"Então o SENHOR me respondeu, e disse: Escreve a visão e torna bem legível sobre tábuas,
para que a possa ler quem passa correndo". Habacuque 2:2

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#657 Alegria, alegria!


Leitura: Lucas24:49-53

Jesus encerra sua despedida com a promessa de enviar o Espírito Santo, que só poderia vir morar nos crentes após ele ser glorificado nas alturas. Para isso eles deviam permanecer em Jerusalém, a mesma cidade onde ele tinha sido rejeitado, morto e ressuscitado, e de onde o evangelho da graça sairia levando “o arrependimento para perdão de pecados a todas as nações” (Lc 24:47). Ali também o Espírito Santo pousaria na Igreja que estava para ser formada. Jesus diz: “Eu lhes envio a promessa de meu Pai; mas fiquem na cidade até serem revestidos do poder do alto” (Lc 24:49).

Depois disso ele leva os discípulos a Betânia, a aldeia que era o lugar preferido do Senhor. Ali ele encontrava repouso na casa de Lázaro, era servido por Marta e desfrutava da total atenção de Maria assentada aos seus pés (Jo 12:1-3). Não poderia existir um lugar mais apropriado para ser a última parada de nosso Senhor na terra. Dali ele não só voltaria aos céus, mas subiria abençoando os seus. “Tendo-os levado até as proximidades de Betânia, Jesus levantou as mãos e os abençoou. Estando ainda a abençoá-los, ele os deixou e foi elevado ao céu.” (Lc 24:50-51).

Este evangelho começa e termina com alegria. Primeiro, quando o anjo anunciou a Zacarias o nascimento de João Batista: “Ele será motivo de prazer e de alegria para você, e muitos se alegrarão.” (Lc 1:14). Depois, “quando Isabel ouviu a saudação de Maria, o bebê [João] agitou-se em seu ventre, e Isabel ficou cheia do Espírito Santo. Em alta voz exclamou: ‘Logo que a sua saudação chegou aos meus ouvidos, o bebê que está em meu ventre agitou-se de alegria.’” (Lc 1: 41-44). Mais tarde os pastores ouviriam da boca do anjo “boas novas de grande alegria” pois “na cidade de Davi, lhes nasceu o Salvador que é Cristo, o Senhor.” (Lc 2:10-11).

Ao virem Jesus subir aos céus, os discípulos “o adoraram e voltaram para Jerusalém com grande alegria” (Lc 24:52). Eles o adoraram porque Jesus é Deus, e se alegraram porque ele lhes abrira as Escrituras, os olhos e o entendimento para desfrutarem da graça de uma obra completa, que garantia o perdão de pecados e a vida eterna. Tudo agora fazia sentido. Enquanto aguardavam o Espírito Santo, “permaneciam constantemente no templo, louvando a Deus” (Lc 24:53). Mais tarde, com a formação da Igreja, eles entenderiam que não seria mais no Templo que deviam adorar, mas na presença do próprio Senhor, que prometera estar no meio de dois ou três congregados ao seu nome. Ali ele desfrutaria da total atenção dos seus e seria o lugar do seu agrado. Como em Betânia, quando andou aqui.

(Mario Persona é palestrante e consultor de comunicação, marketing e desenvolvimento profissional (www.mariopersona.com.br). Não possui formação ou título eclesiástico e nem está ligado a alguma denominação religiosa, estando congregado desde 1981 somente ao Nome do Senhor Jesus. Esta mensagem originalmente não contém propaganda. Alguns sistemas de envio de email ou RSS costumam adicionar mensagens publicitárias que podem não expressar a opinião do autor.)

#656 Da Lei para a graca



Leitura: Lucas 24:44-48

Aproxima-se o momento em que Jesus se despedirá de seus discípulos para subir aos céus. Ele lhes diz: “‘Foi isso que eu lhes falei enquanto ainda estava com vocês: Era necessário que se cumprisse tudo o que a meu respeito estava escrito na Lei de Moisés, nos Profetas e nos Salmos’. Então lhes abriu o entendimento, para que pudessem compreender as Escrituras.” (Lc 24:44-45). A Lei, os profetas e os Salmos representavam todo o Antigo Testamento, porém nem os discípulos, que andaram por três anos com Jesus, seriam capazes de compreender as Escrituras se o Senhor não lhes abrisse o entendimento.

O apóstolo Paulo deixa isso claro, ao dizer que “o homem natural não compreende as coisas do Espírito de Deus, porque lhe parecem loucura; e não pode entendê-las, porque elas se discernem espiritualmente.” (1 Co 2:14). Isto significa que o mais sábio incrédulo nunca será capaz de entender uma vírgula sequer da Bíblia, enquanto o mais iletrado crente absorve naturalmente os mistérios de Deus quando guiado pelo Espírito Santo. Entendeu agora a razão de não existir nada para você aprender em livros, filmes e novelas com temas bíblicos produzidos por incrédulos?

Os discípulos aqui são vistos ainda no caráter de um remanescente judeu e no contexto do reino a ser estabelecido na terra. Ainda não são membros do corpo de Cristo, a Igreja, que só seria formada no capítulo 2 do livro de Atos. Mas as palavras de Jesus inauguram o evangelho da graça de Deus, que se resume nesta frase: “O Cristo haveria de sofrer e ressuscitar dos mortos no terceiro dia, e que em seu nome seria pregado o arrependimento para perdão de pecados a todas as nações, começando por Jerusalém. Vocês são testemunhas destas coisas.” (Lc 24:46-48).

João escreveu que “a Lei foi dada por intermédio de Moisés; a graça e a verdade vieram por intermédio de Jesus Cristo.” (Jo 1:17), e Paulo pregou aos Coríntios a boa nova de “que Cristo morreu pelos nossos pecados, segundo as Escrituras, foi sepultado e ressuscitou ao terceiro dia, segundo as Escrituras” (1 Co 15:1-4). Este evangelho de Lucas, que começou com uma cena tipicamente judaica e terrena, com o sacerdote Zacarias ocupado com a Lei e os serviços do Templo, termina abrindo os céus e inaugurando o evangelho da graça de Deus. A partir daí os discípulos não mais sairão pregando preceitos da Lei, mas a salvação pela fé em Cristo, que morreu e ressuscitou. E você, será que está entre aqueles que ainda pregam a Lei e uma salvação baseada em obras?

(Mario Persona é palestrante e consultor de comunicação, marketing e desenvolvimento profissional (www.mariopersona.com.br). Não possui formação ou título eclesiástico e nem está ligado a alguma denominação religiosa, estando congregado desde 1981 somente ao Nome do Senhor Jesus. Esta mensagem originalmente não contém propaganda. Alguns sistemas de envio de email ou RSS costumam adicionar mensagens publicitárias que podem não expressar a opinião do autor.)

#655 Sua proxima piscadela


Leitura: Lucas24:36-43

Nas epístolas de Paulo nós encontramos a palavra “mistério” repetida diversas vezes. Isto porque Paulo recebeu revelações desconhecidas dos profetas do Antigo Testamento e até dos apóstolos que andaram com Jesus. Aos outros apóstolos já tinha sido revelado o “mistério do Reino de Deus” (Mc 4:11), mas os mistérios revelados a Paulo não estão limitados à terra e ao tempo, como é o caso do Reino de mil anos, mas têm uma amplitude eterna. O “mistério” da ressurreição é um deles, e Paulo o apresenta aos Coríntios começando com o contraste da primeira Criação:

“O primeiro homem era do pó da terra; o segundo homem, do céu. Os que são da terra são semelhantes ao homem terreno; os que são do céu, ao homem celestial. Assim como tivemos a imagem do homem terreno, teremos também a imagem do homem celestial. Irmãos, eu lhes declaro que carne e sangue não podem herdar o Reino de Deus, nem o que é perecível pode herdar o imperecível.” (1 Co 15:47-50).

“Eis que eu lhes digo um mistério”, continua Paulo ao trazer uma revelação inédita: “Nem todos dormiremos, mas todos seremos transformados, num momento, num abrir e fechar de olhos, ao som da última trombeta. Pois a trombeta soará, os mortos ressuscitarão incorruptíveis e nós seremos transformados. Pois é necessário que aquilo que é corruptível se revista de incorruptibilidade, e aquilo que é mortal, se revista de imortalidade. Quando, porém, o que é corruptível se revestir de incorruptibilidade, e o que é mortal, de imortalidade, então se cumprirá a palavra que está escrita: ‘A morte foi destruída pela vitória’. ‘Onde está, ó morte, a sua vitória? Onde está, ó morte, o seu aguilhão?’ O aguilhão da morte é o pecado, e a força do pecado é a lei. Mas graças a Deus, que nos dá a vitória por meio de nosso Senhor Jesus Cristo.” (1 Co 15:51-57).

Se o Cristo que você segue é apenas um provedor de benefícios para esta vida, então você ainda não conheceu o verdadeiro. Isto aqui é um grão de poeira comparado à eternidade. O Universo, o tempo e a matéria deixarão de existir quando “os céus desaparecerão com um grande estrondo, os elementos serão desfeitos pelo calor, e a terra, e tudo o que nela há, será desnudada... Naquele dia os céus serão desfeitos pelo fogo, e os elementos se derreterão pelo calor.  Todavia, de acordo com a sua promessa, esperamos novos céus e nova terra, onde habita a justiça.” (2 Pe 3:10-13). Em que vida estão suas expectativas? Nesta, sofrida e perecível, ou na eterna, em um corpo ressurreto semelhante ao de Jesus?

(Mario Persona é palestrante e consultor de comunicação, marketing e desenvolvimento profissional (www.mariopersona.com.br). Não possui formação ou título eclesiástico e nem está ligado a alguma denominação religiosa, estando congregado desde 1981 somente ao Nome do Senhor Jesus. Esta mensagem originalmente não contém propaganda. Alguns sistemas de envio de email ou RSS costumam adicionar mensagens publicitárias que podem não expressar a opinião do autor.)

#654 Jesus no meio


Leitura: Lucas24:36-43

Os discípulos que retornaram de Emaús ainda falavam de seu encontro com o Senhor quando “o próprio Jesus apresentou-se entre eles e lhes disse: ‘Paz seja com vocês!’ Eles ficaram assustados e com medo, pensando que estavam vendo um espírito. Ele lhes disse: ‘Por que vocês estão perturbados e por que se levantam dúvidas em seus corações? Vejam as minhas mãos e os meus pés. Sou eu mesmo! Toquem-me e vejam; um espírito não tem carne nem ossos, como vocês estão vendo que eu tenho’. Tendo dito isso, mostrou-lhes as mãos e os pés. E por não crerem ainda, tão cheios estavam de alegria e de espanto, ele lhes perguntou: ‘Vocês têm aqui algo para comer?’ Deram-lhe um pedaço de peixe assado, e ele o comeu na presença deles.” (Lc 24:36-43).

Após séculos de influência de filosofias pagãs, os cristãos perderam de vista uma verdade importante acerca da ressurreição: a de que Jesus ressuscitou em um corpo tangível de carne e ossos. Não era um corpo translúcido ou de ectoplasma, mas o mesmo corpo sepultado dias antes e transformado em uma matéria até então desconhecida, pois ninguém havia ressuscitado assim. Um corpo que não estava mais sujeito ao tempo e ao espaço, podendo aparecer no meio dos “discípulos reunidos a portas trancadas” (Jo 20:19) e comer peixe diante deles.

Assim como Adão foi formado do pó da terra em um corpo para viver no tempo, Cristo é o protótipo do Homem da nova Criação em um corpo para a eternidade. “De fato Cristo ressuscitou dentre os mortos, sendo as primícias dentre aqueles que dormiram. Visto que a morte veio por meio de um só homem, também a ressurreição dos mortos veio por meio de um só homem. Pois da mesma forma como em Adão todos morrem, em Cristo todos serão vivificados. Mas cada um por sua vez: Cristo, o primeiro; depois, quando ele vier, os que lhe pertencem.” (1 Co 15:20-23).

O que isso tem a ver com você? Tudo, se você tiver sido salvo por Cristo, pois é num corpo assim que viverá para sempre, imune à morte, doenças e sofrimentos. Se a sua esperança for limitada a uma vida saudável, segura e próspera aqui, você ainda não entendeu que “a nossa cidadania está nos céus, de onde esperamos ansiosamente um Salvador, o Senhor Jesus Cristo. Pelo poder que o capacita a colocar todas as coisas debaixo do seu domínio, ele transformará os nossos corpos humilhados, para serem semelhantes ao seu corpo glorioso.” (Fp 3:20). Agora a melhor parte: Isto pode acontecer agora mesmo, “num abrir e fechar de olhos” (1 Co 15:52).

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#653 Jerusalem


Leitura: Lucas 24:33-35

Depois de lhes abrir as Escrituras para poderem identificar nelas o Cristo que havia de vir, morrer, ressuscitar e voltar aos céus, e após lhes abrir os olhos para desfrutarem da certeza da ressurreição, eles ainda precisavam fazer algo: Voltar ao lugar de onde nunca deveriam ter saído. A intenção do Senhor era que os discípulos estivessem em Jerusalém para reencontrá-los ali, porém aqueles dois haviam tomado a iniciativa de partir da cidade.

No passado Deus havia estabelecido um lugar para colocar o seu Nome, e esse lugar seria Jerusalém. Ele dissera aos israelitas “[Vocês] procurarão o local que o Senhor, o seu Deus, escolher dentre todas as tribos para ali pôr o seu nome... Tenham o cuidado de não sacrificar os seus holocaustos em qualquer lugar que lhes agrade. Ofereçam-nos somente no local que o Senhor escolher numa das suas tribos" (Dt 12:4-14).

Isso iria mudar, como o próprio Jesus revelou à mulher samaritana, ao dizer: “Está próxima a hora em que vocês não adorarão o Pai nem neste monte, nem em Jerusalém.” (Jo 4:21). Mas até que essa “hora” chegasse, quando a Igreja, o povo celestial de Deus, passaria a congregar ao Nome do Senhor Jesus, Jerusalém ainda era a “cidade do Grande Rei” (Mt 5:35).

Todavia esse “Grande Rei” havia sido rejeitado por seu próprio povo e entregue ao governador Pilatos, cujos soldados “tiraram-lhe as vestes e puseram nele um manto vermelho; fizeram uma coroa de espinhos e a colocaram em sua cabeça. Puseram uma vara em sua mão direita e, ajoelhando-se diante dele, zombavam: ‘Salve, rei dos judeus!’ Cuspiram nele e, tirando-lhe a vara, batiam-lhe com ela na cabeça. Depois de terem zombado dele, tiraram-lhe o manto e vestiram-lhe suas próprias roupas. Então o levaram para crucificá-lo.” (Mt 27:28).

Na cidade onde havia sido morto, ele também seria sepultado, e daquele mesmo sepulcro ele ressuscitaria, conforme havia prometido aos discípulos. Os dois discípulos a caminho de Emaús agora entendem que devem retornar a Jerusalém. “Levantaram-se e voltaram imediatamente para Jerusalém. Ali encontraram os Onze e os que estavam com eles reunidos, que diziam: ‘É verdade! O Senhor ressuscitou e apareceu a Simão!’  Então os dois contaram o que tinha acontecido no caminho, e como Jesus fora reconhecido por eles quando partia o pão.” (Lc 24:33-35). Agora estão todos ali e só falta um: o próprio Senhor no meio deles. E é isto o que eles estão prestes a testemunhar.

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#652 Coisas são abertas



Leitura: Lucas24:25-32

O conhecimento e apreciação de Cristo começam quando ele nos abre as Escrituras. Com os discípulos no caminho de Emaús, Jesus não traz novas revelações, mas fala do que já fora revelado. “E começando por Moisés e todos os profetas, explicou-lhes o que constava a respeito dele em todas as Escrituras.”. Delas os discípulos comentariam mais tarde, dizendo: “Não estavam ardendo os nossos corações dentro de nós, enquanto ele nos falava no caminho e nos expunha as Escrituras?” (Lc 24:27-32).

A fé cristã não existe independente das Escrituras. Você não pode criar um Jesus segundo os seus próprios caprichos. Ou você crê no que é revelado na Bíblia, ou você não crê em Jesus de maneira alguma. Pessoas insatisfeitas com as Escrituras correm atrás de “fábulas profanas de velhas”, mas “o Espírito diz claramente que nos últimos tempos alguns abandonarão a fé e seguirão espíritos enganadores e doutrinas de demônios. Tais ensinamentos vêm de homens hipócritas e mentirosos, que têm a consciência cauterizada.” (1 Tm 4:1-2, 7).

Três coisas são abertas aos discípulos: As Escrituras, os olhos e o entendimento. As Escrituras são o ponto de partida para se conhecer a Cristo. Sempre que o Senhor abre as Escrituras a alguém passa a existir nesse coração o desejo de querer mais e de não perder sua companhia. Isto é o que distingue um verdadeiro crente de um mero religioso. “Fique conosco”, é a reação dos discípulos ao chegarem a Emaús, quando o Senhor parece querer seguir adiante sozinho. São eles que convidam Jesus a entrar e ficar, não o contrário. Quando as Escrituras fazem arder o seu coração, seu maior desejo é que o Senhor fique sempre com você.


“Então, ele entrou para ficar com eles. Quando estava à mesa com eles, tomou o pão, deu graças, partiu-o e o deu a eles. Então os olhos deles foram abertos e o reconheceram, e ele desapareceu da vista deles.” (Lc 24:29-31). Esse ato de intimidade e comunhão faz com que seus olhos sejam abertos. Mas por que o Senhor desaparece da vista deles? Porque, com os olhos da alma abertos, eles não precisarão mais ver para crer. Poderão continuar desfrutando do Senhor e de sua presença mesmo durante a sua ausência, a qual já dura mais de dois mil anos. Mais tarde, quando eles estiverem reunidos com os outros discípulos em Jerusalém e o Senhor se colocar no meio deles, será a vez de lhes abrir o entendimento. Como ele continua fazendo ainda hoje, ao valorizarmos a Pessoa de Cristo, e mais ninguém, quando estamos congregados ao seu Nome.

(Mario Persona é palestrante e consultor de comunicação, marketing e desenvolvimento profissional (www.mariopersona.com.br). Não possui formação ou título eclesiástico e nem está ligado a alguma denominação religiosa, estando congregado desde 1981 somente ao Nome do Senhor Jesus. Esta mensagem originalmente não contém propaganda. Alguns sistemas de envio de email ou RSS costumam adicionar mensagens publicitárias que podem não expressar a opinião do autor.)
As ideias aqui não são originalmente minhas, mas são fruto do que tenho aprendido da Palavra de Deus fora dos sistemas denominacionais com irmãos congregados ao nome do Senhor e também com autores de outras épocas que congregavam assim, como J. G. Bellett, C. H. Brown, J. N. Darby, E. Dennett, W. W. Fereday, J. L. Harris, W. Kelly, C. H. Mackintosh, A. Miller, F. G. Patterson, A. J. Pollock, H. L. Rossier, H. Smith, C. Stanley, W. Trotter, G. V. Wigram e muitos outros. Uma lista completa em inglês você encontra neste link.

Para baixar os vídeos:

http://www.mediafire.com/?50ddj2c90jjjs É permitido gravar, copiar e distribuir gratuitamente.