"Então o SENHOR me respondeu, e disse: Escreve a visão e torna bem legível sobre tábuas,
para que a possa ler quem passa correndo". Habacuque 2:2

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(Mario Persona é palestrante e consultor de comunicação, marketing e desenvolvimento profissional (www.mariopersona.com.br). Não possui formação ou título eclesiástico e nem está ligado a alguma denominação religiosa, estando congregado desde 1981 somente ao Nome do Senhor Jesus. Esta mensagem originalmente não contém propaganda. Alguns sistemas de envio de email ou RSS costumam adicionar mensagens publicitárias que podem não expressar a opinião do autor.)

#662 A assinatura de Deus


Leitura: Marcos1:1-13

O Evangelho de João apresenta Jesus em sua divindade, e Marcos em seu caráter de Servo. Todavia Deus não poderia deixar de imprimir sua assinatura também neste evangelho para mostrar que, por detrás de “seu Filho em semelhança da carne do pecado” (Rm 8:3) existia toda a glória e majestade do Deus Criador. Isto se torna mais importante quando muitos que se dizem cristãos são instrumentos do “anticristo: aquele que nega o Pai e o Filho” (1 Jo 2:22). João se referia à unidade divina entre o Pai e o Filho, como Jesus atestou ao dizer: “Eu e o Pai somos um” (Jo 10:20).

O apóstolo continua seu alerta: “Amados, não creiam em qualquer espírito, mas examinem os espíritos para ver se eles procedem de Deus, porque muitos falsos profetas têm saído pelo mundo... Todo espírito que confessa que Jesus Cristo veio em carne procede de Deus...” (1 Jo 4:1-3). Aqui não fala de confessar que Jesus Cristo nasceu em carne, como um ser humano qualquer, mas que “veio em carne”, pois já existia na eternidade antes de vir ao mundo. E João termina sua carta afirmando que “Jesus Cristo... é o verdadeiro Deus e a vida eterna” (1 Jo 5:20).

Mas onde estaria essa assinatura de Deus no Evangelho de Marcos? No primeiro capítulo, onde há sete testemunhos acerca de Jesus. Sabemos que na Bíblia o número sete é o número de Deus e representa a perfeição. Primeiro, é o próprio Marcos quem testemunha que “Jesus Cristo” é “o Filho de Deus” (vers. 1). Depois o testemunho vem dos profetas referindo-se a Jesus como o Jeová do Antigo Testamento (vers. 2-3). Em terceiro lugar vem o testemunho de João Batista, que diz: Ele é “mais poderoso do que eu”. O quarto testemunho vem do Pai no versículo 11, que diz: “Tu és o meu Filho amado; em ti me agrado”.

Nos versículos 12 e 13 encontramos os últimos três testemunhos. O quinto é providenciado pelo Espírito Santo para mostrar que Jesus era sem pecado e impermeável à tentação. Ele “o impeliu para o deserto. Ali esteve quarenta dias, sendo tentado por Satanás”. O sexto testemunho é dado pela Criação, sobre a qual o Filho de Deus tem o domínio, pois “estava com os animais selvagens” e estes nenhum dano lhe causaram. O sétimo nós vemos quando “os anjos o serviam”, e o leitor da Bíblia saberá que isto tem a ver com Hebreus 1:6-8, que diz: “Quando Deus introduz o Primogênito no mundo, diz: ‘Todos os anjos de Deus o adorem’.. e a respeito do Filho, diz: ‘O teu trono, ó Deus, subsiste para todo o sempre; cetro de equidade é o cetro do teu Reino’”.

(Mario Persona é palestrante e consultor de comunicação, marketing e desenvolvimento profissional (www.mariopersona.com.br). Não possui formação ou título eclesiástico e nem está ligado a alguma denominação religiosa, estando congregado desde 1981 somente ao Nome do Senhor Jesus. Esta mensagem originalmente não contém propaganda. Alguns sistemas de envio de email ou RSS costumam adicionar mensagens publicitárias que podem não expressar a opinião do autor.)

#661 Jeova' busca por uma esposa


Leitura: Marcos1:1-8

Este encontro de Deus com o que restou de seu povo foi marcado por João Batista num deserto, que mostrava condição de seus corações, e exigia deles confissão de pecados e arrependimento. Mas eles rejeitariam seu Messias e Israel viria a experimentar “um endurecimento em parte, até que chegasse a plenitude dos gentios. E assim todo o Israel será salvo, como está escrito: ‘Virá de Sião o redentor que desviará de Jacó a impiedade. E esta é a minha aliança com eles quando eu remover os seus pecados” (Rm 11:25-27).

Este “endurecimento em parte” já dura mais de dois mil anos, período no qual Deus passou a tratar com seu povo celestial, a Igreja. Num futuro próximo, depois que a Igreja for tirada da terra no arrebatamento, “todo o Israel será salvo”. Então se dará o verdadeiro encontro no deserto, aqui prefigurado por este de João Batista, quando ficarão claras as intenções de amor e ternura que Deus sempre teve para com Israel, ao ponto de chamar seu povo de “esposa”. Oséias descreve assim:

“Portanto, agora vou atraí-la; vou levá-la para o deserto e vou falar-lhe com carinho. Ali devolverei a ela as suas vinhas, e farei do vale de Açor uma porta de esperança. Ali ela me responderá como nos dias de sua infância, como no dia em que saiu do Egito. ‘Naquele dia’, declara o Senhor, ‘você me chamará ‘meu marido’; não me chamará mais ‘meu senhor’. Tirarei dos seus lábios os nomes dos baalins; seus nomes não serão mais invocados. Naquele dia farei em favor deles um acordo com os animais do campo, com as aves do céu e com os animais que rastejam pelo chão. Arco, espada e guerra, eu os abolirei da terra, para que todos possam viver em paz. Eu me casarei com você para sempre; eu me casarei com você com justiça e retidão, com amor e compaixão. Eu me casarei com você com fidelidade, e você reconhecerá o Senhor.  ‘Naquele dia eu responderei’, declara o Senhor. ‘Responderei aos céus, e eles responderão à terra; e a terra responderá ao cereal, ao vinho e ao azeite, e eles responderão a Jezreel. Eu a plantarei para mim mesmo na terra; tratarei com amor aquela que chamei ‘Não amada’. Direi àquele chamado ‘Não-meu-povo’: Você é meu povo; e ele dirá: ‘Tu és o meu Deus’.” (Os 2:14-23).

Enquanto isso não acontece, existe uma janela de oportunidade para todo aquele que reconhece o deserto em que está sua alma e vai a Jesus arrependido de seus pecados, clamando por salvação. Será você um deles?

(Mario Persona é palestrante e consultor de comunicação, marketing e desenvolvimento profissional (www.mariopersona.com.br). Não possui formação ou título eclesiástico e nem está ligado a alguma denominação religiosa, estando congregado desde 1981 somente ao Nome do Senhor Jesus. Esta mensagem originalmente não contém propaganda. Alguns sistemas de envio de email ou RSS costumam adicionar mensagens publicitárias que podem não expressar a opinião do autor.)

#660 Um encontro no deserto


Leitura: Marcos1:1-8

Jesus “veio para o que era seu” (Jo 1:11), isto é, o povo de Israel. Estes que “desde a criação do mundo” (Mt 25:34) haviam sido destinados a herdar um Reino que jamais teria fim, eram agora agraciados com a visita do próprio Rei, ainda que no caráter de Servo. Séculos de história haviam se passado até este momento para provar a incapacidade do homem de atender às santas demandas de Deus e demonstrar a paciência daquele que ainda estava disposto a dar mais uma chance a Israel. “A Lei foi dada por intermédio de Moisés; a graça e a verdade vieram por intermédio de Jesus Cristo.” (Jo 1:17).

Mas neste ponto só restam na terra prometida duas tribos, das doze originais: Judá e Benjamim, ou “judeus”, como a Bíblia as chama aqui. Séculos antes as dez outras tribos haviam sido dispersas entre os próprios povos pagãos dos quais tinha adotado a idolatria. Mesmo assim Deus pretendia restaurá-las um dia para que fossem um povo só, começando pelos judeus. Todavia a soberba era a marca registrada dos judeus, que acabariam por rejeitar este de quem João Batista dizia: “Depois de mim vem alguém mais poderoso do que eu, tanto que não sou digno nem de encurvar-me e desamarrar as correias das suas sandálias” (Mc 1:7).

“Assim surgiu João [Batista], batizando no deserto e pregando um batismo de arrependimento para o perdão dos pecados” (Mc 1:4). Batismo não era algo estranho ao povo terreno de Deus. Eles se lembravam de Moisés, e de como este havia sido lançado nas águas da morte por sua mãe para ser salvo das garras de Faraó. Também não podiam se esquecer de que seus “antepassados estiveram sob a nuvem e todos passaram pelo mar. Em Moisés, todos eles foram batizados na nuvem e no mar”. (1 Co 10:1). Mesmo não sendo um batismo cristão o que João Batista ministrava, era também uma figura de morte, sem o que seria impossível Deus reiniciar o relacionamento com seu povo.

Deus vinha agora ao encontro do que restou de seu povo original, ao qual havia sido prometida uma gama de bênçãos terrestres jamais dadas a qualquer outro povo. Mas esse encontro não foi marcado num palácio real, em meio ao luxo e à riqueza, mas no deserto, uma clara figura do estado em que eles se encontravam aos olhos de Deus, depois de séculos de rebelião e desprezo contra Jeová. Por isso aquele era necessariamente um batismo de arrependimento para que eles, “confessando os seus pecados, fossem batizados por [João] no rio Jordão” (Mc 1:5).

(Mario Persona é palestrante e consultor de comunicação, marketing e desenvolvimento profissional (www.mariopersona.com.br). Não possui formação ou título eclesiástico e nem está ligado a alguma denominação religiosa, estando congregado desde 1981 somente ao Nome do Senhor Jesus. Esta mensagem originalmente não contém propaganda. Alguns sistemas de envio de email ou RSS costumam adicionar mensagens publicitárias que podem não expressar a opinião do autor.)
As ideias aqui não são originalmente minhas, mas são fruto do que tenho aprendido da Palavra de Deus fora dos sistemas denominacionais com irmãos congregados ao nome do Senhor e também com autores de outras épocas que congregavam assim, como J. G. Bellett, C. H. Brown, J. N. Darby, E. Dennett, W. W. Fereday, J. L. Harris, W. Kelly, C. H. Mackintosh, A. Miller, F. G. Patterson, A. J. Pollock, H. L. Rossier, H. Smith, C. Stanley, W. Trotter, G. V. Wigram e muitos outros. Uma lista completa em inglês você encontra neste link.

Para baixar os vídeos:

http://www.mediafire.com/?50ddj2c90jjjs É permitido gravar, copiar e distribuir gratuitamente.