"Então o SENHOR me respondeu, e disse: Escreve a visão e torna bem legível sobre tábuas,
para que a possa ler quem passa correndo". Habacuque 2:2

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Duas mulheres -



http://youtu.be/rMEad0UeKwU

Edição especial de "O Evangelho em 3 Minutos" somente em áudio e com 40 minutos de duração - com Mario Persona.

Duas mulheres

(Transcrição de pregação do evangelho com Mario Persona)

Podemos abrir numa passagem no evangelho de João 3:31-36. "Aquele que vem de cima é sobre todos; aquele que vem da terra é da terra e fala da terra. Aquele que vem do céu é sobre todos. E aquilo que ele viu e ouviu isso testifica; e ninguém aceita o seu testemunho. Aquele que aceitou o seu testemunho, esse confirmou que Deus é verdadeiro. Porque aquele que Deus enviou fala as palavras de Deus; pois não lhe dá Deus o Espírito por medida. O Pai ama o Filho, e todas as coisas entregou nas suas mãos. Aquele que crê no Filho tem a vida eterna; mas aquele que não crê no Filho não verá a vida, mas a ira de Deus sobre ele permanece".

A novilha vermelha - Evangelismo



Edição especial de "O Evangelho em 3 Minutos" com pregação de 40 minutos apenas em áudio sobre a "Novilha Vermelha" de Números 19 - com Mario Persona

(Mario Persona é palestrante e consultor de comunicação, marketing e desenvolvimento profissional (www.mariopersona.com.br). Não possui formação ou título eclesiástico e nem está ligado a alguma denominação religiosa, estando congregado desde 1981 somente ao Nome do Senhor Jesus. Esta mensagem originalmente não contém propaganda. Alguns sistemas de envio de email ou RSS costumam adicionar mensagens publicitárias que podem não expressar a opinião do autor.)

Não acredite em voce



http://youtu.be/k_a4SoYw5-o

Edição especial de "O Evangelho em 3 Minutos" com pregação em áudio de aproximadamente 40 minutos com Mario Persona e transcrição.

Quando jovem -- e isto foi há muito tempo -- eu era muito inteligente, extremamente inteligente. Talvez você me pergunte o que aconteceu, não é mesmo? Na realidade eu me achava muito inteligente. O problema é que todas as vezes que fazia uma prova ou exame na escola, o gabarito não concordava com minha inteligência. Pelas notas que os professores me davam eu acabava ficando na média, ou às vezes até abaixo da média. Eu não concordava com as notas que os professores me davam; eu achava que os professores não estavam tão certos assim.

#406 Incredulos e perversos



Leitura: Lucas 9:37-43
Vídeo: http://youtu.be/XjYDLQkmSpY

Chega ao fim aquela atmosfera celestial que os discípulos respiravam durante a transfiguração de Jesus no monte. Agora eles descem para o nível deste mundo e se veem diante da multidão carregada das terríveis marcas que o pecado deixou na Criação. Um homem se aproxima de Jesus e descreve a triste condição de seu filho único: ele é possuído por um espírito maligno que está destruindo sua vida.

O pai aflito explica a Jesus que havia pedido aos discípulos que expulsassem o espírito maligno de seu filho, mas nenhum deles foi capaz de fazê-lo. "Ó geração incrédula e perversa", diz Jesus, "até quando estarei com vocês e terei de suportá-los?" (Lc 9:41). Ele não diz "Ó demônios, até quando terei de suportá-los?", mas provavelmente esteja falando dos discípulos ou mesmo de toda a humanidade.

Primeiro, porque todo ser humano é, por natureza, incrédulo. Segundo, porque os homens pervertem as coisas de Deus ao seu bel prazer. Assim somos todos "geração incrédula e perversa". Quando você não crê no poder de Deus, passa a confiar em seus próprios recursos. Isto é incredulidade. E se você perverte ou distorce as coisas de Deus para atender seus próprios interesses você é perverso.

O evangelho de Mateus 17:21 acrescenta que "esta espécie [de demônio] só sai pela oração e pelo jejum". Estes são os antídotos contra a incredulidade e a perversão. É pela oração que você demonstra sua dependência de Deus, e não de si mesmo, e o jejum significa abrir mão de seus apetites e interesses pessoais. Deus nos quer cem por cento dependentes dele e famintos de nossa vontade própria, para sermos saciados da vontade dele.

"Quando o menino vinha vindo, o demônio o lançou por terra, em convulsão. Mas Jesus repreendeu o espírito imundo, curou o menino e o entregou de volta a seu pai" (Lc 9:42). O Evangelho de Marcos acrescenta que o menino caiu no chão e começou a rolar, espumando pela boca. Diz ainda que "quando Jesus viu que a multidão estava se ajuntando, repreendeu o espírito imundo, dizendo: 'Espírito mudo e surdo, eu ordeno que o deixe e nunca mais entre nele'. O espírito gritou, agitou-o violentamente e saiu" (Mc 9:20-26).

Como a multidão se ajuntava e havia o risco de o demônio se transformar na atração principal ali, Jesus rapidamente resolve o problema. Hoje é comum encontrar grupos de cristãos mais ocupados com demônios do que com a adoração a Deus. E o modo do demônio agir denota muito bem que o seu desejo era o de chamar atenção, fazendo o menino rolar pelo chão e espumar pela boca. Não é muito diferente do modo como às vezes deixamos nossos filhos agirem, ou nós mesmos agimos, e nem é preciso estarmos possessos de demônios para isso: basta deixarmos nossa carne tomar as rédeas de nossa vida.

E se você quer ver de quê a carne é capaz, espere até os próximos 3 minutos.

(Mario Persona é palestrante e consultor de comunicação, marketing e desenvolvimento profissional (www.mariopersona.com.br). Não possui formação ou título eclesiástico e nem está ligado a alguma denominação religiosa, estando congregado desde 1981 somente ao Nome do Senhor Jesus. Esta mensagem originalmente não contém propaganda. Alguns sistemas de envio de email ou RSS costumam adicionar mensagens publicitárias que podem não expressar a opinião do autor.)

#405 So' Jesus



Leitura: Lucas 9:27-36
Vídeo: http://youtu.be/s6192GeSej8

Depois de serem acordados de seu sono pela aparição de Jesus transfigurado e acompanhado de Moisés e Elias, os três discípulos -- Pedro, Tiago e João -- reagem conforme o instinto religioso inerente ao homem. Adão e Eva tiveram uma reação semelhante no jardim do Éden, quando se viram nus: fizeram um cinturão de folhas para tentar cobrir sua nudez. Caim também tentou fazer algo: ofereceu a Deus o trabalho de suas mãos.

No caso de Adão e Eva, foi preciso que Deus sacrificasse um animal inocente para, com sua pele, cobrir a nudez deles. A oferta de Caim, do trabalho de suas mãos, foi recusada em detrimento da oferta de fé de Abel: o sacrifício cruento de um animal inocente. Desde então assim tem sido a história da humanidade: o homem sempre tentando fazer e dar algo para Deus, sem perceber que é Deus quem faz e Deus quem dá. Ao homem resta apenas a humilde posição de beneficiário da graça divina -- e que bendita posição!

O versículo mais famoso da Bíblia fala justamente destas duas coisas: Deus é o dador e sua dádiva foi o sacrifício de seu próprio filho: "Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna" (Jo 3:16).

Mas o que tudo isso tem a ver com a reação dos discípulos diante de Cristo transfigurado? Veja o que Pedro diz: "Façamos três tendas...". Ele se sente na obrigação de fazer algo para Deus. "Mestre, é bom estarmos aqui", diz ele. "Façamos três tendas: uma para ti, uma para Moisés e uma para Elias" (Lc 9:33). Pedro não é capaz de apenas desfrutar da presença de Jesus em contemplação. Ele quer fazer algo e, o que é pior, colocar Moisés e Elias, meros servos de Deus, no mesmo nível de Jesus, o Filho eterno de Deus.

Quantas vezes você já viu capelas e altares edificados em homenagem a homens e mulheres por alguém que achou que fazendo assim agradaria a Deus? "Façamos três tendas", diz Pedro e isto não é diferente de dizer "Façamos três capelas" ou qualquer outra coisa que sirva para abrigar o Filho de Deus ou perpetuar nomes de meros servos de Deus.

Pessoas de boas intenções gostam de homenagear os servos de Deus, mas é errado. Moisés e Elias são ocultos dos olhos dos discípulos por uma nuvem e os discípulos ficam só com Jesus. Uma voz do céu diz: "Este é o meu amado Filho; a ele ouvi" (Lc 9:35). A exaltação de homens não tem lugar nas coisas de Deus. Exaltar servos de Deus é um costume humano e nada tem a ver com as coisas de Deus. O correto é dizer como disse João Batista, quando viu a Jesus: "É necessário que ele cresça e que eu diminua" (Jo 3:30).

(Mario Persona é palestrante e consultor de comunicação, marketing e desenvolvimento profissional (www.mariopersona.com.br). Não possui formação ou título eclesiástico e nem está ligado a alguma denominação religiosa, estando congregado desde 1981 somente ao Nome do Senhor Jesus. Esta mensagem originalmente não contém propaganda. Alguns sistemas de envio de email ou RSS costumam adicionar mensagens publicitárias que podem não expressar a opinião do autor.)

#404 O assunto dos ceus



Leitura: Lucas 9:27-36
Vídeo: http://youtu.be/9VBcMnv51B0

A cena da transfiguração é significativa. Nela temos uma visão do reino futuro de Cristo, com o Rei no centro das atenções, acompanhado dos santos que estarão com o Rei em sua vinda. Os que passaram pela morte são representados por Moisés, e os que foram arrebatados ao céu, sem passar pela morte, são representados por Elias. Enquanto isso, Pedro, Tiago e João representam os santos que serão abençoados na terra durante o reino milenial de Cristo.

O comportamento destes três discípulos nos ensina como não agir na presença do Senhor. O versículo 32 de Lucas 9 diz que "Pedro e os seus companheiros estavam dominados pelo sono; acordando subitamente, viram a glória de Jesus e os dois homens que estavam com ele". Infelizmente este sono de indiferença pelas coisas celestiais é comum entre os cristãos e muitos serão surpreendidos pela vinda do Senhor, algo que nem esperavam. Há tantas atrações nesta vida que muitos acabam perdendo o interesse pelos assuntos do céu.

Moisés e Elias "falavam sobre a partida de Jesus, que estava para se cumprir em Jerusalém" (Lc 9:31). A morte e ressurreição de Jesus é ali o assunto do céu, mas não da terra. Quando abrimos no capítulo 5 de Apocalipse temos uma visão futura do céu e lá o assunto será eternamente o mesmo: o Cordeiro que foi morto e com o seu sangue comprou para Deus homens de toda tribo, língua e nação.

Paulo coloca a morte e ressurreição de Cristo como o centro de sua mensagem. No capítulo 15 da primeira carta aos Coríntios ele diz: "Irmãos, quero lembrar-lhes o evangelho que lhes preguei... Pois o que primeiramente lhes transmiti foi o que recebi: que Cristo morreu pelos nossos pecados, segundo as Escrituras, foi sepultado e ressuscitou ao terceiro dia, segundo as Escrituras" (1 Co 15:1-4).

Acaso é este o evangelho que hoje é pregado por aí? Nem sempre. A mensagem foi diluída ao ponto de se transformar em uma mensagem motivacional. O bem estar do ser humano nesta vida passou a ser o centro da mensagem e não o perdão de pecados e a salvação eterna. Os pregadores dão às pessoas o que elas querem: promessas de prosperidade material, saúde perene e felicidade nos relacionamentos. E isso costuma vir acompanhado de muitos decibéis de música e pirotecnia, não muito diferente de um show qualquer. Um evangelho sem o sangue do Cordeiro sacrificado e sem a ressurreição não é evangelho.

Mas quando o tema da morte e ressurreição de Cristo não é substituído por prosperidade, saúde e felicidade, outra coisa muito mais antiga e perniciosa toma o seu lugar: a superstição e o culto à personalidade. Estes são os assuntos dos próximos 3 minutos.

(Mario Persona é palestrante e consultor de comunicação, marketing e desenvolvimento profissional (www.mariopersona.com.br). Não possui formação ou título eclesiástico e nem está ligado a alguma denominação religiosa, estando congregado desde 1981 somente ao Nome do Senhor Jesus. Esta mensagem originalmente não contém propaganda. Alguns sistemas de envio de email ou RSS costumam adicionar mensagens publicitárias que podem não expressar a opinião do autor.)

#403 Uma fresta para o futuro



Leitura: Lucas 9:27-36
Vídeo: http://youtu.be/UtMJJDHMgnM

Jesus diz: "Alguns que aqui se acham de modo nenhum experimentarão a morte antes de verem o Reino de Deus" (Lc 9:27). Ele não quis dizer que alguns dos discípulos seriam imortais, mas que veriam o Reino antes de morrer. E agora Jesus permite que Pedro, Tiago e João espiem por uma espécie de fresta no tempo e espaço e vejam Jesus em glória, ao lado de Moisés e Elias.

Você deve estar lembrado de que neste capítulo Jesus tinha acabado de falar de sua vinda "na sua glória, e na do Pai e dos santos anjos" (Lc 9:26). O livro de Judas cita Enoque ao acrescentar que outros o acompanharão nessa vinda: "Eis que é vindo o Senhor com milhares de seus santos" (Jd 1:14). E o profeta Zacarias também inclui esses "santos" na vinda do Senhor, ao dizer: "Então o Senhor, o meu Deus, virá com todos os seus santos" (Zc 14:5).

A qualquer momento o Senhor virá sozinho para ressuscitar a todos os que morreram na fé. Nessa ocasião os vivos que crerem nele serão transformados e subirão para encontrá-lo "nos ares". Mas nessa vinda ele não chega a colocar os seus pés sobre a terra, como fará quando vier para julgar as nações e estabelecer o seu Reino. Na primeira ele chega apenas até as nuvens, o ponto de encontro dele com os ressuscitados e transformados. Dali Jesus e os seus seguem para o céu, e isto é o que costumamos chamar de "arrebatamento da igreja".

Depois virá um período de sete anos, na metade do qual o anticristo se manifestará e passará a perseguir um remanescente de judeus que se converterão nessa época. No final desse período Cristo virá de forma visível e magnífica, colocando seus pés no monte das Oliveiras conforme os anjos prometeram no livro de Atos: "Galileus, por que vocês estão olhando para o céu? Este mesmo Jesus, que dentre vocês foi elevado ao céu, voltará da mesma forma como o viram subir" (At 1:11). E o profeta Zacarias confirma: "Naquele dia os seus pés estarão sobre o monte das Oliveiras, a leste de Jerusalém, e o monte se dividirá ao meio" (Zc 14:4).

Agora você já sabe como é possível Jesus voltar com os "milhares de seus santos" ou "todos os seus santos" mencionados por Judas e Zacarias. Para que venham com Cristo é preciso que antes estejam com Cristo no céu. Você também já pode entender a razão de os anjos, em Atos, anunciarem que ele colocará seus pés sobre o Monte das Oliveiras, enquanto em 1 Tessalonicenses 4 fala de um encontro com os seus nos ares e entre nuvens. Tudo fica claro quando entendemos que há dois momentos distintos da vinda de Cristo, separados por um período de sete anos. Mas vamos voltar a nos ocupar agora com o que acontece neste capítulo que fala da transfiguração de Jesus. É o que veremos nos próximos 3 minutos.

(Mario Persona é palestrante e consultor de comunicação, marketing e desenvolvimento profissional (www.mariopersona.com.br). Não possui formação ou título eclesiástico e nem está ligado a alguma denominação religiosa, estando congregado desde 1981 somente ao Nome do Senhor Jesus. Esta mensagem originalmente não contém propaganda. Alguns sistemas de envio de email ou RSS costumam adicionar mensagens publicitárias que podem não expressar a opinião do autor.)
As ideias aqui não são originalmente minhas, mas são fruto do que tenho aprendido da Palavra de Deus fora dos sistemas denominacionais com irmãos congregados ao nome do Senhor e também com autores de outras épocas que congregavam assim, como J. G. Bellett, C. H. Brown, J. N. Darby, E. Dennett, W. W. Fereday, J. L. Harris, W. Kelly, C. H. Mackintosh, A. Miller, F. G. Patterson, A. J. Pollock, H. L. Rossier, H. Smith, C. Stanley, W. Trotter, G. V. Wigram e muitos outros. Uma lista completa em inglês você encontra neste link.

Para baixar os vídeos:

http://www.mediafire.com/?50ddj2c90jjjs É permitido gravar, copiar e distribuir gratuitamente.