"Então o SENHOR me respondeu, e disse: Escreve a visão e torna bem legível sobre tábuas,
para que a possa ler quem passa correndo". Habacuque 2:2

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#738 Saiam dela!


Leitura: Marcos 6:5-6

No capítulo anterior Jesus impediu que os zombadores entrassem onde jazia a filha de Jairo e a vissem ressuscitar. Apenas os da fé teriam esse privilégio. Agora seus concidadãos de Nazaré o desprezam, por isso Jesus “não pôde fazer ali nenhum milagre, exceto impor as mãos sobre alguns doentes e curá-los. E ficou admirado com a incredulidade deles.” (Mc 6:5-6). A incredulidade impede a ação de Deus e priva de bênção os zombadores. Um crente em Jesus não deve perder tempo com eles, como ensinou Jesus: “Não deem o que é sagrado aos cães, nem atirem suas pérolas aos porcos; caso contrário, estes as pisarão e, aqueles, voltando-se contra vocês, os despedaçarão” (Mt 7:6).

O profeta Jeremias aprendeu que devia se apartar dos que desprezavam a Deus. Ele escreveu: “Jamais me sentei na companhia dos zombadores, nunca festejei com eles. Sentei-me sozinho, porque a tua mão estava sobre mim e me encheste de indignação... Assim respondeu o Senhor: “Se você se arrepender, eu o restaurarei para que possa me servir; se você disser palavras de valor, e não indignas, será o meu porta-voz. Deixe esse povo voltar-se para você, mas não se volte para eles.” (Jr 15:17-19). Mais tarde Paulo alertaria os judeus usando as palavras dos antigos profetas: “Olhem, escarnecedores, admirem-se e pereçam; pois nos dias de vocês farei algo que vocês jamais creriam se alguém lhes contasse.” (At 13:41).

E hoje, será que o respeito por Deus aumentou? Não, o que aumentou foi o número de pessoas interessadas não no que Jesus é, mas no que ele pode dar. Quando Jesus “estava em Jerusalém, na festa da Páscoa, muitos viram os sinais miraculosos que ele estava realizando e creram em seu nome. Mas Jesus não se confiava a eles, pois conhecia a todos. Não precisava que ninguém lhe desse testemunho a respeito do homem, pois ele bem sabia o que havia no homem.” (Jo 2:23-25).

Jeremias precisou se apartar de seu povo imerso na iniquidade, e o cristão deve fazer o mesmo. A iniquidade toma conta da cristandade e em breve esta mostrará ser a Grande Meretriz de Apocalipse, corrupta e avessa aos atributos divinos de Cristo. Esse sistema todo é chamado de “arraial” ou “acampamento”, como era o arraial contaminado de Israel, de onde Moisés separou a tenda da congregação e presença de Deus. A ordem hoje é: “Saiam dela, vocês, povo meu, para que vocês não participem dos seus pecados... Portanto, saiamos até ele [Cristo], fora do acampamento, suportando a desonra que ele suportou.  (Ap 18:4; Hb 13:13).

(Mario Persona é palestrante e consultor de comunicação, marketing e desenvolvimento profissional (www.mariopersona.com.br). Não possui formação ou título eclesiástico e nem está ligado a alguma denominação religiosa, estando congregado desde 1981 somente ao Nome do Senhor Jesus. Esta mensagem originalmente não contém propaganda. Alguns sistemas de envio de email ou RSS costumam adicionar mensagens publicitárias que podem não expressar a opinião do autor.)

#737 Salvador ou Juiz?



Leitura: Marcos 6:1-4

O capítulo 6 de Marcos começa com Jesus voltando à sua cidade, Nazaré “acompanhado dos seus discípulos. Quando chegou o sábado, começou a ensinar na sinagoga, e muitos dos que o ouviam ficavam admirados. ‘De onde lhe vêm estas coisas?’, perguntavam eles. ‘Que sabedoria é esta que lhe foi dada? E estes milagres que ele faz? Não é este o carpinteiro, filho de Maria e irmão de Tiago, José, Judas e Simão? Não estão aqui conosco as suas irmãs?’ E ficavam escandalizados por causa dele.” (Mc 6:1-3).

Eles não podem negar a sublimidade de suas palavras, mas sequer cogitam reconhecer que ele não é um homem comum. Para incrédulos, Jesus não passa de um carpinteiro, um artesão que cria obras de madeira. Para seus discípulos “todas as coisas foram feitas por intermédio dele; sem ele, nada do que existe teria sido feito” (Jo 1:3). Para a religião humana ele não passa do “filho de Maria”, mas para os que creem nele “o Filho de Deus veio e nos deu entendimento, para que conheçamos aquele que é o Verdadeiro. E nós estamos naquele que é o Verdadeiro, em seu Filho Jesus Cristo. Este é o verdadeiro Deus e a vida eterna.” (1 Jo 5:20).

Os indiferentes à obra que Jesus veio consumar só enxergam como seus irmãos “Tiago, José, Judas, Simão” e “as suas irmãs”. Ignoram os milhões que ele salvou e agora aguardam “a bendita esperança: a gloriosa manifestação de nosso grande Deus e Salvador, Jesus Cristo. Ele se entregou por nós a fim de nos remir de toda a maldade e purificar para si mesmo um povo particularmente seu, dedicado à prática de boas obras... Pois aqueles que de antemão conheceu, [Deus] também os predestinou para serem conformes à imagem de seu Filho, a fim de que ele seja o primogênito entre muitos irmãos.” (Tt 2:13-14; Rm 8:29).


A atitude de seus concidadãos entristece Jesus, que diz: “Só em sua própria terra, entre seus parentes e em sua própria casa, é que um profeta não tem honra” (Mc 1:4). Curiosamente Nazaré, e sua população, eram reputados como desprezíveis pelos outros judeus. Tanto que quando Jesus chamava seus discípulos e Filipe se alegrava de que tinham encontrado “aquele sobre quem Moisés escreveu na Lei, e a respeito de quem os profetas também escreveram: Jesus de Nazaré, filho de José”, Natanael comentou: “Nazaré? Pode vir alguma coisa boa de lá?”(Jo 1:45-46). Não importa o nível em que o ser humano se encontre, ele sempre irá considerar Jesus um homem qualquer. E você, o que pensa de Jesus? Sua opinião sobre ele é o que determina se ele é seu Salvador ou será seu Juiz.


(Mario Persona é palestrante e consultor de comunicação, marketing e desenvolvimento profissional (www.mariopersona.com.br). Não possui formação ou título eclesiástico e nem está ligado a alguma denominação religiosa, estando congregado desde 1981 somente ao Nome do Senhor Jesus. Esta mensagem originalmente não contém propaganda. Alguns sistemas de envio de email ou RSS costumam adicionar mensagens publicitárias que podem não expressar a opinião do autor.)

#736 De volta a vida


Leitura: Marcos 5:35-40

Ao ordenar que saíssem dali os que zombam dele, por ter dito que a menina dormia, Jesus faz distinção entre incrédulos e crentes. Apenas Jairo, sua esposa e os discípulos verão a ressurreição da criança. Então “tomou consigo o pai e a mãe da criança e os discípulos que estavam com ele, e entrou onde se encontrava a criança”. Não seria demais afirmar que a menina também tenha sido criada no temor do Senhor e na expectativa da vinda do Messias prometido a Israel. Assim como acontece aqui, mais tarde nenhum incrédulo veria a ressurreição do Senhor, mas apenas os seus discípulos.

O capítulo começou com um homem possesso para o qual os cidadãos de Gadara não davam qualquer esperança. Jesus libertou o pobre homem. Em seguida vimos uma mulher que havia sido desenganada pelos médicos e já não tinha mais recursos para ser curada. Jesus curou a mulher. Agora a fronteira final do desafio humano: uma criança morta. Seria ele capaz de fazê-la voltar à vida. Certamente, porque Jesus não é um homem comum: ele é o Filho de Deus vindo em carne, Deus e Homem, “o resplendor da glória de Deus e a expressão exata do seu ser, sustentando todas as coisas por sua palavra” (Hb 1:3). A mesma palavra que criou os mundos irá agora demonstrar seu poder ao chamar a menina de seu sono mortal.

Jesus “tomou-a pela mão e lhe disse — em aramaico —: ‘Talita cumi!’, que significa: ‘Menina, eu lhe ordeno, levante-se!’. Imediatamente a menina, que tinha doze anos de idade, levantou-se e começou a andar. Isso os deixou atônitos. Ele deu ordens expressas para que não dissessem nada a ninguém e mandou que dessem a ela alguma coisa para comer.” (Mc 5:41-43). Uma frase de Jesus, o Criador do Universo, foi suficiente para ressuscitar a menina, do mesmo modo como fez com Lázaro, quando “bradou em alta voz: ‘Lázaro, venha para fora!’. O morto saiu, com as mãos e os pés envolvidos em faixas de linho, e o rosto envolto num pano. Disse-lhes Jesus: ‘Tirem as faixas dele e deixem-no ir’.” (Jo 11:43-44).

Em ambos os casos existe um elemento comum: o Senhor traz pessoas de volta à vida, mas deixa a outros o privilégio de cuidar delas. No caso de Lázaro ele precisava ser livrado das faixas da morte que limitavam seus movimentos; no caso da menina ela precisa ser alimentada em sua nova vida. Do mesmo modo, para todo novo convertido a Cristo, que é chamado da morte para a vida pela mensagem do Evangelho, é preciso que alguém tire suas amarras e o alimente.

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#735 A ressurreicao reservada


Leitura: Marcos 5:35-40

Jesus ainda falava com a mulher curada de um fluxo de sangue quando “chegaram algumas pessoas da casa de Jairo, o dirigente da sinagoga. ‘Sua filha morreu’, disseram eles. ‘Não precisa mais incomodar o mestre!’” (Mc 5:35). Para estas pessoas a morte colocava um ponto final na possibilidade de o Senhor agir, e infelizmente é assim para todo incrédulo. Sua sorte e destino ficam selados no momento em que a vida deixa de existir no corpo. A salvação eterna só pode ser recebida em vida pela fé em Cristo e em sua obra consumada na cruz para a remissão dos pecados.

Paulo escreveu: “Se é somente para esta vida que temos esperança em Cristo, dentre todos os homens somos os mais dignos de compaixão. Mas de fato Cristo ressuscitou dentre os mortos, sendo as primícias dentre aqueles que dormiram.” (1 Co 15:19-20). O verbo “dormir” usado por Paulo é o mesmo usado pelo Senhor nesta passagem: “Por que todo este alvoroço e lamento? A criança não está morta, mas dorme” (Mc 5:39). Para Deus, aquele que morre na incredulidade está morto e só lhe resta aguardar o juízo eterno. Para quem morre em Cristo seu corpo está apenas dormindo. Faz todo sentido o funeral de um incrédulo perdido ser acompanhado de “alvoroço, com gente chorando e se lamentando em alta voz” (Mc 5:38). Mas o mesmo não vale para um crente em Jesus.

Por isso Paulo escreveu aos tessalonicenses: “Irmãos, não queremos que vocês sejam ignorantes quanto aos que dormem, para que não se entristeçam como os outros que não têm esperança. Se cremos que Jesus morreu e ressurgiu, cremos também que Deus trará, mediante Jesus e juntamente com ele, aqueles que nele dormiram. Dizemos a vocês, pela palavra do Senhor, que nós, os que estivermos vivos, os que ficarmos até a vinda do Senhor, certamente não precederemos os que dormem. Pois, dada a ordem, com a voz do arcanjo e o ressoar da trombeta de Deus, o próprio Senhor descerá do céu, e os mortos em Cristo ressuscitarão primeiro. Depois disso, os que estivermos vivos seremos arrebatados juntamente com eles nas nuvens, para o encontro com o Senhor nos ares. E assim estaremos com o Senhor para sempre. Consolem-se uns aos outros com estas palavras.” (1 Ts 4:13-18).

Ao dizer que a menina apenas dormia, “todos começaram a rir de Jesus. Ele, porém, ordenou que eles saíssem, tomou consigo o pai e a mãe da criança e os discípulos que estavam com ele, e entrou onde se encontrava a criança.” (Mc 5:40). Nenhum incrédulo irá assistir a ressurreição.

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#734 Necessidade e fe'


Leitura: Marcos 5:30-34

A mulher que sofria de uma hemorragia há doze anos estendeu o braço por entre a multidão que se aglomerava em redor de Jesus, e tocou suas vestes. No mesmo instante sua hemorragia cessou e ela foi curada. “Jesus percebeu que dele havia saído poder, virou-se para a multidão e perguntou: ‘Quem tocou em meu manto?’ Responderam os seus discípulos: ‘Vês a multidão aglomerada ao teu redor e ainda perguntas: Quem tocou em mim?’ Mas Jesus continuou olhando ao seu redor para ver quem tinha feito aquilo.” (Mc 5:30-32). Ela queria deixar o local sem ser notada, mas Jesus sentiu poder saindo de si e perguntou: “Quem tocou em meu manto?”.

Acaso ele não sabia? É claro que sabia, do mesmo modo como Deus sabia que Adão estava escondido entre as árvores do jardim, ao perguntar: “Onde está você?” (Gn 3:9). É o que chamamos de pergunta retórica, que não tem o objetivo de obter uma resposta, mas sim de estimular uma reação ou reflexão. E no caso da mulher surtiu efeito: “Então a mulher, sabendo o que lhe tinha acontecido, aproximou-se, prostrou-se aos seus pés e, tremendo de medo, contou-lhe toda a verdade.” (Mc 5:33). O resultado de uma fé genuína é adoração — “a mulher... prostrou-se aos seus pés” — e também a confissão e testemunho de sua fé.

Mas se a multidão se aglomerava, por que ninguém mais foi beneficiado por se encostar em Jesus? Porque a mulher sabia da gravidade de sua condição e tinha fé de que em Jesus encontraria a solução. Lembre-se de que antes de chegar ali ela já tinha gastado tudo com médicos e remédios sem resolver seu problema. Fé e consciência de sua necessidade andam juntas quando o assunto é a salvação que Deus oferece.

Se a mulher tivesse saído sem ser notada, qualquer indisposição no dia seguinte a faria pensar que não tocou o suficiente em Jesus. Daí as palavras: “Filha, a sua fé a curou! Vá em paz e fique livre do seu sofrimento” (Mc 5:34). A certeza da salvação faz parte do conjunto da obra que Deus quer que desfrutemos. Milhões de cristãos vivem na incerteza se estão salvos ou não, achando que cabe a eles perseverar, como se a obra de Cristo não tivesse sido completa. Isso nada mais é do que incredulidade e confiança na carne. O apóstolo Paulo escreveu: “Se você confessar com a sua boca que Jesus é Senhor e crer em seu coração que Deus o ressuscitou dentre os mortos, será salvo.” (Rm 10:9). E Jesus disse a Marta: “Não lhe falei que, se você cresse, veria a glória de Deus?” (Jo 11:40).


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#733 O Deus que deseja salvar


Leitura: Marcos 5:25-29

Caminhando Jesus em direção à menina moribunda, “estava ali certa mulher que havia doze anos vinha sofrendo de uma hemorragia. Ela padecera muito sob o cuidado de vários médicos e gastara tudo o que tinha, mas, em vez de melhorar, piorava. Quando ouviu falar de Jesus, chegou-se por trás dele, no meio da multidão, e tocou em seu manto, porque pensava: ‘Se eu tão-somente tocar em seu manto, ficarei curada’. Imediatamente cessou sua hemorragia e ela sentiu em seu corpo que estava livre do seu sofrimento.” (Mc 5:25-34).

Muitos são tímidos e vacilantes como esta mulher, achando que Jesus não seja acessível. Não ousam tocar em sua Pessoa, contentando-se em tocar suas vestes. A maravilha da salvação é que ela não está na qualidade da fé ou no quanto alguém conhece a Bíblia, mas em Cristo. Sei de um homem que foi devasso a vida inteira. No leito de morte ficou aflito e alguém ao seu lado disse a ele que pedisse para Jesus salvá-lo. Esse homem morreu dizendo “Jesus! Jesus, me salva!”. Quanto ele entendia da Bíblia e da obra de Cristo? Zero. Quantas vezes ele foi a uma igreja? Menos que ao boteco. Mas iria Deus deixar de salvar alguém que, na hora da morte, clama por Jesus? Alguém como o malfeitor na cruz, que disse apenas “Senhor, lembra-te de mim”? Para qualquer um numa situação assim o Senhor tem a mesma palavra: “Hoje você estará comigo” (Lc 23:43).

Não é o quanto sabemos de Cristo que nos salva, mas o fato de Deus querer salvar. “Não depende do desejo ou do esforço humano, mas da misericórdia de Deus” (Rm 9:16). Quando ele quiser salvar um Saulo, que perseguia cristãos até à morte, fará dele um Paulo. Ele dará a essa pessoa um átomo de fé suficiente para levá-la a tocar no manto de Jesus. Muitos no céu mal sabem explicar como chegaram ali. São como o piloto do avião acidentado — cujas últimas palavras gravadas foram simplesmente “JESUS!”. Eles clamaram por Jesus na derradeira hora, quando religião, conhecimento e justiça própria não podiam salvá-los. E foram salvos.

Se acreditarmos que nossa capacidade de entender e de exercer uma fé livre de erros no Senhor é o que determina nossa salvação, estaremos dizendo que existe algum tipo de obra — no caso intelectual — inserida no processo. Se alguém me pergunta o que precisa fazer para ser salvo, respondo como fez Paulo ao carcereiro: “Creia no Senhor Jesus” (At 16:31). Mas, algo que ele irá descobrir só depois de crer, será que até mesmo o crer não partiu dele, mas foi um resultado da obra do Deus que quer salvar.

(Mario Persona é palestrante e consultor de comunicação, marketing e desenvolvimento profissional (www.mariopersona.com.br). Não possui formação ou título eclesiástico e nem está ligado a alguma denominação religiosa, estando congregado desde 1981 somente ao Nome do Senhor Jesus. Esta mensagem originalmente não contém propaganda. Alguns sistemas de envio de email ou RSS costumam adicionar mensagens publicitárias que podem não expressar a opinião do autor.)
As ideias aqui não são originalmente minhas, mas são fruto do que tenho aprendido da Palavra de Deus fora dos sistemas denominacionais com irmãos congregados ao nome do Senhor e também com autores de outras épocas que congregavam assim, como J. G. Bellett, C. H. Brown, J. N. Darby, E. Dennett, W. W. Fereday, J. L. Harris, W. Kelly, C. H. Mackintosh, A. Miller, F. G. Patterson, A. J. Pollock, H. L. Rossier, H. Smith, C. Stanley, W. Trotter, G. V. Wigram e muitos outros. Uma lista completa em inglês você encontra neste link.

Para baixar os vídeos:

http://www.mediafire.com/?50ddj2c90jjjs É permitido gravar, copiar e distribuir gratuitamente.