"Então o SENHOR me respondeu, e disse: Escreve a visão e torna bem legível sobre tábuas,
para que a possa ler quem passa correndo". Habacuque 2:2

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#764 A obra de Deus no pecador


Leitura: Marcos7:20-23

Ao responder aos religiosos judeus, que se apegavam a regras e tradições para mudar apenas o exterior, Jesus diz: “O que sai do homem é que o torna impuro. Pois do interior do coração dos homens vêm os maus pensamentos, as imoralidades sexuais, os roubos, os homicídios, os adultérios, as cobiças, as maldades, o engano, a devassidão, a inveja, a calúnia, a arrogância e a insensatez.” (Mc 7:20-23).

Quer saber identificar uma religião falsa? Pergunte como obter a salvação eterna. Se a resposta for mudança de modo de pensar e comportamento, por meio de regras e costumes, essa religião só fará de você um hipócrita. Se fizer tudo o que ordenarem será apenas mais um dos muitos sepulcros caiados do mundo religioso, “bonitos por fora, mas por dentro cheios de ossos e de todo tipo de imundície... por fora parecem justos ao povo, mas por dentro estão cheios de hipocrisia e maldade.” (Mt 23:27-28).

Mas se você for um bruto carcereiro, com a consciência culpada de uma vida de pecados, perguntará: “Senhores, que devo fazer para ser salvo?”. A resposta será a mesma que Paulo e Silas deram a um homem assim em Filipos: “Creia no Senhor Jesus, e será salvo.” (At 16:30-31). Só isso?! Não, tudo isso, pois se você crê numa salvação que não vem de você, mas que é obra de Deus, sua parte será apenas considerar-se incapaz e render-se a Jesus, o único que pode salvar. Ele salva para sempre e eternamente.

Mas e se você for salvo assim e depois rejeitar essa decisão, perderá a salvação? Você não pode perder o que nunca teve, pois esta é a condição daqueles que só professam crer da boca para fora. Mas se tiver sido uma conversão real, nada poderá tirar você das mãos do Pai, nem você. A salvação é uma obra de Deus no pecador, e não uma obra do pecador para Deus. Se ler Romanos 8:30-31 destacando o sujeito oculto você jamais ousará pensar que seja capaz de invalidar o que Deus faz.

“E aos que [DEUS] predestinou, [DEUS] também chamou; aos que [DEUS] chamou, [DEUS] também justificou; aos que [DEUS] justificou, [DEUS] também glorificou. Que diremos, pois, diante dessas coisas? Se Deus é por nós, quem será contra nós?”. A resposta é ninguém! “Aquele que começou boa obra em vós há de completá-la até ao Dia de Cristo Jesus.” (Fp 1:6). Os verdadeiros salvos foi Cristo quem “os reconciliou pelo corpo físico de Cristo, mediante a morte, para apresentá-los diante dele santos, inculpáveis e livres de qualquer acusação.” (Cl 1:22).

(Mario Persona é palestrante e consultor de comunicação, marketing e desenvolvimento profissional (www.mariopersona.com.br). Não possui formação ou título eclesiástico e nem está ligado a alguma denominação religiosa, estando congregado desde 1981 somente ao Nome do Senhor Jesus. Esta mensagem originalmente não contém propaganda. Alguns sistemas de envio de email ou RSS costumam adicionar mensagens publicitárias que podem não expressar a opinião do autor.)

#763 As tradicoes da cristandade


Leitura: Marcos7:17-19

No capítulo 7 do Evangelho de Marcos Jesus repreende os religiosos judeus por trocarem a Palavra de Deus por suas tradições, e isso aconteceu também na cristandade. Hoje seus templos são chamados de ‘igrejas’ e decorados com objetos que nada têm a ver com a adoração cristã ensinada na doutrina dos apóstolos. A definição bíblica de “igreja” nunca é no sentido de um edifício físico de tijolos, mas simplesmente a reunião dos crentes, tirados dentre judeus e gentios e unidos a Cristo em um só corpo. Estes são habitados pelo Espírito Santo e não possuem um presidente, chefe ou cabeça na terra, mas somente no céu: Cristo Jesus.

No ensino dos apóstolos é o Espírito Santo quem conduz os crentes congregados, não um homem como se costuma encontrar nas religiões cristãs criadas por homens. Nelas existem ministros, pastores, dirigentes, maestros, regentes, líderes de louvor, diretores de música etc. extinguindo o Espírito ao tentar substituí-lo (1 Ts 5:19). O que hoje é chamado de “culto” mais se assemelha a uma palestra ou show musical, onde os diferentes dons ficam inertes fazendo cara de paisagem. Compare se é o que você vê nas instruções dadas na Palavra para a reunião dos santos:

“Quando vocês se reúnem, cada um de vocês tem um salmo, ou uma palavra de instrução, uma revelação, uma palavra em língua ou uma interpretação. Tudo seja feito para a edificação da igreja... Tratando-se de profetas, falem dois ou três, e os outros julguem cuidadosamente o que foi dito... Pois vocês todos podem profetizar, cada um por sua vez, de forma que todos sejam instruídos e encorajados... Como em todas as congregações dos santos, permaneçam as mulheres em silêncio nas igrejas, pois não lhes é permitido falar; antes permaneçam em submissão, como diz a lei. Se quiserem aprender alguma coisa, que perguntem a seus maridos em casa; pois é vergonhoso uma mulher falar na igreja... Se alguém pensa que é profeta ou espiritual, reconheça que o que lhes estou escrevendo é mandamento do Senhor.” (1 Co 14:26-37).

Assim deveria ser uma reunião da igreja ou assembleia, e é bem provável que você nunca tenha visto essa ordem ser obedecida nas ‘igrejas’ que visitou. Jesus desprezou a adoração dos judeus de seu tempo, dizendo: “Este povo me honra com os lábios, mas o seu coração está longe de mim. Em vão me adoram; seus ensinamentos não passam de regras ensinadas por homens.” (Mc 7:6-7). O que será que ele pensa da adoração cristã atual, baseada em dogmas e tradições, e não na Palavra de Deus?


(Mario Persona é palestrante e consultor de comunicação, marketing e desenvolvimento profissional (www.mariopersona.com.br). Não possui formação ou título eclesiástico e nem está ligado a alguma denominação religiosa, estando congregado desde 1981 somente ao Nome do Senhor Jesus. Esta mensagem originalmente não contém propaganda. Alguns sistemas de envio de email ou RSS costumam adicionar mensagens publicitárias que podem não expressar a opinião do autor.)

#762 Comer carne na Sexta Feira Santa?


Leitura: Marcos7:17-19

“Depois de deixar a multidão e entrar em casa, os discípulos lhe pediram explicação da parábola. ‘Será que vocês também não conseguem entender?’, perguntou-lhes Jesus. ‘Não percebem que nada que entre no homem pode torná-lo impuro? Porque não entra em seu coração, mas em seu estômago, sendo depois eliminado’. Ao dizer isto, Jesus declarou puros todos os alimentos.” (Mc 7:17-19).

Os religiosos judeus estavam muito preocupados com questões exteriores —  como o lavar as mãos antes de comer —, e haviam incorporado isso às suas tradições religiosas ao ponto de invalidarem os mandamentos de Deus para seguirem tradições de homens. Se você não vê isso acontecer na cristandade, é melhor olhar outra vez. Você incorporou tantas tradições religiosas que ficou incapaz de identificar o que é ou não Palavra de Deus nas coisas que sua religião lhe manda fazer. Quer um exemplo?

Você evita algum alimento por causa de religião? Saiba que a doutrina dos apóstolos não coloca restrição ao “consumo de alimentos que Deus criou para serem recebidos com ação de graças pelos que creem e conhecem a verdade. Pois tudo o que Deus criou é bom, e nada deve ser rejeitado, se for recebido com ação de graças, pois é santificado pela palavra de Deus e pela oração.”. No contexto Paulo fala também das religiões que “proíbem o casamento” de seus pregadores, indicando serem ensinos de “homens hipócritas e mentirosos, que têm a consciência cauterizada” por “espíritos enganadores e doutrinas de demônios.” (1 Tm 4:1-5).

Se a restrição alimentar que sua religião lhe impõe estiver associada a algum dia em especial —não comer carne na ‘Sexta Feira Santa’, por exemplo —, saiba que não existe na doutrina dos apóstolos a guarda de dias considerados santos. Os cristãos da Galácia, influenciados pelo judaísmo, tinham o costume de guardar dias, meses, feriados e anos, e por isso foram duramente repreendidos pelo apóstolo Paulo: “Vocês estão observando dias especiais, meses, ocasiões específicas e anos! Temo que os meus esforços por vocês tenham sido inúteis.” (Gl 4:10).

Se ler as cartas dos apóstolos dirigidas às igrejas, identificadas apenas pela localização geográfica, verá que o costume de colocar nomes a grupos de cristãos — como “Igreja X” ou “Igreja Y” — é outra tradição inventada por homens. Como também chamar um edifício de “igreja”, colocar nele um altar e uma torre com um sino e uma cruz no topo. São meras tradições.

(Mario Persona é palestrante e consultor de comunicação, marketing e desenvolvimento profissional (www.mariopersona.com.br). Não possui formação ou título eclesiástico e nem está ligado a alguma denominação religiosa, estando congregado desde 1981 somente ao Nome do Senhor Jesus. Esta mensagem originalmente não contém propaganda. Alguns sistemas de envio de email ou RSS costumam adicionar mensagens publicitárias que podem não expressar a opinião do autor.)
As ideias aqui não são originalmente minhas, mas são fruto do que tenho aprendido da Palavra de Deus fora dos sistemas denominacionais com irmãos congregados ao nome do Senhor e também com autores de outras épocas que congregavam assim, como J. G. Bellett, C. H. Brown, J. N. Darby, E. Dennett, W. W. Fereday, J. L. Harris, W. Kelly, C. H. Mackintosh, A. Miller, F. G. Patterson, A. J. Pollock, H. L. Rossier, H. Smith, C. Stanley, W. Trotter, G. V. Wigram e muitos outros. Uma lista completa em inglês você encontra neste link.

Para baixar os vídeos:

http://www.mediafire.com/?50ddj2c90jjjs É permitido gravar, copiar e distribuir gratuitamente.

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