"Então o SENHOR me respondeu, e disse: Escreve a visão e torna bem legível sobre tábuas,
para que a possa ler quem passa correndo". Habacuque 2:2

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#636 Livrando-se de Jesus



Leitura: Lucas22:63-71

“Os homens que estavam detendo Jesus começaram a zombar dele e a bater nele. Cobriam seus olhos e perguntavam: ‘Profetize! Quem foi que lhe bateu?’  E lhe dirigiam muitas outras palavras de insulto.” (Lc 22:63-65). Pedro já não estava ali para ver como o Senhor se comportou diante de seus acusadores, mas o Espírito Santo mais tarde lhe revelaria que “ele não cometeu pecado algum, e nenhum engano foi encontrado em sua boca. Quando insultado, não revidava; quando sofria, não fazia ameaças, mas entregava-se àquele que julga com justiça.” (1 Pe 2:22-23).

“Ao romper do dia, reuniu-se o Sinédrio, tanto os chefes dos sacerdotes quanto os mestres da lei, e Jesus foi levado perante eles.” Os sacerdotes intercediam pelo povo diante de Deus, mas aqui acusam o Filho de Deus diante do povo. “‘Se você é o Cristo, diga-nos’, disseram eles. Jesus respondeu: ‘Se eu vos disser, não crereis em mim e, se eu vos perguntar, não me respondereis. Mas de agora em diante o Filho do homem estará assentado à direita do Deus Todo-poderoso’. Perguntaram-lhe todos: ‘Então, você é o Filho de Deus?’ ‘Vós estais dizendo que eu sou’, respondeu ele. Eles disseram: ‘Por que precisamos de mais testemunhas? Acabamos de ouvir dos próprios lábios dele’”. (Lc 22:66-71).

Jesus não andava por aí proclamando ser o Cristo, por isso a pergunta deles é no mínimo estranha: “Se você é o Cristo, diga-nos”. O que os faz pensar assim? Certamente os sinais que Jesus fez, que os profetas haviam apontado como as credenciais do Messias. “Então, você é o Filho de Deus?”. Jesus responde de modo a colocar sobre eles toda a responsabilidade de estarem conscientemente condenando seu Messias: Vocês estão dizendo que eu sou”. Isso deve ter atingido suas consciências como um raio, mas mesmo assim eles estão dispostos a se livrarem dele. Afinal, como poderiam continuar vivendo sua vida de independência e autossuficiência se o Filho de Deus permanecesse ali para atrapalhar?

Embora este julgamento tenha ocorrido há séculos, ele se repete hoje cada vez que alguém é apresentado a Jesus e se recusa a crer nele. Aceitá-lo implicaria sujeitar-se a ele como Senhor; rejeitá-lo dá a falsa sensação de continuar numa vida de independência. Até quando? Até aquele dia quando terá de dobrar os joelhos diante do “Filho do homem... assentado à direita do Deus Todo-poderoso” e ouvir de sua boca a sentença: “Aparte-se de mim para o fogo eterno” (Mt 25:41). Então aqueles que não quiseram Jesus aqui não o terão também ali. Eternamente.

(Mario Persona é palestrante e consultor de comunicação, marketing e desenvolvimento profissional (www.mariopersona.com.br). Não possui formação ou título eclesiástico e nem está ligado a alguma denominação religiosa, estando congregado desde 1981 somente ao Nome do Senhor Jesus. Esta mensagem originalmente não contém propaganda. Alguns sistemas de envio de email ou RSS costumam adicionar mensagens publicitárias que podem não expressar a opinião do autor.)

#635 Sair chorando



Leitura: Lucas 22:61-62
Vídeo: https://youtu.be/CFzGg0t8N1g

Todo cristão sincero se identifica com Pedro em seu fracasso. Um pouco antes Jesus tinha avisado: “‘Simão, Simão, Satanás pediu vocês para peneirá-los como trigo. Mas eu orei por você, para que a sua fé não desfaleça. E quando você se converter, fortaleça os seus irmãos’. Mas ele respondeu: ‘Estou pronto para ir contigo para a prisão e para a morte’”. (Lc 22:31-33). Satanás queria peneirar todos eles como trigo, mas Simão Pedro corria maior risco. Sua fraqueza estava na confiança própria.

A autoconfiança é vista na carreira profissional como vantagem competitiva, e pode até ser quando o contrário disso é o desânimo, a falta de coragem e sentimento de auto piedade. Mas o cristão possui um recurso muito mais seguro e eficaz que a autoconfiança: a confiança que vem do alto. Posso até ‘confiar no meu taco’, como se costuma dizer, por ter me empenhado em treinar para uma competição, estudar para uma prova ou me capacitar para um emprego. Mas o cristão sabe que precisa de outro tipo de confiança para não ir sozinho à luta. Confiança no Senhor.

Muitos confundem ‘confiar em Deus’ com uma atitude de comodismo, de deixar ‘ao Deus dará’ ou esperar que as coisas caiam do céu. A Bíblia mostra que não é bem assim. “Prepara-se o cavalo para o dia da batalha, mas o Senhor é que dá a vitória” (Pv 21:31). É responsabilidade humana o preparar-se, mas a vitória é divina. “Se não for o Senhor o construtor da casa, será inútil trabalhar na construção. Se não é o Senhor que vigia a cidade, será inútil a sentinela montar guarda.” (Sl 127:1). Repare que é o Senhor o construtor, mas alguém assenta os tijolos. É o Senhor quem vigia a cidade, mas existe uma sentinela montando guarda.

Confiar em si mesmo foi a ruína de Pedro. Mesmo depois de convertidos trazemos essa velha natureza teimosa, independente e autossuficiente que herdamos de Adão, e sempre que tiramos do Senhor o olhar ela nos faz pecar. O que fazer então? Olhar para o Senhor, pois nossos olhares certamente se cruzarão. “O Senhor voltou-se e olhou diretamente para Pedro”. De nada adiantaria Pedro culpar outros ou tentar se defender. Ele havia sido peneirado como trigo e falhara, mas mesmo assim continuava trigo, não joio. “Quem esconde os seus pecados não prospera, mas quem os confessa e os abandona encontra misericórdia.” (Pv 28:13). Pedro “saindo dali chorou amargamente” (Lc 22:61-62). Ele não apenas chorou, mas saiu dali, abandonando a companhia dos inimigos do Senhor e a falsa sensação de conforto daquela fogueira.

(Mario Persona é palestrante e consultor de comunicação, marketing e desenvolvimento profissional (www.mariopersona.com.br). Não possui formação ou título eclesiástico e nem está ligado a alguma denominação religiosa, estando congregado desde 1981 somente ao Nome do Senhor Jesus. Esta mensagem originalmente não contém propaganda. Alguns sistemas de envio de email ou RSS costumam adicionar mensagens publicitárias que podem não expressar a opinião do autor.)

#634 Quando o coracao esfria


Leitura: Lucas 22:54-62

Jesus é levado preso para a casa do Sumo Sacerdote e Pedro observa de longe. Perder a proximidade e comunhão com Jesus não foi algo repentino. Começou com Pedro, dominado pela autoconfiança, dizendo: “Estou pronto para ir contigo para a prisão e para a morte” (Lc 22:33). Depois ele achou que a energia da carne impediria que fosse separado de Jesus. Só acertou uma orelha. Agora Pedro se limita a seguir Jesus de longe, para que as pessoas não pensem que ele seja amigo daquele que o mundo rejeitou. Será que você conhece alguém assim?

Mas ficar longe do único capaz de acalentar seu coração faz Pedro sentir frio. Não existe calor e conforto longe de Jesus, daquele de quem dois outros discípulos mais tarde diriam depois de terem caminhado com o Ressuscitado: “Não estavam ardendo os nossos corações dentro de nós, enquanto ele nos falava no caminho e nos expunha as Escrituras?” (Lc 24:32). Quando confiamos em nós mesmos, usamos de artifícios carnais para manter nossa comunhão, ou seguimos a Jesus de longe com medo de sermos identificados com ele. No fim acabamos buscando o calor das fogueiras do mundo e a companhia daqueles que condenaram o Senhor.

Quando os inimigos de Jesus “acenderam um fogo no meio do pátio e se sentaram ao redor dele, Pedro sentou-se com eles. Uma criada o viu sentado ali à luz o fogo. Olhou fixamente para ele e disse: ‘Este homem estava com ele’. Mas ele negou: ‘Mulher, não o conheço’. Pouco depois, um homem o viu e disse: ‘Você também é um deles’. ‘Homem, não sou!’, respondeu Pedro. Cerca de uma hora mais tarde, outro afirmou: ‘Certamente este homem estava com ele, pois é galileu’”. Neste ponto o Evangelho de Mateus acrescenta que Pedro “começou a se amaldiçoar e a jurar: ‘Não conheço esse homem!’” (Lc 22:55-60; Mt 26:74).

Até o modo de falar muda após alguns minutos na companhia dos ímpios. Pedro xinga e amaldiçoa. Onde estava a mensagem de perdão e salvação que ele pregou nos últimos três anos em que andou com Jesus? “Falava ele ainda, quando o galo cantou. O Senhor voltou-se e olhou diretamente para Pedro. Então Pedro se lembrou da palavra que o Senhor lhe tinha dito: ‘Antes que o galo cante hoje, você me negará três vezes’.” (Lc 22:60-61). Preso e prestes a morrer, Jesus ainda se preocupa com Pedro, e esse amor e cuidado não mudou. O mesmo que morreu e ressuscitou agora zela por seu coração para que não esfrie. Iria você querer se aquecer nas fogueiras dos inimigos do Senhor?

(Mario Persona é palestrante e consultor de comunicação, marketing e desenvolvimento profissional (www.mariopersona.com.br). Não possui formação ou título eclesiástico e nem está ligado a alguma denominação religiosa, estando congregado desde 1981 somente ao Nome do Senhor Jesus. Esta mensagem originalmente não contém propaganda. Alguns sistemas de envio de email ou RSS costumam adicionar mensagens publicitárias que podem não expressar a opinião do autor.)

#633 A hora de voces


Leitura: Lucas 22:52-54

“Então Jesus disse aos... líderes religiosos que tinham vindo procurá-lo: ‘Estou eu chefiando alguma rebelião, para que vocês tenham vindo com espadas e varas? Todos os dias eu estava com vocês no templo e vocês não levantaram a mão contra mim. Mas esta é a hora de vocês — quando as trevas reinam.’ Então, prendendo-o, levaram-no para a casa do sumo sacerdote. Pedro os seguia à distância.” (Lc 22:52-53).

João escreve que, ao se entregar aos que vinham prendê-lo, Jesus deixa escapar uma centelha de poder ao usar as mesmas palavras que usou em Êxodo ao se apresentar a Moisés como o “EU SOU”, ou “JAVÉ”. João diz: “Jesus, sabendo tudo o que lhe ia acontecer, saiu e lhes perguntou: ‘A quem vocês estão procurando?’ ‘A Jesus de Nazaré’, responderam eles.  ‘Sou eu’ [ou ‘Eu Sou’], disse Jesus. Quando Jesus disse: ‘Sou eu’, eles recuaram e caíram por terra.” (Jo 18:4-6). Lá em Êxodo ele havia se apresentado como o “EU SOU O QUE SOU” (Êx 3:14).

Esta não é a única vez que Jesus se apresenta como o “EU SOU”. Em outras ocasiões ele declarou: “Se vocês não crerem que EU SOU, de fato morrerão em seus pecados... Quando vocês levantarem o Filho do homem, saberão que EU SOU... Em verdade, em verdade vos digo que antes que Abraão existisse, EU SOU... Desde agora vo-lo digo, antes que aconteça, para que, quando acontecer, acrediteis que EU SOU.” (Jo 8:24, 28, 58; 13:19). Então Jesus é o mesmo Jeová do Antigo Testamento? Sim.

Ele é o mesmo Jeová que se apresenta severo em algumas circunstâncias no Antigo Testamento, ou se senta para comer com Abraão em Gênesis 18:17-18, revela a ele seus planos de destruir Sodoma e Gomorra e ainda escuta pacientemente Abraão intercedendo pelas cidades. Ele é o mesmo que voltará em poder para julgar, então com aquela aparência tão terrível que fez João cair “aos seus pés como morto” em Apocalipse 1:17.

Se você não crê que Jeová é Jesus e Jesus é Jeová, então não crê na divindade de Cristo, ou não crê na divindade de Jeová, ou crê em uma forma de politeísmo. Seu problema só fica maior e sem solução. Percebe agora a importância do fato de Jesus se entregar sem resistência aos seus captores? Por algumas horas Deus permitiria que as trevas reinassem e os homens tomassem as rédeas dos acontecimentos. “Esta é a hora de vocês, quando as trevas reinam”, disse Jesus. Aquelas trevas são as mesmas que ainda reinam no coração dos que insistem em fazer a própria vontade.

(Mario Persona é palestrante e consultor de comunicação, marketing e desenvolvimento profissional (www.mariopersona.com.br). Não possui formação ou título eclesiástico e nem está ligado a alguma denominação religiosa, estando congregado desde 1981 somente ao Nome do Senhor Jesus. Esta mensagem originalmente não contém propaganda. Alguns sistemas de envio de email ou RSS costumam adicionar mensagens publicitárias que podem não expressar a opinião do autor.)

#632 O ultimo milagre de Jesus


Leitura: Lucas22:49-51

As primeiras palavras de Jesus nos Evangelhos foram para seus pais, aos doze anos, quando o encontraram no Templo: “Por que vocês estavam me procurando? Não sabiam que eu devia estar na casa de meu Pai?” (Lc 2:48-49). Ele já cuidava dos interesses de seu Pai antes mesmo de dar início ao seu ministério público e transformar água em vinho na festa de casamento em Caná (Jo 2:11). Aquele seria o seu primeiro milagre.

A desastrada tentativa de Pedro de impedir a prisão de Jesus, decepando a orelha do servo do Sumo-Sacerdote, só serviu para revelar que “Deus estava em Cristo reconciliando consigo o mundo, não lançando em conta os pecados dos homens” (2 Co 5:19). Então, “tocando na orelha do homem, ele o curou.” (Lc 22:51). O último milagre de Jesus foi curar o líder do grupo que havia sido enviado para prendê-lo. Jesus havia dito: “Enquanto é dia, preciso realizar a obra daquele que me enviou. A noite se aproxima, quando ninguém pode trabalhar...” (Jo 9:4).

Como já fazia aos doze anos, Jesus continua neste capítulo cuidando dos interesses de seu Pai, e esses interesses são de bênção, não de juízo ou punição; de mãos que curam, não que empunham a espada. Tempos antes, na sinagoga, quando leu Isaías 61, Jesus parou no ponto em que o texto dizia: “...e proclamar o ano da graça do Senhor” (Lc 4:19). Ele não continuou lendo. Ainda não era a hora do que vinha a seguir nas palavras do profeta: “...e o dia da vingança do nosso Deus” (Is 61:2).

Se João Batista viera no caráter de um “que jejua e não bebe vinho”, Jesus era visto por seus críticos como “comilão e beberrão, amigo de publicanos e pecadores” (Mt 11:16-19). Isso tinha um que de verdade. Em seu primeiro milagre Jesus transformou água em vinho e em seu último curou um pecador inimigo de Deus. “A Lei foi dada por intermédio de Moisés; a graça e a verdade vieram por intermédio de Jesus Cristo” (Jo 1:17). “A Lei e os profetas duraram até João [Batista]” (Lc 16:16).

Mas aquele que veio “anunciar liberdade aos cativos e libertação das trevas aos prisioneiros” (Is 61:1) em poucas horas estará preso, em trevas e abandonado por Deus. A ele podem ser aplicadas as palavras do profeta: “Vocês não se comovem, todos vocês que passam por aqui? Olhem ao redor e vejam se há sofrimento maior do que o que me foi imposto e que o Senhor trouxe sobre mim no dia em que se acendeu a sua ira. Do alto ele fez cair fogo sobre os meus ossos.” (Lm 1:12-13).

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#631 A defesa da fe'



Leitura: Lucas 22:49-51

Ao chegarem os guardas trazidos por Judas, “os que estavam com Jesus lhe disseram: ‘Senhor, atacaremos com espadas?’. E um deles feriu o servo do sumo sacerdote, decepando-lhe a orelha direita.” (Lc 22:49-50). O Evangelho de João revela que foi Simão Pedro quem atacou Malco, o servo do sumo sacerdote encarregado de prender Jesus. Pedro não era um soldado acostumado ao manejo da espada e pode muito bem ter mirado no pescoço ou na cabeça do homem, mas acertou apenas a orelha. Pedro é imediatamente repreendido por Jesus:

“Guarde a espada! Pois todos os que empunham a espada, pela espada morrerão. Você acha que eu não posso pedir a meu Pai, e ele não colocaria imediatamente à minha disposição mais de doze legiões de anjos? Como então se cumpririam as Escrituras que dizem que as coisas deveriam acontecer desta forma?” (Mt 26:52-54).

Paulo escreve que, “embora vivamos como homens, não lutamos segundo os padrões humanos. As armas com as quais lutamos não são humanas; pelo contrário, são poderosas em Deus para destruir fortalezas. Destruímos argumentos e toda pretensão que se levanta contra o conhecimento de Deus, e levamos cativo todo pensamento, para torná-lo obediente a Cristo.” (2 Co 10:3-5). Tudo isso mostra claramente que os métodos do cristão para a defesa da fé não são os métodos dos homens.

Efésios 6:13-18 ensina que a “armadura de Deus”, ou equipamento de batalha do cristão, em nada se assemelha aos armamentos usados pelos homens em suas guerras. Ela inclui “o cinto da verdade”, que dá firmeza ao corpo, “a couraça da justiça”, que protege o coração e seus sentimentos, e “o pés calçados com a prontidão do evangelho da paz” para trilharem a senda de Jesus. Para se defender o crente possui “o escudo da fé, com o qual vocês poderão apagar todas as setas inflamadas do Maligno” e “o capacete da salvação” que protege sua mente. A única arma ofensiva é a espada, mas nem um pouco parecida com aquela usada por Pedro. Trata-se da “espada do Espírito, que é a Palavra de Deus”.

Os cristãos devem destacar a presença de “Cristo como Senhor no coração” e estarem “sempre preparados para responder a qualquer que lhes pedir a razão da esperança” que possuem, porém “com mansidão e respeito, conservando boa consciência”, pois “é melhor sofrer por fazer o bem, se for da vontade de Deus, do que por fazer o mal” (1 Pe 3:15-17).

(Mario Persona é palestrante e consultor de comunicação, marketing e desenvolvimento profissional (www.mariopersona.com.br). Não possui formação ou título eclesiástico e nem está ligado a alguma denominação religiosa, estando congregado desde 1981 somente ao Nome do Senhor Jesus. Esta mensagem originalmente não contém propaganda. Alguns sistemas de envio de email ou RSS costumam adicionar mensagens publicitárias que podem não expressar a opinião do autor.)
As ideias aqui não são originalmente minhas, mas são fruto do que tenho aprendido da Palavra de Deus fora dos sistemas denominacionais com irmãos congregados ao nome do Senhor e também com autores de outras épocas que congregavam assim, como J. G. Bellett, C. H. Brown, J. N. Darby, E. Dennett, W. W. Fereday, J. L. Harris, W. Kelly, C. H. Mackintosh, A. Miller, F. G. Patterson, A. J. Pollock, H. L. Rossier, H. Smith, C. Stanley, W. Trotter, G. V. Wigram e muitos outros. Uma lista completa em inglês você encontra neste link.

Para baixar os vídeos:

http://www.mediafire.com/?50ddj2c90jjjs É permitido gravar, copiar e distribuir gratuitamente.