"Então o SENHOR me respondeu, e disse: Escreve a visão e torna bem legível sobre tábuas,
para que a possa ler quem passa correndo". Habacuque 2:2

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#742 Sepultamento


Leitura: Marcos 6:29

Depois de João Batista ter sido decapitado por ordem de Herodes, “os discípulos de João vieram, levaram o seu corpo e o colocaram num túmulo.” (Mc 6:29). Eles não cremaram seu corpo, como os pagãos, mas agiram à maneira judaica. Na Lei havia instruções para o sepultamento, inclusive de criminosos: “Se um homem culpado de um crime que mereça a morte for morto e pendurado num madeiro, não deixem o corpo no madeiro durante a noite. Enterrem-no naquele mesmo dia” (Dt 21:22-23).

Profeticamente isso falava de Cristo, e apesar de lhe ter sido destinado “um túmulo com os ímpios”, esteve “com o rico em sua morte” (Is 53:9). Dois homens ricos e influentes — José de Arimateia e Nicodemos — “tomando o corpo de Jesus, o envolveram em faixas de linho, juntamente com as especiarias, de acordo com os costumes judaicos de sepultamento. No lugar onde Jesus foi crucificado havia um jardim; e no jardim, um sepulcro novo, onde ninguém jamais fora colocado.” (Jo 19:40-41).

Eclesiastes 6:3 diz que “e alguém gerar cem filhos e viver muitos anos, até avançada idade, e se a sua alma não se fartar do bem, e além disso não tiver sepultura, digo que um aborto é mais feliz do que ele”.  As três primeiras pessoas que morreram no período da Igreja foram sepultadas. Ananias, que “os moços vieram, envolveram seu corpo, levaram-no para fora e o sepultaram”, e Safira, que “sepultaram ao lado de seu marido.”  (At 5:6, 10). Mais tarde “alguns homens piedosos sepultaram Estêvão” (At 8:2). Vemos, portanto, que a prática cristã é sepultar, e não cremar.

No Antigo Testamento Deus se indignou com Moabe que “queimou até reduzir a cinzas os ossos do rei de Edom” (Am 2:1). A respeito da besta, Daniel 7:11 diz que “seu corpo foi destruído e atirado no fogo” e Apocalipse 19:20 diz que ela e o anticristo serão “lançados vivos no lago de fogo que arde com enxofre.” . Certamente Deus prefere dar um destino diferente ao corpo de um crente, que é “santuário do Espírito Santo” (1 Co 6:19), e deve ser tratado com dignidade, tanto na vida como na morte.

Nada podemos fazer se a morte for por incêndio ou explosão, mas quando possível o corpo deve ser sepultado como nos exemplos da Bíblia. Trata-se de uma atitude de respeito, mas se você, sem saber disso, destinou à cremação o corpo de algum ente querido, se ele morreu na fé também se beneficiará do fato de que Cristo “transformará os nossos corpos humilhados, para serem semelhantes ao seu corpo glorioso.” (Fp 3:21).

(Mario Persona é palestrante e consultor de comunicação, marketing e desenvolvimento profissional (www.mariopersona.com.br). Não possui formação ou título eclesiástico e nem está ligado a alguma denominação religiosa, estando congregado desde 1981 somente ao Nome do Senhor Jesus. Esta mensagem originalmente não contém propaganda. Alguns sistemas de envio de email ou RSS costumam adicionar mensagens publicitárias que podem não expressar a opinião do autor.)

#741 Decapitando a consciencia


Leitura: Marcos 6:16-28

Herodes se apavora só de ouvir falar de Jesus. “João, o homem a quem decapitei, ressuscitou dos mortos!”. Sua consciência está intranquila. Jesus é o Verbo diante de quem nosso íntimo vem à tona. “Pois a palavra de Deus é viva e eficaz, e mais afiada que qualquer espada de dois gumes; ela penetra ao ponto de dividir alma e espírito, juntas e medulas, e julga os pensamentos e intenções do coração. Nada, em toda a criação, está oculto aos olhos de Deus. Tudo está descoberto e exposto diante dos olhos daquele a quem havemos de prestar contas.” (Hb 4:12-13).

“O próprio Herodes tinha dado ordens para que prendessem João, o amarrassem e o colocassem na prisão, por causa de Herodias, mulher de Filipe, seu irmão, com a qual se casara. Porquanto João dizia a Herodes: ‘Não te é permitido viver com a mulher do teu irmão’. Assim, Herodias o odiava e queria matá-lo. Mas não podia fazê-lo, porque Herodes temia a João e o protegia, sabendo que ele era um homem justo e santo; e quando o ouvia, ficava perplexo. Mesmo assim gostava de ouvi-lo.” (Mc 6:17-20).

O mundo está cheio de pessoas religiosas, incomodadas com seus pecados, e curiosas em saber o que Deus fala através de sua Palavra. Alguns até ajudam os mensageiros de Deus, como fazia Herodes, e querem seus conselhos. Mas não dão o passo de fé para receberem de uma vez para sempre o perdão. Não importa o quanto um incrédulo é exposto à verdade de Deus, quando seus interesses e desejos naturais falarem mais alto ele fará qualquer coisa para calar a voz de Deus, inclusive degolar o profeta.

“No seu aniversário, Herodes ofereceu um banquete aos seus líderes mais importantes, aos comandantes militares e às principais personalidades da Galileia. Quando a filha de Herodias entrou e dançou, agradou a Herodes e aos convidados. O rei disse à jovem: ‘Peça-me qualquer coisa que você quiser, e eu lhe darei’. E prometeu-lhe sob juramento: ‘Seja o que for que me pedir, eu lhe darei, até a metade do meu reino’. Ela saiu e disse à sua mãe: ‘Que pedirei?’ ‘A cabeça de João Batista’, respondeu ela. Imediatamente a jovem apressou-se em apresentar-se ao rei com o pedido: ‘Desejo que me dês agora mesmo a cabeça de João Batista num prato’. O rei ficou muito aflito, mas por causa do seu juramento e dos convidados, não quis negar o pedido à jovem. Assim enviou imediatamente um carrasco com ordens para trazer a cabeça de João. O homem foi, decapitou João na prisão e trouxe sua cabeça num prato. Ele a entregou à jovem, e esta a deu à sua mãe.” (Mc 6:21-28).

(Mario Persona é palestrante e consultor de comunicação, marketing e desenvolvimento profissional (www.mariopersona.com.br). Não possui formação ou título eclesiástico e nem está ligado a alguma denominação religiosa, estando congregado desde 1981 somente ao Nome do Senhor Jesus. Esta mensagem originalmente não contém propaganda. Alguns sistemas de envio de email ou RSS costumam adicionar mensagens publicitárias que podem não expressar a opinião do autor.)

#740 Conhecer a Jesus


Leitura: Marcos 6:14-16

Os efeitos da missão dos doze discípulos enviados pelo Senhor para pregar o evangelho do Reino logo se fazem sentir. “O rei Herodes ouviu falar dessas coisas, pois o nome de Jesus havia se tornado bem conhecido.” (Mc 6:14). Este é o objetivo do evangelho: Anunciar a Jesus. Hoje vemos grandes esforços para tornar conhecido o nome de algum pregador ou religião, como se existisse algo ou alguém além de Jesus para nos salvar. “Não há salvação em nenhum outro, pois, debaixo do céu não há nenhum outro nome dado aos homens pelo qual devamos ser salvos” (At 4:12).

A mensagem de cada cristão deve estar concentrada em Jesus, aquele que “Deus exaltou à mais alta posição e lhe deu o nome que está acima de todo nome, para que ao nome de Jesus se dobre todo joelho, no céu, na terra e debaixo da terra, e toda língua confesse que Jesus Cristo é o Senhor, para a glória de Deus Pai.” (Fp 2:9-11). Pessoas bem intencionadas costumam bajular pregadores, aplaudir bandas ou serem fieis até à morte a uma denominação religiosa. Mas será que Deus se sente feliz com a exaltação de qualquer coisa ou pessoa que não seja Cristo?

À medida que a fama de Jesus se espalhava, as pessoas davam suas opiniões sobre sua Pessoa. Alguns diziam, “‘João Batista ressuscitou dos mortos! Por isso estão operando nele poderes miraculosos.” Outros, “Ele é Elias”, e outros “Ele é um profeta, como um dos antigos profetas”. Mas Herodes tinha sua própria opinião: “João, o homem a quem decapitei, ressuscitou dos mortos!” (Mc 6:14-16). A opinião pública sempre erra.

Quando Pedro disse “Tu és o Cristo, o Filho do Deus vivo” Jesus respondeu: “Isto não lhe foi revelado por carne ou sangue, mas por meu Pai que está nos céus.” (Mt 16:16). Portanto, se você for comprar aquela revista que traz Jesus na capa e promete explicar tudo sobre Jesus, use seu dinheiro de outra maneira. Se pretende gastar horas de seu precioso tempo assistindo um documentário sobre Jesus no cinema ou TV, use esse tempo para ler a Bíblia. Ali tem tudo o que você precisa saber de Jesus, sem arriscar sua mente a ficar impregnada de noções distorcidas criadas por incrédulos que produzem textos e vídeos com objetivos comerciais.

Pedro só entendeu quem era Jesus porque o Pai lhe revelou. Com você não será diferente. Não é de conhecimento intelectual, como o dos que pensavam ser ele um mero profeta, nem de um pavor supersticioso, como o de Herodes, que você precisa, mas do conhecimento que produz vida.

(Mario Persona é palestrante e consultor de comunicação, marketing e desenvolvimento profissional (www.mariopersona.com.br). Não possui formação ou título eclesiástico e nem está ligado a alguma denominação religiosa, estando congregado desde 1981 somente ao Nome do Senhor Jesus. Esta mensagem originalmente não contém propaganda. Alguns sistemas de envio de email ou RSS costumam adicionar mensagens publicitárias que podem não expressar a opinião do autor.)

#739 Texto e contexto


Leitura: Marcos 6:7-13

Jesus enviou os doze discípulos “de dois em dois e deu-lhes autoridade sobre os espíritos imundos. Estas foram as suas instruções: ‘Não levem nada pelo caminho, a não ser um bordão. Não levem pão, nem saco de viagem, nem dinheiro em seus cintos; calcem sandálias, mas não levem túnica extra; sempre que entrarem numa casa, fiquem ali até partirem; e, se algum povoado não os receber nem os ouvir, sacudam a poeira dos seus pés quando saírem de lá, como testemunho contra eles’. Eles saíram e pregaram ao povo que se arrependesse. Expulsavam muitos demônios, ungiam muitos doentes com óleo e os curavam.” (Mc 6:7-13).

Ao ler a Bíblia, faça as perguntas que jornalistas fazem e procuram responder no início de uma notícia: O quê? Quem? Quando? Onde? Como? Por quê? Muitos perdem de vista o significado de uma passagem por não considerarem seu contexto, achando que tudo o que está nela vale para todos em quaisquer épocas e circunstâncias. Apesar de podermos aprender algo de qualquer passagem, seja literalmente, seja por princípios, é bom identificar sua razão de ser. Esta, por exemplo, é erroneamente adotada de forma literal por ordens monásticas que enviam seus representantes de dois em dois, vestidos de túnicas e sandálias, e sem suprimentos.

Mas uma leitura atenta irá mostrar que isto foi ordenado aos doze apóstolos e em circunstâncias muito particulares. Pela primeira vez eles são desafiados a saírem sem o Senhor, porém revestidos do seu poder para expulsar demônios e curar. A receptividade ou rejeição que encontrarem irá também testar o povo, do quanto os judeus estariam dispostos a receber o Messias e seus enviados. Cada cristão pode adotar estes princípios em sua missão de evangelizar, como o ser enviado pelo Senhor, e não por homens ou instituições; confiar que ele irá prover seu sustento, e entender que o poder não vem de si, mas lhe foi delegado pelo Senhor.


Porém deve ter em mente que não irá pregar o evangelho do Reino, que dizia: “Arrependam-se, pois o Reino dos céus está próximo” (Mt 4:17), e sim a mensagem do evangelho da graça, que é “Creia no Senhor Jesus e você será salvo” (At 16:31). Para entender quão específica era esta missão, repare no que Jesus ordenou aos mesmos discípulos depois de sua rejeição: “‘Quando eu os enviei sem bolsa, saco de viagem ou sandálias, faltou-lhes alguma coisa?’ ‘Nada’, responderam eles. Ele lhes disse: ‘Mas agora, se vocês têm bolsa, levem-na, e também o saco de viagem; e se não têm espada, vendam a sua capa e comprem uma.’” (Lc 22:35-36).


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#738 Saiam dela!


Leitura: Marcos 6:5-6

No capítulo anterior Jesus impediu que os zombadores entrassem onde jazia a filha de Jairo e a vissem ressuscitar. Apenas os da fé teriam esse privilégio. Agora seus concidadãos de Nazaré o desprezam, por isso Jesus “não pôde fazer ali nenhum milagre, exceto impor as mãos sobre alguns doentes e curá-los. E ficou admirado com a incredulidade deles.” (Mc 6:5-6). A incredulidade impede a ação de Deus e priva de bênção os zombadores. Um crente em Jesus não deve perder tempo com eles, como ensinou Jesus: “Não deem o que é sagrado aos cães, nem atirem suas pérolas aos porcos; caso contrário, estes as pisarão e, aqueles, voltando-se contra vocês, os despedaçarão” (Mt 7:6).

O profeta Jeremias aprendeu que devia se apartar dos que desprezavam a Deus. Ele escreveu: “Jamais me sentei na companhia dos zombadores, nunca festejei com eles. Sentei-me sozinho, porque a tua mão estava sobre mim e me encheste de indignação... Assim respondeu o Senhor: “Se você se arrepender, eu o restaurarei para que possa me servir; se você disser palavras de valor, e não indignas, será o meu porta-voz. Deixe esse povo voltar-se para você, mas não se volte para eles.” (Jr 15:17-19). Mais tarde Paulo alertaria os judeus usando as palavras dos antigos profetas: “Olhem, escarnecedores, admirem-se e pereçam; pois nos dias de vocês farei algo que vocês jamais creriam se alguém lhes contasse.” (At 13:41).

E hoje, será que o respeito por Deus aumentou? Não, o que aumentou foi o número de pessoas interessadas não no que Jesus é, mas no que ele pode dar. Quando Jesus “estava em Jerusalém, na festa da Páscoa, muitos viram os sinais miraculosos que ele estava realizando e creram em seu nome. Mas Jesus não se confiava a eles, pois conhecia a todos. Não precisava que ninguém lhe desse testemunho a respeito do homem, pois ele bem sabia o que havia no homem.” (Jo 2:23-25).

Jeremias precisou se apartar de seu povo imerso na iniquidade, e o cristão deve fazer o mesmo. A iniquidade toma conta da cristandade e em breve esta mostrará ser a Grande Meretriz de Apocalipse, corrupta e avessa aos atributos divinos de Cristo. Esse sistema todo é chamado de “arraial” ou “acampamento”, como era o arraial contaminado de Israel, de onde Moisés separou a tenda da congregação e presença de Deus. A ordem hoje é: “Saiam dela, vocês, povo meu, para que vocês não participem dos seus pecados... Portanto, saiamos até ele [Cristo], fora do acampamento, suportando a desonra que ele suportou.  (Ap 18:4; Hb 13:13).

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#737 Salvador ou Juiz?



Leitura: Marcos 6:1-4

O capítulo 6 de Marcos começa com Jesus voltando à sua cidade, Nazaré “acompanhado dos seus discípulos. Quando chegou o sábado, começou a ensinar na sinagoga, e muitos dos que o ouviam ficavam admirados. ‘De onde lhe vêm estas coisas?’, perguntavam eles. ‘Que sabedoria é esta que lhe foi dada? E estes milagres que ele faz? Não é este o carpinteiro, filho de Maria e irmão de Tiago, José, Judas e Simão? Não estão aqui conosco as suas irmãs?’ E ficavam escandalizados por causa dele.” (Mc 6:1-3).

Eles não podem negar a sublimidade de suas palavras, mas sequer cogitam reconhecer que ele não é um homem comum. Para incrédulos, Jesus não passa de um carpinteiro, um artesão que cria obras de madeira. Para seus discípulos “todas as coisas foram feitas por intermédio dele; sem ele, nada do que existe teria sido feito” (Jo 1:3). Para a religião humana ele não passa do “filho de Maria”, mas para os que creem nele “o Filho de Deus veio e nos deu entendimento, para que conheçamos aquele que é o Verdadeiro. E nós estamos naquele que é o Verdadeiro, em seu Filho Jesus Cristo. Este é o verdadeiro Deus e a vida eterna.” (1 Jo 5:20).

Os indiferentes à obra que Jesus veio consumar só enxergam como seus irmãos “Tiago, José, Judas, Simão” e “as suas irmãs”. Ignoram os milhões que ele salvou e agora aguardam “a bendita esperança: a gloriosa manifestação de nosso grande Deus e Salvador, Jesus Cristo. Ele se entregou por nós a fim de nos remir de toda a maldade e purificar para si mesmo um povo particularmente seu, dedicado à prática de boas obras... Pois aqueles que de antemão conheceu, [Deus] também os predestinou para serem conformes à imagem de seu Filho, a fim de que ele seja o primogênito entre muitos irmãos.” (Tt 2:13-14; Rm 8:29).


A atitude de seus concidadãos entristece Jesus, que diz: “Só em sua própria terra, entre seus parentes e em sua própria casa, é que um profeta não tem honra” (Mc 1:4). Curiosamente Nazaré, e sua população, eram reputados como desprezíveis pelos outros judeus. Tanto que quando Jesus chamava seus discípulos e Filipe se alegrava de que tinham encontrado “aquele sobre quem Moisés escreveu na Lei, e a respeito de quem os profetas também escreveram: Jesus de Nazaré, filho de José”, Natanael comentou: “Nazaré? Pode vir alguma coisa boa de lá?”(Jo 1:45-46). Não importa o nível em que o ser humano se encontre, ele sempre irá considerar Jesus um homem qualquer. E você, o que pensa de Jesus? Sua opinião sobre ele é o que determina se ele é seu Salvador ou será seu Juiz.


(Mario Persona é palestrante e consultor de comunicação, marketing e desenvolvimento profissional (www.mariopersona.com.br). Não possui formação ou título eclesiástico e nem está ligado a alguma denominação religiosa, estando congregado desde 1981 somente ao Nome do Senhor Jesus. Esta mensagem originalmente não contém propaganda. Alguns sistemas de envio de email ou RSS costumam adicionar mensagens publicitárias que podem não expressar a opinião do autor.)
As ideias aqui não são originalmente minhas, mas são fruto do que tenho aprendido da Palavra de Deus fora dos sistemas denominacionais com irmãos congregados ao nome do Senhor e também com autores de outras épocas que congregavam assim, como J. G. Bellett, C. H. Brown, J. N. Darby, E. Dennett, W. W. Fereday, J. L. Harris, W. Kelly, C. H. Mackintosh, A. Miller, F. G. Patterson, A. J. Pollock, H. L. Rossier, H. Smith, C. Stanley, W. Trotter, G. V. Wigram e muitos outros. Uma lista completa em inglês você encontra neste link.

Para baixar os vídeos:

http://www.mediafire.com/?50ddj2c90jjjs É permitido gravar, copiar e distribuir gratuitamente.