantou as mãos e os abençoou. Estando ainda a abençoá-los, ele os deixou e foi elevado ao céu.” (Lc 24:50-51).

Este evangelho começa e termina com alegria. Primeiro, quando o anjo anunciou a Zacarias o nascimento de João Batista: “Ele será motivo de prazer e de alegria para você, e muitos se alegrarão.” (Lc 1:14). Depois, “quando Isabel ouviu a saudação de Maria, o bebê [João] agitou-se em seu ventre, e Isabel ficou cheia do Espírito Santo. Em alta voz exclamou: ‘Logo que a sua saudação chegou aos meus ouvidos, o bebê que está em meu ventre agitou-se de alegria.’” (Lc 1: 41-44). Mais tarde os pastores ouviriam da boca do anjo “boas novas de grande alegria” pois “na cidade de Davi, lhes nasceu o Salvador que é Cristo, o Senhor.” (Lc 2:10-11).

Ao virem Jesus subir aos céus, os discípulos “o adoraram e voltaram para Jerusalém com grande alegria” (Lc 24:52). Eles o adoraram porque Jesus é Deus, e se alegraram porque ele lhes abrira as Escrituras, os olhos e o entendimento para desfrutarem da graça de uma obra completa, que garantia o perdão de pecados e a vida eterna. Tudo agora fazia sentido. Enquanto aguardavam o Espírito Santo, “permaneciam constantemente no templo, louvando a Deus” (Lc 24:53). Mais tarde, com a formação da Igreja, eles entenderiam que não seria mais no Templo que deviam adorar, mas na presença do próprio Senhor, que prometera estar no meio de dois ou três congregados ao seu nome. Ali ele desfrutaria da total atenção dos seus e seria o lugar do seu agrado. Como em Betânia, quando andou aqui.

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#656 Da Lei para a graca



Leitura: Lucas 24:44-48

Aproxima-se o momento em que Jesus se despedirá de seus discípulos para subir aos céus. Ele lhes diz: “‘Foi isso que eu lhes falei enquanto ainda estava com vocês: Era necessário que se cumprisse tudo o que a meu respeito estava escrito na Lei de Moisés, nos Profetas e nos Salmos’. Então lhes abriu o entendimento, para que pudessem compreender as Escrituras.” (Lc 24:44-45). A Lei, os profetas e os Salmos representavam todo o Antigo Testamento, porém nem os discípulos, que andaram por três anos com Jesus, seriam capazes de compreender as Escrituras se o Senhor não lhes abrisse o entendimento.

O apóstolo Paulo deixa isso claro, ao dizer que “o homem natural não compreende as coisas do Espírito de Deus, porque lhe parecem loucura; e não pode entendê-las, porque elas se discernem espiritualmente.” (1 Co 2:14). Isto significa que o mais sábio incrédulo nunca será capaz de entender uma vírgula sequer da Bíblia, enquanto o mais iletrado crente absorve naturalmente os mistérios de Deus quando guiado pelo Espírito Santo. Entendeu agora a razão de não existir nada para você aprender em livros, filmes e novelas com temas bíblicos produzidos por incrédulos?

Os discípulos aqui são vistos ainda no caráter de um remanescente judeu e no contexto do reino a ser estabelecido na terra. Ainda não são membros do corpo de Cristo, a Igreja, que só seria formada no capítulo 2 do livro de Atos. Mas as palavras de Jesus inauguram o evangelho da graça de Deus, que se resume nesta frase: “O Cristo haveria de sofrer e ressuscitar dos mortos no terceiro dia, e que em seu nome seria pregado o arrependimento para perdão de pecados a todas as nações, começando por Jerusalém. Vocês são testemunhas destas coisas.” (Lc 24:46-48).

João escreveu que “a Lei foi dada por intermédio de Moisés; a graça e a verdade vieram por intermédio de Jesus Cristo.” (Jo 1:17), e Paulo pregou aos Coríntios a boa nova de “que Cristo morreu pelos nossos pecados, segundo as Escrituras, foi sepultado e ressuscitou ao terceiro dia, segundo as Escrituras” (1 Co 15:1-4). Este evangelho de Lucas, que começou com uma cena tipicamente judaica e terrena, com o sacerdote Zacarias ocupado com a Lei e os serviços do Templo, termina abrindo os céus e inaugurando o evangelho da graça de Deus. A partir daí os discípulos não mais sairão pregando preceitos da Lei, mas a salvação pela fé em Cristo, que morreu e ressuscitou. E você, será que está entre aqueles que ainda pregam a Lei e uma salvação baseada em obras?

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#655 Sua proxima piscadela


Leitura: Lucas24:36-43

Nas epístolas de Paulo nós encontramos a palavra “mistério” repetida diversas vezes. Isto porque Paulo recebeu revelações desconhecidas dos profetas do Antigo Testamento e até dos apóstolos que andaram com Jesus. Aos outros apóstolos já tinha sido revelado o “mistério do Reino de Deus” (Mc 4:11), mas os mistérios revelados a Paulo não estão limitados à terra e ao tempo, como é o caso do Reino de mil anos, mas têm uma amplitude eterna. O “mistério” da ressurreição é um deles, e Paulo o apresenta aos Coríntios começando com o contraste da primeira Criação:

“O primeiro homem era do pó da terra; o segundo homem, do céu. Os que são da terra são semelhantes ao homem terreno; os que são do céu, ao homem celestial. Assim como tivemos a imagem do homem terreno, teremos também a imagem do homem celestial. Irmãos, eu lhes declaro que carne e sangue não podem herdar o Reino de Deus, nem o que é perecível pode herdar o imperecível.” (1 Co 15:47-50).

“Eis que eu lhes digo um mistério”, continua Paulo ao trazer uma revelação inédita: “Nem todos dormiremos, mas todos seremos transformados, num momento, num abrir e fechar de olhos, ao som da última trombeta. Pois a trombeta soará, os mortos ressuscitarão incorruptíveis e nós seremos transformados. Pois é necessário que aquilo que é corruptível se revista de incorruptibilidade, e aquilo que é mortal, se revista de imortalidade. Quando, porém, o que é corruptível se revestir de incorruptibilidade, e o que é mortal, de imortalidade, então se cumprirá a palavra que está escrita: ‘A morte foi destruída pela vitória’. ‘Onde está, ó morte, a sua vitória? Onde está, ó morte, o seu aguilhão?’ O aguilhão da morte é o pecado, e a força do pecado é a lei. Mas graças a Deus, que nos dá a vitória por meio de nosso Senhor Jesus Cristo.” (1 Co 15:51-57).

Se o Cristo que você segue é apenas um provedor de benefícios para esta vida, então você ainda não conheceu o verdadeiro. Isto aqui é um grão de poeira comparado à eternidade. O Universo, o tempo e a matéria deixarão de existir quando “os céus desaparecerão com um grande estrondo, os elementos serão desfeitos pelo calor, e a terra, e tudo o que nela há, será desnudada... Naquele dia os céus serão desfeitos pelo fogo, e os elementos se derreterão pelo calor.  Todavia, de acordo com a sua promessa, esperamos novos céus e nova terra, onde habita a justiça.” (2 Pe 3:10-13). Em que vida estão suas expectativas? Nesta, sofrida e perecível, ou na eterna, em um corpo ressurreto semelhante ao de Jesus?

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#654 Jesus no meio


Leitura: Lucas24:36-43

Os discípulos que retornaram de Emaús ainda falavam de seu encontro com o Senhor quando “o próprio Jesus apresentou-se entre eles e lhes disse: ‘Paz seja com vocês!’ Eles ficaram assustados e com medo, pensando que estavam vendo um espírito. Ele lhes disse: ‘Por que vocês estão perturbados e por que se levantam dúvidas em seus corações? Vejam as minhas mãos e os meus pés. Sou eu mesmo! Toquem-me e vejam; um espírito não tem carne nem ossos, como vocês estão vendo que eu tenho’. Tendo dito isso, mostrou-lhes as mãos e os pés. E por não crerem ainda, tão cheios estavam de alegria e de espanto, ele lhes perguntou: ‘Vocês têm aqui algo para comer?’ Deram-lhe um pedaço de peixe assado, e ele o comeu na presença deles.” (Lc 24:36-43).

Após séculos de influência de filosofias pagãs, os cristãos perderam de vista uma verdade importante acerca da ressurreição: a de que Jesus ressuscitou em um corpo tangível de carne e ossos. Não era um corpo translúcido ou de ectoplasma, mas o mesmo corpo sepultado dias antes e transformado em uma matéria até então desconhecida, pois ninguém havia ressuscitado assim. Um corpo que não estava mais sujeito ao tempo e ao espaço, podendo aparecer no meio dos “discípulos reunidos a portas trancadas” (Jo 20:19) e comer peixe diante deles.

Assim como Adão foi formado do pó da terra em um corpo para viver no tempo, Cristo é o protótipo do Homem da nova Criação em um corpo para a eternidade. “De fato Cristo ressuscitou dentre os mortos, sendo as primícias dentre aqueles que dormiram. Visto que a morte veio por meio de um só homem, também a ressurreição dos mortos veio por meio de um só homem. Pois da mesma forma como em Adão todos morrem, em Cristo todos serão vivificados. Mas cada um por sua vez: Cristo, o primeiro; depois, quando ele vier, os que lhe pertencem.” (1 Co 15:20-23).

O que isso tem a ver com você? Tudo, se você tiver sido salvo por Cristo, pois é num corpo assim que viverá para sempre, imune à morte, doenças e sofrimentos. Se a sua esperança for limitada a uma vida saudável, segura e próspera aqui, você ainda não entendeu que “a nossa cidadania está nos céus, de onde esperamos ansiosamente um Salvador, o Senhor Jesus Cristo. Pelo poder que o capacita a colocar todas as coisas debaixo do seu domínio, ele transformará os nossos corpos humilhados, para serem semelhantes ao seu corpo glorioso.” (Fp 3:20). Agora a melhor parte: Isto pode acontecer agora mesmo, “num abrir e fechar de olhos” (1 Co 15:52).

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#653 Jerusalem


Leitura: Lucas 24:33-35

Depois de lhes abrir as Escrituras para poderem identificar nelas o Cristo que havia de vir, morrer, ressuscitar e voltar aos céus, e após lhes abrir os olhos para desfrutarem da certeza da ressurreição, eles ainda precisavam fazer algo: Voltar ao lugar de onde nunca deveriam ter saído. A intenção do Senhor era que os discípulos estivessem em Jerusalém para reencontrá-los ali, porém aqueles dois haviam tomado a iniciativa de partir da cidade.

No passado Deus havia estabelecido um lugar para colocar o seu Nome, e esse lugar seria Jerusalém. Ele dissera aos israelitas “[Vocês] procurarão o local que o Senhor, o seu Deus, escolher dentre todas as tribos para ali pôr o seu nome... Tenham o cuidado de não sacrificar os seus holocaustos em qualquer lugar que lhes agrade. Ofereçam-nos somente no local que o Senhor escolher numa das suas tribos" (Dt 12:4-14).

Isso iria mudar, como o próprio Jesus revelou à mulher samaritana, ao dizer: “Está próxima a hora em que vocês não adorarão o Pai nem neste monte, nem em Jerusalém.” (Jo 4:21). Mas até que essa “hora” chegasse, quando a Igreja, o povo celestial de Deus, passaria a congregar ao Nome do Senhor Jesus, Jerusalém ainda era a “cidade do Grande Rei” (Mt 5:35).

Todavia esse “Grande Rei” havia sido rejeitado por seu próprio povo e entregue ao governador Pilatos, cujos soldados “tiraram-lhe as vestes e puseram nele um manto vermelho; fizeram uma coroa de espinhos e a colocaram em sua cabeça. Puseram uma vara em sua mão direita e, ajoelhando-se diante dele, zombavam: ‘Salve, rei dos judeus!’ Cuspiram nele e, tirando-lhe a vara, batiam-lhe com ela na cabeça. Depois de terem zombado dele, tiraram-lhe o manto e vestiram-lhe suas próprias roupas. Então o levaram para crucificá-lo.” (Mt 27:28).

Na cidade onde havia sido morto, ele também seria sepultado, e daquele mesmo sepulcro ele ressuscitaria, conforme havia prometido aos discípulos. Os dois discípulos a caminho de Emaús agora entendem que devem retornar a Jerusalém. “Levantaram-se e voltaram imediatamente para Jerusalém. Ali encontraram os Onze e os que estavam com eles reunidos, que diziam: ‘É verdade! O Senhor ressuscitou e apareceu a Simão!’  Então os dois contaram o que tinha acontecido no caminho, e como Jesus fora reconhecido por eles quando partia o pão.” (Lc 24:33-35). Agora estão todos ali e só falta um: o próprio Senhor no meio deles. E é isto o que eles estão prestes a testemunhar.

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#652 Coisas são abertas



Leitura: Lucas24:25-32

O conhecimento e apreciação de Cristo começam quando ele nos abre as Escrituras. Com os discípulos no caminho de Emaús, Jesus não traz novas revelações, mas fala do que já fora revelado. “E começando por Moisés e todos os profetas, explicou-lhes o que constava a respeito dele em todas as Escrituras.”. Delas os discípulos comentariam mais tarde, dizendo: “Não estavam ardendo os nossos corações dentro de nós, enquanto ele nos falava no caminho e nos expunha as Escrituras?” (Lc 24:27-32).

A fé cristã não existe independente das Escrituras. Você não pode criar um Jesus segundo os seus próprios caprichos. Ou você crê no que é revelado na Bíblia, ou você não crê em Jesus de maneira alguma. Pessoas insatisfeitas com as Escrituras correm atrás de “fábulas profanas de velhas”, mas “o Espírito diz claramente que nos últimos tempos alguns abandonarão a fé e seguirão espíritos enganadores e doutrinas de demônios. Tais ensinamentos vêm de homens hipócritas e mentirosos, que têm a consciência cauterizada.” (1 Tm 4:1-2, 7).

Três coisas são abertas aos discípulos: As Escrituras, os olhos e o entendimento. As Escrituras são o ponto de partida para se conhecer a Cristo. Sempre que o Senhor abre as Escrituras a alguém passa a existir nesse coração o desejo de querer mais e de não perder sua companhia. Isto é o que distingue um verdadeiro crente de um mero religioso. “Fique conosco”, é a reação dos discípulos ao chegarem a Emaús, quando o Senhor parece querer seguir adiante sozinho. São eles que convidam Jesus a entrar e ficar, não o contrário. Quando as Escrituras fazem arder o seu coração, seu maior desejo é que o Senhor fique sempre com você.


“Então, ele entrou para ficar com eles. Quando estava à mesa com eles, tomou o pão, deu graças, partiu-o e o deu a eles. Então os olhos deles foram abertos e o reconheceram, e ele desapareceu da vista deles.” (Lc 24:29-31). Esse ato de intimidade e comunhão faz com que seus olhos sejam abertos. Mas por que o Senhor desaparece da vista deles? Porque, com os olhos da alma abertos, eles não precisarão mais ver para crer. Poderão continuar desfrutando do Senhor e de sua presença mesmo durante a sua ausência, a qual já dura mais de dois mil anos. Mais tarde, quando eles estiverem reunidos com os outros discípulos em Jerusalém e o Senhor se colocar no meio deles, será a vez de lhes abrir o entendimento. Como ele continua fazendo ainda hoje, ao valorizarmos a Pessoa de Cristo, e mais ninguém, quando estamos congregados ao seu Nome.

(Mario Persona é palestrante e consultor de comunicação, marketing e desenvolvimento profissional (www.mariopersona.com.br). Não possui formação ou título eclesiástico e nem está ligado a alguma denominação religiosa, estando congregado desde 1981 somente ao Nome do Senhor Jesus. Esta mensagem originalmente não contém propaganda. Alguns sistemas de envio de email ou RSS costumam adicionar mensagens publicitárias que podem não expressar a opinião do autor.)

#651 Todas as Escrituras

Leitura: Lucas 24:25-32

Os discípulos a caminho de Emaús são repreendidos por serem lerdos em crer no que diziam as Escrituras. “Ele lhes disse: ‘Como vocês custam a entender e como demoram a crer em tudo o que os profetas falaram! Não devia o Cristo sofrer estas coisas, para entrar na sua glória?’ E começando por Moisés e todos os profetas, explicou-lhes o que constava a respeito dele em todas as Escrituras.” (Lc 24:25).

O tema principal do Antigo Testamento é Cristo, o Cordeiro que viria para morrer no lugar do pecador, ressuscitar e “entrar na sua glória”. O tema do Novo Testamento é o mesmo Cristo, que agora já veio e cumpriu a obra que havia sido prenunciada no Jardim do Éden, quando Deus sacrificou um animal inocente para cobrir com sua pele a nudez de Adão e Eva. No passado uma pessoa devia crer no Cordeiro que Deus iria providenciar; hoje você é salvo crendo no Cordeiro que Deus já providenciou.

Quando Jesus começa “por Moisés e todos os profetas” para explicar o que tinha sido escrito de si mesmo, ele está incluindo todas as Escrituras, de Gênesis a Malaquias. Alguém que diz crer apenas nos Evangelhos ou nas palavras de Jesus, e não no Antigo Testamento, certamente nunca percebeu que ele está aqui autenticando tudo o que foi escrito, inclusive aquelas passagens que muitos consideram desagradáveis ou politicamente incorretas segundo os costumes da civilização moderna.

Lembre-se de que ainda que nós não sejamos capazes de compreender o que Deus disse e fez no Antigo Testamento, mesmo assim ele é Deus e a sua Palavra é verdade. Sempre que duvidarmos dele estaremos errando, por mais que a lógica e o bom senso queiram no dizer que é a sabedoria humana que deve prevalecer. Os homens têm suas próprias maneiras de enxergar as coisas por desconhecerem os propósitos de Deus e se colocarem como o centro do Universo. É por isso que Jesus repreende os fariseus por sua incredulidade no capítulo 5 do Evangelho de João:

“Como vocês podem crer, se aceitam glória uns dos outros, mas não procuram a glória que vem do Deus único? Contudo, não pensem que eu os acusarei perante o Pai. Quem os acusa é Moisés, em quem estão as suas esperanças. Se vocês cressem em Moisés, creriam em mim, pois ele escreveu a meu respeito. Visto, porém, que não creem no que ele escreveu, como crerão no que eu digo?” (Jo 5:44-47).

(Mario Persona é palestrante e consultor de comunicação, marketing e desenvolvimento profissional (www.mariopersona.com.br). Não possui formação ou título eclesiástico e nem está ligado a alguma denominação religiosa, estando congregado desde 1981 somente ao Nome do Senhor Jesus. Esta mensagem originalmente não contém propaganda. Alguns sistemas de envio de email ou RSS costumam adicionar mensagens publicitárias que podem não expressar a opinião do autor.)

#650 Nova criacao


Leitura: Lucas 24:13-24

No dia da ressurreição dois discípulos “estavam indo para um povoado chamado Emaús, a onze quilômetros de Jerusalém. No caminho, conversavam a respeito de tudo o que havia acontecido. Enquanto conversavam e discutiam, o próprio Jesus se aproximou e começou a caminhar com eles; mas os olhos deles foram impedidos de reconhecê-lo.” (Lc 24:13-16). A pergunta que me vem à mente é: O que aqueles dois discípulos estavam fazendo fora de Jerusalém?

Mesmo que não compreendessem os avisos de Jesus, de que seria entregue à morte e ressuscitaria ao terceiro dia, por que não deram crédito às mulheres que “contaram que tinham tido uma visão de anjos, que disseram que ele estava vivo”? Talvez pela decepção de não ter ocorrido o que queriam, “que fosse ele que iria trazer a redenção a Israel” (Lc 24:21).

Sempre que nossa vontade não está em harmonia com os pensamentos de Deus ficamos decepcionados e nos afastamos do lugar onde o Senhor gostaria que estivéssemos. Naquele momento Jerusalém era o lugar onde deveriam estar, e a redenção que Deus tinha efetuado ia além da mera libertação do opressor romano. Pela obra da cruz Deus “nos resgatou do domínio das trevas e nos transportou para o Reino do seu Filho amado, em quem temos a redenção, a saber, o perdão dos pecados.” (Cl 1:12-13).

Seus “rostos entristecidos” e olhos marejados são incapazes de ver as coisas com clareza. Jesus havia predito aquela tristeza, quando disse: “Vocês se entristecerão, mas a tristeza de vocês se transformará em alegria... agora é hora de tristeza para vocês, mas eu os verei outra vez, e vocês se alegrarão, e ninguém lhes tirará essa alegria.” (Jo 16:21-22). Agora Jesus está bem ao lado deles, mas a alegria prometida não parece se manifestar. Afinal, eles nem mesmo o reconhecem!

Em 2 Coríntios 5:16-17 Paulo diz que “se antes conhecemos Cristo segundo a carne, já agora não o conhecemos deste modo”. Durante alguns anos eles andaram ao lado de um Jesus fraco e humilde. Agora caminham com o Ressuscitado, num corpo de carne e ossos, porém não mais desta criação. Mas eles só irão perceber isso daqui a pouco, quando o Senhor expressar comunhão com eles e abrir seus olhos. É impossível conhecer a Cristo com os sentidos que herdamos de Adão. Por isso Jesus diz que “Ninguém pode ver o Reino de Deus, se não nascer de novo” (Jo 3:3). Com que olhos você busca ver a Jesus? Com os olhos da carne, da inteligência e razão? 

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#649 Pare de duvidar e creia!


Leitura: Lucas 24:9-12

“Quando [as mulheres] voltaram do sepulcro, contaram todas estas coisas aos Onze e a todos os outros... Mas eles não acreditaram nas mulheres; as palavras delas lhes pareciam loucura. Pedro, todavia, levantou-se e correu ao sepulcro. Abaixando-se, viu as faixas de linho e mais nada; afastou-se, e voltou admirado com o que acontecera.” (Lc 24:9-12). Aqui só fala de Pedro e de como teria ficado “admirado”, mas em outro Evangelho vemos que ele estava acompanhado de João na visita ao sepulcro vazio, e este, chegando lá, “viu e creu” (Jo 20:8). Creu em que, se no sepulcro restavam apenas “as faixas de linho e mais nada” (Lc 24:12; Jo 20:6-7)? Creu nas Escrituras que previam a morte e ressurreição do Messias, e nas palavras de Jesus.

Naquele primeiro dia da semana, e nos demais do período de quarenta dias que Jesus ainda ficaria na terra, muitos teriam o privilégio de vê-lo, e outros creriam pelo testemunho destes. O Evangelho de Marcos nos diz que “quando Jesus ressuscitou, na madrugada do primeiro dia da semana, apareceu primeiramente a Maria Madalena, de quem havia expulsado sete demônios.” (Mc 16:9). Vemos que apareceu também a Pedro, antes do encontro com dois discípulos no caminho de Emaús.

Em sua carta aos Coríntios Paulo diz que Jesus “apareceu a Pedro e depois aos Doze. Depois disso apareceu a mais de quinhentos irmãos de uma só vez... Depois apareceu a Tiago e, então, a todos os apóstolos.” (1 Co 15:5-8). Ele não menciona as mulheres, pois na época elas não eram tidas como testemunhas. Embora então só restassem onze apóstolos, Paulo fala de Jesus ter aparecido “aos doze”, tratando-os como um corpo administrativo, algo como quando dizemos que o Congresso aprovou uma lei, mesmo que nem todos os congressistas estivessem presentes à sessão.

Não sabemos quantos desses creram na ressurreição antes de terem visto o Ressuscitado. O que sabemos é que Tomé não creu enquanto não o viu com seus próprios olhos e foi convidado a tocar em seu corpo. Talvez você considere Tomé feliz por tamanho privilégio, mas não é o que Jesus pensa dos que querem ver para crer. “Disse-lhe Tomé: ‘Senhor meu e Deus meu!’ Então Jesus lhe disse: ‘Porque me viu, você creu? Felizes os que não viram e creram’.” Talvez a reprimenda feita a Tomé sirva para você, caso esteja vacilando em aceitar o evangelho, ou se for um daqueles que vivem correndo atrás de sinais, curas e milagres: “Pare de duvidar e creia”, Jesus disse a Tomé e diz o mesmo a você e a mim. (Jo 20:27-29).

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#648 Nem razao, nem emocao


Leitura: Lucas24:1-8

As mulheres que foram ao sepulcro com perfumes para aplicar ao corpo morto de Jesus eram Maria Madalena, Joana e Maria, mãe de Tiago, além de outras. Mas em outra parte vemos Maria, de Betânia, aplicar perfumes ao corpo vivo de Jesus. Incitados por Judas alguns protestaram. Afinal, o dinheiro do perfume teria sido melhor empregado se fosse dado aos pobres. Na ocasião Jesus repreendeu os discípulos, dizendo:

“Deixem-na em paz. Por que a estão perturbando? Ela praticou uma boa ação para comigo. Pois os pobres vocês sempre terão consigo, e poderão ajudá-los sempre que o desejarem. Mas a mim vocês nem sempre terão. Ela fez o que pôde. Derramou o perfume em meu corpo antecipadamente, preparando-o para o sepultamento. Eu lhes asseguro que onde quer que o evangelho for anunciado, em todo o mundo, também o que ela fez será contado em sua memória.” (Mc 14:6-9).

Aquela mulher era a única com discernimento espiritual para crer nas palavras de Jesus: “É necessário que o Filho do homem seja entregue nas mãos de homens pecadores, seja crucificado e ressuscite no terceiro dia.” (Lc 24:6-7). E os outros? Bem, talvez pensassem como Pedro, que reagiu à notícia da morte e ressurreição dizendo: “‘Nunca, Senhor! Isso nunca te acontecerá!’ Jesus virou-se e disse a Pedro: ‘Para trás de mim, Satanás! Você é uma pedra de tropeço para mim, e não pensa nas coisas de Deus, mas nas dos homens’.” (Mt 16:22-23).

Erramos quando tentamos compreender as coisas de Deus com a razão ou com a emoção. Quando nossas conclusões não são sopradas pelo diabo, como aconteceu com Pedro, elas brotam de sensações e desejos carnais que nada têm a ver com as coisas espirituais. Afinal, seria perfeitamente natural alguém reagir como Pedro diante de um que dizia que seria morto para depois ressuscitar. Ninguém gosta de morrer ou de perder alguém para a morte, e ressurreição não é coisa lógica que se aceite com a razão.

Por isso, para o incrédulo, que anda segundo “a presente ordem deste mundo e o príncipe do poder do ar, o espírito que agora atua nos que vivem na desobediência... satisfazendo as vontades da carne, seguindo os seus desejos e pensamentos... a palavra da cruz é loucura... Mas para nós, que somos salvos, é o poder de Deus. Porque está escrito: Destruirei a sabedoria dos sábios, e aniquilarei a inteligência dos inteligentes.” (Ef 2:2-3; 1 Co 1:18-19).

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#647 Crer no impossivel



Leitura: Lucas 24:1-8

Chegamos ao último capítulo do Evangelho de Lucas, quando “no primeiro dia da semana, de manhã bem cedo, as mulheres tomaram as especiarias aromáticas que haviam preparado e foram ao sepulcro. Encontraram removida a pedra do sepulcro, mas, quando entraram, não encontraram o corpo do Senhor Jesus. Ficaram perplexas, sem saber o que fazer.” (Lc 24:1-4). A perplexidade delas é igual à minha e à sua, quando as coisas não saem do modo como esperávamos. A razão é que, à semelhança daquelas mulheres, nos esquecemos de incluir Deus em nossa equação. Então, quando Deus age fora do esperado, perdemos o chão.

Para elas, a dor da morte de Jesus aumentou ainda mais com a ideia de seu corpo ter sido roubado do sepulcro. Mas e se ele tivesse ressuscitado? Não, elas não cogitariam tal coisa, pois aí seria preciso pensar fora da caixa de como as coisas acontecem nesta vida sem a intervenção divina. Porém, em alguns minutos elas irão aprender que, para Deus, nada é impossível.

“De repente dois homens com roupas que brilhavam como a luz do sol colocaram-se ao lado delas. Amedrontadas, as mulheres baixaram o rosto para o chão, e os homens lhes disseram: ‘Por que vocês estão procurando entre os mortos aquele que vive? Ele não está aqui! Ressuscitou! Lembrem-se do que ele lhes disse, quando ainda estava com vocês na Galileia: ‘É necessário que o Filho do homem seja entregue nas mãos de homens pecadores, seja crucificado e ressuscite no terceiro dia’. Então se lembraram das suas palavras.” (Lc 24:4-8).

A espera entre a morte de Jesus e a boa notícia dos anjos elas passaram horas de angústia e depressão. A Lei do descanso obrigatório no sábado não permitia que fossem dar sequência aos trabalhos de aplicar especiarias aromáticas ao corpo do defunto. É triste ver quantos hoje vivem nesse hiato de sofrimento e dor. Ouviram que Jesus morreu, penduram na parede de suas casas uma miniatura da cruz com a figura de um homem morto, e passam a vida “procurando entre os mortos aquele que vive”.

Isso faz lembrar a história do jovem que, ao se converter a Cristo, entendeu logo que crer no evangelho incluía crer na morte e ressurreição de Cristo. Então, quando reparou no crucifixo na parede da sala, não hesitou em arrancar dele a figura do homem morto. Quando sua mãe viu a cruz vazia, exclamou horrorizada: “Cadê o Jesus que estava aqui?!”. “Ressuscitou!”, respondeu o jovem com a naturalidade de quem crê no impossível.

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#646 Rico ou pobre?



Leitura: Lucas 23:50-56

Hoje há tantos evangélicos pregando prosperidade que quase nos esquecemos de que nos anos 70 e 80 a moda entre católicos era a “Teologia da Libertação”. Ao contrário da “Teologia da Prosperidade”, que tenta aplicar à Igreja as promessas feitas a Israel ao afirmar que todo cristão deve ser rico, a chamada “opção pelos pobres” foi adotada por revolucionários para dar um tom religioso ao marxismo e à luta de classes.

Nenhuma delas tem fundamento bíblico, pois o objetivo do cristão neste mundo não é ser pobre ou rico, e nem colocar pobres contra ricos ou se achar capaz de erradicar a pobreza. É claro que a Palavra de Deus sempre exortou “que nos lembrássemos dos pobres” (Gl 2:10), mas Jesus deixou claro que “os pobres vocês sempre terão consigo” (Jo 12:8), mostrando que este problema não será resolvido até que ele venha para reinar.

É tão errado um rico gloriar-se em sua riqueza, quanto um pobre em sua pobreza. No corpo de Cristo existem mais pobres que ricos, mais iletrados que sábios, mais fracos que poderosos, mas “quem se gloriar, glorie-se no Senhor” (1 Co 1:26-31). Deus permite as diferentes condições para usar os seus de diferentes maneiras. Cristianismo não é comunismo. Os pobres não devem acreditar nas palavras dos pregadores da prosperidade, achando que se fossem ricos seriam felizes, e os ricos não devem confiar nas riquezas, mas estarem prontos a ajudar “especialmente aos da família da fé” (Gl 6:10), ou seja, dando prioridade aos seus irmãos em Cristo.

Se alguns discípulos, pobres e humildes, não tinham acesso ao governador Pilatos para requerer o corpo de Jesus, Deus usou dois discípulos ricos e influentes para esta tarefa. “José, membro do Conselho, homem bom e justo... de Arimateia... “dirigindo-se a Pilatos, pediu o corpo de Jesus”, e “Nicodemos levou cerca de trinta e quatro quilos de uma mistura de mirra e aloés” para preparar o corpo para o sepultamento no sepulcro novo doado por José de Arimateia. (Lc 23:50-56; Jo 19:38-42).

Entre o povo de Deus há pessoas de diferentes classes sociais, mas todos devem aprender a se contentar com o que possuem, seja riqueza ou pobreza, à semelhança do apóstolo Paulo, que disse: “Aprendi a adaptar-me a toda e qualquer circunstância. Sei o que é passar necessidade e sei o que é ter fartura. Aprendi o segredo de viver contente em toda e qualquer situação, seja bem alimentado, seja com fome, tendo muito, ou passando necessidade. Tudo posso naquele que me fortalece.” (Fp 4:11-13).


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#645 O ponto alto da historia



Leitura: Lucas 23:44-49

A crucificação de Jesus é o ponto alto da história de ódio do pecador por seu Criador. Até este momento os homens pensavam estar no controle da situação, e o próprio Jesus lhes havia dito: “Esta é a hora de vocês, quando as trevas reinam” (Lc 22:53). Mas Deus, que até aqui parecia indiferente a tudo o que faziam ao seu Filho, apaga a luz. Homem algum poderia evitar que o sol do meio dia se tornasse em trevas. Aquele era também um sinal de que Deus abandonava Jesus ali para assumir os nossos pecados como se fossem seus, e pagar por todos eles. Por isso ele declara profeticamente no Salmo 69:4: “Sou forçado a devolver o que não roubei”.

Não existe vida para o homem do lado de cá da cruz e da morte. É preciso estar em Cristo, ter morrido ali com ele e ressuscitado ao terceiro dia, para receber vida nova. Na cruz Deus colocou um ponto final na raça dos filhos de Adão para iniciar uma nova criação que está além da morte, onde a verdadeira vida começa.

O Filho de Deus se fez Filho do Homem para, por sua morte, poder transformar em filhos de Deus aqueles que nasceram filhos de homens. O que tinha vida em si mesmo, veio ao mundo morrer para dar vida aos que estavam mortos em delitos e pecados. Aquele que tinha seu lar no céu desceu à terra para dar um lar no céu a nós, criaturas da terra. O único que era perfeitamente justo foi feito pecado na cruz, para que nós, que nascemos em iniquidade, fôssemos feitos justiça de Deus. O imortal se fez mortal para dar vida eterna a nós mortais. Ele que era eternamente livre se fez escravo deixando-se pregar numa cruz, a fim de libertar a nós, escravos do pecado. Aquele que era infinitamente rico se fez pobre ao entregar seu último bem, a própria vida, para enriquecer aqueles que nem vida possuíam. Aquele que é luz desceu às trevas, para transformar em filhos da luz a nós, que éramos trevas. Aquele que estava no seio do Pai veio a esta terra distante e desceu à morte, para levar para perto de si aqueles que estavam longe de Deus.

Jesus bradou em alta voz: ‘Pai, nas tuas mãos entrego o meu espírito’. Tendo dito isso, expirou. O centurião, vendo o que havia acontecido, louvou a Deus, dizendo: ‘Certamente este homem era justo’. E todo o povo que se havia juntado para presenciar o que estava acontecendo, ao ver isso, começou a bater no peito e a afastar-se. Mas todos os que o conheciam, inclusive as mulheres que o haviam seguido desde a Galileia, ficaram de longe, observando essas coisas.” (Lc 23:44-49).

(3º parágrafo extraído e adaptado de uma pregação de Don Rule)

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#644 Hoje e' o dia da salvacao



Leitura: Lucas23:32-43

Quando alguém pega a promessa de Jesus ao ladrão arrependido, de que estariam juntos naquele mesmo dia no Paraíso, e junta com Atos 2:27, que previa que Cristo não ficaria no hades, e ainda acrescenta 1 Pedro 3:19 e 4:6 ao pacote, a confusão fica completa. Como já expliquei, hades não é um lugar físico, mas o estado de separação do corpo quando a pessoa morre. Sua alma e espíritos continuam vivos e despertos com Cristo no céu, no caso dos salvos, ou longe de Cristo e sofrendo nessa condição, no caso dos perdidos. Mas vamos ler a passagem em 1 Pedro 2:5; 3:19 e 4:6, inserindo algumas explicações no texto para facilitar sua compreensão.

“[Deus] não poupou o mundo antigo quando trouxe o dilúvio sobre aquele povo ímpio, mas preservou Noé, pregador da justiça, e mais sete pessoas... [Jesus] foi morto no corpo, mas vivificado pelo Espírito, no qual [Espírito] também foi e pregou [por intermédio de Noé] aos espíritos [que agora estão] em prisão que há muito tempo desobedeceram, quando Deus esperava pacientemente nos dias de Noé, enquanto a arca era construída... Por isso mesmo o evangelho foi pregado também aos [que hoje estão] mortos, para que eles, mesmo julgados no corpo segundo os homens, vivam pelo Espírito segundo Deus.” (1 Pe 2:5; 3:19; 4:6).

Juntando tudo, Jesus não foi ao hades pregar o evangelho no dia em que morreu na cruz. Nesse dia ele foi direto ao Paraíso, se é que você acredita no que ele disse ao ladrão. O que Pedro menciona em sua carta ocorreu muito tempo antes, quando Jesus, no Espírito, usou Noé, o “pregador da justiça”, para avisar os homens do juízo que iria cair sobre o mundo. Essa pregação de Noé durou mais de cem anos, enquanto Deus pacientemente aguardava a construção da arca. Os espíritos dos que ouviram a pregação de Jesus por intermédio de Noé e morreram no dilúvio, estão hoje aprisionados no hades aguardando para serem lançados no lago de fogo.


Nos últimos dois mil anos muitos ouviram o evangelho e morreram na incredulidade e estão hoje no hades. Escutaram da graça de Deus enquanto estavam vivos e agora, mortos, já nada podem fazer para mudar seu destino. De nada adiantaria Cristo ir até eles pregar o evangelho, pois o dia da oportunidade já passou. Que dia? O mesmo que Jesus prometeu ao ladrão que estaria com ele no Paraíso: Hoje! Se você ainda não tomou uma decisão por Cristo, lembre-se de que esse mesmo “hoje” serve para quem escuta o evangelho saber que amanhã será tarde demais. “Se hoje vocês ouvirem a sua voz, não endureçam o coração” (Hb 4:7).


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#643 Hoje no Paraíso



Leitura: Lucas23:32-43

Nos últimos 3 minutos vimos o que o ladrão convertido na cruz pediu e recebeu. Você reparou que ele pediu uma coisa e recebeu outra? Assim é a maneira de Deus, porque nem sempre sabemos ou entendemos o que pedimos. O ladrão arrependido reconheceu que Jesus era o Rei esperado para governar Israel. Reconheceu também que, apesar de tudo, o seu reino seria de algum modo estabelecido. Tudo o que ele pediu foi ser lembrado por Jesus quando este entrasse em seu reino. Só isso. Não ser esquecido.

Ele certamente não esperava pela resposta de Jesus, que não falou do reino, mas do Paraíso. Não em alguma data futura e indeterminada, mas no menor espaço de tempo possível, e ainda com uma garantia: “Eu lhe garanto: Hoje você estará comigo no paraíso” (Lc 23:42-43). Em 2 Coríntios 12:2-4 Paulo identifica o Paraíso como o terceiro céu e Apocalipse 2:7 revela ser a presença de Deus. Mas como poderia Jesus ir ao Paraíso naquele mesmo dia se dizem que ele desceria ao inferno?

A confusão é gerada por uma tradução pouco precisa do Salmo 16:10, citado também em Atos 2:27: “Pois não deixarás a minha alma no inferno, nem permitirás que o teu Santo veja a corrupção”. Outras versões dizem “não deixarás a minha alma na morte”, outras, “na região dos mortos” ou “no sepulcro”. A palavra grega é “hades”, que não significa um lugar, mas uma condição. Naquele dia o ladrão e Jesus estariam ao mesmo tempo no “hades” e “no Paraíso”, isto é, na condição de terem a alma e o espírito separados do corpo, porém no lugar chamado Paraíso.

Então quando é que Jesus teria descido ao inferno? Nunca. A palavra “inferno” não existe na Bíblia. Ela foi usada por tradutores no lugar de palavras com diferentes significados, como “hades”, que é a condição de morte, e “geena”, que é o “lago de fogo”, o destino final dos perdidos. O lago de fogo ainda está vazio. Todos os que morreram estão no hades, isto é, na condição de morte, mas alguns já estão salvos, com Cristo, e outros perdidos e impossibilitados de passarem para o lado dos salvos. Um dia todos deixarão o hades — ou a condição de morte física — para receberem seus corpos: uns para estarem com Deus em corpo, alma e espírito, outros para serem lançados no lago de fogo. Em ambos os casos, eternamente.

Mas se Jesus subiu naquele dia ao Paraíso, quando ele teria pregado aos condenados que estão no hades, como Pedro diz em sua carta? Há muitos séculos, antes do Dilúvio, como veremos nos próximos 3 minutos.

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Nova versao do aplicativo "O Evangelho em 3 Minutos" para Android

A nova versão Android do aplicativo "O Evangelho em 3 Minutos" já está disponível:

https://play.google.com/store/apps/details?id=com.conduit.app_4639673e646147c98c3c542a8bed72c7.app

Antes de instalar desinstale a versão antiga. A função "Rádio" ainda não foi implementada na nova versão. Enquanto isso aqueles que gostam de ouvir as mensagens corridas usem www.renovo.net.br ou o link http://tunein.com/radio/renovonetbr-s223534/ Uma alternativa é instalar o app Tunein e buscar pela rádio renovo.net.br ou ouvir via web em http://tunein.com/radio/renovonetbr-s223534/

A versão iOS vem depois, pois a Apple é mais complicada para aprovar aplicativos. O aplicativo é totalmente GRÁTIS e sem propaganda. Aprecio orações por este trabalho e para que muitos sejam alcançados. Divulgue em sua rede de contatos.

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#642 Entre ladroes


Leitura: Lucas23:32-43

“Quando chegaram ao lugar chamado Caveira, ali o crucificaram com os criminosos, um à sua direita e o outro à sua esquerda... Um dos criminosos que ali estavam dependurados lançava-lhe insultos: ‘Você não é o Cristo? Salve-se a si mesmo e a nós!’ Mas o outro criminoso o repreendeu, dizendo: ‘Você não teme a Deus, nem estando sob a mesma sentença? Nós estamos sendo punidos com justiça, porque estamos recebendo o que os nossos atos merecem. Mas este homem não cometeu nenhum mal’.” (Lc 23:32-33, 39-41).

Mateus e Marcos dizem que “igualmente o insultavam os ladrões que haviam sido crucificados com ele” (Mt 27:44; Mc 15:32), portanto algo fez com que um dos malfeitores parasse de ofender a Jesus. O que o teria feito mudar de ideia? Certamente as palavras de Jesus intercedendo por seus algozes: “Pai, perdoa-lhes, pois não sabem o que estão fazendo” (Lc 23:34). João e Paulo explicam que “Deus enviou o seu Filho ao mundo, não para condenar o mundo, mas para que este fosse salvo por meio dele... Deus em Cristo estava reconciliando consigo o mundo, não lançando em conta os pecados dos homens” (Jo 3:17; 2 Co 5:19).

Neste ladrão vemos a conversão do pecador. Ele é um condenado prestes a morrer e se perder eternamente, mas não parece ligar para isso, como qualquer pessoa que “pensa que escapará do juízo de Deus”. Ele insulta Jesus, como muitos fazem, sem perceber que “está acumulando ira contra si mesmo, para o dia da ira de Deus, quando se revelará o seu justo julgamento e Deus retribuirá a cada um conforme o seu procedimento” (Rm 2:3-6). Porém, quando escuta as palavras de bondade ditas por Jesus, é como se despertasse para a exortação: “Será que você despreza as riquezas da sua bondade, tolerância e paciência, não reconhecendo que a bondade de Deus o leva ao arrependimento?” (Rm 2:4).


Portanto, não é você, de si mesmo, quem se arrepende, como se fosse uma boa obra sua, mas é a bondade de Deus que o leva a arrepender-se, pois o Espírito Santo é quem convence o “do pecado, da justiça e do juízo” (Jo 16:8). E, uma vez arrependido, você passa a condenar-se a si mesmo — como fez o ladrão — e a justificar a Deus. Então vem o pedido de um que deposita toda a sua fé e confiança em Jesus: “Lembra-te de mim quando entrares no teu Reino”. Será que Jesus respondeu ao ladrão: “Ok, então desça daí, arrume sua vida, seja batizado, filie-se a uma igreja e depois venha falar comigo”? Não, ele apenas disse: “Eu lhe garanto: Hoje você estará comigo no paraíso” (Lc 23:42-43).


(Mario Persona é palestrante e consultor de comunicação, marketing e desenvolvimento profissional (www.mariopersona.com.br). Não possui formação ou título eclesiástico e nem está ligado a alguma denominação religiosa, estando congregado desde 1981 somente ao Nome do Senhor Jesus. Esta mensagem originalmente não contém propaganda. Alguns sistemas de envio de email ou RSS costumam adicionar mensagens publicitárias que podem não expressar a opinião do autor.)

#641 Futuro sombrio



Leitura: Lucas 23:26-31

Em outro evangelho Jesus carrega a cruz, mas aqui nos é dito que ela é carregada por Simão de Cirene. As duas coisas aconteceram em diferentes momentos. Antes o Senhor havia exortado os discípulos a carregarem cada um a sua própria cruz, mas ele certamente não falava de uma cruz de madeira, como fazem os pagadores de promessas na tentativa de agradarem a Deus por seus esforços. Em Lucas 9 Jesus disse:

“Se alguém quiser acompanhar-me, negue-se a si mesmo, tome diariamente a sua cruz e siga-me. Pois quem quiser salvar a sua vida a perderá; mas quem perder a vida por minha causa, este a salvará.” (Lc 9:23-24). A cruz era o instrumento de morte, como é a cadeira elétrica hoje. Tomar a própria cruz não significa se resignar a um sofrimento, mas considerar-se morto para o mundo, porém vivo para Deus.

“Fui crucificado com Cristo”, escreveu Paulo aos Gálatas apontando a posição que um crente ocupa agora aos olhos de Deus e do mundo. “Assim, já não sou eu quem vive, mas Cristo vive em mim. A vida que agora vivo no corpo, vivo-a pela fé no filho de Deus, que me amou e se entregou por mim... Quanto a mim, que eu jamais me glorie, a não ser na cruz de nosso Senhor Jesus Cristo, por meio da qual o mundo foi crucificado para mim, e eu para o mundo... Da mesma forma, considerem-se mortos para o pecado, mas vivos para Deus em Cristo Jesus.” (Gl 2:20; 6:14; Rm 6:11).

O cortejo era acompanhado por mulheres que “lamentavam e choravam”, e Jesus lhes diz: “Filhas de Jerusalém, não chorem por mim; chorem por vocês mesmas e por seus filhos! Pois chegará a hora em que vocês dirão: ‘Felizes as estéreis, os ventres que nunca geraram e os seios que nunca amamentaram!’. Então dirão às montanhas: ‘Caiam sobre nós!’ e às colinas ‘Cubram-nos!’. Pois se fazem isto com a árvore verde, o que acontecerá quando ela estiver seca?” (Lc 23:27-31).

Jesus é a “árvore verde” que veio dar fruto e foi cortada. Israel, a árvore seca, já sofreu dois mil anos de perseguição pelo que fez a Jesus, porém mais sofrimentos aguardam esse povo e também os gentios que pisam “aos pés o Filho de Deus” e insultam “o Espírito da graça” (Hb 10:29): “Os reis da terra, os príncipes, os generais, os ricos, os poderosos... gritarão às montanhas e às rochas: ‘Caiam sobre nós e escondam-nos da face daquele que está assentado no trono e da ira do Cordeiro! Pois chegou o grande dia da ira deles; e quem poderá suportar?’” (Ap 6:15-17).

(Mario Persona é palestrante e consultor de comunicação, marketing e desenvolvimento profissional (www.mariopersona.com.br). Não possui formação ou título eclesiástico e nem está ligado a alguma denominação religiosa, estando congregado desde 1981 somente ao Nome do Senhor Jesus. Esta mensagem originalmente não contém propaganda. Alguns sistemas de envio de email ou RSS costumam adicionar mensagens publicitárias que podem não expressar a opinião do autor.)

#640 Dia de eleicao


Leitura: Lucas 23:13-25

Pilatos sabe que não faz sentido condenar Jesus, e tenta de todas as formas livrar-se dessa responsabilidade. Por três vezes ele afirma que Jesus é inocente, além de dizer que Herodes pensava o mesmo. Na Páscoa era costume soltar um prisioneiro, e é com esta possibilidade que Pilatos conta para libertar Jesus. Porém ele acaba cedendo ao clamor popular: “Acaba com ele! Solta-nos Barrabás!... Crucifica-o! Crucifica-o!... pediam insistentemente, com fortes gritos, que ele fosse crucificado; e a gritaria prevaleceu. Então Pilatos decidiu fazer a vontade deles.” (Lc 23:18-23).

O nome “Barrabás” é, na verdade, um sobrenome composto das palavras “Bar” e “Abbas”. No hebraico não se usava sobrenomes como hoje, mas a pessoa era identificada pelo nome do pai. Daí você encontrar nomes como “Simão Barjonas”, que significa “Simão filho de Jonas”, “Bartolomeu” que é “Filho de Tolmai” e “Bartimeu”, o “Filho de Timeu”. A ironia do momento é que o verdadeiro “Filho de Deus” está sendo trocado por uma versão pirata: “Barrabás” — o “Bar Abbas” ou “Filho do Pai”.

Em diferentes passagens Barrabás é identificado como ladrão, insurgente e homicida. Estas características são encontradas no diabo, o ladrão que “vem apenas para furtar, matar e destruir”, em contraste com Jesus, “o bom Pastor” que “dá a sua vida pelas ovelhas” (Jo 10:10-11). Barrabás também prefigura o anticristo, que será aclamado pela opinião pública. E aí, você realmente acredita que este mundo tenha conserto, depois de ter trocado o “Filho de Deus” por um falso “Filho do Pai”?

Ao escancarar as trevas que traz no coração, a humanidade inaugura o que seria aclamado como a solução para todos os problemas da sociedade: um sistema de governo em que a voz do povo governado prevalece sobre a autoridade do governante. Se o Império Romano é o “quarto reino, forte como o ferro” do sonho profético de Nabucodonosor no capítulo 2 do Livro de Daniel, ou a materialização das pernas da grande estátua, nesta cena temos o embrião dos pés e dos dedos, “em parte de barro e em parte de ferro” (Dn 2:42). Trata-se do futuro renascimento do Império Romano, que “será em parte forte e em parte frágil”. O ferro tipifica a mão forte do governo, porém o barro revela a humanidade. Se na prova cair uma questão perguntando quando foi que começou a democracia, pode responder que foi há dois mil anos com a eleição de Barrabás.

Nos próximos 3 minutos os judeus selam seu próprio destino.

(Mario Persona é palestrante e consultor de comunicação, marketing e desenvolvimento profissional (www.mariopersona.com.br). Não possui formação ou título eclesiástico e nem está ligado a alguma denominação religiosa, estando congregado desde 1981 somente ao Nome do Senhor Jesus. Esta mensagem originalmente não contém propaganda. Alguns sistemas de envio de email ou RSS costumam adicionar mensagens publicitárias que podem não expressar a opinião do autor.)
As ideias aqui não são originalmente minhas, mas são fruto do que tenho aprendido da Palavra de Deus fora dos sistemas denominacionais com irmãos congregados ao nome do Senhor e também com autores de outras épocas que congregavam assim, como J. G. Bellett, C. H. Brown, J. N. Darby, E. Dennett, W. W. Fereday, J. L. Harris, W. Kelly, C. H. Mackintosh, A. Miller, F. G. Patterson, A. J. Pollock, H. L. Rossier, H. Smith, C. Stanley, W. Trotter, G. V. Wigram e muitos outros. Uma lista completa em inglês você encontra neste link.

Para baixar os vídeos:

http://www.mediafire.com/?50ddj2c90jjjs É permitido gravar, copiar e distribuir gratuitamente.