"Então o SENHOR me respondeu, e disse: Escreve a visão e torna bem legível sobre tábuas,

para que a possa ler quem passa correndo". Habacuque 2:2

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#806 Cinco vezes morte



Leitura: Marcos 9:34-37

Depois de serem flagrados em uma vergonhosa disputa, quando “no caminho haviam discutido sobre quem era o maior” (Mc 9:34), os discípulos estão a ponto de aprender uma lição. “Assentando-se, Jesus chamou os Doze e disse: ‘Se alguém quiser ser o primeiro, será o último, e servo de todos’. E, tomando uma criança, colocou-a no meio deles. Pegando-a nos braços, disse-lhes: ‘Quem recebe uma destas crianças em meu nome, está me recebendo; e quem me recebe, não está apenas me recebendo, mas também àquele que me enviou’.” (Mc 9:34-37).

Os discípulos não discutiam apenas qual deles seria grande, mas o maior! Quando um cristão quer ser o maior não percebe que está querendo ocupar o lugar do maior Homem que já existiu: Jesus. E a primeira lição que deve aprender é que para alguém ser o primeiro precisará ser o último e servo de todos. Afinal não foi para isso que Cristo veio, para servir e não para ser servido? “Pois nem mesmo o Filho do homem veio para ser servido, mas para servir e dar a sua vida em resgate por muitos.” (Mc 10:45). E uma posição assim passa necessariamente pela morte, que foi literal no caso de Jesus, e em nosso caso é por associação, já que “se morremos com Cristo, cremos que também com ele viveremos.” (Rm 6:8).

Jesus diz: “Se alguém quiser acompanhar-me, negue-se a si mesmo, tome a sua cruz e siga-me.” (Mt 16:24). Ao falar de alguma enfermidade, problema ou sofrimento, alguns dizem “Deus me deu esta cruz para carregar”. Mas não é este o significado de tomar a própria cruz. Levar a cruz é considerar-se morto. Quem visse um condenado levando sua cruz prestes a ser executado, diria: “Esse aí já está morto!”. Se você realmente se converteu a Jesus irá aprender que cinco vezes a cruz agirá sobre sua vida, e o número cinco é o que nos fala da responsabilidade.

Aos Gálatas Paulo fala de cinco crucificações: “Jesus Cristo foi exposto como crucificado... Fui crucificado com Cristo... Os que pertencem a Cristo Jesus crucificaram a carne, com as suas paixões e os seus desejos... por meio da [cruz] o mundo foi crucificado para mim, e eu [fui crucificado] para o mundo.” (Gl 3:1; 2:20; 5:24; 6:14). O salvo por Cristo deve viver no reconhecimento de sua obra, que inclui Jesus ter sido crucificado. Deve saber que sua carne, com suas paixões e desejos, foi igualmente lançada na morte. Passará a enxergar, não apenas a si mesmo como morto, mas também o mundo crucificado para si, e entenderá que, para o mundo, ele já não tem valor, pois será visto como morto.

(Mario Persona é palestrante e consultor de comunicação, marketing e desenvolvimento profissional (www.mariopersona.com.br). Não possui formação ou título eclesiástico e nem está ligado a alguma denominação religiosa, estando congregado desde 1981 somente ao Nome do Senhor Jesus. Esta mensagem originalmente não contém propaganda. Alguns sistemas de envio de email ou RSS costumam adicionar mensagens publicitárias que podem não expressar a opinião do autor.)

#805 Querendo ser o maior



Leitura: Marcos 9:32-34

Depois de Jesus falar aos discípulos de sua morte e ressurreição, que estavam prestes a acontecer, “eles não entendiam o que ele queria dizer e tinham receio de perguntar-lhe. E chegaram a Cafarnaum. Quando ele estava em casa, perguntou-lhes: ‘O que vocês estavam discutindo no caminho?’ Mas eles guardaram silêncio, porque no caminho haviam discutido sobre quem era o maior.” (Mc 9:32-34).

Fui convidado para um debate num programa de TV onde eu apresentaria minhas razões para estar congregado somente ao nome de Jesus e outros tentariam justificar suas posições. Por considerar debates um terreno perigoso para o cristão, declinei do convite. Descobri depois que, além de um pastor, o outro participante era um pregador na Web que produz vídeos de doutrinas malignas e se posiciona como ‘desigrejado’. Na visão de alguém mal informado eu e ele estaríamos no mesmo time.

A Bíblia adverte: “Não se envolvam em discussões acerca de palavras; isso não tem proveito, e serve apenas para perverter os ouvintes... Evite as controvérsias tolas e fúteis, pois você sabe que acabam em brigas. Ao servo do Senhor não convém brigar mas, sim, ser amável para com todos, apto para ensinar, paciente. Deve corrigir com mansidão os que se lhe opõem, na esperança de que Deus lhes conceda o arrependimento, levando-os ao conhecimento da verdade.” (2 Tm 2:14, 24-25).

Você poderá argumentar que no princípio os discípulos participavam de debates públicos. A diferença é que na época os debates eram entre cristãos e judeus ou pagãos; hoje são entre cristãos. Também não estamos no princípio da era da Igreja, mas no fim, quando a Palavra de Deus é relativizada pela cristandade professa. Ou você nunca ouviu alguém argumentar que, por escrever os mandamentos do Senhor sobre a posição da mulher, Paulo era ‘um solteirão recalcado e que odiava mulheres’?

Os discípulos acabam de receber a revelação daquilo que colocaria Jesus no centro da história: sua morte e ressurreição. Eles, porém, não entendem o que ele quer dizer e têm medo de perguntar, passando a debater entre si. O debate acaba se desviando para a questão de qual deles seria o maior, e quando Jesus perguntou, “guardaram silêncio”, pois estavam envergonhados. Este é também o risco que enxergo em debates públicos, onde a carne pode sair em busca de notoriedade e fama ao invés de buscar a glória de Cristo. E aí cada um quer ser o maior.

(Mario Persona é palestrante e consultor de comunicação, marketing e desenvolvimento profissional (www.mariopersona.com.br). Não possui formação ou título eclesiástico e nem está ligado a alguma denominação religiosa, estando congregado desde 1981 somente ao Nome do Senhor Jesus. Esta mensagem originalmente não contém propaganda. Alguns sistemas de envio de email ou RSS costumam adicionar mensagens publicitárias que podem não expressar a opinião do autor.)

#804 Do Senhor ou dos homens? - Marcos 9:31


Leitura: Marcos9:31

Jesus diz: “O Filho do homem está para ser entregue nas mãos dos homens. Eles o matarão, e três dias depois ele ressuscitará.” (Mc 9:31). Seu sacrifício era o tema da conversa com Moisés e Elias no monte. Os discípulos continuam sem entender, mesmo sendo judeus e criados numa religião que tinha, como tema central, o sacrifício de um cordeiro inocente para livrar o povo da escravidão e da morte.

Antes de libertar os israelitas da escravidão do Egito, o Senhor havia ordenado que cada família sacrificasse um cordeiro e passasse o sangue nos batentes da porta: “O sangue será um sinal para indicar as casas em que vocês estiverem; quando eu vir o sangue, passarei adiante. A praga de destruição não os atingirá quando eu ferir o Egito.” (Êx 12:13). Da palavra “passarei” vinha o termo “páscoa”, cujo sentido era o de poupar da morte os que tivessem sido assinalados com o sangue de um cordeiro sacrificado. Todo judeu sabia disso desde a mais tenra infância.

No entanto os discípulos aqui ignoram o que Jesus lhes diz, mesmo que dois deles, originalmente discípulos de João Batista, estivessem com João quando este “viu Jesus passando e disse: ‘Vejam! É o Cordeiro de Deus!’. Ouvindo-o dizer isso, os dois discípulos seguiram a Jesus.” (Jo 1:35-37). João Batista indicava que o verdadeiro Cordeiro seria aquele Homem, o Filho de Deus. Mais tarde o apóstolo Paulo escreveria: “Cristo, nossa páscoa, foi sacrificado por nós” (1 Co 5:7).

No Egito o Senhor instituiu uma festa para comemorar aquele livramento: “Quando entrarem na terra que o Senhor prometeu lhes dar, celebrem essa cerimônia. Quando os seus filhos lhes perguntarem: ‘O que significa esta cerimônia? ’, respondam-lhes: É o sacrifício da páscoa ao Senhor, que passou sobre as casas dos israelitas no Egito e poupou nossas casas quando matou os egípcios’.” (Êx 12:25-27). Dali em diante você encontra a Páscoa sempre chamada de “páscoa do Senhor”, mas se prestar atenção, nos Evangelhos ela é chamada de “páscoa dos Judeus”, não “do Senhor”. O que era para ser do Senhor eles transformaram em algo deles próprios.

Não existe uma páscoa para a Igreja, pois Cristo é nossa Páscoa. Para a Igreja Jesus revelou a Paulo o memorial da “ceia do Senhor”, para anunciarmos “a morte do Senhor até que ele venha”. Mas a cristandade dividida acabou numa condição tão deplorável quanto a dos judeus, e hoje “cada um come sua própria ceia (1 Co 11:20-21).

(Mario Persona é palestrante e consultor de comunicação, marketing e desenvolvimento profissional (www.mariopersona.com.br). Não possui formação ou título eclesiástico e nem está ligado a alguma denominação religiosa, estando congregado desde 1981 somente ao Nome do Senhor Jesus. Esta mensagem originalmente não contém propaganda. Alguns sistemas de envio de email ou RSS costumam adicionar mensagens publicitárias que podem não expressar a opinião do autor.)

#803 Qual o seu interesse em Jesus? - Marcos 9:30-31


Leitura: Marcos9:30-31

Jesus e os discípulos “saíram daquele lugar e atravessaram a Galileia. Jesus não queria que ninguém soubesse onde eles estavam, porque estava ensinando os seus discípulos.” (Mc 9:30-31). Havia coisas que ele queria confidenciar aos discípulos, e não à multidão. Esta estava mais interessada em sinais, milagres e abundância de pão, como diz Jesus:

“A verdade é que vocês estão me procurando, não porque viram os sinais miraculosos, mas porque comeram os pães e ficaram satisfeitos.... Enquanto estava em Jerusalém, na festa da Páscoa, muitos viram os sinais miraculosos que ele estava realizando e creram em seu nome. Mas Jesus não se confiava a eles, pois conhecia a todos. Não precisava que ninguém lhe desse testemunho a respeito do homem, pois ele bem sabia o que havia no homem.” (Jo 6:26; 2:23-25).

Se você se impressiona com multidões, promessas de prosperidade e milagres, ainda não entendeu que é com Cristo e seu sacrifício que deveria se ocupar, pois é com isso que os salvos se ocuparão nos céus. Um pouco antes Jesus tinha levado Pedro, Tiago e João ao monte para que testemunhassem de uma visão do Reino em glória. Ali “suas roupas se tornaram brancas, de um branco resplandecente, como nenhum lavandeiro no mundo seria capaz de branqueá-las. E apareceram diante deles Elias e Moisés, os quais conversavam com Jesus.” (Mc 9:3-4).

Felizmente Lucas nos revela de quê falavam naquele cenário de glória, mas os três discípulos estavam com tanto sono que devem ter perdido essa parte da conversa: “Moisés e Elias apareceram em glorioso esplendor, e falavam sobre a partida de Jesus, que estava para se cumprir em Jerusalém. Pedro e os seus companheiros estavam dominados pelo sono; acordando subitamente, viram a glória de Jesus e os dois homens que estavam com ele.” (Lc 9:30-32).

A “partida de Jesus” significava sua morte, prestes a ocorrer É esta a importante mensagem que Jesus quer entregar aos discípulos agora: “O Filho do homem está para ser entregue nas mãos dos homens. Eles o matarão, e três dias depois ele ressuscitará.” (Mc 9:31). Será que o seu interesse neste Cristo ou em um “Jesus” vendido pelos pregadores de prosperidade como uma espécie de talismã que oferece meras vantagens terrenas? Na eternidade todos admirarão “o Cordeiro como tendo sido morto” (Ap 5:6). E você, qual é o seu interesse em Jesus?

(Mario Persona é palestrante e consultor de comunicação, marketing e desenvolvimento profissional (www.mariopersona.com.br). Não possui formação ou título eclesiástico e nem está ligado a alguma denominação religiosa, estando congregado desde 1981 somente ao Nome do Senhor Jesus. Esta mensagem originalmente não contém propaganda. Alguns sistemas de envio de email ou RSS costumam adicionar mensagens publicitárias que podem não expressar a opinião do autor.)

#802 Você tem garantia? - Marcos 9:25-30


Leitura: Marcos9:25-30

“Quando Jesus viu que uma multidão estava se ajuntando, repreendeu o espírito imundo, dizendo: ‘Espírito mudo e surdo, eu ordeno que o deixe e nunca mais entre nele’. O espírito gritou, agitou-o violentamente e saiu. O menino ficou como morto, a ponto de muitos dizerem: ‘Ele morreu’. Mas Jesus tomou-o pela mão e o levantou, e ele ficou em pé.” (Mc 9:25-27).

Muito do que é praticado hoje na cristandade busca o exibicionismo e a promoção. Jesus não. Ele decide libertar logo o menino ao perceber “que uma multidão estava se ajuntando”. Ele nunca busca se exibir, mas procura fazer a vontade do Pai, não da curiosidade das multidões. Depois de evitar a aglomeração de curiosos ele sai com os discípulos “daquele lugar e atravessaram a Galileia. Jesus não queria que ninguém soubesse onde eles estavam.” (Mc 9:30). A multidão não entende o que o Senhor faz, “a ponto de muitos dizerem: ‘Ele morreu’”.

Para um incrédulo uma pessoa liberta por Cristo está morta, mas para Deus ela está viva. Por outro lado, quem ainda não creu em Jesus pode até se achar vivo, mas aos olhos de Deus está morto. É como um galho seco incapaz de dar fruto. Os que ainda estão “mortos em suas transgressões e pecados” andam conforme a opinião pública, “a presente ordem deste mundo e o príncipe do poder do ar, o espírito que agora está atuando nos que vivem na desobediência... satisfazendo as vontades da nossa carne, seguindo os seus desejos e pensamentos.” (Ef 2:1-3). Pessoas assim podem se interessar por exibicionismo religioso cristão, mas não por Cristo.

Por isso existem igrejas cheias de pessoas atrás de sinais, milagres e maravilhas, mas que desconhecem o perdão e a libertação completa de seus pecados. Acham que precisam fazer algo para serem salvas e continuar fazendo para não perder a salvação. Viver assim é como praticar roleta russa, sem saber qual pecado poderá explodir seu destino. Como descansar numa vida de pavor como essa, enquanto falsos pregadores alimentam esse medo com um falso evangelho de boas obras?

O apóstolo Paulo mostrou aos crentes em Éfeso quando eles podiam se considerar salvos: “Quando vocês ouviram e creram na palavra da verdade, o evangelho que os salvou, vocês foram selados com o Espírito Santo da promessa,  que é a garantia da nossa herança até a redenção daqueles que pertencem a Deus, para o louvor da sua glória.” (Ef 1:12-14). Você sabe para quê serve uma garantia, não sabe? Então não duvide.

(Mario Persona é palestrante e consultor de comunicação, marketing e desenvolvimento profissional (www.mariopersona.com.br). Não possui formação ou título eclesiástico e nem está ligado a alguma denominação religiosa, estando congregado desde 1981 somente ao Nome do Senhor Jesus. Esta mensagem originalmente não contém propaganda. Alguns sistemas de envio de email ou RSS costumam adicionar mensagens publicitárias que podem não expressar a opinião do autor.)

#801 Que poder é esse que falta? - Marcos 9:22-29


Leitura: Marcos9:22-29

A passagem da cura do menino endemoninhado tem muito a nos ensinar. Em um momento Pedro, Tiago e João estavam sobre o monte, separados do nível mais baixo deste mundo, desfrutando de toda a paz e glória de um cenário que revelava como será o Reino do Messias. No momento seguinte eles estão de volta ao chão, em meio à confusão, transtorno e enfermidade do mundo. Os que ficaram embaixo não conseguiam libertar um menino de um espírito imundo por lhes faltar oração e jejum, que nos falam de dependência do Senhor e do abrir mão das coisas essenciais ao corpo.

O pai do menino diz a Jesus: “Pedi aos teus discípulos que expulsassem o espírito, mas eles não conseguiram”, ao que o Senhor responde: “Tragam-me o menino.” (Mc 9:18-19). Ele não diz levem o menino à igreja tal ou ao pastor ou padre fulano. Não! Ele ordena que tragam o menino a ele, a Jesus. Um pouco antes Pedro, Tiago e João tinham visto Jesus ao lado de Moisés e Elias, e quiseram fazer três tendas iguais. Mas o Pai não iria permitir que seu Filho fosse colocado no mesmo nível dos profetas, por mais importantes que fossem. “Apareceu uma nuvem e os envolveu, e dela saiu uma voz, que disse: ‘Este é o meu Filho amado. Ouçam-no!’ Repentinamente, quando olharam ao redor, não viram mais ninguém, a não ser Jesus.” (Mc 9:7-8).

O menino devia ser levado a Jesus, e é a ele que devemos levar as pessoas, nossos problemas e dificuldades. Aqueles que buscam levar pessoas a alguma igreja ou pregador estão equivocados. Deus deseja que o seu Filho seja o centro de todas as coisas e nosso único recurso. Mas o pai do menino ainda não confia que Jesus possa libertar seu filho, por isso roga: Se podes fazer alguma coisa, tem compaixão de nós e ajuda-nos.” (Mc 9:22). Que incredulidade era essa de dizer “se podes”? “Se podes?”, responde Jesus, em tom de surpresa, como se lhe faltasse poder da maneira como parecia indicar o pedido do pai do menino.

Então ele complementa, mostrando que não era em si mesmo que faltava poder, e sim no pai que não tinha demonstrado poder de crer. Veja que interessante esta passagem na versão da Bíblia traduzida por John Nelson Darby: “E Jesus disse-lhe: Esse ‘Se podes’ é ‘se tu podes crer’. Todas as coisas são possíveis àquele que crê. E imediatamente o pai do menino, chorando, disse com lágrimas, ‘Creio, ajuda a minha incredulidade’.” (Mc 9:22-23). A ausência de fé, oração e jejum levam a pessoa à incredulidade, confiança própria e busca da satisfação da carne, desviando o olhar de Cristo para aquilo que é do homem.

(Mario Persona é palestrante e consultor de comunicação, marketing e desenvolvimento profissional (www.mariopersona.com.br). Não possui formação ou título eclesiástico e nem está ligado a alguma denominação religiosa, estando congregado desde 1981 somente ao Nome do Senhor Jesus. Esta mensagem originalmente não contém propaganda. Alguns sistemas de envio de email ou RSS costumam adicionar mensagens publicitárias que podem não expressar a opinião do autor.)
As ideias aqui não são originalmente minhas, mas são fruto do que tenho aprendido da Palavra de Deus fora dos sistemas denominacionais com irmãos congregados ao nome do Senhor e também com autores de outras épocas que congregavam assim, como J. G. Bellett, C. H. Brown, J. N. Darby, E. Dennett, W. W. Fereday, J. L. Harris, W. Kelly, C. H. Mackintosh, A. Miller, F. G. Patterson, A. J. Pollock, H. L. Rossier, H. Smith, C. Stanley, W. Trotter, G. V. Wigram e muitos outros. Uma lista completa em inglês você encontra neste link.

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