"Então o SENHOR me respondeu, e disse: Escreve a visão e torna bem legível sobre tábuas,
para que a possa ler quem passa correndo". Habacuque 2:2

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#630 O beijo da traicao



Leitura: Lucas 22:47-48

Enquanto Jesus falava com seus discípulos, “apareceu uma multidão conduzida por Judas, um dos doze. Este se aproximou de Jesus para saudá-lo com um beijo.” (Lc 22:47). Um beijo demonstra afeto, respeito e consideração. É também uma forma de cumprimentar, equivalente ao moderno aperto de mão. Se Judas apontasse o dedo para Jesus revelaria suas intenções. Se apenas o cumprimentasse poderia passar despercebido dos outros discípulos. Mas não de Jesus, que conhecia seu pensamento, desejos e intenções. Por isso Jesus pergunta, em tom de exclamação: “Judas, com um beijo você está traindo o Filho do homem?!” (Lc 22:49).

Judas não sairia ileso daquela tentativa de fingir devoção. E você, é alguém que realmente crê em Cristo como seu Salvador, ou não passa de um que o beija aos domingos? De pessoas assim Jesus falou: “Este povo me honra com os lábios, mas o seu coração está longe de mim. Em vão me adoram; seus ensinamentos não passam de regras ensinadas por homens.” (Mt 15:8-9). Dos que “viram os sinais miraculosos que ele estava realizando e creram em seu nome”, João revelou que “Jesus não se confiava a eles, pois conhecia a todos.” (Jo 2:23-25).

Mas por que Judas precisaria mostrar aos soldados quem era Jesus? Porque, ao contrário das imagens religiosas, ele não tinha olhos azuis, cabelos louros e uma auréola em torno da cabeça. Era igual a qualquer judeu comum de sua época, com olhos e cabelos negros ou castanhos e pele bronzeada. Não se destacava dos discípulos, principalmente à noite. Isaías profetizou de seu aspecto exterior: “Ele não tinha qualquer beleza ou majestade que nos atraísse, nada em sua aparência para que o desejássemos.” (Is 53:2). Tal descrição era condizente com o aspecto exterior do Tabernáculo no deserto, a grande tenda que representava a presença de Deus na terra.

O Tabernáculo tinha quatro coberturas, e quem estivesse dentro veria a mais bela de todas. Assim é hoje para os salvos por Jesus. Enquanto os incrédulos enxergam nele uma pedra comum, que só faz tropeçar, “para vocês, os que creem, esta pedra é preciosa”, escreveu Pedro (1 Pe 2:7). A feia cobertura exterior do Tabernáculo era feita de peles de animais. Algumas traduções falam de texugos, outras trazem golfinhos ou genericamente animais marinhos. Esqueça a ideia de um casaco de visom ou de uma capa de couro brilhante. O Tabernáculo, visto de fora, “não tinha qualquer aparência ou majestade que nos atraísse”. Assim é Jesus para quem não o conhece na sua intimidade: feio e sem graça.

(Mario Persona é palestrante e consultor de comunicação, marketing e desenvolvimento profissional (www.mariopersona.com.br). Não possui formação ou título eclesiástico e nem está ligado a alguma denominação religiosa, estando congregado desde 1981 somente ao Nome do Senhor Jesus. Esta mensagem originalmente não contém propaganda. Alguns sistemas de envio de email ou RSS costumam adicionar mensagens publicitárias que podem não expressar a opinião do autor.)

#629 Carne fraca, espirito pronto



Leitura: Lucas 22:39-46

“Jesus foi para o monte das Oliveiras, e os seus discípulos o seguiram. Chegando ao lugar, ele lhes disse: ‘Orem para que vocês não caiam em tentação’. Ele se afastou deles a uma pequena distância, ajoelhou-se e começou a orar: ‘Pai, se queres, afasta de mim este cálice; contudo, não seja feita a minha vontade, mas a tua’”. (Lc 22:39-42).

Deus se apraz em colocar ao seu serviço as nossas habilidades naturais, por isso deu a Lucas, “o médico amado” (Cl 4:14), a tarefa de falar da humanidade de Jesus. Veja que Mateus e Marcos apenas mencionam que a sogra de Simão tinha febre, porém Lucas dá um diagnóstico de “febre alta” (Lc 4:38). Em Atos 28:8 ele descreve o pai de Públio, de Malta, como “doente, acamado, sofrendo de febre e disenteria.”. Lucas é o único a descrever a agonia física e emocional de Jesus com detalhes não vistos nos outros evangelhos: “Apareceu-lhe então um anjo do céu que o fortalecia. Estando angustiado, ele orou ainda mais intensamente; e o seu suor era como gotas de sangue que caíam no chão.” (Lc 22:43-44).

Tudo isso reflete a perfeita humanidade de Jesus, que, apesar de Deus, é humano o suficiente para sentir angústia e aflição diante da expectativa de sofrimento e dor. Espiritualmente ele está fortalecido, mas fisicamente está à beira de um colapso. Por isso ele ora ao Pai e é amparado por um anjo. O “cálice” do sofrimento o aterroriza, e se existisse outra maneira de Deus tirar o pecado do mundo, ele passaria longe da cruz. Mas ele ora para que a vontade do Pai prevaleça, pois sabe que não existe alternativa.

“Quando se levantou da oração e voltou aos discípulos, encontrou-os dormindo, dominados pela tristeza. ‘Por que estão dormindo?’, perguntou-lhes. ‘Levantem-se e orem para que vocês não caiam em tentação!... O espírito está pronto, mas a carne é fraca’” (Lc 22:43-46; Mt 26:41). Jesus ensina o poder da oração diante das provas, e apesar de muitos utilizarem a expressão “a carne é fraca” como desculpa para caírem em pecado moral, não é disto que fala aqui. Seu assunto é a fragilidade do corpo humano para resistir à tortura física e mental. Apesar da debilidade do corpo de carne, o espírito de Jesus está pronto para o que deve enfrentar, e essa prontidão de espírito está disponível a todo crente. Paulo orou para que Deus fortalecesse os efésios “no íntimo do seu ser com poder, por meio do seu Espírito.” (Ef 3:16).

Nos próximos 3 minutos Jesus ganha um beijo. De Judas.


(Mario Persona é palestrante e consultor de comunicação, marketing e desenvolvimento profissional (www.mariopersona.com.br). Não possui formação ou título eclesiástico e nem está ligado a alguma denominação religiosa, estando congregado desde 1981 somente ao Nome do Senhor Jesus. Esta mensagem originalmente não contém propaganda. Alguns sistemas de envio de email ou RSS costumam adicionar mensagens publicitárias que podem não expressar a opinião do autor.)

#628 Da maldicao para a bencao



Leitura: Lucas 22:37

Meu pai era um ávido leitor de revistas técnicas, livros históricos e romances. Foi até assinante de um clube do livro, de onde recebeu um volumoso romance de mistério, desses que é impossível parar de ler. Ele sempre recordava o arrependimento de ter perdido uma noite de sono para chegar ao final, quando a trama seria desvendada e o assassino revelado. Porém, ao virar a última página, encontrou um aviso: “Sentimos informar que devido à morte do autor esta obra ficou inacabada”.

Se você acha que ele ficou frustrado, imagine a frustração de milhares de judeus que ainda hoje leem um livro inacabado, o Antigo Testamento, que termina com uma maldição: “Eu virei e castigarei a terra com maldição.” (Ml 4:6). Se lessem a obra completa veriam que ela termina com uma bênção: “A graça do Senhor Jesus seja com todos.” (Ap 22:21). No coração de todo judeu sincero ecoa a mesma pergunta feita a Filipe pelo eunuco, convertido ao judaísmo, que retornava frustrado de Jerusalém: “De quem o profeta está falando? De si próprio ou de outro?” (At 8:34).

“O eunuco estava lendo esta passagem da Escritura: ‘Ele foi levado como ovelha para o matadouro, e como cordeiro mudo diante do tosquiador, ele não abriu a sua boca. Em sua humilhação foi privado de justiça. Quem pode falar dos seus descendentes? Pois a sua vida foi tirada da terra’ ... Então Filipe, começando com aquela passagem da Escritura, anunciou-lhe as boas novas de Jesus.” (At 8:32-35).

Em Lucas 22:37, pouco antes da cruz, Jesus diz: “Está escrito: ‘E ele foi contado com os transgressores’; e eu lhes digo que isto precisa cumprir-se em mim. Sim, o que está escrito a meu respeito está para se cumprir.” Ele se refere ao mesmo capítulo lido pelo eunuco, e esta é apenas uma das centenas de profecias, tipos e figuras do Antigo Testamento que se concretizam em Cristo no Novo Testamento. Sem o Novo Testamento, o Antigo é um livro inacabado e seu leitor estará sempre se perguntando: “De quem o profeta está falando?”.

No capítulo 11 da carta aos Hebreus há uma lista de todos os que são da família da fé desde Abel. A lista termina dizendo: “Todos estes, tendo tido testemunho pela fé, não alcançaram a promessa, provendo Deus alguma coisa melhor a nosso respeito, para que eles, sem nós, não fossem aperfeiçoados.” (Hb 11:39-40). Você já alcançou essa “coisa melhor” e a bênção do Novo Testamento, ou parou na maldição do Antigo?

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#627 Briga de foice



Leitura: Lucas22:35-38

Imagine que você seja um advogado inexperiente e seu chefe lhe diga: “Amanhã deixarei você assumir as rédeas no julgamento. Prepare-se, pois vai ser briga de foice”. No dia seguinte você é preso no fórum, armado de foice e tentando colocar um cabresto no juiz.  Jesus aqui usa linguagem figurada para dizer aos discípulos que devem se preparar.

“Então Jesus lhes perguntou: ‘Quando eu os enviei sem bolsa, saco de viagem ou sandálias, faltou-lhes alguma coisa?’ ‘Nada’, responderam eles. Ele lhes disse: ‘Mas agora, se vocês têm bolsa, levem-na, e também o saco de viagem; e se não têm espada, vendam a sua capa e comprem uma. Está escrito: ‘E ele foi contado com os transgressores’; e eu lhes digo que isto precisa cumprir-se em mim. Sim, o que está escrito a meu respeito está para se cumprir’. Os discípulos disseram: ‘Vê, Senhor, aqui estão duas espadas’. ‘Basta!’, respondeu ele.” (Lc 22:35-38).

Levar “bolsa” e “saco de viagem” é o mesmo que dizer para se abastecerem de dinheiro e roupas. E a espada? Que eles se sentiriam em meio a uma ‘briga de foice’. Os discípulos levam ao pé da letra e nem mencionam a bolsa e o saco de viagem. Não se sabe de onde eles logo tiram “duas espadas”. O Senhor lhes diz “Basta!”, não no sentido de que duas seriam suficientes, mas que aquele assunto estava encerrado. Se não fosse assim, como conciliar o ensino do mesmo Jesus? Pois foi ele quem disse:

“O meu Reino não é deste mundo. Se fosse, os meus servos lutariam para impedir que os judeus me prendessem... Não resistam ao perverso. Se alguém o ferir na face direita, ofereça-lhe também a outra. E se alguém quiser processá-lo e tirar-lhe a túnica, deixe que leve também a capa. Se alguém o forçar a caminhar com ele uma milha, vá com ele duas... Amem os seus inimigos e orem pelos que os perseguem.” (Jo 18:36; Mt 5:39-44).

Eles não entendem, e são repreendidos, quando um deles “puxou a espada e feriu o servo do sumo sacerdote, decepando-lhe a orelha. Disse-lhe Jesus: "Guarde a espada! Pois todos os que empunham a espada, pela espada morrerão.” (Mt 26:51-53). Cristo não tinha vindo tirar vidas. Pedro, o ‘cortador de orelhas’, mais tarde escreveria: “Cristo sofreu no lugar de vocês, deixando-lhes exemplo, para que sigam os seus passos... Ele não cometeu pecado algum, e nenhum engano foi encontrado em sua boca. Quando insultado, não revidava; quando sofria, não fazia ameaças, mas entregava-se àquele que julga com justiça.” (1 Pe 2:21-23).

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#626 Mudanca radical


Leitura: Lucas 22:35-38

Devemos estar atentos ao fato de que quando Deus diz algo, isso nem sempre vale para todas as ocasiões. É o caso desta passagem: “Então Jesus lhes perguntou: ‘Quando eu os enviei sem bolsa, saco de viagem ou sandálias, faltou-lhes alguma coisa?’ ‘Nada’, responderam eles.” (Lc 22:35). Enquanto Jesus andou com eles, suas necessidades eram supridas, e as pessoas, beneficiadas pelas curas, lhes davam abrigo e proteção.

Antes a ordem que os discípulos receberam havia sido: “Não se dirijam aos gentios, nem entrem em cidade alguma dos samaritanos. Antes, dirijam-se às ovelhas perdidas de Israel... Não levem nem ouro, nem prata, nem cobre em seus cintos; não levem nenhum saco de viagem, nem túnica extra, nem sandálias, nem bordão.” (Mt 10:5-10).

Porém agora os judeus haviam rejeitado a Jesus e em poucas horas ele seria preso e condenado à morte. Por isso eles não deviam mais se considerar “em casa” entre os de seu próprio povo. Sua missão não ficaria mais restrita a Israel, como tinha sido até então, mas incluiria o “Ide por todo o mundo” (Mc 16:15). Do capítulo 13:31 ao final do capítulo 17 do Evangelho de João, você encontra a longa conversa de Jesus com os discípulos depois que Judas saiu do meio deles. O Senhor revela que eles seriam odiados por todo mundo, e isso não mudou desde então.

Dois mil anos se passaram e cristãos continuam a ser mortos por sua fé. Ao crer em Jesus você deixa de pertencer a este mundo, e ele diz: “Se vocês pertencessem ao mundo, ele os amaria como se fossem dele. Todavia, vocês não são do mundo, mas eu os escolhi, tirando-os do mundo; por isso o mundo os odeia... Se me perseguiram, também perseguirão vocês... Tratarão assim vocês por causa do meu nome.” (Jo 15:18-21).

Porém muitos são perseguidos mais por se intrometerem na vida alheia, do que por levarem o nome de Jesus. Ao invés de pregarem o evangelho, que se resume a “Cristo morreu pelos nossos pecados... foi sepultado e ressuscitou ao terceiro dia” (1 Co 15:1-3), pregam mudança de vida, hábitos e costumes, e combatem os que se opõem. Todavia, vestir terno em defunto não faz dele um vivo, assim como obrigar incrédulos a andarem como cristãos não lhes dá vida eterna. “Ninguém põe remendo de pano novo em roupa velha, pois o remendo forçará a roupa, tornando pior o rasgo.” (Mt 9:16). Quem crer terá sua vida transformada, “‘não por força nem por violência, mas pelo meu Espírito’, diz o Senhor” (Zc 4:6).

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#625 A recompensa


Leitura: Lucas22:28-30

O que você faria se estivesse à beira da morte sabendo que tinha sido traído por um de seus amigos, que outro iria negá-lo três vezes, enquanto todos eles, ao redor de seu leito, discutissem qual deles seria o maioral? Se fosse comigo, eu diria: “Para mim chega! Vocês não são meus amigos coisa nenhuma! Sumam daqui que vou ligar para outros que são bem mais amigos que vocês!”. Felizmente o Senhor Jesus não é como eu ou você, “porque o Senhor é muito misericordioso e piedoso” (Tg 5:11).

Em circunstâncias muito mais graves e solenes do que as de meu exemplo, as suas palavras de graça aos onze que ficaram com ele são: “Vocês são os que têm permanecido ao meu lado durante as minhas provações. E eu lhes designo um Reino, assim como meu Pai o designou a mim, para que vocês possam comer e beber à minha mesa no meu Reino e sentar-se em tronos, julgando as doze tribos de Israel.” (Lc 22:28-30). Apesar de suas fraquezas, o Senhor jamais se esqueceria de que eles haviam suportado provas e dificuldades; que haviam deixado tudo para segui-lo e sido rejeitados e perseguidos por isso.

A recompensa lhes será dada quando Cristo vier estabelecer seu reino de mil anos na terra. Os apóstolos da Igreja se sentarão em tronos para julgar as doze tribos de Israel. Cada cristão também terá seu galardão ou recompensa pela fidelidade demonstrada a Cristo em sua vida aqui. Conforme o Senhor prometeu em João 5:24, o crente “tem a vida eterna e não será condenado, mas já passou da morte para a vida.” Outra versão traz “não será julgado”, pois Cristo foi julgado na cruz em seu lugar. Mas ainda que o crente não seja julgado como serão os incrédulos, as suas obras serão testadas. Não será um julgamento do crente, mas de obras, como acontece em um concurso de obras de arte.

O Espírito Santo nos revela que “Deus não é injusto; ele não se esquecerá do trabalho de vocês e do amor que demonstraram por ele, pois ajudaram os santos e continuam a ajudá-los.” (Hb 6:10). A salvação não vem das boas obras, mas as boas obras vêm da salvação e serão recompensadas quando Cristo voltar. A obra de cada salvo “será mostrada, porque o Dia a trará à luz; pois será revelada pelo fogo, que provará a qualidade da obra de cada um. Se o que alguém construiu permanecer, esse receberá recompensa. Se o que alguém construiu se queimar, esse sofrerá prejuízo; contudo, será salvo como alguém que escapa através do fogo.” (1 Co 3:13-15).

(Mario Persona é palestrante e consultor de comunicação, marketing e desenvolvimento profissional (www.mariopersona.com.br). Não possui formação ou título eclesiástico e nem está ligado a alguma denominação religiosa, estando congregado desde 1981 somente ao Nome do Senhor Jesus. Esta mensagem originalmente não contém propaganda. Alguns sistemas de envio de email ou RSS costumam adicionar mensagens publicitárias que podem não expressar a opinião do autor.)

#624 Menos e' mais


Leitura: Lucas22:24-27

“Surgiu também uma discussão entre eles, acerca de qual deles era considerado o maior.  Jesus lhes disse: ‘Os reis das nações dominam sobre elas; e os que exercem autoridade sobre elas são chamados benfeitores. Mas, vocês não serão assim. Pelo contrário, o maior entre vocês deverá ser como o mais jovem, e aquele que governa como o que serve. Pois quem é maior: o que está à mesa, ou o que serve? Não é o que está à mesa? Mas eu estou entre vocês como quem serve’.” (Lc 22:24-27).

Nem bem terminam de celebrar a Ceia do Senhor com vistas à sua morte, e os discípulos já estão preocupados em saber qual deles é o maior. Se a expectativa do dinheiro levou Judas a trair Jesus, o desejo de poder é o que leva os discípulos a almejarem uma posição de destaque. Assim somos nós. Quando não estamos ocupados em suprir as necessidades fisiológicas de nosso paladar carnal, ficamos deslumbrados com brilho das riquezas ou pela possibilidade de ocuparmos o topo da pirâmide do poder, a fim de exercermos domínio e sermos paparicados pelos homens.

Jesus explica essa estranha simbiose entre os que controlam e os que são controlados: “Os reis das nações dominam sobre elas; e os que exercem autoridade sobre elas são chamados benfeitores.” (Lc 22:25). O objetivo dos primeiros é dominar, a disposição dos outros é serem dominados em troca de benfeitorias. Se para o ser humano é natural querer exercer o domínio, para o cristão a ordem é: “O maior entre vocês deverá ser como o mais jovem, e aquele que governa como o que serve. Pois quem é maior: o que está à mesa, ou o que serve? Não é o que está à mesa? Mas eu estou entre vocês como quem serve.” (Lc 22:26-27).

Ali está aquele a quem Deus “constituiu herdeiro de todas as coisas e por meio de quem fez o universo; o Filho [que] é o resplendor da glória de Deus e a expressão exata do seu ser, sustentando todas as coisas por sua palavra poderosa... que, embora sendo Deus, não considerou que o ser igual a Deus era algo a que devia apegar-se; mas esvaziou-se a si mesmo, vindo a ser servo, tornando-se semelhante aos homens... [que] humilhou-se a si mesmo e foi obediente até à morte, e morte de cruz!” (Hb 1:2-3; Fp 2:6-8). No entanto, depois de admoestar seus discípulos, Jesus, “levantou-se da mesa, tirou sua capa e colocou uma toalha em volta da cintura. Depois disso, derramou água numa bacia e começou a lavar os pés dos seus discípulos, enxugando-os com a toalha que estava em sua cintura.” (Jo 13:4-5).

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#623 Dois traidores


Leitura: Lucas22:21-34

Os discípulos se surpreendem ao descobrirem que existe um traidor entre eles. Como já disse aqui, Lucas não segue uma ordem cronológica, mas moral. Por isso os versículos 21 ao 23 teriam se passado no momento em que comiam a ceia da Páscoa, e não a Ceia do Senhor. O Evangelho de Mateus mostra essa ordem e também a pergunta de Judas diante da revelação de Jesus: “Acaso, sou eu, Mestre? Respondeu-lhe Jesus: Tu o disseste.” (Mt 26:25). Pedro, então, toma a iniciativa de pedir a João que pergunte quem seria o traidor:

“‘Senhor, quem é?’ Respondeu Jesus: ‘Aquele a quem eu der este pedaço de pão molhado no prato’. Então, molhando o pedaço de pão, deu-o a Judas Iscariotes, filho de Simão. Tão logo Judas comeu o pão, Satanás entrou nele. ‘O que você está para fazer, faça depressa’, disse-lhe Jesus...  Assim que comeu o pão, Judas saiu. E era noite.” (Jo 13:23-30). Judas sai antes de Jesus instituir a Ceia do Senhor, e é provável que o pão tenha sido “molhado no prato” com o molho da carne da ceia pascal, e não com vinho. A saída de Judas é acompanhada da expressão “e era noite”. É impossível pensar em um momento mais sinistro do que este da traição.

Jesus cita um Salmo escrito mil anos antes: “Até o meu amigo íntimo, em quem eu confiava, que comia do meu pão, levantou contra mim o calcanhar” (Sl 41:9). Possuído pelo diabo, Judas levantaria seu “calcanhar” contra Jesus, e este teria o seu próprio “calcanhar” ferido pela serpente, na expressão usada por Deus no Éden ao anunciar a morte de Cristo: “Porei inimizade entre você e a mulher, entre a sua descendência e o descendente dela; este lhe ferirá a cabeça, e você lhe ferirá o calcanhar” (Gn 3:15). A traição e morte de Cristo não eram nenhuma surpresa, pois estavam perfeitamente alinhados com os desígnios de Deus.

Mas não é apenas Judas que tem seu coração exposto. Referindo-se aos discípulos, depois de revelar que “Satanás pediu vocês para peneira-los como trigo” (Lc 22:31), Jesus avisa que Pedro está prestes a negá-lo. Pedro, porém, retruca: “Estou pronto para ir contigo para a prisão e para a morte” (Lc 22:33). O pecado premeditado de Judas, fruto de seu amor ao dinheiro, seria imperdoável e o levaria à destruição. Porém haveria perdão para a autoconfiança de Pedro, por quem Jesus intercederia para que depois ele confirmasse seus irmãos. Enquanto a expectativa da morte em cruz aterroriza o coração de Jesus, os discípulos estão preocupados com outra coisa, como veremos nos próximos 3 minutos.

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#622 O calice da consolacao


Leitura: Lucas22:19-20

Existe outro aspecto da Ceia do Senhor que é de consolo para os que creem em Cristo, que foram perdoados de seus pecados e agora “o esperam para salvação.” (Hb 9:28). Falo do consolo que dá sabermos que estamos firmados numa questão resolvida. Quando Buda morreu, suas últimas palavras aos discípulos foram: “Continuem se esforçando”. E as últimas palavras de Jesus? “Está consumado!” (Jo 19:30).

Se você ainda continua “se esforçando”, aceite o convite que Jesus faz e descanse numa obra terminada, da qual não resta coisa alguma para você fazer ou completar. Jesus diz: “Venham a mim, todos os que estão cansados e sobrecarregados, e eu lhes darei descanso.” (Mt 11:28). Se você vive aflito na dúvida se já “se esforçou” o suficiente ou se as boas obras que pratica são suficientes para livrá-lo da condenação, aceite as palavras de Jesus, que disse: “A obra de Deus é esta: crer naquele que ele enviou.” (Jo 6:29).

A Ceia do Senhor é também um memorial de consolo. Havia entre os judeus um costume funerário que é citado pelo profeta Jeremias, porém ali na forma de negação, pois se tratava de um castigo para Israel: “Ninguém oferecerá comida para fortalecer os que pranteiam pelos mortos; ninguém dará de beber do cálice da consolação nem mesmo pelo pai ou pela mãe.” (Jr 16:7). Partir o pão e “beber do cálice da consolação” em conexão com a morte não era um costume estranho aos judeus, e seu objetivo era o de trazer consolo aos que velavam pelo morto.

Ao instituir a Ceia nos mesmos moldes, o Senhor proveu um momento de consolo para recordarmos os benefícios que fluem de sua morte no tempo de sua ausência. Privados de enxergá-lo como os discípulos o enxergavam naquela noite, podemos vê-lo no pão e no cálice de vinho que representam seu corpo e seu sangue. Mas se os discípulos celebravam aquela Ceia com Jesus antes da morte, nós a que celebramos do modo como foi revelada a Paulo, na certeza do sacrifício já consumado e com a brilhante perspectiva de sua vinda. “Porque, sempre que comerem deste pão e beberem deste cálice, vocês anunciam a morte do Senhor até que ele venha.” (1 Co 11:26).

Se “o amor é tão forte quanto a morte” (Ct 8:6), a Ceia nos fala de um amor mais forte que a morte, o de nosso Senhor Jesus Cristo, que “nos amou, e em graça nos deu uma eterna consolação e boa esperança” (2 Ts 2:16). “O qual por nossos pecados foi entregue, e ressuscitou para nossa justificação.” (Rm 4:25).

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#621 Muitos, mas nao todos


Leitura: Lucas22:19-20

Apesar de Cristo ter morrido e ressuscitado, cumprindo todas as demandas da justiça divina concernentes ao pecado, ainda não vemos isso realizado no mundo. A razão é que a salvação é pela fé, e não pelo que vemos, “pois nessa esperança fomos salvos. Mas, esperança que se vê não é esperança. Quem espera por aquilo que está vendo? Mas se esperamos o que ainda não vemos, aguardamo-lo pacientemente.” (Rm 8:24).

“Pois é necessário que ele reine até que todos os seus inimigos sejam postos debaixo de seus pés. O último inimigo a ser destruído é a morte.” (1 Co 15:25-26). “Agora, porém, ainda não vemos que todas as coisas lhe estejam sujeitas. Vemos, todavia, aquele que por um pouco foi feito menor do que os anjos, Jesus, coroado de honra e glória por ter sofrido a morte, para que, pela graça de Deus, em favor de todos, experimentasse a morte. Ao levar muitos filhos à glória, convinha que Deus, por causa de quem e por meio de quem tudo existe, tornasse perfeito, mediante o sofrimento, o autor da salvação deles.” (Hb 2:8-10).

Mas se o Cordeiro de Deus experimentou a morte “em favor de todos” (Hb 2:9), por que nem todos serão salvos? Pela mesma estranha razão de alguns casos de sequestro. Quando um governo paga o resgate de um grupo de cidadãos sequestrados por extremistas, nem sempre todos voltam aos seus lares. Alguns se convertem à causa ou se apaixonam pelo inimigo e decidem ficar. O resgate foi pago por todos, mas nem todos foram salvos. Cristo “morreu por todos” (2 Co 5:14) e o preço pago foi suficiente para que nenhum se perdesse. Porém, “oferecendo-se uma vez para tirar os pecados de muitos, aparecerá segunda vez, sem pecado, aos que o esperam para salvação.” (Hb 9:28).


Você só será salvo se estiver entre os que “o esperam para salvação” (Hb 9:28), e isto implica não estar apaixonado pelo inimigo. O pecado do mundo foi resolvido pela obra da cruz, mas os pecados de cada um precisam ser perdoados. Se é verdade que na cruz Jesus morreu para tirar o pecado do mundo, também é certo que ali “ele carregou o pecado de muitos” (Is 53:12), não de todos. Ao crer em Cristo você desfrutará dos mesmos benefícios prometidos a Israel na nova aliança: “Eu lhes perdoarei a maldade e não me lembrarei mais dos seus pecados.” (Hb 8:12).  Mas, se persistir na incredulidade, “já não resta sacrifício pelos pecados, mas tão-somente uma terrível expectativa de juízo e de fogo intenso que consumirá os inimigos de Deus.” (Hb 10:26).

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#620 O pecado do mundo


Leitura: Lucas22:19-20

Jesus, “Tomando o pão, deu graças, partiu-o e o deu aos discípulos, dizendo: ‘Isto é o meu corpo dado em favor de vocês; façam isto em memória de mim’. Da mesma forma, depois da ceia, tomou o cálice, dizendo: ‘Este cálice é a nova aliança no meu sangue, derramado em favor de vocês.” (Lc 22:19-20). Foi com Israel, e não com a Igreja, que Deus fez essa “nova aliança”, conforme profetizou Jeremias:

“Farei uma nova aliança com a comunidade de Israel e com a comunidade de Judá. Não será como a aliança que fiz com os seus antepassados... Porei a minha lei no íntimo deles e a escreverei nos seus corações. Serei o Deus deles, e eles serão o meu povo... todos eles me conhecerão, desde o menor até o maior... Porque eu lhes perdoarei a maldade e não me lembrarei mais dos seus pecados.” (Jr 31:31-34).

A nova aliança está fundamentada no sacrifício de Cristo e terá efeito em Israel quando o povo se arrepender e Cristo estabelecer o seu Reino. Enquanto isso a Igreja desfruta dos benefícios dessa aliança, mas não foi com ela que Cristo fez a nova aliança. Para ser “nova” precisaria existir uma “velha” aliança com a Igreja, o que não é o caso. A Igreja começou no capítulo 2 de Atos e sua cidadania e destino não são terrenos, como Israel, mas celestiais. “A nossa cidadania, porém, está nos céus, de onde esperamos ansiosamente um Salvador, o Senhor Jesus Cristo.” (Fp 3:20).

O sacrifício de Cristo também tem uma dupla aplicação para atendar a dois aspectos da ruína causada pelo pecado. Deus precisava tratar da questão do pecado, no singular, e perdoar os pecados, no plural. João Batista fala da primeira quando vê Jesus passar: “É o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo” (Jo 1:29). Em virtude da obra de Cristo foi garantida a retirada do pecado do mundo, pois ele veio “para aniquilar o pecado mediante o sacrifício de si mesmo.” (Hb 9:26).

O cristão ainda traz em si o pecado, pois existe dentro dele uma velha natureza herdada de Adão, mesmo depois de ter recebido a nova natureza. É o pecado em nós que nos leva a pecar; o pecado é que produz os pecados. Na ressurreição já não traremos o pecado em nós, graças ao Cordeiro que morreu. Quando Cristo voltar para reinar os benefícios dessa obra serão estendidos à Criação, a Israel e às nações, mas o pecado só será erradicado de vez nos “novos céus e nova terra, onde habita a justiça.” (2 Pe 3:13). E os “pecados”? É o que veremos nos próximos 3 minutos.

(Mario Persona é palestrante e consultor de comunicação, marketing e desenvolvimento profissional (www.mariopersona.com.br). Não possui formação ou título eclesiástico e nem está ligado a alguma denominação religiosa, estando congregado desde 1981 somente ao Nome do Senhor Jesus. Esta mensagem originalmente não contém propaganda. Alguns sistemas de envio de email ou RSS costumam adicionar mensagens publicitárias que podem não expressar a opinião do autor.)

#619 Coma do pao e beba do calice



Leitura: Lucas 22:19-20

Não foi à toa que Jesus escolheu o pão como figura de seu corpo. Para um pão ser produzido é preciso que o trigo seja triturado, a massa batida e finalmente assada no fogo. Tudo aponta para Cristo, pois “se o grão de trigo... não morrer, continuará ele só. Mas se morrer, dará muito fruto.” (Jo 12:24). De igual modo, a uva precisou ser esmagada para se transformar em vinho. Ao dizer “Isto é o meu corpo dado em favor de vocês... e meu sangue, derramado em favor de vocês” (Lc 22:19-20) o Senhor mostra que nos substituiu na morte para podermos ter vida.

Na Páscoa os judeus recordavam a bondade de Jeová por libertá-los da escravidão; na Ceia lembramos o Senhor e anunciamos sua morte. Na Páscoa eles comiam o “pão da aflição” (Dt 16:3) que experimentaram quando escravos; na Ceia anunciamos, não a nossa aflição, mas a do Senhor. A Páscoa era retrospectiva; a Ceia é comemorativa e celebrada com a perspectiva futura de nosso encontro com o Senhor, pois a celebramos “até que ele venha” (1 Co 11:26).

A Ceia do Senhor não é uma pregação do Evangelho ou meio de salvação, pois dela participam os que já estão salvos. Não é feita com orações e súplicas, mas com ações de graças. Não nos ocupamos com um ritual, mas com Cristo simbolizado pelo pão e pelo cálice de vinho representando seu corpo e seu sangue. Não são pães, fatias ou hóstias, mas, “um único pão... [pois]somos um só corpo, pois todos participamos de um único pão.” (1 Co 10:17). Não são dadas graças genéricas pelos símbolos, mas pelo pão e pelo vinho: “Jesus tomou o pão, deu graças, partiu-o, e o deu aos seus discípulos... Em seguida tomou o cálice, deu graças e o ofereceu aos discípulos” (Mt 26:26-27).

A Ceia não é aberta, mas exclusiva àqueles que foram recebidos em comunhão à mesa do Senhor, que não estejam vivendo em pecado. “Um pouco de fermento faz toda a massa ficar fermentada... Com qualquer que, dizendo-se irmão, for imoral, avarento, idólatra, caluniador, alcoólatra ou ladrão, com tais pessoas vocês nem devem comer... Não podem beber do cálice do Senhor e do cálice dos demônios; não podem participar da mesa do Senhor e da mesa dos demônios.” (1 Co 5:6-13; 10:21). Assim, aos que estão aptos a participar, a ordem é: “Examine-se o homem a si mesmo, e então coma do pão e beba do cálice.” (1 Co 11:28). Não é um exame para decidir se deve ou não comer e beber, mas para comer e beber: “Então coma do pão e beba do cálice”.

(Mario Persona é palestrante e consultor de comunicação, marketing e desenvolvimento profissional (www.mariopersona.com.br). Não possui formação ou título eclesiástico e nem está ligado a alguma denominação religiosa, estando congregado desde 1981 somente ao Nome do Senhor Jesus. Esta mensagem originalmente não contém propaganda. Alguns sistemas de envio de email ou RSS costumam adicionar mensagens publicitárias que podem não expressar a opinião do autor.)
As ideias aqui não são originalmente minhas, mas são fruto do que tenho aprendido da Palavra de Deus fora dos sistemas denominacionais com irmãos congregados ao nome do Senhor e também com autores de outras épocas que congregavam assim, como J. G. Bellett, C. H. Brown, J. N. Darby, E. Dennett, W. W. Fereday, J. L. Harris, W. Kelly, C. H. Mackintosh, A. Miller, F. G. Patterson, A. J. Pollock, H. L. Rossier, H. Smith, C. Stanley, W. Trotter, G. V. Wigram e muitos outros. Uma lista completa em inglês você encontra neste link.

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