"Então o SENHOR me respondeu, e disse: Escreve a visão e torna bem legível sobre tábuas,
para que a possa ler quem passa correndo". Habacuque 2:2

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#762 Comer carne na Sexta Feira Santa?


Leitura: Marcos7:17-19

“Depois de deixar a multidão e entrar em casa, os discípulos lhe pediram explicação da parábola. ‘Será que vocês também não conseguem entender?’, perguntou-lhes Jesus. ‘Não percebem que nada que entre no homem pode torná-lo impuro? Porque não entra em seu coração, mas em seu estômago, sendo depois eliminado’. Ao dizer isto, Jesus declarou puros todos os alimentos.” (Mc 7:17-19).

Os religiosos judeus estavam muito preocupados com questões exteriores —  como o lavar as mãos antes de comer —, e haviam incorporado isso às suas tradições religiosas ao ponto de invalidarem os mandamentos de Deus para seguirem tradições de homens. Se você não vê isso acontecer na cristandade, é melhor olhar outra vez. Você incorporou tantas tradições religiosas que ficou incapaz de identificar o que é ou não Palavra de Deus nas coisas que sua religião lhe manda fazer. Quer um exemplo?

Você evita algum alimento por causa de religião? Saiba que a doutrina dos apóstolos não coloca restrição ao “consumo de alimentos que Deus criou para serem recebidos com ação de graças pelos que creem e conhecem a verdade. Pois tudo o que Deus criou é bom, e nada deve ser rejeitado, se for recebido com ação de graças, pois é santificado pela palavra de Deus e pela oração.”. No contexto Paulo fala também das religiões que “proíbem o casamento” de seus pregadores, indicando serem ensinos de “homens hipócritas e mentirosos, que têm a consciência cauterizada” por “espíritos enganadores e doutrinas de demônios.” (1 Tm 4:1-5).

Se a restrição alimentar que sua religião lhe impõe estiver associada a algum dia em especial —não comer carne na ‘Sexta Feira Santa’, por exemplo —, saiba que não existe na doutrina dos apóstolos a guarda de dias considerados santos. Os cristãos da Galácia, influenciados pelo judaísmo, tinham o costume de guardar dias, meses, feriados e anos, e por isso foram duramente repreendidos pelo apóstolo Paulo: “Vocês estão observando dias especiais, meses, ocasiões específicas e anos! Temo que os meus esforços por vocês tenham sido inúteis.” (Gl 4:10).

Se ler as cartas dos apóstolos dirigidas às igrejas, identificadas apenas pela localização geográfica, verá que o costume de colocar nomes a grupos de cristãos — como “Igreja X” ou “Igreja Y” — é outra tradição inventada por homens. Como também chamar um edifício de “igreja”, colocar nele um altar e uma torre com um sino e uma cruz no topo. São meras tradições.

(Mario Persona é palestrante e consultor de comunicação, marketing e desenvolvimento profissional (www.mariopersona.com.br). Não possui formação ou título eclesiástico e nem está ligado a alguma denominação religiosa, estando congregado desde 1981 somente ao Nome do Senhor Jesus. Esta mensagem originalmente não contém propaganda. Alguns sistemas de envio de email ou RSS costumam adicionar mensagens publicitárias que podem não expressar a opinião do autor.)
As ideias aqui não são originalmente minhas, mas são fruto do que tenho aprendido da Palavra de Deus fora dos sistemas denominacionais com irmãos congregados ao nome do Senhor e também com autores de outras épocas que congregavam assim, como J. G. Bellett, C. H. Brown, J. N. Darby, E. Dennett, W. W. Fereday, J. L. Harris, W. Kelly, C. H. Mackintosh, A. Miller, F. G. Patterson, A. J. Pollock, H. L. Rossier, H. Smith, C. Stanley, W. Trotter, G. V. Wigram e muitos outros. Uma lista completa em inglês você encontra neste link.

Para baixar os vídeos:

http://www.mediafire.com/?50ddj2c90jjjs É permitido gravar, copiar e distribuir gratuitamente.

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