"Então o SENHOR me respondeu, e disse: Escreve a visão e torna bem legível sobre tábuas,
para que a possa ler quem passa correndo". Habacuque 2:2

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#774 Voce teria coragem de desconfiar?


Leitura: Marcos8:10-13

“[Jesus] entrou no barco com seus discípulos e foi para a região de Dalmanuta.  Os fariseus vieram e começaram a interrogar Jesus. Para pô-lo à prova, pediram-lhe um sinal do céu. Ele suspirou profundamente e disse: ‘Por que esta geração pede um sinal miraculoso? Eu lhes afirmo que nenhum sinal lhe será dado’. Então se afastou deles, voltou para o barco e atravessou para o outro lado.” (Mc 8:10-13).

Após alimentar milhares de pessoas, Jesus parte para a Dalmanuta, e os fariseus dali logo vão ao seu encontro, não para parabeniza-lo pelo milagre dos pães, mas para prová-lo. Há passagens na Bíblia que dizem para se colocar Deus à prova e ver se ele é fiel ou não. Ora, você só prova algo quando desconfia de sua veracidade ou quando suspeita de algum problema. Você teria coragem de desconfiar de Deus?

Uma passagem  muito usada para abrir os bolsos de incautos em igrejas evangélicas é Malaquias 3:10: “‘Tragam o dízimo todo à casa do tesouro, para que haja alimento em minha casa. Ponham-me à prova’, diz o Senhor dos Exércitos, ‘e vejam se não vou abrir as comportas dos céus e derramar sobre vocês tantas bênçãos que nem terão onde guardá-las’.”.

O contexto, que começa no capítulo dois, é de uma mensagem dirigida aos sacerdotes.” Eles deviam levar o dízimo à “casa do tesouro”, um dos aposentos do Templo de Jerusalém. Ou você achou que o profeta falava da tesouraria de alguma igreja evangélica? No capítulo um os sacerdotes são citados envolvidos em desvios dos dízimos trazidos pelo povo. Eram como os filhos de Eli, que roubavam a melhor parte dos animais ofertados pelo povo. “O pecado desses jovens era muito grande à vista do Senhor, pois eles estavam tratando com desprezo a oferta do Senhor.” (1 Sm 2:17).

Mas será que um crente em Jesus, que não é israelita, não vai ao Templo sacrificar animais — e nem poderia, pois o Templo não existe mais —, deveria por o Senhor à prova? O objetivo ali era ver que Deus iria "abrir as comportas dos céus e derramar... tantas bênçãos que nem teriam onde guardá-las” (Ml 3:10). Tudo muito de acordo com as promessas de prosperidade feitas a Israel. Mas o que a Palavra diz aos filhos de Deus, herdeiros de bênçãos espirituais e celestiais? “Nosso Senhor Jesus Cristo... nos abençoou com todas as bênçãos espirituais nas regiões celestiais em Cristo... Por isso, tendo o que comer e com que vestir-nos, estejamos com isso satisfeitos.” (Ef 1:3; 1 Tm 6:8).

(Mario Persona é palestrante e consultor de comunicação, marketing e desenvolvimento profissional (www.mariopersona.com.br). Não possui formação ou título eclesiástico e nem está ligado a alguma denominação religiosa, estando congregado desde 1981 somente ao Nome do Senhor Jesus. Esta mensagem originalmente não contém propaganda. Alguns sistemas de envio de email ou RSS costumam adicionar mensagens publicitárias que podem não expressar a opinião do autor.)

#773 Esperando pelo andar de cima


Leitura: Marcos8:1-9

Muitos cristãos erram ao esperar pelo reino milenial de Cristo como o destino final do crente. E erram ainda mais ao tentarem cristianizar o mundo, obrigando pagãos a se comportarem como cristãos e nativos seminus a vestirem terno e gravata.  Será que acreditam mesmo que fazendo assim o planeta ficará pronto para Cristo voltar? Ora, você já viu alguma iniciativa humana ser bem sucedida nas coisas de Deus? Não.

Então por que iria acreditar que a cristandade — essa massa heterogênea de milhares de seitas e divisões se digladiando — seria capaz de melhorar o mundo para Cristo reinar? A cristandade não consegue manter nem a si mesma nos princípios dados por Deus em sua Palavra, quanto mais transformar o mundo num cenário de comercial de Natal e Ano Novo na TV, com todos de mãos dadas, vestidos de branco e brincando de ciranda!

Se você espera que os cristãos consigam fazer o mundo chegar ao padrão de qualidade total exigido por Deus, para então Cristo vir reinar é melhor esperar sentado. Não vai acontecer. Será o próprio Filho do Homem, vindo como Juiz, quem irá passar a régua neste mundo e estabelecer o seu reino. Primeiro ele virá só até as nuvens para buscar sua Noiva, a Igreja, para transportá-la ao seu próprio Lar. Depois descerá à terra para matar os que nunca se sujeitaram a ele — e isso inclui a falsa noiva, a Grande Meretriz, a Babilônia de Apocalipse. Os que ficarem vivos serão introduzidos em seu Reino estabelecido num planeta restaurado, onde viverão por mil anos.

A dificuldade de muitos para entender isso é por não crerem que Deus tem dois povos, com duas histórias e dois destinos. A Israel o Senhor prometeu bênçãos numa terra que mana leite e mel” (Dt 20:24). À Igreja ele prometeu “todas as bênçãos espirituais nas regiões celestiais em Cristo (Ef 1:3). Em algumas lojas você primeiro compra e depois sobe ao segundo andar para retirar seu pacote. Assim é com o salvo por Cristo desta dispensação. Seu “pacote” de benefícios está no “segundo andar”, no céu, “onde Jesus, nosso precursor, entrou por nós, feito eternamente sumo sacerdote, segundo a ordem de Melquisedeque.” (Hb 6:20).

Então quando ler dos milagres de Jesus, das curas e maravilhas, entenda que ele estava dando um recado para aquela geração de como será o mundo quando as rédeas estiverem em suas mãos, e não nas mãos dos homens. Teria sido assim se o tivessem recebido como o Rei de Israel, mas não. Preferiram dizer: “Não temos rei, senão César!” (Jo 19:15).

(Mario Persona é palestrante e consultor de comunicação, marketing e desenvolvimento profissional (www.mariopersona.com.br). Não possui formação ou título eclesiástico e nem está ligado a alguma denominação religiosa, estando congregado desde 1981 somente ao Nome do Senhor Jesus. Esta mensagem originalmente não contém propaganda. Alguns sistemas de envio de email ou RSS costumam adicionar mensagens publicitárias que podem não expressar a opinião do autor.)

#772 Apenas mil anos



Leitura: Marcos 8:1-9
http://www.bibliaonline.com.br/acf/mc/8

O Salmo 132:13-15 diz: “O Senhor escolheu Sião, com o desejo de fazê-la sua habitação: ‘Este será o meu lugar de descanso para sempre; aqui firmarei o meu trono, pois esse é o meu desejo. Abençoarei este lugar com fartura; os seus pobres suprirei de pão.”. O desejo do Senhor era de abençoar seu povo Israel. Os milagres eram como o trailer de um filme que entrará em cartaz; uma amostra da abundância que haverá no Reino de Cristo. Assim é também com a multiplicação dos pães e peixes.

Jesus tinha multiplicado pães e peixes no capítulo 6 do Evangelho de Marcos, mas ali foi principalmente para os judeus. Neste capítulo 8 ele faz o mesmo, porém em Decápolis, região habitada por gentios. No capítulo 7 vimos que aos cães, simbolizando os gentios, estavam destinadas migalhas; agora eles são igualmente alimentados como foram os judeus. No Milênio os judeus serão abençoados, e os gentios juntamente com eles.

Na outra multiplicação foram os discípulos os preocupados com as necessidades da multidão. Disseram a Jesus: “Este é um lugar deserto, e já é tarde. Manda embora o povo para que possa ir aos campos e povoados vizinhos comprar algo para comer.” (Mc 6:36). Porém agora é do Senhor que vem a preocupação: “Tenho compaixão desta multidão; já faz três dias que eles estão comigo e nada têm para comer. Se eu os mandar para casa com fome, vão desfalecer no caminho, porque alguns deles vieram de longe.” (Mc 8:2-3).

Em Marcos 6 a multidão tinha passado apenas um dia com Jesus, agora o povo já está ali há três dias. Lá, Jesus ordenou aos discípulos que mandassem a multidão se sentar, mas aqui é ele quem faz isso. Antes ele usou cinco pães e dois peixes, agora ele usa sete pães e “alguns peixes pequenos”. Cinco mil homens foram alimentados da primeira vez, sem contar mulheres e crianças, mas agora são quatro mil. Se antes sobraram doze cestos, desta vez sobram sete cestos.

Sete cestos são cheios com as sobras, quatro mil foram alimentados. Sete e quatro nos falam de plenitude e universalidade, como em “quatro cantos da terra”. No Milênio o mundo todo será saciado, mas devemos nos lembrar de que esse período tem data para terminar. Serão mil anos, e não a eternidade. As pessoas estarão ainda em seus corpos de carne mortal, sujeitas à fome, doença e morte, mas devidamente saciadas e curadas por Cristo como quando andou aqui. Enquanto isso a Igreja estará no céu.

(Mario Persona é palestrante e consultor de comunicação, marketing e desenvolvimento profissional (www.mariopersona.com.br). Não possui formação ou título eclesiástico e nem está ligado a alguma denominação religiosa, estando congregado desde 1981 somente ao Nome do Senhor Jesus. Esta mensagem originalmente não contém propaganda. Alguns sistemas de envio de email ou RSS costumam adicionar mensagens publicitárias que podem não expressar a opinião do autor.)

#771 Nem um jota, nem um til


Leitura: Marcos 8:1-9

Como já vimos, um evento que se repete nos evangelhos ou parece duplicado tem razão de ser. Quando o Senhor disse que “até que o céu e a terra passem, nem um jota ou um til se omitirá da lei, sem que tudo seja cumprido” (Mt 5:18), ele falava das Escrituras do Antigo Testamento, pois o Novo ainda não existia. Porém permanece o princípio de que não existe coisa alguma na Bíblia que possa ser considerada supérflua.

Um evento é apresentado do ponto de vista histórico em uma passagem, e do ponto de vista moral em outra. Compare os livros de Reis e Crônicas. Eles podem parecer mera repetição, mas o leitor atento perceberá que os livros dos Reis mostram o aspecto histórico, e os livros de Crônicas o ponto de vista do Senhor.

Ao ler o relato de Juízes 4 você encontra um Baraque tímido e acovardado em assumir a missão colocada diante dele. Ele aparece agarrado, por assim dizer, à barra da saia de Débora. “Se você for comigo, irei; mas, se não for, não irei” (Jz 4:8), diz o medroso Baraque. Mas em Hebreus 11 temos o ponto de vista do céu. Apesar da fidelidade e trabalho de Débora, é Baraque quem é citado ali na lista dos que foram lembrados por sua fé.

Compare os eventos nos evangelhos com a menção deles nas epístolas. A ressurreição de Jesus foi tão importante que foi descrita nos quatro evangelhos tendo Maria Madalena e a outra Maria como principais testemunhas. Mas em 1 Coríntios 15:4-8 Paulo diz que Jesus “foi sepultado e ressuscitou ao terceiro dia, segundo as Escrituras, e apareceu a Pedro e depois aos Doze... a mais de quinhentos irmãos... a Tiago... a todos os apóstolos... depois destes apareceu também a mim”. Teria Paulo se esquecido das mulheres? Não.

Ocorre que nos evangelhos temos o fato e nas epístolas a doutrina, e ali Paulo segue um princípio bíblico, adotado também pelo sistema legal, judaico e romano, de não reconhecer mulheres como testemunhas. Você se lembra do que os samaritanos disseram à mulher que lhes falou de Jesus? “Já agora não é pelo que disseste que nós cremos; mas porque nós mesmos temos ouvido e sabemos que este é verdadeiramente o Salvador do mundo.” (Jo 4:42). Então, considerando que Paulo escrevia para judeus e gentios, não há o que estranhar.  Além disso, um conhecimento mais apurado da Bíblia mostrará a você que esta é a ordem estabelecida por Deus na Criação, ainda que em Cristo não exista distinção de gêneros.

(Mario Persona é palestrante e consultor de comunicação, marketing e desenvolvimento profissional (www.mariopersona.com.br). Não possui formação ou título eclesiástico e nem está ligado a alguma denominação religiosa, estando congregado desde 1981 somente ao Nome do Senhor Jesus. Esta mensagem originalmente não contém propaganda. Alguns sistemas de envio de email ou RSS costumam adicionar mensagens publicitárias que podem não expressar a opinião do autor.)

#770 Passagens semelhantes


Leitura: Marcos 8:1-9

“Naqueles dias, outra vez reuniu-se uma grande multidão. Visto que não tinham nada para comer, Jesus chamou os seus discípulos e disse-lhes: ‘Tenho compaixão desta multidão; já faz três dias que eles estão comigo e nada têm para comer. Se eu os mandar para casa com fome, vão desfalecer no caminho, porque alguns deles vieram de longe’. Os seus discípulos responderam: ‘Onde, neste lugar deserto, poderia alguém conseguir pão suficiente para alimentá-los?’  ‘Quantos pães vocês têm?’, perguntou Jesus. ‘Sete’, responderam eles. Ele ordenou à multidão que se assentasse no chão. Depois de tomar os sete pães e dar graças, partiu-os e os entregou aos seus discípulos, para que os servissem à multidão; e eles o fizeram. Tinham também alguns peixes pequenos; ele deu graças igualmente por eles e disse aos discípulos que os distribuíssem. O povo comeu até se fartar. E ajuntaram sete cestos cheios de pedaços que sobraram. Cerca de quatro mil homens estavam presentes.” (Mc 8:1-9).

No capítulo 6 deste Evangelho de Marcos já tínhamos visto o Senhor multiplicar pães e peixes para alimentar uma multidão. Aqui ele volta a fazer aquele mesmo milagre, e um leitor mais apressado poderia achar desnecessário repetir algo que já foi descrito em detalhes no mesmo evangelho em outra ocasião. Ou talvez até ache que os quatro evangelhos não deveriam ficar repetindo coisas, mas cada um apresentar apenas aspectos novos da vida e obra de Jesus. Será?

Os Evangelhos não são repetitivos. Eles apresentam diferentes ângulos de um mesmo evento para sempre aprendermos algo novo. Será que você percebeu que quando Lucas, “o médico amado” (Cl 4:14), descreve curas ele dá mais detalhes da enfermidade?

Por exemplo, Mateus e Marcos se limitam a dizer que a sogra de Pedro tinha febre, mas Lucas a diagnosticou com “febre alta” (Mt 8:14; Mc 1:30; Lc 4:38). Em Atos 28:8 ele descreve o pai de Públio, de Malta, como “doente, acamado, sofrendo de febre e disenteria.”. Lucas é o único a descrever a agonia física e emocional de Jesus com detalhes não encontrados nos outros evangelhos: “Apareceu-lhe então um anjo do céu que o fortalecia. Estando angustiado, ele orou ainda mais intensamente; e o seu suor era como gotas de sangue que caíam no chão.” (Lc 22:43-44).

Portanto quando ler uma passagem procure descobrir o que nela difere de outra semelhante e descobrir a razão. Você pode aprender muito com isso.

(Mario Persona é palestrante e consultor de comunicação, marketing e desenvolvimento profissional (www.mariopersona.com.br). Não possui formação ou título eclesiástico e nem está ligado a alguma denominação religiosa, estando congregado desde 1981 somente ao Nome do Senhor Jesus. Esta mensagem originalmente não contém propaganda. Alguns sistemas de envio de email ou RSS costumam adicionar mensagens publicitárias que podem não expressar a opinião do autor.)

#769 Milagres passageiros e eternos


Leitura: Marcos7:36-37

O episódio da cura do surdo-mudo revela a incapacidade do ser humano, tanto de ouvir a Palavra, como de clamar por salvação. Não fosse pela instrumentalidade de outros aquele homem nunca teria ido a Jesus, que operou nele uma obra sobrenatural para que pudesse ouvir e falar. Existe também um aspecto dispensacional e profético na passagem, mostrando o quão surdos estavam os judeus aos apelos do Senhor e o modo como ele irá restaurar o seu povo terreno para que, no futuro, possa adorá-lo.

Após curar o surdo-mudo, “Jesus ordenou-lhes que não o contassem a ninguém. Contudo, quanto mais ele os proibia, mais eles falavam. O povo ficava simplesmente maravilhado e dizia: ‘Ele faz tudo muito bem. Faz até o surdo ouvir e o mudo falar’.” (Mc 7:36-37). Agora vemos o povo indiferente ao mandamento de Jesus. O fato de elogiarem sua Pessoa não é desculpa para desobedecer a sua ordem de não divulgar seus feitos.

Hoje muitos pregam ou congregam de maneira contrária às Escrituras, argumentando que os fins justificam os meios. Mas existe um princípio muito claro na Palavra de Deus em 1 Samuel 15:22-23, que diz: “Acaso tem o Senhor tanto prazer em holocaustos e em sacrifícios quanto em que se obedeça à sua palavra? A obediência é melhor do que o sacrifício, e a submissão é melhor do que a gordura de carneiros. Pois a rebeldia é como o pecado da feitiçaria, e a arrogância como o mal da idolatria.”.

Se naquele momento muitos se maravilhavam com as curas e milagres, pense no privilégio que é viver do lado de cá da obra consumada na cruz. Os sinais que Jesus fazia eram benefícios passageiros, apenas amostras de como será o seu reino de mil anos na terra. O que temos hoje é infinitamente melhor, é a certeza de uma salvação já consumada e inabalável. Quem hoje corre atrás de milagres e sinais passageiros é como criança que ganha um brinquedo caro e decide brincar com a embalagem.

Jesus disse: “Aquele que crê em mim fará também as obras que tenho realizado. Fará coisas ainda maiores do que estas, porque eu estou indo para o Pai.” (Jo 14:12). Se já era um privilégio ver os sinais e maravilhas de Jesus na terra, maior privilégio tem o crente hoje com Cristo glorificado nos céus e usando os seus para fazerem “coisas ainda maiores do que estas”. Mas o que pode ser maior que curar leprosos, cegos e aleijados? Ou multiplicar pães para alimentar multidões? Simples. Levar pecadores a Jesus para serem salvos do juízo eterno.


(Mario Persona é palestrante e consultor de comunicação, marketing e desenvolvimento profissional (www.mariopersona.com.br). Não possui formação ou título eclesiástico e nem está ligado a alguma denominação religiosa, estando congregado desde 1981 somente ao Nome do Senhor Jesus. Esta mensagem originalmente não contém propaganda. Alguns sistemas de envio de email ou RSS costumam adicionar mensagens publicitárias que podem não expressar a opinião do autor.)
As ideias aqui não são originalmente minhas, mas são fruto do que tenho aprendido da Palavra de Deus fora dos sistemas denominacionais com irmãos congregados ao nome do Senhor e também com autores de outras épocas que congregavam assim, como J. G. Bellett, C. H. Brown, J. N. Darby, E. Dennett, W. W. Fereday, J. L. Harris, W. Kelly, C. H. Mackintosh, A. Miller, F. G. Patterson, A. J. Pollock, H. L. Rossier, H. Smith, C. Stanley, W. Trotter, G. V. Wigram e muitos outros. Uma lista completa em inglês você encontra neste link.

Para baixar os vídeos:

http://www.mediafire.com/?50ddj2c90jjjs É permitido gravar, copiar e distribuir gratuitamente.

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